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Facção criminosa agora quer ter influência política

Por Giancarlo Lepiani
31 mar 2008, 09h45

Os líderes da principal facção criminosa de São Paulo pretendem obter influência política na eleição municipal deste ano. Conversas telefônicas interceptadas pela inteligência do governo estadual revelam que o Primeiro Comando da Capital (PCC) ensaia se aproximar de partidos políticos e até ajudar a pagar campanhas eleitorais para conseguir uma representação oficial na política brasileira. Tentativa semelhante foi feita em 2002, quando o advogado Anselmo Neves Maia foi candidato a deputado pelo PMN. Maia acabou sendo preso.

Conforme reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, os líderes da facção dizem que o PCC pode ser boa fonte de votos aos possíveis aliados na política, já que se espalha por dez estados brasileiros. “Muitos partidos não têm essa força”, disse Daniel Vinícius Canônico, o Cego, porta-voz do líder do grupo, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. Numa das conversas, Cego e Julio Cesar Guedes de Moraes, o Carambola, vice-líder do PCC, discutem quem apoiar na eleição municipal paulistana. A gravação não revela se eles escolheram um nome.

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