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Oposição quer convocar Dilma a depor

Por Katia Perin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 abr 2008, 10h48

A oposição quer convocar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para depor em comissões permanentes do Senado, como a de Constituição e Justiça e a de Fiscalização e Controle. Além disso, líderes oposiocionistas querem que a ministra seja investigada pela Procuradoria-Geral da República. Representação do DEM sustentará até que houve crime de responsabilidade. A ofensiva contra Dilma é resultado da denúncia da existência de um dossiê sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Erenice Guerra, secretária-executiva e braço direito da ministra, é suspeita de articular a produção desses papéis.

Como a opoisção não tem votos para aprovar qualquer convocação e pedido de envio de documentos com gastos da Presidência com cartões corporativos e contas tipo B (despesa justificada por nota fiscal depois de o servidor receber uma verba), líderes resolveram recorrer ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O DEM anunciou nesta segunda-feira que apresentará até o fim da semana seu pedido para que o Ministério Público abra processo de investigação para averiguar o suposto dossiê.

Além de Dilma, a oposição também apresentou pedido de convocação de Lurian, filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Levantamento feito no Portal da Transparência indica que seguranças de Lurian teriam usado o cartão corporativo para gastos supérfluos. Também foram apresentados requerimentos de convocação de Erenice Guerra e de Maria de La Soledad Castrillo, da Secretaria de Administração e Diretoria de Logística da Presidência.

Defesa – Enquanto a oposição se organiza para atacar Dilma, o governo arma sua estratégia para defendê-la. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou nesta segunda ao Planalto seis ministros, o vice-presidente e 15 parlamentares de partidos aliados para mobilizar os governistas a enfrentar a oposição no Congresso e defender a ministra. Na reunião, Lula ainda cobrou pressa na definição sobre mudanças no rito das medidas provisórias e disse temer que obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) possam ser paralisadas em virtude desse debate.

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