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Retrospectiva Santos: dono da América, Peixe não para o Barça

Por Da Redação
24 dez 2011, 09h05

O ano de 2011 vai ficar marcado na história do Santos. Pela segunda vez consecutiva, o Peixe terminou a temporada com dois títulos comemorados. Um deles, inclusive, era sonho antigo do torcedor santista: a Copa Libertadores da América. O Campeonato Paulista foi a outra conquista.

No Brasileirão, com uma campanha apenas mediana e a cabeça voltada para o Mundial de Clubes da Fifa, no Japão, os santistas não conseguiram chegar a disputar o título.

Porém, o que mais doeu ao torcedor em 2011 foi ver escapar o sonho de voltar a ser campeão mundial. Diante do temido Barcelona, da Espanha, o Alvinegro Praiano caiu por 4 a 0, em uma jornada inspirada dos catalães.

Com isso, o que poderia ser um ano fechado em alto estilo terminou com um gosto amargo para os torcedores do Santos. No entanto, 2012 é o ano do centenário do clube, e a torcida espera que o Peixe volte ainda mais fortalecido, para conquistar novamente a Libertadores e buscar a terceira estrela, de campeão mundial.

Para isso, os santistas confiam na permanência de Neymar como o maior trunfo, tendo em vista que ele esnobou o interesse de grandes clubes europeus para assinar um novo contrato com o time da Vila Belmiro, válido até a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

CAMPEONATO PAULISTA

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Em um ano em que tinha o terceiro título da Libertadores como uma das metas principais, o Santos teve um início complicado. Até porque, depois de algumas boas atuações e vitórias convincentes, como o 2 a 0 diante do São Paulo, na Arena Barueri, com show do repatriado meia Elano, a equipe caiu de rendimento sob o comando de Adilson Batista.

Sem apresentar o mesmo futebol das primeiras rodadas, mesmo tendo perdido apenas um jogo – para o Corinthians, por 3 a 1, no Pacaembu -, Adilson viu a pressão aumentar sobre o seu cargo.

A insatisfação da torcida com o futebol burocrático do time gerou até um episódio curioso. O proprietário de uma famosa padaria de Santos estendeu uma faixa com a seguinte frase: ‘Muito faz quem não estorva!! Fora Adilson!!’.

Informado sobre a faixa do torcedor, o treinador chegou a ironizar o fato, dizendo que tomaria um café no estabelecimento comercial na semana seguinte. Só que não houve tempo para isso. O empate com o São Bernardo, em 26 de fevereiro, na Vila, fez a diretoria do Peixe demitir Adilson Batista.

Sem Adilson, o Santos disputou algumas partidas do Paulistão e da Libertadores sob as ordens do interino Marcelo Martelotte. Porém, a saída de Muricy Ramalho, após grave atrito com a direção do Fluminense, contribuiu para que o clube contratasse um comandante de mais renome para comandar a equipe.

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Com a classificação encaminhada para a fase final do Estadual, Muricy assumiu o time restando apenas duas rodadas para a primeira fase da competição. Nas quartas de final, o Peixe eliminou a Ponte Preta, por 1 a 0, com gol de Neymar, na Vila Belmiro.

Já nas semifinais, os santistas mostraram toda a sua força, em um jogo no qual o novo treinador provou competência. Contra o São Paulo, no Morumbi, após um primeiro tempo fraco, dominado pelo adversário, Muricy Ramalho tirou o atacante Zé Eduardo, colocando o zagueiro Bruno Aguiar em campo e adiantando a sua marcação. Assim, viu Elano e Paulo Henrique Ganso anotarem os gols da vitória alvinegra.

Na decisão, o Santos confirmou o título paulista após empatar no primeiro duelo com o Corinthians, 0 a 0, no Pacaembu, e derrotar o Timão por 2 a 1 em 15 de maio, na Vila Belmiro. Arouca e Neymar, em uma falha do goleiro corintiano Júlio Cesar, marcaram os gols que deram ao Peixe o bicampeonato estadual.

A conquista do Paulistão foi a injeção de ânimo que os santistas precisavam para embalar de vez, rumo ao título da Libertadores.

COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA

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Com um empate na estreia diante do fraco Deportivo Táchira (Venezuela), por 0 a 0, em San Cristóbal, ainda dirigido por Adilson Batista, o Alvinegro Praiano teve problemas para alcançar a sua classificação para as oitavas de final do torneio.

Depois de empatar com o Cerro Porteño (Paraguai), 1 a 1, na Vila Belmiro, e ser derrotado pelo Colo Colo (Chile), por 3 a 2, em Santiago, os santistas precisavam ganhar os seus três próximos compromissos para avançar ao mata-mata.

Neste tempo, Muricy Ramalho foi contratado com a missão de salvar a equipe da eliminação. E, logo no dia em que o técnico chegou, ainda com Martelotte no banco de reservas, os alvinegros derrotaram o Colo Colo (Chile) por 3 a 2, em duelo nervoso na Vila Belmiro. O time teve Neymar (após um golaço, por usar uma máscara na comemoração), Zé Eduardo e Elano expulsos, mas venceu os chilenos e seguiu vivo na competição.

No jogo seguinte, sem esse trio suspenso, o Santos não podia sequer empatar com o Cerro Porteño (Paraguai), em Assunção, para se manter com possibilidades de chegar ao mata-mata da Libertadores. Em 14 de abril, dia de seu aniversário, com uma atuação magistral de Paulo Henrique Ganso, o Peixe ganhou por 2 a 1, abrindo caminho para a sua classificação, ratificada com a vitória sobre o Táchira, por 3 a 1, na semana seguinte, no Pacaembu.

Em paralelo aos confrontos com o América (México), na oitavas de final do torneio, a equipe eliminou o São Paulo, nas semifinais do Paulistão, e empatou com o Corinthians, no Pacaembu, no duelo de ida da decisão do Estadual.

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Após eliminar os mexicanos e derrotar o Once Caldas (Colômbia), em Manizales, o Alvinegro Praiano confirmou a vaga nas semifinais, empatando com os colombianos no Pacaembu, antes de tirar o Cerro Porteño-PAR da Libertadores. Com uma vitória por 1 a 0 sobre os paraguaios, no Pacaembu, e o emocionante empate por 3 a 3, jogando e Assunção, o time do litoral paulista voltou à final da principal competição de clubes das Américas.Na primeira partida da decisão, contra o Peñarol (Uruguai), os santistas empataram por 0 a 0, no Estádio Centenário de Montevidéu. A ida do Peixe ao Uruguai quase teve de ser feita de ônibus, por conta de problemas nos aeroportos, em virtude das cinzas do vulcão chileno Puyehue.

No segundo e decisivo embate entre os dois clubes, o Santos contou com os gols de Neymar e Danilo para vencer por 2 a 1, em 22 de junho, diante de um Pacaembu lotado pela sua torcida, voltando a ganhar uma Copa Libertadores após 48 anos de jejum.

CAMPEONATO BRASILEIRO

Após a conquista do título da Libertadores, o Peixe sofreu um período complicado no Brasileirão. Sem utilizar os seus titulares nas primeiras rodadas do campeonato, os santistas viram alguns de seus principais jogadores nas Seleções Brasileiras, tanto na principal quanto na Sub-20 – Neymar, Elano e Ganso jogaram a Copa América, enquanto Danilo participou do Mundial Sub-20.

Além disso, as saídas de Jonathan, Alex Sandro, Alan Patrick e Zé Eduardo enfraqueceram o elenco alvinegro. Até porque as reposições demoraram a chegar. Os volantes Henrique e Ibson, bem como os atacantes Alan Kardec e Renteria, foram contratados em períodos mais avançados do Brasileiro.

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‘O Santos não brigou pelo título brasileiro, pois não nos preparamos para ganhar a competição. É muito complicado você acabar um torneio duro como a Libertadores e no dia seguinte perder Elano, Ganso e Neymar para a Seleção na Copa América e Danilo e Alex Sandro para o Mundial Sub-20. Infelizmente, a reposição das peças que saíram não foi tão rápida. Quando você não se prepara, não tem como vencer o Brasileirão’, analisava Muricy, ao ser indagado se a equipe havia deixado a Série A nacional de lado.

Com uma campanha cheia de altos e baixos, o Santos chegou a encaixar uma série de vitórias, porém nada que pudesse fazer com que o time fosse apontado como postulante ao título brasileiro, disputado até a última rodada por Corinthians e Vasco.

Dessa forma, o treinador foi preparando o grupo para um sonho na temporada: o Mundial de Clubes da Fifa. Intercalando titulares e reservas nas últimas rodadas do Brasileirão, Muricy Ramalho ainda perdeu o volante Adriano, com uma lesão no tornozelo direito, peça importante em seu esquema tático, antes do embarque para o Japão.

MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA

No embarque da equipe para o Japão, a torcida santista deu uma total demonstração de confiança no elenco, com festas na saída do Peixe do CT Rei Pelé e no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. Contrariando uma orientação da Infraero e da Polícia Militar (PM), os atletas passaram pelo saguão do aeroporto.

Depois de vencer o Kashiwa Reysol (Japão) por 3 a 1, com gols de Neymar, Borges e Danilo, o Alvinegro Praiano pôde finalmente se concentrar na final contra o poderoso Barcelona, apontado como o melhor time do mundo.

Mas a expectativa e o sonho, que tomaram conta do torcedor durante os dias que antecederam a decisão, foram desfeitos assim que a bola rolou. Com uma brilhante atuação, os catalães massacraram o Santos por 4 a 0. Messi (2), Xavi e Fábregas foram os responsáveis pelos gols do segundo título mundial do Barcelona em sua história.

ESTATÍSTICAS:

Jogos: 77

Vitórias: 37

Empates: 20

Derrotas: 20

Gols Pró: 123

Gols Contra: 94

Saldo: +29

ARTILHEIROS

Neymar e Borges: 24 gols

Elano: 15

Maikon Leite e Zé Eduardo: 8

Keirrison: 7

Danilo: 6

Paulo Henrique Ganso: 5

Alan Kardec e Edu Dracena: 3

Alan Patrick, Bruno Aguiar, Felipe Anderson, Jonathan, Léo e Rychely : 2

Arouca, Diogo, Henrique, Renteria, Rodrigo Possebon e Tiago Alves: 1

Barreto (contra): 1

Anderson (contra): 1

CAMPEONATO PAULISTA

15/01 – Gilberto Siqueira Lopes – Linense 1 x 4 Santos (Maikon Leite [2], Zé Eduardo e Keirrison)

19/01 – Pacaembu – Santos 3 x 0 Mirassol (Maikon Leite e Zé Eduardo [2])

23/01 – Prudentão – Grêmio-SP 2 x 4 Santos (Elano [2], Keirrison e Maikon Leite)

26/01 – Arena Barueri – Santos 3 x 3 São Caetano (Elano [2] e Keirrison)

30/01 – Arena Barueri – Santos 2 x 0 São Paulo (Elano e Maikon Leite)

02/02 – Moisés Lucarelli – Ponte Preta 2 x 2 Santos (Elano e Maikon Leite)

05/02 – Pacaembu – Santo André 1 x 1 (Rodrigo Possebon)

11/02 – Vila Belmiro – Santos 2 x 0 Noroeste (Zé Eduardo e Felipe Anderson)

20/02 – Pacaembu – Corinthians 3 x 1 Santos (Elano)

26/02 – Vila Belmiro – Santos 1 x 1 São Bernardo (Elano)

05/03 – Estádio dos Amaros – Oeste de Itápolis 0 x 2 Santos (Zé Eduardo [2])

09/03 – Vila Belmiro – Santos 3 x 0 Portuguesa (Neymar [2] e Léo)

12/03 – Vila Belmiro – Santos 2 x 1 Botafogo-SP (Elano e Paulo Henrique Ganso)

19/03 – Nabi Abi Chedid – Bragantino 2 x 1 Santos (Elano)

23/03 – Vila Belmiro – Santos 3 x 1 Mogi Mirim (Zé Eduardo, Keirrison e Edu Dracena)

27/03 – Novelli Júnior – Ituano 2 x 3 Santos (Tiago Alves, Keirrison e Jonathan)

03/04 – Vila Belmiro – Santos 0 x 1 Palmeiras

10/04 – Décio Vitta – Americana 0 x 0 Santos

17/04 – Vila Belmiro – Santos 3 x 0 Paulista de Jundiaí (Keirrison, Alan Patrick e Maikon Leite)

23/04 – Vila Belmiro – Santos 1 x 0 Ponte Preta (Neymar)

30/04 – Morumbi – São Paulo 0 x 2 Santos (Elano e Paulo Henrique Ganso)

08/05 – Pacaembu – Corinthians 0 x 0 Santos

15/05 – Vila Belmiro – Santos 2 x 1 Corinthians (Arouca e Neymar)

COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA

15/02 – Pueblo Nuevo – Deportivo Táchira-VEN 0 x 0 Santos

02/03 – Vila Belmiro – Santos 1 x 1 Cerro Porteño-PAR (Elano)

16/03 – David Arellano – Colo Colo-CHI 3 x 2 Santos (Elano e Neymar)

06/04 – Vila Belmiro – Santos 3 x 2 Colo Colo-CHI (Elano, Danilo e Neymar)

14/04 – Olla Azulgrana – Cerro Porteño-PAR 1 x 2 Santos (Danilo e Maikon Leite)

20/04 – Pacaembu – Santos 3 x 1 Deportivo Táchira-VEN (Neymar, Jonathan e Danilo)

27/04 – Vila Belmiro – Santos 1 x 0 América-MEX (Paulo Henrique Ganso)

03/05 – La Corregidora – América-MEX 0 x 0 Santos

11/05 – Palogrande – Once Caldas-COL 0 x 1 Santos (Alan Patrick)

18/05 – Pacaembu – Santos 1 x 1 Once Caldas-COL (Neymar)

25/05 – Pacaembu – Santos 1 x 0 Cerro Porteño-PAR (Edu Dracena)

01/06 – Olla Azulgrana – Cerro Porteño-PAR 3 x 3 Santos (Zé Eduardo, Barreto [contra] e Neymar)

15/06 – Centenário de Montevidéu – Penãrol-URU 0 x 0 Santos

22/06 – Pacaembu – Santos 2 x 1 Peñarol-URU (Neymar e Danilo)

CAMPEONATO BRASILEIRO

21/05 – Vila Belmiro – Santos 1 x 1 Internacional-RS (Keirrison)

28/05 – Engenhão – Botafogo 1 x 0 Santos

05/06 – Vila Belmiro – Santos 3 x 1 Avaí (Borges [2] e Rychely)

11/06 – Arena do Jacaré – Cruzeiro 1 x 1 Santos (Borges)

29/06 – Orlando Scarpelli – Figueirense 2 x 1 Santos (Rychely)

02/07 – Pacaembu – Santos 1 x 0 América-MG (Anderson [contra])

10/07 – Pacaembu – Palmeiras 3 x 0 Santos

16/07 – Vila Belmiro – Santos 2 x 1 Atlético-MG (Danilo e Borges)

27/07 – Vila Belmiro – Santos 4 x 5 Flamengo (Borges [2] e Neymar [2])

31/07 – Arena da Baixada – Atlético-PR 3 x 2 Santos (Neymar e Borges)

03/08 – São Januário – Vasco 2 x 0 Santos

07/08 – Pacaembu – Santos 1 x 0 Ceará (Borges)

10/08 – Vila Belmiro – Santos 0 x 0 Corinthians

13/08 – Serra Dourada – Atlético-GO 2 x 0 Santos

17/08 – Vila Belmiro – Santos 2 x 3 Coritiba (Borges [2])

21/08 – Pituaçu – Bahia 1 x 2 Santos (Neymar e Alan Kardec)

24/08 – Vila Belmiro – Santos 2 x 1 Fluminense (Borges [2])

28/08 – Vila Belmiro – Santos 1 x 1 São Paulo (Paulo Henrique Ganso)

31/08 – Beira-Rio – Internacional-RS 3 x 3 Santos (Borges [2] e Alan Kardec)

07/09 – Ressacada – Avaí 1 x 2 Santos (Borges e Felipe Anderson)

10/09 – Vila Belmiro – Santos 1 x 0 Cruzeiro (Borges)

18/09 – Pacaembu – Corinthians 1 x 3 Santos (Henrique, Borges e Alan Kardec)

21/09 – Parque do Sabiá – América-MG 1 x 2 Santos (Borges e Edu Dracena)

24/09 – Vila Belmiro – Santos 2 x 3 Figueirense (Borges e Léo)

01/10 – Raulino de Oliveira – Fluminense 3 x 2 Santos (Neymar e Renteria)

05/10 – Estádio Olímpico – Grêmio 1 x 0 Santos

09/10 – Vila Belmiro – Santos 1 x 0 Palmeiras (Borges)

13/10 – Arena do Jacaré – Atlético-MG 2 x 1 Santos (Borges)

16/10 – Vila Belmiro – Santos 0 x 1 Grêmio

19/10 – Vila Belmiro – Santos 2 x 0 Botafogo (Neymar e Borges)

23/10 – Engenhão – Flamengo 1 x 1 Santos (Neymar)

29/10 – Pacaembu – Santos 4 x 1 Atlético-PR (Neymar [4])

06/11 – Vila Belmiro – Santos 2 x 0 Vasco (Neymar e Borges)

13/11 – Presidente Vargas – Ceará 2 x 3 Santos (Bruno Aguiar [2] e Diogo)

17/11 – Pacaembu – Santos 1 x 1 Atlético-GO (Paulo Henrique Ganso)

20/11 – Couto Pereira – Coritiba 1 x 0 Santos

27/11 – Vila Belmiro – Santos 1 x 1 Bahia

04/12 – Romildão – São Paulo 4 x 1 Santos

MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA

14/12 – Toyota Stadium – Kashiwa Reysol-JAP 1 x 3 Santos (Neymar, Borges e Danilo)

18/12 – Estádio Internacional de Yokohama – Santos 0 x 4 Barcelona-ESP

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