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PSB

20/08/2014

às 12:00 \ Disseram

“Porque viemos do pó”

“Porque viemos do pó, precisamos da água para virar massa.”

Marina Silva, futura candidata à Presidência da República pelo PSB, em poema de sua própria autoria que teria lido para Renata Campos, esposa de seu falecido companheiro de chapa, Eduardo Campos

19/08/2014

às 23:37 \ Política & Cia

NA TVEJA: No horário eleitoral, Dilma se apresenta mais simpática que é na vida real e omite verdades sobre seu governo. Aécio faz um bom programa, mas ainda falta indignação

Na conversa com Joice Hasselmann, os primeiros programas do horário eleitoral obrigatório e as dúvidas sobre a candidatura Marina Silva

Na conversa com Joice Hasselmann, os primeiros programas do horário eleitoral obrigatório e as dúvidas sobre a candidatura Marina Silva

Pela TVEJA, comentei agora há pouco em conversa com Joice Hasselmann o início do horário eleitoral gratuito na TV — em especial os programas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB — e expressei interrogações a respeito da candidatura de Marina Silva pelo PSB, após a morte do cabeça de chapa, Eduardo Campos.

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

 

19/08/2014

às 16:14 \ Política & Cia

ELEIÇÕES: Ao recusar a ideia de ser vice de Marina, Renata Campos teve mais juízo do que os políticos do PSB

Renata Campos, cercada por quatro dos cinco filhos, na entrevista em que anunciou que fará campanha por Marina e pelo candidato a governador de Pernambuco pelo PSB (Foto: Marcos Fernandes/Estadão Conteúdo)

Renata Campos, cercada por quatro dos cinco filhos, na entrevista em que anunciou que fará campanha por Marina e pelo candidato a governador de Pernambuco pelo PSB (Foto: Marcos Fernandes/Estadão Conteúdo)

Com 47 anos recém-completados, mãe de família e funcionária de carreira licenciada do Tribunal de Contas de Pernambuco, Renata Campos, a viúva do falecido candidato do PSB à Presidência Eduardo Campos, foi assediada mesmo durante o velório do marido com a mosca azul de tornar-se candidata a vice na chapa que deverá, agora, ser encabeçada pela até agora aspirante ao posto, Marina Silva.

Depois do sepultamento de Campos, no domingo, as conversas sobre a viúva integrar a chapa de Marina se intensificaram e passaram a ser uma hipótese concreta dentro do PSB, entre outras coisas pelo temor do partido de que a candidata, agora, escape de uma série de compromissos que, junto com Eduardo, haviam assumido e que interessam muitíssimo aos socialistas manter.

Felizmente, a própria Renata brecou essa insensatez, dizendo precisar dedicar-se aos cinco filhos, embora haja prometido que vai trabalhar “por dois”, tanto na candidatura de Marina como na do nome que Eduardo havia escolhido para concorrer ao governo de Pernambuco, seu ex-secretário da Fazenda, Paulo Câmara, que concorre com o senador Armando Monteiro Neto, empresário, senador e veterano de uma dinastia de políticos tradicionais. A tarefa não vai ser fácil, porque Monteiro tem 47% das intenções de voto, contra 13% de Câmara.

A atitude da viúva de Campos foi mais sensata do que a dos políticos experientes que a cercaram. Vice é uma coisa séria. Sim, é verdade que, em geral, o vice-presidente é reduzido a uma situação de joão-ninguém na maioria dos governos, o que levou um ocupante do cargo nos Estados Unidos a classificá-lo, com a franqueza rude daqueles tempos, como “tão importante quando um balde de cuspe”.

Ao mesmo tempo, porém, na poética (e terrível) expressão usada nos EUA, o vice está a apenas “uma batida de coração” da Presidência. Desde que George Washington foi eleito, em 1788, nada menos que 12 dos 44 presidentes americanos foram vices que acabaram assumindo de vez, só um deles pela renúncia do titular. Vejam bem, DOZE! Vários teriam um papel crucial na História.

Para só ficar com dois casos dramáticos: o obscuro ex-governador do Tennessee Andrew Johnson sucedeu a um gigante, Abraham Lincoln, com a imensa tarefa de juntar os pedaços de um país dilacerado pela Guerra Civil (1861-1865) e pelo assassinato do presidente.

Um ex-senador jeca e pouco conhecido do Missouri chamado Harry S. Truman teve que substituir em 1944 outro colosso, Franklin D. Roosevelt, falecido em plena fase final da II Guerra Mundial – e a Truman caberiam algumas decisões que moldaram o século XX, como o lançamento de duas bombas atômicas contra o Japão, em 1945, e o estabelecimento do Plano Marshall, que reergueu a Europa das cinzas.

No Brasil, desde o nascer da República, em 1889, temos vivido o que se poderia chamar de “o paradoxo do vice”: a circunstância segundo a qual ele não tem importância nenhuma, até o momento em que passa a ter total importância.

Na República Velha, pelo menos três vices governaram, começando, já de cara, pelo primeiro, Floriano Peixoto, que por meio de várias manobras, ao suceder Deodoro da Fonseca, em 1891, reinou virtualmente como ditador. Excetuando-se juntas militares e um presidente que chegou ao poder no bojo de uma revolução, a de 1930 (Getúlio Vargas), até 1930 outros dois vices governaram por morte do titular, no posto ou antes de assumir: Nilo Peçanha (1909-1910) e Delfim Moreira (1916-1919).

Na República surgida da Constituição de 1946, dois dos seis presidentes até o golpe de 1964 foram vices que assumiram, Café Filho (1954-1955) e João Goulart (1961-1964). Após a redemocratização, em 1985, tivemos quatro presidentes eleitos, mas – nem é preciso lembrar – DOIS vices governaram, José Sarney (1985-1990), e Itamar Franco (1992-1995).

Com a frequência com que vices, aqui e alhures, assumem e governo, seria uma enorme temeridade incluir na chapa de Marina alguém com zero de experiência administrativa e que, em matéria política, só tinha experiência por conviver intensamente com um marido que foi deputado, secretário da Fazenda e duas vezes governador. É muito pouco.

Renata mostrou que tem juízo. Certos políticos, que não têm nenhum.

19/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Marina e as alianças do PSB

“Eu ficarei muito honrado.”

Geraldo Alckmin, candidato à reeleição para o governo de São Paulo, sobre a possibilidade de receber o apoio de Marina Silva em sua campanha

19/08/2014

às 0:00 \ Disseram

Eles não vão desistir do Brasil

“Fica tranquilo, Dudu, teremos a sua coragem para mudar o Brasil.”

Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, ao encerrar encontro com lideranças e militantes do PSB

18/08/2014

às 19:00 \ Política & Cia

ELIO GASPARI: O PR-AFA de Eduardo Campos acertou Dilma

(Foto: Alan Marques/Folhapress)

Com a morte trágica de Eduardo Campos, Marina Silva assumiu a campanha e, segundo a primeira pesquisa do Datafolha após o acidente, coloca Dilma em perigo no segundo turno (Foto: Alan Marques/Folhapress)

Texto publicado em coluna do jornal O Globo

A conta é simples: em agosto do ano passado, antes de ter o registro de seu Rede negado pelo Tribunal Superior Eleitoral, Marina Silva tinha 26% das intenções de voto na pesquisa do Datafolha.

Tendo-se abrigado no PSB, acabou numa chapa que era encabeçada por Eduardo Campos. Há um mês, tinham 8%.

Os números de uma nova pesquisa do Datafolha estarão nas ruas nos próximos dias. Partindo-se dos 8%, somando-se o efeito da comoção provocada pelo acidente do jatinho PR-AFA, ela poderá surpreender.

Para que Dima saia incólume, qualquer ponto percentual que vá para Marina precisará sair do acervo de Aécio Neves e essa hipótese é absurda. Dilma certamente perde quando fortalece-se a possibilidade de um segundo turno. Se Aécio Neves perde algo com a nova situação, é uma dúvida.

Manejando-se apenas percentagens vai-se a lugar nenhum. Falta saber o que Marina proporá para transformar preferências em votos.

No primeiro turno de 2010, ela teve cerca de 20 milhões de votos (19,33%). Até agora, o programa de sua chapa foi ralo e confuso. Fala em “eixos programáticos”, “brasileiros socialistas e sustentatabilistas”, “borda de desfavorecidos” , “democracia de alta intensidade”, em “ampliar a dimensão dos controle ex-post frente à primazia do controles ex-ante”. Propõe plebiscitos e “um novo Estado”. Isso pode dar em qualquer coisa.

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

17/08/2014

às 18:45 \ Política & Cia

Viúva de Eduardo Campos vai se engajar diretamente na campanha de Marina

Renata Campos (cabelos grisalhos) ao lado de dois dos filhos e da vice da chapa de Eduardo, Marina Silva: palavra da viúva pesará nas decisões do PSB (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Renata Campos (cabelos grisalhos) ao lado de dois dos filhos e da vice da chapa de Eduardo, Marina Silva, durante o velório: palavra da viúva pesará nas decisões do PSB (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Segundo Maurício Rands, influência de Renata Campos nas decisões do partido será preponderante, mesmo se não sair como vice na chapa do PSB

Por Laryssa Borges, de Recife, para o site de VEJA

O coordenador do programa de governo de Eduardo Campos, Maurício Rands, disse neste domingo que a viúva Renata Campos vai atuar diretamente na campanha política de Marina Silva, mesmo se seu nome não for escolhido para integrar a chapa do PSB na corrida eleitoral, como vice da ex-senadora.

Apesar do aval do partido a uma possível entrada de Renata na chapa, a viúva ainda não conversou com interlocutores da legenda sobre o tema — discussão que deve ocorrer apenas na segunda-feira, em reunião convocada por ela para definir os rumos do partido em Pernambuco.

Também na segunda-feira, Renata participará de seu primeiro ato público após a morte do marido. Ela ficará ao lado do candidato socialista ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara.

“Renata vai ter um papel muito importante. Ela já disse que vai se engajar na campanha porque esse é um desejo de Eduardo. Ela vai ajudar na mobilização da militância”, afirmou Rands ao chegar ao velório de Campos, no Palácio do Campo das Princesas. “Quando ele era governador de Pernambuco, o papel de Renata não era apenas de primeira-dama. Ela tinha um papel ativo de militante e gestora. Mas sempre preferiu participar da política mais na função de retaguarda”, explicou o coordenador de campanha.

Leiam também: 
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Militantes do PSB acreditam que a comoção decorrente da morte trágica de Eduardo Campos e a influência histórica de Renata no PSB, partido ao qual se filiou ainda jovem, dariam a ela as credenciais para integrar a chapa de Marina.

Contudo, apesar do apoio, o mais cotado para a tarefa, até o momento, é o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS). Ciente da pressão que recai sobre sua nomeação, Renata preferiu manter silêncio sobre tal possibilidade — e muitos aliados apostam que ela não terá interesse em ir para a linha de frente da política.

Erundina: ‘Não que eu queira’

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), que também compareceu ao funeral, afirmou que estará “à disposição” do partido para ser indicada a vice na chapa de Marina Silva. “Pela experiência e pelo meu tempo de vida na política, dobra a minha responsabilidade. Vou me colocar absolutamente à disposição para tudo que o partido precisar. Não que eu queira (ser vice), mas vou me colocar à disposição”, afirmou.

(Com reportagem de Talita Fernandes)

16/08/2014

às 17:35 \ Política & Cia

ACERTADO: Marina será a candidata à Presidência pelo PSB

Marina: (Foto: Agência Estado)

Marina: acordo com PSB prevê que ela respeite as alianças eleitorais feitas pelo partido e incorpore o discurso desenvolvimentista de Campos (Foto: Agência Estado)

PSB E REDE CHEGAM A ACORDO PARA LANÇAR MARINA À PRESIDÊNCIA

Do site de VEJA

PSB e Rede Sustentabilidade chegaram a um acordo para lançar Marina Silva candidata à Presidência da República, em substituição a Eduardo Campos. A informação foi divulgada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo, que ouviu o novo presidente do PSB, Roberto Amaral. “A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Será uma solução de continuidade. O PSB indicará o novo vice”, disse Amaral.

A confirmação do nome de Marina, contudo, depende da decisão da maioria dos partidos que compõem a coligação Unidos pelo Brasil. Além de PSB e PPS, que já confirmaram apoio ao nome de Marina, fazem parte da aliança PHS, PRP, PPL e PSL. O anúncio oficial sobre a decisão da coligação será feito na quarta-feira.

O acordo entre o PSB e a Rede Sustentabilidade, grupo político ligado a Marina, prevê que a ex-senadora atenda a duas reinvindicações: respeite as alianças eleitorais feitas pelo PSB nos Estados e incorpore o discurso desenvolvimentista da legenda.

Na sexta-feira, a ex-senadora havia dado aval ao comando do PSB para realizar uma consulta interna no partido sobre sua entrada na disputa à Presidência, em substituição a Campos, morto em acidente aéreo na última quarta-feira. Lideranças do PSB estiveram na casa de Marina, em São Paulo, e trataram do assunto.

A comitiva enviada à casa de Marina foi capitaneada por Amaral, além da deputada Luiza Erundina (SP), do secretário-geral da sigla, Carlos Siqueira, e de Walter Feldman, conselheiro da ex-senadora e responsável pela “ponte” entre o PSB e os “marineiros” da Rede Sustentabilidade.

Na rápida conversa, Marina autorizou o partido a realizar a consulta interna sobre o apoio à candidatura – e ouviu do grupo que as lideranças majoritárias já manifestaram apoio a ela, classificada como “o caminho natural”. Segundo aliados da ex-senadora, ela só aceitaria a candidatura se seu nome for aclamado pelo partido.

Além disso, Marina fazia questão de fechar questão antes com os dirigentes de sua Rede. O principal temor de Marina é que os já complicados arranjos nos palanques estaduais se deteriorassem. Desde a quinta-feira, lideranças regionais do PSB, partido que durante anos orbitou os governos Lula e Dilma Rousseff, foram procuradas por petistas numa tentativa de reaproximação.

Amiga da família de Eduardo Campos, Marina segue para Recife na manha deste sábado para o velório de Campos e permanecerá lá até enterro do ex-governador pernambucano, no domingo.

16/08/2014

às 0:00 \ Disseram

Marina é a escolha natural

“Eduardo escolheu Marina para ser sua vice por confiar nela. Nós temos que manter essa confiança. Na hora que o PSB concedeu a Marina a vice, não vejo como ela não ser a substituta.”

Gonzaga Patriota, deputado federal do PSB, ao defender que Marina Silva deve assumir a candidatura do partido à Presidência da República, já que Eduardo Campos, presidente do partido e candidato ao cargo, falecido na quarta-feira (13), a escolheu

15/08/2014

às 17:40 \ Política & Cia

Ex-ministro de Lula e muito próximo ao PT, presidente do PSB diz que ele é quem vai “abrir o processo” para candidatura substituta de Eduardo Campos

Roberto Amaral: o ex-ministro de Lula chamou para si a responsabilidade de conduzir a nova candidatura do PSB (Foto: Márcia Foletto/O Globo)

Roberto Amaral: o ex-ministro de Lula chamou para si a responsabilidade de conduzir a nova candidatura do PSB (Foto: Márcia Foletto/O Globo)

“SOU EU QUE VOU ABRIR O PROCESSO PARA A NOVA CANDIDATURA”, DIZ ROBERTO AMARAL

Presidente do PSB, que já foi entusiasta de aliança com o PT, evitou falar sobre Marina

Por Paula Ferreira, publicada no site do jornal O Globo

O presidente do PSB, Roberto Amaral, em entrevista ao GLOBO, nesta quinta-feira, assumiu a responsabilidade de conduzir o procedimento para a nova candidatura do partido à presidência.

De acordo com ele, o trâmite só será feito após o sepultamento de Eduardo Campos. Roberto Amaral, que já foi entusiasta da aliança entre seu partido e o PT, evitou comentar sobre Marina Silva (PSB), que seria a sucessora natural de Campos na disputa.

— Acho um desrespeito alguém tratar desse assunto enquanto estamos coletando os pedaços do Eduardo. Sou eu que vou abrir o processo para a nova candidatura e isso não será feito enquanto ele não for enterrado— declarou Amaral.

Em nota oficial assinada por Amaral, o PSB afirma que está de luto e que as decisões a respeito do futuro da campanha presidencial serão tomadas “ao exclusivo critério” do partido.

Diz a nota:

“O Partido Socialista Brasileiro (PSB) está de luto pela trágica morte de seu Presidente Nacional, Eduardo Henrique Accioly Campos, ocorrida em 13 de agosto de 2014. Recolhe-se, neste momento, irmanado com os sentimentos dos seus militantes e da sociedade brasileira, cuidando tão somente das homenagens devidas ao líder que partiu.A direção do PSB tomará, quando julgar oportuno, e ao seu exclusivo critério, as decisões pertinentes à condução do processo político-eleitoral.São Paulo, 14 de agosto de 2014″.

RELAÇÃO ANTIGA COM O PT

A relação de Amaral com o PT desperta questionamentos a respeito de seu apoio a uma eventual candidatura de Marina Silva. No ano passado, o líder do PSB, que é ex-ministro do governo Lula, chegou a sugerir a Eduardo Campos que desistisse da corrida eleitoral e apoiasse a reeleição de Dilma Rousseff (PT).

Na época, Amaral propôs que o candidato partisse para a disputa presidencial somente em 2018. O socialista foi quem articulou ainda a aliança do PSB com o PT do Rio, para apoiar Lindbergh Farias (PT) ao governo do estado.

Também em 2013, Roberto Amaral escreveu um polêmico artigo no qual chamou dois economistas ligados a Marina de “adversários estratégicos” e do “campo conservador”. Na ocasião, quando foi dito que o político seria contra a candidata, o ex-ministro argumentou que poderia ter suas próprias opiniões dentro do partido e que as intrigas viriam de setores interessados em desestabilizar a sigla.

(PARA TERMINAR A LEITURA, CLIQUEM AQUI)

 

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