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Em VEJA desta semana: o derretimento do mito de Lula

E ainda: a morte do ator Domingos Montagner, o galã tardio, e o lançamento da biografia 'Roberto Civita — O Dono da Banca'

capa VEJA 2496Reportagem de capa de VEJA desta semana trata da denúncia feita pela força-tarefa da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu impacto sobre o mito petista. O Ministério Público imputa a ele os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas a acusação veio embalada numa retórica segundo a qual Lula era o ‘comandante máximo’ da organização criminosa, o chefe da quadrilha que assaltou os cofres da Petrobras, o general que usava propinas para subornar parlamentares e comprar partidos, o fundador da ‘propinocracia’, o homem que aceitava dinheiro e pequenos luxos em troca de favores. Nisso tudo, a retórica tomou o lugar das provas. O ex-presidente reagiu no dia seguinte: ‘Provem uma corrupção minha que irei a pé para a prisão’.

Também nesta edição: a trágica morte do ator Domingos Montagner, aos 54 anos, nas águas do Rio São Francisco; o lançamento da biografia Roberto Civita — O Dono da Banca, em que o jornalista Carlos Maranhão, com mais de quarenta anos de Abril, conta a trajetória do brasilo-ítalo-americano que herdou do pai, Victor, uma editora que viria a ser a maior da América Latina; e uma entrevista com Rodrigo Maia, em que o presidente da Câmara diz que o governo se equivocou ao subestimar o “Fora Temer”.

Comentários

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  1. Eli Schiming Lima

    Se os corruptos da política brasileira tivessem um tratamento como o que está sendo dedicado ao Lula, estaríamos livres da corrupção.

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  2. Eu conheço esse vagabundo desde os tempos de pelego de sindicato, de alcaguete da ditadura, desde que milhões de pais de família perderam seus empregos nas fábricas do ABC paulista, porque acreditam nesse vagabundo e faziam greve, depois perdiam o emprego, passavam fome, acabavam com suas famílias, enquanto esse vagabundo era sustentado com dinheiro roubado do sindicato e nunca precisou trabalhar.
    Esse vagabundo nunca poderia ter virado um mito, deveria ter virado um presidiário e nada mais.
    A quadrilha da qual esse vagabundo é o chefe junto com o dirceu ladrão, acabou com o país, com o emprego de milhões de pessoas, acabou com milhões de empresas e esse vagabundo ainda tem a coragem de dizer que não é corrupto, nem ladrão, e tem gente que acredita, que defende, como se fosse uma pessoa que merece respeito.
    Esse lulladrão é um vagabundo, que tem que ser preso de forma incomunicável.

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