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Depois do pacto, Fifa elogia o Brasil, mas aumenta pressão

Em reunião do Comitê Organizador da Copa, na Suíça, Blatter comemorou sua aproximação de Dilma - mas há sinais claros de que o país continuará na mira

Por Da Redação 28 mar 2012, 12h46

“A Copa do Mundo é da Fifa. Ela apenas ocorre no Brasil”, afirmou o cartola argentino Julio Grondona em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’

O pacto entre a Fifa e o Brasil para salvar a Copa do Mundo e evitar um vexame em 2014 continua de pé – mas a trégua entre a entidade e o governo não significa um alívio na pressão exercida sobre o país para que todas as exigências para o Mundial sejam cumpridas. Na manhã desta quarta-feira – mesmo dia em que o Congresso brasileiro promete finalmente votar a Lei Geral da Copa -, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, deu início a uma reunião do Comitê Organizador do Mundial, em Zurique, na Suíça, com elogios e afagos ao país-sede. Nos discursos e entrevistas de outros cartolas, porém, ficou claro o recado: cabe ao Brasil acelerar os preparativos para o evento e dar conta de todas as cobranças da entidade. Outro fato ajudou a reforçar essa impressão. Blatter anunciou que, pela primeira vez na história das Copas, o Comitê Organizador terá a participação de todos os 24 integrantes do Comitê Executivo da Fifa, a cúpula da entidade. No placar final, o Brasil ficou em minoria no comitê – e a Fifa, em ampla vantagem numérica, fechou o cerco para assegurar que tudo corra de acordo com seus desejos.

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