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Lesula, nova espécie de macaco, é descoberta

Primata vive em região da República Democrática do Congo, na África

- Atualizado em

O macaco lesula (Cercopithecus lomamiensis)
O macaco lesula (Cercopithecus lomamiensis)(Maurice Emetshu/Divulgação/VEJA)

Cientistas anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de uma nova espécie de macaco, algo que não ocorria há 28 anos. Trata-se do lesula, um primata que pode chegar a medir 65 centímetros de comprimento e vive em uma região pouco explorada da República Democrática do Congo, na África. O anúncio foi feio por meio de um artigo publicado na revista especializada Plos One.

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Macaco lesula pode chegar a 65 cm de comprimento
Espécie pode ter 65 cm de comprimento(J. A. Hart/Divulgação/VEJA)

Batizado com o nome científico de Cercopithecus lomamiensis, o lesula já era conhecido por caçadores locais, mas só foi avistado pela primeira vez pelos pesquisadores John e Terese Hart em 2007. Desde então, os dois cientistas liderararm uma equipe que passou a investigar o macaco em seu habitat natural, a fim de comprovar que se tratava de uma espécie até hoje não catalogada.

Ao todo, os cientistas observaram 48 exemplares da nova espécie, em uma área de aproximadamente 17.000 quilômetros quadrados na bacia do rio Lomami, na floresta equatorial africana. Eles identificaram machos com comprimento entre 47 e 65 centímetros. No caso das fêmeas, a medida variou entre 40 e 42 centímetros.

"O Cercopithecus lomamiensis é títmdo e foi o primata observado com menos frequência entre todos os registrados nas campanhas de reconhecimento", afirmam os pesquisadores no artigo em que revelam a descoberta. Análises genéticas que demoraram três anos determinaram que o lesula era uma espécie inteiramente diferente do macaco cara-de-coruja (Cercopithecus hamlyni), seu parente mais próximo.

A casa do lesula

Florestas tropicais da bacia do rio Lomami, na região central da República Democrática do Congo, são o habitat natural do lesula, nova espécie de macaco descoberta na África. Os animais foram observados pelos cientistas em uma área aproximada de 17.000 quilômetros quadrados.

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