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Biden e aliados pedem à China que apoie a paz na Ucrânia

Em reunião da Otan, presidente dos Estados Unidos e outros chefes de governo cobraram posicionamento mais firme de Pequim em relação à invasão da Rússia

Por Da Redação Atualizado em 24 mar 2022, 12h17 - Publicado em 24 mar 2022, 12h05

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e vários de seus aliados da Otan apelaram à China nesta quinta-feira para que peça “um fim pacífico ao conflito” na Ucrânia durante a cúpula da Aliança sobre a invasão russa do território ucraniano.

Vários dos líderes que falaram na sessão enfatizaram “que a China precisa cumprir sua responsabilidade” como membro da comunidade internacional e não deve “apoiar a Rússia em sua agressão contra a Ucrânia”, mas sim “pedir um fim pacífico ao conflito” na Ucrânia, de acordo com uma alta funcionária americana, que pediu anonimato.

BRUSSELS, BELGIUM - MARCH 24: NATO Secretary General Jens Stoltenberg, European Commission President Ursula von der Leyen, Japan's Prime Minister Fumio Kishida, Canada's Prime Minister Justin Trudeau, U.S. President Joe Biden, Germany's Chancellor Olaf Scholz, British Prime Minister Boris Johnson, France's President Emmanuel Macron, Italy's Prime Minister Mario Draghi and European Council President Charles Michel pose for a G7 leaders' family photo during a NATO summit on Russia's invasion of Ukraine, at the alliance's headquarters in Brussels, on March 24, 2022 in Brussels, Belgium. Heads of State and Government take part in the North Atlantic Council (NAC) Summit. They will discuss the consequences of President Putin's invasion of Ukraine and the role of China in the crisis. Then decide on the next steps to strengthen NATO's deterrence and defence. (Photo by Henry Nicholls - Pool/Getty Images)
Chefes de Estado em reunião da Otan em Bruxelas, Bélgica. 24/03/2022 Pool/Getty Images

A relutância de Pequim em condenar a invasão russa e os temores de que ela possa fornecer apoio a Moscou tornaram-se uma preocupação notável para Biden, que quer reforçar a unidade sobre o assunto com seus aliados antes da cúpula China-UE agendada para 1º de abril.

Desde o início da guerra, a China tenta se mostrar como neutra, e não manifestou de forma explícita seu apoio ou desaprovação à invasão russa.

Em entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin, disse que “Estados Unidos e Otan devem dialogar com a Rússia para desfazer o nó da crise ucraniana. Para resolver uma crise, precisamos estar calmos e ser racionais, não jogar lenha na fogueira”.

O embaixador da China nos Estados Unidos, Qin Gang, afirmou recentemente que seu país “fará tudo” para tentar diminuir a tensão e o conflito militar entre Rússia e Ucrânia, e que o relacionamento da China com a Rússia “não faz parte do problema” que levou a guerra.

“Há desinformação sobre a China fornecer assistência militar à Rússia”, disse Qin em entrevista a rede de TV americana CBS. Segundo ele, a China não está enviando “armas e munições para nenhum partido”.

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