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De que lado está VEJA?

Na missão de informar e noticiar fatos, VEJA estampa na capa assuntos que, algumas vezes, despertam paixões, suscitam críticas – e até elogios – fora da realidade. Foi assim com a capa da semana passada, sobre a leveza de alma de muitos jovens de hoje sobre sua sexualidade mutante, tema antes quase inabordável.

VEJA foi coberta de críticas nas redes sociais, em que predominaram comentários desairosos sobre os jovens personagens da reportagem – e análises mal informadas de que a revista aderiu às teses da esquerda, estando suas páginas, como escreveu alguém, “cada vez mais vermelhas”.

É irônico, pois tem sido muito mais comum para VEJA ser alvo de inflamados comentaristas de esquerda atribuindo-nos os mais perversos vícios da direita radical.

Afinal, de que lado está VEJA? Desde que começou a circular, em setembro de 1968, a revista só tem um lado: o da defesa intransigente do Brasil. Em seus 48 anos de existência, VEJA sempre se pautou pela luta por um Brasil em que o progresso econômico e social com igualdade de oportunidades para todos fosse a base de uma sociedade aberta, democrática, tendo a economia de mercado como o motor da criação de riqueza. VEJA sempre esteve entre as forças da nação que se unem em torno dos valores éticos comuns às sociedades civilizadas e avançadas.

Ilustra esta página a atualização livre de uma campanha institucional marcante da revista em 1999, quando VEJA também parecia de direita aos olhos da esquerda, esquerdista para os leitores de direita, moderada para os radicais e radical demais na avaliação dos moderados. A bem-humorada conclusão da campanha, feita pela agência AlmapBBDO, continua perfeitamente válida hoje: “Incrível que seja a maior revista do país, mesmo desagradando a tanta gente”.

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