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Albert Einstein

28/12/2012

às 14:00 \ Tema Livre

FOTOS RARAS E EXTRAORDINÁRIAS: nada como um dia na praia — com Marilyn e Garrincha, com Einstein e a princesa Grace, ou Elvis, Catherine Deneuve, Tom Jobim e Picasso

Cantora de ópera americana Maria Callas, em Veneza, Itália – 1950. (Archivio Cameraphoto Epoche/Getty Images)

A grande soprano greco-americana Maria Callas, em Veneza, Itália – 1950. (Foto: Arquivo Cameraphoto Epoche/Getty Images)

Publicado originalmente em 25 de agosto de 2012.

Ah, a praia! Areia quentinha, cochilo sob o sol, paqueras, maresia, o barulhinho das ondas quebrando na areia, pés descalços no molhadinho da beira, o balanço do mar batendo no peito…

Nada mais democrático que a praia. O marzão lá, vai quem quer. Os melhores lugares para quem chegar primeiro. E não é que princesas, intelectuais, artistas, pop stars, celebridades de todos os calibres também gostam de praia?

Nas fotos a seguir, momento de lazer de estrelas de todos os tempos.

Picasso-Françoise-Gilot-1948

Picasso e Françoise Gilot, em 1948 (Foto: Robert Capa)

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Pablo-Picasso

Pablo Picasso flertando na praia (Foto: Life)

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Norma-Jeane

Antes de se tornar a deusa Marilyn Monroe, Norma Jean Mortenson, em Tobey Beach, Califórnia (Foto: Andre DeDienes)

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Max Brod e Franz Kafka

Os escritores e amigos Max Brod e Franz Kafka, numa praia da Dinamarca (Foto: Arquivo do jornal madrilenho "El País")

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Martin Luther King na Missouri Avenue Beach

Martin Luther King (à esquerda) sendo fotografado com um fã pela mulher deste(Foto: Mosley Collection e Charles Blockson Collection / Temple University)

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Marilyn Monroe e Joe DiMaggio, na Redington Beach, Califórnia, em 1961 (Foto: Bettmann / Corbis)

Marilyn Monroe e seu então marido Joe DiMaggio, ex-ídolo do beisebol, em Redington Beach, Califórnia, em 1961 (Foto: Bettmann / Corbis)

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Jorge Amado, autor baiano de Gabriela e Capitães de Areia

Jorge Amado em uma praia de sua amada Bahia, em 1976 (Foto: Otto Stupakoff)

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João Gilberto e Tom Jobim, dando uma canjinha para as fãs

A atriz inglesa Glória Paul, João Gilberto, Tom Jobim e atriz iugoslava/italiana Silwa Koscina, para uma canjinha enquanto esquentam ao sol (Foto: Folhapress)

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Atriz francesa Jeanne Moreau, em Veneza, na Itália, em 1961. (Archivio Cameraphoto Epoche/Getty Images)

A diva do cinema francês Jeanne Moreau, em Veneza, na Itália, em 1961. (Archivio Cameraphoto Epoche/Getty Images)

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Helô Pinheiro

Helô Pinheiro, a eterna Garota de Ipanema

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A princesa Grace Kelly, irretocável

A princesa Grace Kelly, irretocável, em 1954, clicada na Jamaica (Foto: Howell Conant)

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Garrincha, de calça, sapato e camisa, brinca sob os olhares de Elza Soares

Garrincha, de calça, sapato e camisa, brinca sob os olhares de Elza Soares (Foto: EPA)

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Gandhi, porque a paz também se controi brincando na areia

Gandhi, porque a paz também se controi brincando na areia (Foto: Gandhi Virtual Ashram)

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Gal Costa -- sem o sorriso do gato da Alice

Gal Costa -- sem o sorriso do gato da Alice

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Frank Sinatra e sua filhinha Nancy

Frank Sinatra e sua a primeira de seus três filhos, Nancy

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Desconhecidas, mas de tão lindas, merecem morar neste post

Desconhecidas, mas de tão lindas as melindrosas merecem figurar neste post (Foto: Evans)

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Clarice Lispector e seus filhos

Clarice Lispector e seus filhos (Foto: Livro Correio Feminino)

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Catherine Deneuve, surfista de ocasião

Catherine Deneuve, surfista de ocasião, e Arnaud de Rosnay, fotógrafo, surfista e aventureiro francês em 1962, na Côte des Basques, França (Foto: Blake Lively / Vogue)

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Carlos Vereza, Renata Sorrah, Dina Sfat e Djenane Machado, direto dos anos 70

Carlos Vereza, Renata Sorrah, Dina Sfat e Djenane Machado, direto da praia carioca dos anos 70

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Andy Warhol e amigas (Foto: Philip Pearlstein / Arquivo de Arte Americana / Smithsonian Institution)

Andy Warhol e amigas (Foto: Philip Pearlstein / Arquivo de Arte Americana / Smithsonian Institution)

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Albert Einstein, e o detalhe dos sapatos, em Nassau Point, Nova York, em setembro de 1939 (Foto: Reginald Donahue)

Albert Einstein: o grande gênio de bermudas e sandálias, em Nassau Point, Nova York, em setembro de 1939 (Foto: Reginald Donahue)

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Agatha Christie -- Maiô de lã verde e pranchão (Foto: Museum of British Surfing)

Agatha Christie, em 1920 -- Maiô de lã verde e pranchão (Foto: Museum of British Surfing)

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Casal polêmico -- Yoko Ono e John Lennon, comportados, em Cannes, 1970

John Lennon e Yoko Ono, em Cannes, na França, em 1971 (Foto: Traverso / Cahiers du cinema)

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Truman Capote, sentindo a leveza da maresia

Truman Capote, em 1984, pouco antes de sua morte (Foto: Harry Benson)

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Tom Jones e Elvis Presley, no Havaí

Tom Jones e Elvis Presley, no Havaí (Foto: Álbum de Família)

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Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre -- passeio na praia

Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre -- passeio em Copacabana, em 1960 (Foto: AFP)

 

10/08/2012

às 15:00 \ Política & Cia

Colocar o diploma obrigatório para jornalista na Constituição, como o Senado fez, é uma barbaridade e uma patacoada monumental

O senador Aloysio Nunes Ferreira foi o único a se manifestar contra a proposta. Na sua opinião, ela interessa sobretudo aos donos de faculdades privadas ruins (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O senador Aloysio foi o único a falar em plenário contra a proposta. Na sua opinião, ela interessa sobretudo aos donos de faculdades privadas ruins, "arapucas que não ensinam nada", e atende a interesses do "sindicalismo de jornalistas", o mesmo "que trabalha pelo controle social da mídia" (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

A patacoada, a bobagem, o besteirol monumental passou no Senado da República – e, valha-nos Deus, pelo voto esmagador de 60 senadores contra apenas 4.

Trata-se de um projeto de emenda à Constituição (PEC) do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) que restabelece a exigência de diploma para jornalistas, derrubada em boa hora pelo Supremo Tribunal Federal em 2009.

Sim, é isso mesmo: Valadares quis (e está conseguindo) colocar na Constituição – na Constituição, a lei magna que define direitos e garantias individuais e dá formato às instituições que regem o país – essa questão corporativa, esse produto menor e desimportante do lobby de sindicatos de jornalistas e de jornalistas que jamais fizeram uma reportagem de verdade na vida, alojados em órgãos públicos e empresas estatais.

Deixemos por ora o mérito da medida de lado: só o fato de colocarem na Constituição um assunto absolutamente menor, secundário e de interesse ZERO para o conjunto da sociedade é, em si mesmo, um escândalo.

Tanto é que, graças ao Altíssimo, pelo menos um senador, senador de peso, respeitável e por acaso o mais votado da história do país – Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – colocou o dedo no ponto central da ferida. Sendo o único entre os 64 senadores presentes a falar contra a PEC, sentenciou:

– Não há interesse público envolvido nisso.

Com mais razão ainda, assinalou que, se a emenda for aprovada na Câmara dos Deputados – para onde segue agora –, a profissão de jornalista será a única a constar na Constituição:

– Será uma aberração colocar a profissão de jornalista na Constituição por razões meramente corporativas, para atender ao sindicalismo de jornalistas, que é o mesmo que trabalha pelo controle social da mídia.

A profissão diz respeito à liberdade de expressão do pensamento

O senador também assinalou, corretamente, que o contrabando constitucional interessa sobretudo aos donos de faculdades privadas ruins, “arapucas que não ensinam nada e que vendem a ilusão de um futuro profissional”.

Agora, vamos ao mérito – e constatem a monumental burrice que impediria Albert Einstein de ser editor de ciências de um jornal ou revista ou um ex-embaixador do Brasil em Washington, Moscou, Paris ou Pequim de trabalhar na editoria internacional de um veículo.

A exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista priva o jornalismo e a quem ele deve sevir – a sociedade — de grandes talentos e de preciosas contribuições, e é, sem surpresa, uma das pedras de toque dos setores mais corporativistas da profissão. “A profissão de jornalista diz respeito diretamente à liberdade de expressão do pensamento, de modo que não pode estar sujeita a nenhum tipo de exigência legal, nem mesmo constitucional”, lembrou o senador Aloysio.

Entrando em vigor, PEC só estará a serviço de faculdades chinfrins, não fará nenhum serviço à profissão (Charge de Rogério Lima)

Entrando em vigor, a PEC privará o jornalismo de grandes talentos e é uma bobagem descomunal: Albert Einsten, se fosse vivo, não poderia ser editor de Ciencias de um jornal ou revista (Charge de Rogério Lima)

O pior disso tudo, para jornalista que se preze, é ter que ouvir asneiras como a proferida pelo senador Inácio Arruda (PC do B-CE), autor, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, do parecer favorável à aberração. Arruda acha que a proposta, contra a qual se manifestaram, seguidas vezes, vários dos principais jornalistas do país, vai “resgatar a dignidade profissional dos jornalistas”.

Como assim, cara-pálida?

Sou jornalista há mais de 40 anos anos, e não conheço um só jornalista que considere que sua dignidade profissional necessite de resgate, sobretudo por esse meio. Ainda mais recebendo lições de um senador comunista, um dos defensores do chamado “controle social” da imprensa.

Há, naturalmente, jornalistas decentes que, por diferentes motivos, defendem a obrigatoriedade do diploma. Eu divirjo totalmente deles, e divergi desde sempre.

Exigência veio de um decreto dos “Três Patetas” durante a ditadura

A exigência do diploma vigorou por 40 anos, com base no artigo 4º, inciso V, do Decreto-Lei 972, de 1969, baixado durante o regime militar, vejam vocês, pela junta militar que tomou o poder durante três meses, em 1969, depois da doença do marechal Costa e Silva, a cujos integrantes o dr. Ulysses Guimarães designou, acertadamente, de “Os Três Patetas”.

Senadores Inácio Arruda e Antonio Carlos Valadares

Senadores Inácio Arruda e Antonio Carlos Valadares: o primeiro fala em "resgatar a dignidade profissional dos jornalistas". E quem é que disse que a dignidade dos jornalistas precisa de resgate -- sobretudo por uma emenda cretina como esta? Já o segundo é o autor do projeto que se submete ao corporativismo de sindicalistas que não conseguiram se destacar como profissionais de imprensa

Depois de anos de discussão na Justiça, promovida por iniciativa do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp), o Supremo Tribunal Federal, em junho de 2009, derrubou, por 8 votos a 1, a obrigatoriedade, considerada inconstitucional.

Vejam bem, foi por 8 a 1!

Para o Supremo, o decreto-lei da junta viola a Constituição de 1988, e as exigências neles contidas contrariam a liberdade de imprensa e o direito à livre manifestação do pensamento previstos no artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos.

Mas o senador Valadares, autor da PEC, que de imprensa só entende ler jornal e ver TV, acha que a oposição ao projeto não vem de pessoas como eu, como o Augusto Nunes ou como incontáveis outros profissionais, mas “dos patrões”, que supostamente, sem a emenda, contratariam pessoas não formadas por faculdades de jornalismo “por salários mais baixos”.

Tal como dispenso lições do senador comunista, faço o mesmo para com o senador Valadares. Será que ele já visitou alguma redação algum dia?

Sede de sindicato, com certeza, sim.

19/03/2012

às 18:00 \ Tema Livre

Teste seus conhecimentos: o resultado. Confira quantos nomes de personalidades você acertou

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O então jovem rebelde (e cabeludo) Sarkozy, hoje presidente da França

Por Rita de Sousa

Conseguiu identificar que personalidades se tornaram aqueles jovens que mostramos em nosso post de ontem, às 11 horas?

Sim? Não?

Confira as respostas abaixo, e não esqueça de deixar sua opinião nos comentários.

1. Muammar Kaddafi;

2. Madre Teresa de Calcutá;

3. Nelson Mandela;

4. Dilma Rousseff;

5. Thomas Edison;

6. Hugo Chávez;

7. Bill Gates;

8. Barack Obama;

9. José Dirceu;

10. Margaret Thatcher;

11. Mahatma Gandhi;

12. Aiatolá Khomeini;

13. Albert Einstein;

14. Fernando Henrique Cardoso;

15. Fidel Castro;

16. Rainha Elizabeth II;

17. Vladimir Putin;

18. Stalin;

19. Luiz Inácio Lula da Silva;

20. Adolf Hitler;

21. Nicolas Sarkozy;

22. Mario Covas;

23. Bill e Hillary Clinton;

24. Charles De Gaulle;

25. Marilyn Monroe;

26. Juscelino Kubitschek

 

Uau! Os leitores do Blog estão feras! Contudo, só 3 dos que arriscaram a resposta nos comentários acertaram todos, sem exceção: Rosa Maria Pacini, Elizabel Yara Dorigon e Oswaldo Fuzaro.

A maioria preferiu pular o 12, Aiatolá Khomeini, apontando todas as outras opções corretamente.

Quase não houve respostas erradas, mas Mae West e Jimi Hendryx não estavam no nosso teste.

Agradecemos a participação de todos!

06/03/2012

às 19:16 \ Política & Cia

Suposto projeto protetor da mulher trabalhadora é demagógico e burro

O plenário do Senado (foto) ainda pode barrar o projeto que multa empresas que pagarem menos para mulheres que exercem a mesma função que homens, independentemente da experiência e do know-how destes (Foto: exame.abril.com.br)

O deputado Marçal Filho (PMDB-MS) nunca deve ter entrado em uma única empresa produtiva na vida.

Já o senador Paulo Paim (PT-RS) com certeza, sim — sobretudo para fazer greve, quando era sindicalista.

Os dois são os principais responsáveis pelo projeto burro e demagógico aprovado hoje no Senado — iniciativa do deputado, na Câmara, relatório favorável no Senado, do senador.

O projeto parece ótimo: pune, e com multas severíssimas, o empregador que pagar para a empregada mulher salário menor para o empregado homem que exercer a mesma função.

Beleza. Parece que o projeto é inteligente e benéfico, porque se destina a fazer valer os direitos da mulher, certo?

Não é bem isso.

É óbvio que toda pessoa de bem e minimamente preocupada com os direitos civis é favorável à igualdade de direitos entre homens e mulheres.

Ocorre que o projeto, da mesma forma que o senador Paim — que fez toda uma carreira política lutando por aumentos reais do salário mínimo, das aposentadorias e dos salários, mesmo quando a produtividade das empresas e do país e as contas públicas não permitiam –, ignoraram um fato da vida, para quem já pisou em uma empresa: os chamados valores agregados pela experiência e pelos conhecimentos adquiridos com a prática do empregado no exercício da função.

Teoricamente, se Albert Einstein tivesse um emprego de físico em uma empresa de tecnologia, uma garota recém-formada em Física pela universidade teria que receber o mesmo salário, desde que seu cargo fosse equivalente.

Ainda há esperanças de que o projeto não entre em vigor: como foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Direitos Humanos, sem passar pelo plenário — hipótese prevista na Constituição –, se pelo menos oito senadores, ou 10% dos membros da Casa, solicitarem à mesa, todos os 81 senadores deverão votá-lo (é o que diz o artigo 58, inciso I da Constituição).

Espera-se que isso ocorra, para o bem da lógica e do prestígio do Congresso.

Se o projeto seguir dessa forma para a sanção da presidente Dilma, duvido que ela venha a vetá-lo.

21/02/2011

às 13:00 \ Política & Cia

Sério candidato a puxa-saco do ano

Marcelo Neri é economista formado pela PUC do Rio, Ph. D. em Economia por uma das melhores universidades do mundo – a Princeton University, situada a 75 quilômetros de Nova York, a mesma em que, entre outros, Albert Einstein foi professor. Também é professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas no Rio.

Além disso, Neri é sério candidato a puxa-saco do ano, com a frase gloriosa que se segue e em que menciona dois ex-presidentes, um deles Prêmio Nobel da Paz e tido como um dos grandes estadistas do século XX:

– Lula é o Nelson Mandela tupiniquim.

 

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