Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

MP denuncia por homicídio donos do Glória Center

Por Da Redação
13 set 2011, 13h32

Por Solange Spigliatti

Rio – Os donos do parque de diversões Glória Center e o engenheiro responsável foram denunciados hoje pelas mortes dos jovens Alessandra da Silva Aguilar e Vitor Alcântara de Oliveira, ocorridas em um acidente no interior do estabelecimento na madrugada do dia 14 de agosto deste ano, no Rio.

O Ministério Público do Rio denunciou por homicídio qualificado os empresários Maria da Glória Pinto e Leandro Pinto Ribeiro mais o engenheiro Luiz Soares Santiago pelo crime de homicídio qualificado (mediante pagamento ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe). Maria da Glória e Leandro também estão proibidos de trabalharemem atividade empresarial no ramo de diversões públicas e Luiz Soares de expedir laudos de engenharia.

O Glória Center estava instalado na Estrada dos Bandeirantes, na altura no número 28.000, em Vargem Grande. Os dois adolescentes e mais nove pessoas foram atingidos por parte do brinquedo tufão – carrinhos que rodam enquanto ficam suspensos no ar -, que se desprendeu de sua estrutura. Alessandra morreu no local, e Vitor, três dias após o acidente.

Continua após a publicidade

De acordo com a denúncia dos promotores de Justiça Alexandre Themístocles e Márcia Velasco, o laudo pericial apontou que os brinquedos do parque estavam em péssimo estado de conservação, com peças deterioradas, calços com pedaços de madeira, condutores com emendas e fitas isolantes expostas – possibilitando choques elétricos -, fixação de estruturas com arames metálicos torcidos e coloridos, brinquedos com pregos enferrujados, entre outras irregularidades.

Segundo a denúncia, no dia 5 de agosto, mediante pagamento, o engenheiro Luiz Cláudio forneceu Laudo de Responsabilidade Técnica Mecânica atestando que todos os brinquedos estavam em perfeitas condições de funcionamento e dentro dos padrões mecânicos, para o uso do público em geral. De acordo comThemístocles, a cuidadosa análise dos peritos revelou que o brinquedo tufão, com aproximadamente 40 anos de fabricação, devido ao mau estado de conservação, além de graves problemas estruturais, apresentava madeiras apodrecidas e fibras de vidro quebradiças.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.