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DSK processa camareira que o acusa de agressão sexual

Ex-chefe do FMI diz que Nafissatou apresentou denúncia falsa às autoridades

Por Da Redação
15 Maio 2012, 08h47

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, apresentou uma ação com pedido de um milhão de dólares contra a funcionária do hotel de Nova York que o acusou de agressão sexual, informou nesta terça-feira o jornal New York Post. Um ano após a explosão do escândalo, DSK acusou Nafissatou Diallo de “apresentar com conhecimento de causa e intencionalmente uma denúncia falsa às autoridades”.

Entenda o caso

  1. • Em 14 de maio, o francês Dominique Strauss-Kahn foi preso, acusado de abuso sexual pela camareira de um hotel de luxo de Nova York. Uma semana depois, foi colocado em prisão domiciliar.
  2. • Como consequência do escândalo, foi obrigado a renunciar à chefia do FMI e à candidatura à Presidência da França em 2012 – para a qual era um dos favoritos.
  3. • Um mês depois, porém, o caso sofre uma reviravolta: promotores passam a duvidar da credibilidade da vítima, que mentiu nos depoimentos, e DSK ganha liberdade condicional.
  4. • No dia 23 de agosto de 2011, um juiz em Nova York decide retirar todas as acusações contra ele, encerrando o caso.

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A demanda, apresentada na segunda-feira na Suprema Corte do Bronx, em Nova York, afirma que a “falsa acusação maliciosa e gratuita” prejudicou a reputação de Strauss-Kahn, assim como suas “oportunidades profissionais”. Antes do escândalo sexual, ele era o favortito do Partido Socialista francês para as eleições presidenciais de maio. Enquanto ele tentava se livrar da prisão, François Hollande foi indicado pelo partido, e acabou vencendo o presidente Nicolas Sarkozy nas eleições. Nesta terça, ele assumiu a Presidência.

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Segundo o New York Post, Strauss-Kahn também acusa Diallo de “acusação maliciosa, abuso judicial, falsa prisão, difamação e de infligir intencionalmente angústia emocional”. A equipe de defesa de Strauss-Kahn conseguiu arquivar o caso penal, mas Diallo iniciou um processo civil, que teve prosseguimento depois que o juiz negou ao ex-diretor do FMI a imunidade diplomática.

Além disso, Strauss-Kahn está envolvido no caso de uma rede de prostituição na França, apesar de ter insistido que não sabia que as mulheres com as quais se envolveu em orgias eram prostitutas. Em seguida, uma prostituta belga o acusou de ‘estupro coletivo’, e iniciou uma ação contra ele.

(Com agência France-Presse)

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