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Em funeral de Nisman, argentinos pedem paz e justiça

Corpo do procurador-geral será sepultado nesta quinta em cemitério judaico

Por Da Redação
29 jan 2015, 11h42

Em meio a aplausos, flores e exigências de justiça e de uma “Argentina em paz” terminou o velório de Alberto Nisman, o procurador-geral que denunciou a presidente argentina, Cristina Kirchner, de acobertar os autores do atentado contra a associação judaica Amia, em 1994, que deixou 85 mortos. O corpo de Nisman será enterrado em uma cerimônia reservada nesta quinta-feira em um cemitério judeu. O promotor morreu no dia 18 de janeiro com um tiro na cabeça em sua casa, em circunstâncias ainda não esclarecidas.

A data era a véspera de uma audiência no Congresso para apresentar provas de sua denúncia contra a presidente por encobrimento dos iranianos suspeitos de ter cometido o atentado. O corpo de Nisman foi velado durante toda a noite em uma funerária de Buenos Aires por sua família, que pediu uma cerimônia íntima.

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Na rua, sob um forte dispositivo de segurança, dezenas de pessoas se despediram do cortejo fúnebre com velas, bandeiras argentinas, flores e cartazes com frases como “Eu sou Nisman”, “Obrigado, Nisman”, “Queremos justiça” e “Argentina em paz”. “Não quero este país nem este governo para meus filhos e meus netos. Quero uma Argentina em paz”, disse a uma emissora de TV uma mulher que se aproximou para se despedir do promotor.

Sua morte, considerada pela Justiça como ‘suspeita’, comoveu a sociedade argentina e provocou o maior escândalo político do mandato de Cristina Kirchner, que aumentou a confusão do caso após afirmar que Nisman não se suicidou e denunciar uma conspiração contra seu governo, orquestrada por agentes secretos.

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(Com agências EFE e Reuters)

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