Blogs e Colunistas

Casa Branca

02/10/2014

às 6:00 \ Disseram

Para o bem da nação

“Acho que é melhor para o Serviço Secreto e para a população americana que eu deixe o cargo.”

Julia Pierson, primeira mulher a chefiar o Serviço Secreto americano, ao pedir demissão, após diversas críticas à sua gestão, inclusive por causa de um incidente em que uma pessoa conseguiu entrar na Casa Branca

27/09/2014

às 12:00 \ Disseram

Possibilidades

“Bem, é verdade, estou pensando no assunto.”

Hillary Clinton, ex-secretária de Estado americana, falando, durante um evento em Iowa, sobre sua provável candidatura à sucessão de Barack Obama na Casa Branca

30/08/2014

às 17:00 \ Vasto Mundo

Mais boas novas para a economia americana: produção de carros, forte item das exportações dos EUA, explode e é a maior em doze anos

(Foto: Fast Company)

Tendo partido de menos de 4 milhões de carros produzidos em 2008, a indústria agora dá conta de mais de 13 milhões (Foto: Fast Company)

Os números acendem uma luz no fim do túnel para uma das indústrias que sempre foram base para a economia americana: a automobilística. A crise mundial de 2008 fez com que o setor cortasse milhares de empregos e diminuísse em grande escala a produção, que, em 2009, foi a menor desde os anos 60.

Agora, segundo divulgou a Casa Branca, o número de carros produzidos nos Estados Unidos é o maior nos últimos 12 anos. Entre 2008 e 2009, quando o país estava mais afundado pela crise, a taxa de produção anual ficou em 3,7 milhões de carros. As coisas mudaram para muito melhor: a projeção para este ano é de 13,2 milhões, de acordo com o governo americano.

A Casa Branca afirma que, desde 2010, quando acabou a fase mais crítica no setor automobilístico, já foram acrescentados 700 mil empregos na área.

O plano do presidente Barack Obama agora é investir no preparo dos trabalhadores para que a indústria continue crescendo. Isso envolve melhorias na área da educação e incentivos à criação de vagas de aprendiz no mercado.

02/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Obama admite: houve tortura

“Nós torturamos algumas pessoas.”

Barack Obama, presidente americano, em coletiva de imprensa na Casa Branca, sobre as técnicas de interrogação da CIA (agência de inteligência americana) no período pós-11 de setembro

21/06/2014

às 12:00 \ Disseram

O dinheiro compra a mudança, que, na verdade, não custa caro. É isso mesmo, Kanye?

“Não há como fazer mudanças de dentro da Casa Branca desse jeito. Você precisa ter dinheiro.”

Kanye West, cantor americano, ao criticar o presidente Barack Obama em uma entrevista de rádio; o rapper diz que tem criatividade e genialidade, características que, segundo ele mesmo, são necessárias à mudança, apesar de serem muito baratas

11/06/2014

às 12:00 \ Disseram

É hora de virar a página

“Ela é perfeitamente livre para falar sobre o escândalo. Vejo-a como uma americana que se expressa como bem entende. Mas não é algo sobre o qual eu pense demais.”

Hillary Clinton, ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama americana, sobre Monica Lewinsky, a ex-estagiária da Casa Branca que teria tido um caso com seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, em entrevista à emissora ABC

13/05/2014

às 12:00 \ Disseram

O passado ainda a persegue

“Está na hora de enterrar o vestido azul.”

Monica Lewinsky, ex-estagiária da Casa Branca, que teve um affair com o então presidente Bill Clinton, na revista americana Vanity Fair; o tal vestido foi o que ela entregou à Justiça — com mancha de sêmen do ex-chefe

13/04/2014

às 0:32 \ Disseram

Maureen Dowd, e as destrambelhadas escolhas do Partido Republicano

“O épico drama fraternal do Partido Republicano está a ponto de alcançar o clímax.”

Maureen Dowd, colunista do jornal The New York Times, sobre a possibilidade de os republicanos escolherem o “Bush bom”, Jeb, irmão do desastrado George W., como candidato à Casa Branca em 2016.

19/03/2013

às 20:02 \ Vasto Mundo

Coreia do Norte ‘explode’ Capitólio dos Estados Unidos em vídeo de propaganda

Explosão atinge domo do Capitólio, em Washington, no vídeo de propaganda da Coreia do Norte (Foto: Reprodução)

Explosão atinge domo do Capitólio, em Washington, no vídeo de propaganda da Coreia do Norte (Foto: Reprodução)

Reportagem publicada no site de VEJA

COREIA DO NORTE ‘EXPLODE’ CAPITÓLIO EM VÍDEO DE PROPAGANDA

Clipe de quatro minutos também mostra a Casa Branca sob a mira de um míssil

A Casa Branca sob a mira de um míssil. O domo do Capitólio – sede do Congresso americano – destruído por uma grande explosão. Cenas como estas, comuns em filmes-catástrofe de Hollywood, ilustram um vídeo de propaganda divulgado por um canal semioficial norte-coreano – e fazem parte da mais nova provocação de Pyongyang aos Estados Unidos.

O vídeo de quatro minutos foi postado no perfil do YouTube da Uriminzokkiri, agência que divulga notícias favoráveis ao governo comunista da Coreia do Nrte e reproduz peças de propaganda do regime.

Com edição e efeitos toscos, o clipe traz imagens de tropas do exército norte-coreano, desfiles militares e disparos de artilharia. Um pouco antes da marca de três minutos, a Casa Branca aparece sob a mira do que seria um míssil teleguiado. Em seguida, o Capitólio é mostrado sendo atingido por uma explosão. O mesmo website divulgou, no início de fevereiro, um vídeo exibindo uma cidade parecida com Nova York em chamas.

Escalada de tensão

Ainda que de forma mal-acabada, a peça de propaganda repercute as mais recentes ameaças proferidas pela Coreia do Norte contra o governo dos Estados Unidos, principal aliado da Coreia do Sul, vizinha e rival de Pyongyang.

Descontente com a ampliação das sanções na ONU contra o seu programa de armas e com os exercícios militares entre Washington e Seul na península, o regime comunista prometeu realizar um “ataque nuclear preventivo” aos EUA. Em resposta, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, disse que Washington tem total capacidade de defender não apenas o seu território dos mísseis balísticos da Coreia do Norte, mas também os de todos os seus aliados.

Na semana passada, o Pentágono anunciou que, por causa das provocações de Pyongyang, os EUA vão ampliar sua defesa antimíssil.

Confira o vídeo de propaganda da Coreia do Norte:

27/02/2013

às 19:15 \ Política & Cia

Augusto Nunes: “O Lincoln de cordão carnavalesco finge que aprendeu a ler para reduzir o estadista americano a uma versão de Lula em inglês”

Por Augusto Nunes

O único doutor honoris causa do mundo que sempre detestou escola e estudo guardou para a festa do 30° aniversário da CUT a notícia tão confiável quanto uma previsão de Guido Mantega.

“Estou lendo muito agora”, disse já no começo do palavrório desta quarta-feira. A plateia caiu na gargalhada. O palanque ambulante reiterou que o milagre que se consumara. “Só de livro do Ricardo Kotscho e do Frei Betto já li uns trezentos”, exemplificou.

A troca da gargalhada pelo riso respeitoso foi a senha para a viagem pela estratosfera.

“Estava lendo o livro do Lincoln’, decolou, caprichando na pose de quem decorou a Bíblia ainda no berçário. Não disse qual. Mas pelo menos descobriu que houve um Lincoln ─ Abraham ─ que foi presidente dos Estados Unidos. É um avanço e tanto.

Até recentemente, Lula achava que Lincoln era marca de cigarro e um tipo de automóvel. “Fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln, em 1860, igualzinho bate em mim”, comparou-se o Exterminador do Plural ao vencedor da Guerra da Secessão [1861-1865].

No Brasil da Era da Mediocridade, não há limites para a bazófia. A lira do delírio encaixa qualquer partitura.

O posseiro do Planalto e o antigo inquilino da Casa Branca só não são idênticos porque o Lincoln de cordão carnavalesco é favorecido pelo aparecimento de armas inexistentes nos tempos da versão de Lula em inglês.

“O coitado não tinha computador”, descobriu. “Sabe o que ele fazia para saber de notícias? Ia para o telex, para o telégrafo, ficar numa sala esperando. Nós aqui poderemos xingar um ao outro em tempo real”.

Em sete anos e meio, como prova o post reproduzido na seção Vale Reprise, o animador de comício produziu 19 palavras manuscritas. Mas faz de conta que aprendeu a disparar desaforos pela internet.

De 2003 para cá, o ex-presidente repetiu em incontáveis palavrórios que é o Getúlio Vargas do século XXI. Agora lhe parece pouco. O maior dos governantes desde Tomé de Souza é páreo para o estadista que impediu a fragmentação dos EUA e acabou com a escravidão. Mas não tem chance alguma de morrer como o colega ianque.

Lincoln foi assassinado enquanto assistia a uma peça teatral.

Lula nem sabe o que é isso.

Jamais foi visto na plateia de algum. Nunca será.

Quem acha leitura pior que exercício em esteira decerto acha teatro mais detestável que três maratonas. Uma atrás da outra.

 

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