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Fabiana Murer pensa no Pan e mira salto de 4,90 metros

Por Da Redação
13 set 2011, 13h09

Por Amanda Romanelli

São Paulo – Homenageada nesta terça-feira em São Paulo pela conquista da medalha de ouro na disputa do salto com vara no Mundial de Atletismo, realizado em Daegu, Fabiana Murer já começa a pensar nas próximas competições. A saltadora afirmou que descansará por apenas uma semana, quando retomará os treinos. A atleta quer brigar pelo bicampeonato dos Jogos Pan-Americanos, na cidade de Guadalajara, em outubro.

A saltadora não promete melhora de marcas, pois o torneio será o último de sua longa temporada. “Primeiro de tudo, vou buscar ganhar a competição. Depois, tentarei marcas maiores”, disse Fabiana, que conquistou o ouro no Mundial com o salto de 4,85 metros, igualando a melhor marca de sua carreira.

Devido à sua decisão de disputar o Pan, Fabiana abriu mão da participação no Mundial Indoor, que será disputado na Turquia, em março de 2012. A brasileira também defenderia a medalha de ouro que conquistou no início do ano passado, em Doha, no Catar. Ela só deve voltar a competir, portanto, em maio de 2012, na abertura das competições ao ar livre no Brasil.

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Para o técnico de Fabiana, Elson Miranda, a medalha de ouro no México pode vir com uma marca de 4,70 metros. No Rio, em 2007, a brasileira foi ao lugar mais alto do pódio ao alcançar 4,60 metros. “Acho difícil (melhorar marcas ainda este ano). Vamos pensando em garantir o bicampeonato e, depois, ver aonde dá pra chegar. É possível que no Pan ela não faça sua corrida inteira (como 18 passadas), volte a usar 16. Tudo para preservar um pouco mais a atleta.”

Elson Miranda, porém, não esconde que seu sonho é tornar Fabiana a segunda mulher do mundo a saltar 5 metros – a única a conquistar tal feito, até hoje, é Yelena Isinbayeva. A russa é a atual recordista mundial da prova, com 5,06 metros.

“Os 4,90 são uma realidade para a Fabiana hoje. Mas queremos chegar aos 5 metros o mais rápido possível, antes das outras atletas e, se possível, até antes da Yelena se recuperar e voltar a saltar bem”, disse, sobre a russa, que não alcança a marca desde 2009, quando melhorou seu recorde mundial.

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