Dominique Strauss-Kahn
No dia 14 de maio, o francês Dominique Strauss-Kahn, foi preso, acusado de abuso sexual pela camareira de um hotel de luxo de Nova York. Uma semana depois, ele foi colocado em prisão domiciliar e obrigado a usar até uma pulseira eletrônica e ser vigiado 24 horas por dia. Sempre alegando inocência, viu-se obrigado a abrir mão de diretor-gerente do FMI e da candidatura à Presidência da França em 2012, para a qual sempre foi visto como um dos nomes favoritos da oposição para enfrentar a reeleição de Nicolas Sarkozy. No fim de junho de 2011, porém, o caso começa a desmoronar, depois que os promotores encontram "grandes buracos" de credibilidade no testemunho da vítima - que teria ligações inclusive com o tráfico de drogas. Assim, a Justiça concedeu liberdade condicional a Strauss-Kahn, devolveu a fiança paga e estuda o arquivamento do processo. Agora, o caso está oficialmente encerrado.



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