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Prass recebe a maior homenagem – e entra em campo

Recuperado de lesão, o goleiro entrou aos 45 minutos do segundo tempo apenas para comemorar no gramado

Por Alexandre Senechal 27 nov 2016, 19h33

Entre todas as celebrações da torcida do Palmeiras durante a conquista do título brasileiro, nada foi tão forte e emocionante quanto o anúncio da última substituição da equipe: saia o camisa 49 Jailson, tão fundamental na campanha vitoriosa, entrava o camisa 1 Fernando Prass, ídolo, capitão e de volta após se recuperar de uma séria lesão no cotovelo direito.

Naquele momento, aos 45 minutos do segundo tempo, dois traumas eram definitivamente expurgados. O do palmeirense, que comemorava o título certo depois de 22 anos de espera, e o de Prass. O goleiro vivia grande fase no clube nos últimos meses e foi convocado para ser o titular da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos. A necessidade de uma cirurgia no local machucado interrompeu os sonhos do jogador.

Os sonhos do palmeirense também pareciam chegar ao fim com o anúncio de que Prass voltaria aos gramados só em 2017. A falta da sua maior referência prejudicou o Palmeiras no Brasileirão e Vagner, escolhido para defender a meta, não correspondeu.

Por isso Jailson também foi tão aclamado no momento da substituição. De terceira opção, o goleiro passou a ser o titular e ajudou a fazer do Palmeiras a melhor defesa do campeonato.

Por isso a celebração eufórica para Fernando Prass quando foi anunciado na beira do gramado. O ídolo estava de volta, o enredo de uma tarde perfeita estava completo e o vitorioso Palmeiras, com Jailson ou com Prass, era, agora, campeão.

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