Blogs e Colunistas

Casa Branca

02/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Obama admite: houve tortura

“Nós torturamos algumas pessoas.”

Barack Obama, presidente americano, em coletiva de imprensa na Casa Branca, sobre as técnicas de interrogação da CIA (agência de inteligência americana) no período pós-11 de setembro

21/06/2014

às 12:00 \ Disseram

O dinheiro compra a mudança, que, na verdade, não custa caro. É isso mesmo, Kanye?

“Não há como fazer mudanças de dentro da Casa Branca desse jeito. Você precisa ter dinheiro.”

Kanye West, cantor americano, ao criticar o presidente Barack Obama em uma entrevista de rádio; o rapper diz que tem criatividade e genialidade, características que, segundo ele mesmo, são necessárias à mudança, apesar de serem muito baratas

11/06/2014

às 12:00 \ Disseram

É hora de virar a página

“Ela é perfeitamente livre para falar sobre o escândalo. Vejo-a como uma americana que se expressa como bem entende. Mas não é algo sobre o qual eu pense demais.”

Hillary Clinton, ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama americana, sobre Monica Lewinsky, a ex-estagiária da Casa Branca que teria tido um caso com seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, em entrevista à emissora ABC

13/05/2014

às 12:00 \ Disseram

O passado ainda a persegue

“Está na hora de enterrar o vestido azul.”

Monica Lewinsky, ex-estagiária da Casa Branca, que teve um affair com o então presidente Bill Clinton, na revista americana Vanity Fair; o tal vestido foi o que ela entregou à Justiça — com mancha de sêmen do ex-chefe

13/04/2014

às 0:32 \ Disseram

Maureen Dowd, e as destrambelhadas escolhas do Partido Republicano

“O épico drama fraternal do Partido Republicano está a ponto de alcançar o clímax.”

Maureen Dowd, colunista do jornal The New York Times, sobre a possibilidade de os republicanos escolherem o “Bush bom”, Jeb, irmão do desastrado George W., como candidato à Casa Branca em 2016.

19/03/2013

às 20:02 \ Vasto Mundo

Coreia do Norte ‘explode’ Capitólio dos Estados Unidos em vídeo de propaganda

Explosão atinge domo do Capitólio, em Washington, no vídeo de propaganda da Coreia do Norte (Foto: Reprodução)

Explosão atinge domo do Capitólio, em Washington, no vídeo de propaganda da Coreia do Norte (Foto: Reprodução)

Reportagem publicada no site de VEJA

COREIA DO NORTE ‘EXPLODE’ CAPITÓLIO EM VÍDEO DE PROPAGANDA

Clipe de quatro minutos também mostra a Casa Branca sob a mira de um míssil

A Casa Branca sob a mira de um míssil. O domo do Capitólio – sede do Congresso americano – destruído por uma grande explosão. Cenas como estas, comuns em filmes-catástrofe de Hollywood, ilustram um vídeo de propaganda divulgado por um canal semioficial norte-coreano – e fazem parte da mais nova provocação de Pyongyang aos Estados Unidos.

O vídeo de quatro minutos foi postado no perfil do YouTube da Uriminzokkiri, agência que divulga notícias favoráveis ao governo comunista da Coreia do Nrte e reproduz peças de propaganda do regime.

Com edição e efeitos toscos, o clipe traz imagens de tropas do exército norte-coreano, desfiles militares e disparos de artilharia. Um pouco antes da marca de três minutos, a Casa Branca aparece sob a mira do que seria um míssil teleguiado. Em seguida, o Capitólio é mostrado sendo atingido por uma explosão. O mesmo website divulgou, no início de fevereiro, um vídeo exibindo uma cidade parecida com Nova York em chamas.

Escalada de tensão

Ainda que de forma mal-acabada, a peça de propaganda repercute as mais recentes ameaças proferidas pela Coreia do Norte contra o governo dos Estados Unidos, principal aliado da Coreia do Sul, vizinha e rival de Pyongyang.

Descontente com a ampliação das sanções na ONU contra o seu programa de armas e com os exercícios militares entre Washington e Seul na península, o regime comunista prometeu realizar um “ataque nuclear preventivo” aos EUA. Em resposta, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, disse que Washington tem total capacidade de defender não apenas o seu território dos mísseis balísticos da Coreia do Norte, mas também os de todos os seus aliados.

Na semana passada, o Pentágono anunciou que, por causa das provocações de Pyongyang, os EUA vão ampliar sua defesa antimíssil.

Confira o vídeo de propaganda da Coreia do Norte:

27/02/2013

às 19:15 \ Política & Cia

Augusto Nunes: “O Lincoln de cordão carnavalesco finge que aprendeu a ler para reduzir o estadista americano a uma versão de Lula em inglês”

Por Augusto Nunes

O único doutor honoris causa do mundo que sempre detestou escola e estudo guardou para a festa do 30° aniversário da CUT a notícia tão confiável quanto uma previsão de Guido Mantega.

“Estou lendo muito agora”, disse já no começo do palavrório desta quarta-feira. A plateia caiu na gargalhada. O palanque ambulante reiterou que o milagre que se consumara. “Só de livro do Ricardo Kotscho e do Frei Betto já li uns trezentos”, exemplificou.

A troca da gargalhada pelo riso respeitoso foi a senha para a viagem pela estratosfera.

“Estava lendo o livro do Lincoln’, decolou, caprichando na pose de quem decorou a Bíblia ainda no berçário. Não disse qual. Mas pelo menos descobriu que houve um Lincoln ─ Abraham ─ que foi presidente dos Estados Unidos. É um avanço e tanto.

Até recentemente, Lula achava que Lincoln era marca de cigarro e um tipo de automóvel. “Fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln, em 1860, igualzinho bate em mim”, comparou-se o Exterminador do Plural ao vencedor da Guerra da Secessão [1861-1865].

No Brasil da Era da Mediocridade, não há limites para a bazófia. A lira do delírio encaixa qualquer partitura.

O posseiro do Planalto e o antigo inquilino da Casa Branca só não são idênticos porque o Lincoln de cordão carnavalesco é favorecido pelo aparecimento de armas inexistentes nos tempos da versão de Lula em inglês.

“O coitado não tinha computador”, descobriu. “Sabe o que ele fazia para saber de notícias? Ia para o telex, para o telégrafo, ficar numa sala esperando. Nós aqui poderemos xingar um ao outro em tempo real”.

Em sete anos e meio, como prova o post reproduzido na seção Vale Reprise, o animador de comício produziu 19 palavras manuscritas. Mas faz de conta que aprendeu a disparar desaforos pela internet.

De 2003 para cá, o ex-presidente repetiu em incontáveis palavrórios que é o Getúlio Vargas do século XXI. Agora lhe parece pouco. O maior dos governantes desde Tomé de Souza é páreo para o estadista que impediu a fragmentação dos EUA e acabou com a escravidão. Mas não tem chance alguma de morrer como o colega ianque.

Lincoln foi assassinado enquanto assistia a uma peça teatral.

Lula nem sabe o que é isso.

Jamais foi visto na plateia de algum. Nunca será.

Quem acha leitura pior que exercício em esteira decerto acha teatro mais detestável que três maratonas. Uma atrás da outra.

25/02/2013

às 22:52 \ Vasto Mundo

Anotem aí: Michelle Obama vai entrar para a política depois que o marido deixar a Casa Branca

A primeira-dama Michelle Obama anunciando, direto da Casa Branca para o Dolby Theatre, o vencedor do Oscar de melhor filme: desenvoltura de político profissional (Foto: Getty Images)

Amigas e amigos do blog, não tenho mais dúvidas: depois de assistir pela TV, na madrugada de hoje, à aparição triunfal da primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, no fecho da festa do 85º Oscar e anunciando, da Casa Branca para o telão do Dolby Theatre, o vencedor do melhor filme (Argo, de Ben Affleck), estou seguro de que a mulher do presidente Barack Obama fará carreira política.

Michelle, mulher bonita, de porte imponente, inteligente e advogada competente, terá apenas 53 anos quando deixar a Casa Branca, em janeiro de 2017. Sua grande desenvoltura ao falar para o público, novamente comprovada na festa do Oscar — desenvoltura de político profissional –, a enorme exposição pública a que está sujeita por ser a mulher do presidente dos Estados Unidos e seu preparo pessoal sugerem que ela seguirá a trajetória de Hillary Clinton.

Como se sabe, a ex-primeira dama (1993-2001), depois que o marido, Bill Clinton, precisou se aposentar — nos EUA um presidente só pode ser eleito duas vezes –, seguiu trajetória própria, elegendo-se duas vezes senadora pelo Estado de Nova York antes de tentar obter a indicação democrata como candidata à Presidência, que disputou taco a taco com Obama em 2008 até que o futuro primeiro presidente negro enfim se firmou e venceu a convenção do partido.

Eleito, Obama estendeu o cachimbo da paz a Hillary, conduzindo-a para o posto mais importante do governo, após o seu próprio — o de secretária de Estado, que ela deixou no dia 1º passado, após quatro anos.

Podem escrever: daqui a alguns anos, Michelle estará concorrendo ao Senado. Quem viver, verá.

15/02/2013

às 18:57 \ Política & Cia

Se souber que para se eleger papa não é necessário ser ordenado, Lula faria o sacrifício de se oferecer aos “companheiros cardeais”?

"Aceito substituir o companheiro Bento", diz o texto da brincadeira que circula por e-mail, junto com a montagem do rosto de Lula sobre o corpo do papa que renunciou

Nem todo mundo — nem todos os católicos — sabem que, para alguém subir ao trono de São Pedro, não é necessário ser padre, bispo, arcebispo ou cardeal. Basta ser católico e eleito pelo conclave de que, este ano, participarão 117 cardeais.

Será que Lula tem a informação? Eeeepa…

Uma vez que Lula alega pretender apoiar a reeleição da presidente Dilma em 2014, e, portanto, não será candidato a nada, não estranhemos se ele resolver seguir para a Roma e se declarar à disposição dos 117 “companheiros cardeais” para substituir Bento XVI.

Modéstia para isso não falta ao ex-presidento, não é mesmo?

Como, por não ser natural do país, ele não pode se candidatar a presidente dos Estados Unidos, ele se contentaria em morar no Palácio Apostólico em vez de na Casa Branca.

Ou não?

Já falar sobre o “caso Rose”… O ex-presidento está silente há 84 longos dias, como assinala implacavelmente a home page do blog de Augusto Nunes.

11/02/2013

às 18:30 \ Vasto Mundo

EUA: os fotógrafos de presidentes, esses historiadores visuais

O presidente Obama e a primeira-dama em um momento privado no elevador do Washington convention center, na sua inauguração, em 2009. O fotógrafo, Pete Souza, é conhecido por suas imagens icônicas

O presidente Obama e a primeira-dama Michelle em um momento privado no elevador do Washington Convention Center, na sua inauguração, em 2009. O fotógrafo, Pete Souza, é conhecido por suas imagens icônicas

A organização National Geographic acaba de lançar o livro O fotógrafo do presidente — 50 anos dentro da Sala Oval (The President´s Photographer — Fifty years inside the Oval Office), de John Bredar e Pete Souza.

Conta a vida íntima de fotógrafos de presidentes dos Estados Unidos, esses historiadores visuais e elos fundamentais entre o público e os presidentes. O livro trás imagens e lembranças dos nove profissionais oficiais da Casa Branca.

Cecil Stoughton foi o primeiro, designado por John F. Kennedy em 1960. Todos os antecessores eram da Marinha dos EUA ou do Departamento de Parques Nacionais.

Confiram algumas das imagens:

Semanas após a inauguração, o presidente Obama, a primeira-dama, amigos e membros do Congresso usam óculos 3D para assistir aos comerciais do Super Bowl XLIII, no cinema privativo da Casa Branca. (Foto: Pete Souza)

Algumas semanas após a posse, a 20 de janeiro de 2009, Obama, Michelle, amigos e membros do Congresso usam óculos 3D para assistir aos comerciais do Super Bowl XLIII, no cinema privativo da Casa Branca (Foto: Pete Souza)

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O fotógrafo-chefe de George W. Bush, Eric Draper, flagrou Barbara Bush fotografando pai e filho (ambos ex-presidentes), em 28 de janeiro de 2001. “Uma coisa que eu aprendi de imediato,” diz Draper, “é que quando você diz, ‘Sr. presidente,’ ambos olham.”

O fotógrafo-chefe de George W. Bush, Eric Draper, flagrou Barbara Bush fotografando o pai, ex-presidente, e o filho, então no poder, em 28 de janeiro de 2001. “Uma coisa que eu aprendi de imediato,” diz Draper, “é que quando você diz, ‘Sr. presidente,’ ambos olham”

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Uma série de imagens do fotógrafo Robert McNeely mostra o presidente Bill Clinton e a primeira-dama totalmente engajados em questões em conjunto, como neste momento em que eles estão ouvindo uma entrevista a bordo Air Force One.

Uma série de imagens do fotógrafo Robert McNeely mostra o presidente Bill Clinton e a primeira-dama Hillary muito coordenados, como neste momento em que eles estão ouvindo uma entrevista a bordo Air Force One

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O fotógrafo David Hume Kennerly fez esta foto um dia antes da família Carter se mudou para a Casa Branca. Na última passada pela casa que deixaria no dia seguinte, Betty Ford, que disse que sempre quis dançar em cima da mesa da sala do gabinete, não teve dúvidas: tirou os sapatos, pulou em cima da mesa, e fez uma pose.

O fotógrafo David Hume Kennerly fez esta foto incrível um dia antes de a família Carter se mudar para a Casa Branca, em janeiro de 1977. Na última passada pela casa que deixaria no dia seguinte, Betty Ford, que disse que sempre quis dançar em cima da mesa da sala do gabinete, não teve dúvidas: tirou os sapatos, pulou em cima da mesa, e fez uma pose

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O fotógrafo Yoichi Okamoto desapareceu atrás do presidente Lyndon B. Johnson para fazer esta imagem e, para tal, ficou abaixo da linha dos olhos de todos os outros repórteres presentes.

O fotógrafo Yoichi Okamoto desapareceu atrás do presidente Lyndon B. Johnson para fazer esta imagem e, para tal, ficou abaixo da linha dos olhos de todos os outros repórteres presentes.

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As imagens do fotógrafo Cecil Stoughton, da viagem para o Texas por John F. Kennedy, entraram para a história por ser parte do fatídico dia do assassinato.  Essa possivelmente é a mais famosa e importante imagem feita por um fotógrafo presidencial: Lyndon B. Johnson empossado em pleno ar, a bordo do Air Force One.

As imagens feitas pelo fotógrafo Cecil Stoughton da viagem do presidente John F. Kennedy ao Texas naquele fatídico novembro de 1963 entraram para a história, e esta talvez seja a mais famosa de todas as fotos feitas por um fotógrafo presidencial: Lyndon B. Johnson empossado em pleno ar, a bordo do Air Force One, assistido por Jacqueline Kennedy, cujo tailleur ainda tinha manchas do sangue do presidente assassinado

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Cecil Stoughton evoluiu sua cobertura fotográfica com imagens típicas de cerimoniais, para fotos estilosas como essa, de John F. Kennedy e sua filha Caroline, à bordo de um iate em Hyannis Port, Massachusetts, em agosto de 1963.

Cecil Stoughton evoluiu sua cobertura fotográfica das típicas imagens cerimoniais para fotos estilosas como essa, de John F. Kennedy e sua filha Caroline, a bordo de um iate em Hyannis Port, Massachusetts, em agosto de 1963

 

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