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Mercedes-Benz

24/04/2014

às 15:00 \ Tema Livre

VÍDEOS PARA RIR: Mercedes-Benz e Jaguar se alfinetam por meio de comerciais com uma galinha

A galinha: poderosa para a Mercedes, devorada pela Jaguar

Grandes marcas às vezes se divertem rebatendo anúncios da concorrência. Foi o que aconteceu entre as montadoras Mercedes-Benz e Jaguar, duas gigantes no mercado de carros luxuosos.

A alemã Mercedes-Benz produziu um comercial em que foi filmada uma galinha sendo mexida da direita para a esquerda e de cima para baixo. Para mostrar como os carros da marca são estáveis, a cabeça do animal continuava imóvel apesar de toda a movimentação de seu corpo, no que se chamou de “controle mágico do corpo”.

Provocativa, a concorrente, tradicional marca britânica há seis anos sob propriedade da indiana Tata Motors, preparou seu próprio anúncio também com destaque para a galinha. Após alguns segundos, no entanto, a ave é devorada por um jaguar faminto.

Após a imagem mostrar apenas o felino e algumas penas voando, lê-se a frase: “Controle mágico do corpo? Nós preferimos reflexos felinos.”

Cheque-mate, Jaguar.

Vejam os dois comerciais:

08/02/2013

às 19:21 \ Tema Livre

VÍDEOS: Os caríssimos (e geniais) comerciais transmitidos durante o Super Bowl 2013

Nos Estados Unidos, a final do campeonato de futebol americano – o Super Bowl – tem status de final de Copa do Mundo. Eletriza o país, e 100 milhões de pessoas ligadas na televisão viram, no último dia 3, a 43ª versão, na qual o Baltimore Ravens conquistou o título de campeão contra o San Francisco 94ers.

Os comerciais que vão ao ar nos intervalos da transmissão são os mais caros do planeta — 4 milhões de dólares por 30 segundos. São megaproduções, com elencos de peso, e formatos inovadores, quando não revolucionário. Vários deles mudam o rumo da publicidade dali para a frente.

Vejam a seguir a seleção que fizemos de alguns dos melhores:

CLA-Class da Mercedes-Benz

Com 1 minuto e 50 segundos, o comercial do novo CLA-Class da Mercedes-Benz reuniu um time de primeira: o cantor Usher, o príncipe do rhythm and blues, a modelo Kate Upton e o grande ator Willem Dafoe – que representa um estilosíssimo diabo com a intenção de comprar almas em troca do carrão, a ser lançado no mercado em setembro.

 

Doritos goat 4 sale

Com tom claramente nonsense, este comercial mostra que o que une pode também separar: a paixão de um homem e seu bode de estimação por Doritos pode ser um problema para ambos.

 

Coca-Cola – Chase

O filme perseguição mostra caubóis contra dançarinas e badlanders (com um quê de personagens do filme Mad Max) e convidou o público a decidir quem ganha. O prêmio? Uma garrafa de Coca-Cola no deserto. O resultado? As bailarinas, of course!

 

Samsung – The Next Big Thing

A Samsung inova neste vídeo, colocando humor na sua história, com piadas metalinguísticas, no qual os atores Seth Rogan e Paul Rudd participam de uma reunião sobre como deverá ser o comercial da marca no próprio Super Bowl 2013.

 

Toyota – Wish Granted

A atriz Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory, é a fada madrinha que concede desejos de forma confusa a uma família.

 

Pepsi Next – Party

Uma das maiores anunciantes do evento, a Pepsi mostrou seu novo refrigerante Next, com 60% menos açúcar, apostando na juventude como tema principal: o adolescente que dá uma festa em casa enquanto os pais estão viajando. Em meio ao caos, o garoto é interrompido no flagra e a latinha de Pepsi ganha um papel interessante.

 

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DIVIRTA-SE COM O VÍDEO: Ei, cadê minhas fritas?

VÍDEO: A mulher sendo bonita…

VÍDEO COM ADRENALINA: carros ferozes — Porsche, Lamborghini, Audi… — em louca perseguição. E é um comercial

 

03/11/2012

às 18:50 \ Tema Livre

PARA CURTIDORES DE CARROS: magníficos modelos antigos, alguns de mais de 100 anos, inteiraços e raríssimos

National Model C Touring, de 1904

National Model C Touring, de 1904

Um presente aos amigos do blog que apreciam carros.

Essas maravilhas, peças de colecionadores, são automóveis do início do século passado, conservadíssimos em perfeitas condições. São peças preciosas e valiosas de museu, fabricadas entre 1900 até 1939.

Obras de arte, estes automóveis evocam épocas passadas e dão aos aficionados o sabor especial de veículos únicos e irrepetíveis. Alguns destes carros estão avaliados em mais de um milhão e meio de reais.

Para ver em tamanho maior, basta clicar na imagem.

Queen Model E Touring, de 1905

Queen Model E Touring, de 1905

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Rolls-Royce Silver Ghost, de 1907

Rolls-Royce Silver Ghost, de 1907

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Lanchester 28 HP Landaulette, de 1910

Lanchester 28 HP Landaulette, de 1910

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Cadillac Model 30 Demi-Tonneau, de 1911

Cadillac Model 30 Demi-Tonneau, de 1911

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Ford Model T Touring, de 1912

Ford Model T Touring, de 1912

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American Underslung 6-60 Tourer, de 1914

American Underslung 6-60 Tourer, de 1914

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Locomobile Berline Town Car, de 1914

Locomobile Berline Town Car, de 1914

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Simplex Crane Models Roadster, de 1915

Simplex Crane Models Roadster, de 1915

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Rolls-Royce Silver Ghost Piccadilly Roadster, de 1923

Rolls-Royce Silver Ghost Piccadilly Roadster, de 1923

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Minerva Limousine Landaulette, de 1925

Minerva Limousine Landaulette, de 1925

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Bugatti Type 35C 4865, de 1928

Bugatti Type 35C 4865, de 1928

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Isotta Fraschini, de 1928

Isotta Fraschini, de 1928

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Cadillac 341 Five-Passenger Sedan, de 1929

Cadillac 341 Five-Passenger Sedan, de 1929

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Stutz Model M Supercharged Lancefield Coupe, de 1929

Stutz Model M Supercharged Lancefield Coupe, de 1929

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Stutz Model M, de 1929

Stutz Model M, de 1929

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Cord L29 Rumble Seat Cabriolet, de 1930

Cord L29 Rumble Seat Cabriolet, de 1930

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Mercedes Benz Ss Tourer, de 1930

Mercedes-Benz Ss Tourer, de 1930

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Willys Knight 66B Crisold Roadster-I, de 1930

Willys Knight 66B Crisold Roadster-I, de 1930

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Rolls-Royce Phantom I Springfield Brewster Roadster, de 1932

Rolls-Royce Phantom I Springfield Brewster Roadster, de 1932

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Lagonda LG45 Rapide Tourer 12172R, de 1937

Lagonda LG45 Rapide Tourer 12172R, de 1937

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Bugatti Type 57SC Corsica Coupe, de 1938

Bugatti Type 57SC Corsica Coupe, de 1938

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MG WA Open 4-Seater Tourer, de 1939

MG WA Open 4-Seater Tourer, de 1939

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Aston Martin Lagonda V12 Rápide, de 1939

Aston Martin Lagonda V12 Rápide, de 1939

 

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Depois de 84 anos, acabou o Pontiac. E carros que não mais existem despertam algumas lembranças pessoais

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07/07/2012

às 19:01 \ Tema Livre

Fotos: Fórmula 1 — quem te viu e quem te vê…

 

Ferrari em 1954, Circuito de Nurburgring. Jose Froilan Gonzalez, o piloto, guia o carro da scuderia italiana. Reparem que o único cinto que ele usa é o das calças. A corrida foi vencida por Juan Manuel Fangio e sua Mercedes. Froilan chegou em segundo lugar, completando a dobradinha argentina.

1954, circuito de Nurburgring, na Alemanha: o piloto argentino José Froilán González ao volante de uma Ferrari. Cinto de segurança? Imagine... Quem venceu foi o grande Juan Manuel Fangio, também argentino, com sua Mercedes-Benz. Froilán chegou em segundo lugar, completando a dobradinha dos "hermanos" .

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Balanceamento no quiosque da Dunlop anos 60

Anos 60: era assim o balanceamentode pneus nas instalações da Dunlop

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Mecânicos da Honda(com uniformes de beisebol) em Monza 1966. No ano anterior haviam conseguido a primeira vitória na F-1, no México.

Monza, Itália, 1966: o piloto norte-americano Richie Ginther e os mecânicos da Honda (com uniformes de beisebol)

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Equipe Matra, em Clemont-Ferrand, ano 1969

Clemont-Ferrand, França, 1969: vejam a prontidão da equipe da Matra

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Reunião no “motorhome” da Lotus, Hockenheim 1970.

Hockenheim, Alemanha, 1970: uma reunião no motorhome da Lotus

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O sujeito da direita é Jochen Rindt, que venceu a prova, morto em Monza no mesmo ano e único campeão póstumo da F-1. E o da esquerda é Emerson Fittipaldi, que ganhou sua primeira corrida de F1, em Watkins Glen, garantindo o título a Jochen Rindt, falecido três corridas antes.

1970: de camisa branca, à direita, está o alemão-austríaco Jochen Rindt, que morreria num acidente durante os treinos em Monza no mesmo ano e único campeão póstumo da F-1. À esquerda, de branco, Emerson Fittipaldi, que ganhou sua primeira corrida de F1 em Watkins Glen, perto de Nova York, garantindo o título a Rindt, falecido três etapas antes

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Estacionamento, Montjuich, Barcelona, ano 1971

Montjuich, Barcelona, Espanha, 1971: os bólidos, durante os treinos

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Box (?) da Ferrari em Monza 1971. Qualquer semelhança com alguma  borracharia de beira de estrada é mera coincidência.

Monza, Itália, 1971: o box da Ferrari. Qualquer semelhança com alguma borracharia de beira de estrada é mera coincidência.

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Mônaco, 1973. François Cevert, não era só bom de braço. A moça é a Condessa Cristina Caraman, que lógicamente recusou-se a lavar o macacão. Infelizmente o francês morreu em Watkins Glen naquele mesmo ano.

Mônaco, 1973: o piloto francês François Cevert tinha muitas habildades extra-pista. A moça em uma das janela de seu quarto de hotel é a Condessa Cristina Caraman. Na outra janela, um dos macacões do piloto. Cevert morreria em Watkins Glen nesse mesmo ano

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lemont-Ferrand 1973. Mecânicos dão duro no carro de Emerson.  Com certeza não estavam mexendo no mapeamento do motor...

Clemont-Ferrand, França, 1973: mecânicos trabalhando nas entranhas da Lotus de Emerson Fittipaldi, a anos-luz da tecnologia e dos recursos de hoje

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Caixa de ferramentas, ano 1974

1974: a que hoje é definitivamente primitiva caixa de ferramentas dos mecânicos da John Player Lotus Team, de Emerson Fittipaldi

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Hospitality Center, na hora do almoço

Hora de almoço nos velhos tempos: que hospitality center, que nada...

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Boquinha do Escocês Voador, Jackie Stewart

Pausa para o reabastecimento de Jackie Stewart, o Escocês Voador: 100 corridas, 27 vitórias, três campeonatos entre 1965 e 1973

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Para quem não conhece, o senhor a esquerda acompanhando o trabalho, é Colin Chapman, fundador da Lotus.

À esquerda, de branco e de bigode, Colin Chapman, fundador da Lotus

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Reabastecimento: Reparem no extintor!  E o piloto, Emerson Fittipaldi, com sua bela Lótus.

Dureza, aquela época: Emerson Fittipaldi reabastecendo no box. O equipamento antiincêndio (veja o extintor vermelho) era da pesada...

 

05/03/2012

às 15:40 \ Tema Livre

Fotos: a fabulosa coleção de supercarros de Ralph Lauren

Multimilionário, um dos magos da moda, do design e dos perfumes de maior sucesso no mundo, o americano Ralph Lauren tem entre seus passatempos o de colecionar automóveis clássicos — e, Deus do céu, sua coleção, de valor estratosférico, já passa de 70 exemplares, que ele mantém em um galpão especialmente construído para abrigá-la em Katonah, cidadezinha a 75 quilômetros de Nova York.

Entre as muitas raridades mantidas no galpão, está um dos cinco McLaren F1 LM existentes no planeta, dois Ferrari 250 Testarossa e um dos primeiros Bentley fabricados.

No site de sua coleção é possível escutar os motores rugindo.


A 1929 Bentley 4¼4 Litre Blower

Bentley Blower 1929 de 4,5 litros

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Rear of a 1938 Alfa Romeo Mille Miglia Spyder

Visto de trás, Alfa Romeo Mille Miglia Spyder 1938

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A 1938 Alfa Romeo Mille Miglia Spyder

O mesmo Alfa Romeo Mille Miglia Spyder, de perfil

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A 1938 Bugatti Atlantic

Bugatti Atlantic 1938

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A 1948 Ford Woody Station Wagon

Station wagon Ford "Woody" 1948, com as laterais de madeira

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A 1955 Morgan +4 Drop Head Coupe

Morgan 1955 cupê conversível

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A 1957 Jaguar XKSS

Jaguar XKSS 1955

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A 1958 Ferrari Testa Rossa center surrounded by other Ferraris from the 60s 70s and 90s

Ferrari Testarossa 1958 cercada por outras Ferraris dos anos 60 e 70

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A 1965 Ferrari P2:3

Ferrari P2/3 1965

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A 1971 Mercedes-Benz 280SE 3.5 convertible

Mercedes-Benz 280 SE 3.5 1971 conversível

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A 2006 Bugatti Veyron

Bugatti Veyron 2006

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25/02/2012

às 16:00 \ Tema Livre

Maravilhas sobre rodas: automóveis extraordinários do período pré-II Guerra Mundial

A indústria automobilística, cujos primórdios se localizam ainda na segunda metade do século XIX, atingiu uma espécie de esplendor de criatividade e luxo justamente num período de grave crise mundial, a tensa década de 30, em que na Europa o fascismo estava em alta, mas também vicejavam governos de esquerda e já se sentiam os sinais de proximidade do maior conflito militar de todos os tempos, a II Guerra Mundial (1939-1945).

O difícil clima político, as dificuldades econômicas e os conflitos já em curso ou esboçados não impediram, como sempre, que as elites desfrutassem das maravilhas que vocês irão ver a seguir.

 

maravilhas-sobre-rodas: Automóveis extraordinários do período pré-guerra

O Talbot-Lago T150 foi fabricado em 1938 pelo ramo francês da então britânica Talbot

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Talbot-Lago T150 C Figoni et Falaschi 'Goutte d'Eau

Com design dos mestres italianos Figoni e Falaschi, era apelidado de "Goutte d'Eau" (gota d'água), por seu formado, e é movido por motor de 6 cilindros em linha e 4 litros. Apenas 16 exemplares fabricados. Avaliado em mais de US$ 3 milhões

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Alfa Romeo 8C 2900 B Corto Touring Berlinetta

Alfa Romeo 8C 2900 B Corto Touring Berlinetta: apenas vinte exemplares dele foram fabricados na Itália entre 1937 e 1939

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Motor de 8 cilindros em linha e 2,9 litros. Apenas 20 exemplares foram fabricados entre 1937 e 1939. O modelo da foto ganhou o 2008 Pebble Beach Concours d'Elegance

O Alfa Berlinetta tem motor de 8 cilindros em linha e 2,9 litros. O modelo da foto ganhou em 2008 o Pebble Beach Concours d'Elegance, tradicional certame de carros clássicos realizado em Pebble Beach, próximo a Monterey, na Califórnia

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Bucciali TAV 8-32 Saoutchik 'Fleche d'Or' Berline

Raridade absoluta: o francês Bucciali TAV 8-32 Saoutchik "Fleche d'Or" ("flecha de ouro") Berline é o único exemplar dessa maravilha que foi fabricado -- em 1931

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Motor V12 de 4,9 litros. Exemplar único, construído em 1931. Um dos primeiros carros com tração nas rodas dianteiras.

O Bucciali TAV 8-32 é movido por um possante motor V12 de 4,9 litros e foi um dos primeiros automóveis com tração nas rodas dianteiras

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Bugatti Tipo 57C Van Vooren Cabriolet

O italiano Bugatti Type 57C Van Vooren Cabriolet é de 1939, e seu motor tem 8 cilindros em linha e 3,3 litros

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Motor de 8 cilindros em linha e 3,3 litros. Exemplar único, construído em 1939. Presente de casamento do governo francês ao Xá da Pérsia.

Este Bugatti Van Vooren, também de 1939, é exemplar único e foi um presente do governo francês ao então xá da Pérsia, Mohammed Reza Pahlevi, no primeiro de seus três casamentos, com a princesa Fawzia, do Egito, no mesmo ano

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Daimler Double-Six 50 Corsica Drophead Coupé

De 1931 é o espetacular alemão Daimler Double-Six 50 Corsica Drophead Coupé

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Motor V12 de 7,2 litros. Exemplar único, construído em 1931

Com mootor V12 de 7,2 litros, o da foto é exemplar único

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Delahaye 145 Chapron Coupe

Do francês Delahaye 145 Chapron Coupe apenas cinco exemplares foram construídos entre 1938 e 1946

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Motor V12 de 4,5 litros. 5 exemplares construídos entre 1938 e 1946.

Com motor V12 de 4,5 litros, o Delahaye 145 é obra do engenheiro francês Henri Chapron

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Mercedes-Benz 710 SSK Trossi Roadster

O imponente alemão Mercedes-Benz 710 SSK Trossi Roadster é de 1931

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Motor de 6 cilindros em linha e 7,1 litros. Exemplar único,  construído em 1931. Ganhou o Concorso d'Eleganza  Villa d'Este de 2007

Como outros carrões mostrados neste post, este Merecedes é exemplar único. Com motor de 6 cilindros em linha e 7,1 litros, ganhou o prestigioso Concorso d'Eleganza Villa d'Este de 2007, em Cernobbio, às margens do Lago Como, no extremo norte da Itália

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Napier-Railton Special

Outro exemplar único construído: o inglês Napier-Railton Special

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Motor aeronáutico de 12 cilindros e 24 litros. Potência estimada em 600 cv. Exemplar único, construído em 1933. Bateu 47 recordes mundiais de velocidade

Com motor de 12 cilindros e 24 litros e potência estimada em 600 cavalos, o Napier-Railton Special bateu 47 recordes mundiais de velocidade

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Rolls-Royce Phantom I Jonckheere Coupé

Apesar de tratar de marca britânica até o último átomo, este modelo da Rolls-Royce, o Phantom I Jonckheere Coupé, acabou sendo construído na Bélgica nos anos 30

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Motor de 6 cilindros em linha e 7,7 litros. Exemplar único. Carroceria construída na Bélgica, nos anos 30. Adquirido em leilão por um colecionador japonês por US$ 1,5 milhão

O Phantom I Jonckheere -- como outros deste post, único exemplar construído -- dispõe de um motor de 6 cilindros em linha e 7,7 litros. Seu atual proprietário, um colecionador do Japão, ararematou-o em leilão por US$ 1,5 milhão

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Voisin C20 'Mylord' Demi-Berline

O francês Voisin C20 'Mylord' Demi-Berline, mais um exemplar único, construído em 1931

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Motor V12 de 4,9 litros. Exemplar único, construído em 1931.

Com motor V12 de 4,9 litros, é obra do engenheiro e também construtor de aviões francês Gabriel Voisin

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29/09/2011

às 18:06 \ Política & Cia

Neto de Golbery contesta artigo de Luiz Cláudio Cunha sobre o cérebro da ditadura — e tem a resposta: uma aula sobre a conspiração que levou ao golpe de 1964

golbery-couto-silva

O general Golbery do Couto Silva, um dos "pais" do golpe militar de 1964

“Me sinto extremamente ofendido, com o artigo do Sr. Luiz Cláudio Cunha. Em parte pela infantilidade que entorta os fatos rumo ao que se deseja, ou seja: Demagogia. Em parte pela covardia de ofender o caráter de quem já não pode mais defender-se. Obrigado. (Golbery do Couto e Silva Neto, e-mail ao site Observatório da Imprensa, 9/9/2011)

O sr. Golbery Neto, compreensivelmente, não gostou do que foi publicado no Observatório e neste blog sobre o avô [por ocasião do centenário do falecido general]. Gastou quatro linhas e 44 palavras, sem nenhum argumento, para tentar desqualificar um texto de 221 linhas e 2.552 palavras calcado em fatos e na ficha do general gaúcho, inventor do golpe de 1964 e prestes a ser homenageado com um monumento em sua terra natal, a cidade de Rio Grande (RS).

Quase nada se sabe do neto, que diz residir no Rio de Janeiro e se identifica profissionalmente como ‘internacionalista’, seja lá o que isso possa significar. Mas muito se sabe do avô, que, aliás, sabia muito mais. Sabia quase tudo sobre todos nós, como criador e chefe primeiro do SNI, o Serviço Nacional de Informações que bisbilhotava a vida dos brasileiros em geral, e dos opositores em particular. A vida pregressa de Golbery do Couto e Silva (1911-1987) ganhou súbita atualidade em agosto passado, com a desastrada ideia dos vereadores e do prefeito de Rio Grande de homenagear o general no mês do centenário de seu nascimento, cravando um monumento na praça central da cidade.

A oferenda sangrou como uma estaca na memória dos brasileiros, especialmente dos gaúchos, que justamente nesse agosto festejavam o cinquentenário da Campanha da Legalidade – o movimento popular de 1961 liderado pelo governador Leonel Brizola em defesa da posse de João Goulart na presidência da República, vaga com a renúncia inesperada de Jânio Quadros.

A transição constitucional foi vetada pelos três ministros militares que leram um manifesto golpista redigido, ironicamente, pelo então coronel Golbery do Couto e Silva. Essa brutal contradição entre as poucas benfeitorias municipais e as muitas malfeitorias nacionais do general teve baixa repercussão na imprensa – com exceção de alguns blogs e opiniões isoladas, contra ou a favor – e nenhum eco entre os políticos brasileiros, desconectados com a coerência histórica e descomprometidos com a memória nacional.

O jovem prefeito de Rio Grande, Fábio Branco, de 39 anos, nem justificou a homenagem intempestiva: “Não vou fazer juízo da ditadura militar. Eu nem era nascido…”. O neto do general, talvez ainda mais jovem, também evita qualquer consideração sobre a obra política do avô, sob o infantil argumento de que seria “covarde” avaliar a biografia dos mortos. Sob este prisma obtuso, prefeito e neto se eximem, portanto, de julgar episódios como a escravidão e o nazismo ou de opinar sobre personalidades já finadas como Hitler, Stálin, Pinochet ou Médici. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

21/09/2011

às 12:10 \ Política & Cia

Automóveis: a mudança que o governo fez é um presentão para o… México

Nissan March: a fábrica o anuncia como "japonês", mas, como tantos outros, ele é importado do México. O próximo a vir de lá será o Chevrolet Sonic

Amigos do blog, li muitas análises sobre as mexidas que o governo fez nos impostos que incidem sobre a indústria automobilística e achei interessante e original essa abordagem do jornalista especializado Jorge Meditsch, editor do site AutoStrada.

Confiram:

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Quarta-feira à noite, entrei num supermercado e me surpreendi com uma gôndola cheia de panetones. O Natal está chegando cada vez mais cedo. Prova disto é o presente que as grandes fábricas de automóveis brasileiras receberiam no dia seguinte: num pacote com fita vermelha, cuidadosamente embalado, ganharam do governo a tão sonhada competitividade para resistirem a concorrentes que podem ameaçar sua posição no mercado.

Sem resolver nenhum dos problemas estruturais e fiscais que impedem as fábricas aqui instaladas de competir fora do Brasil, o governo deu a elas o virtual monopólio das importações. Carros importados, daqui para frente, só serão viáveis se vierem das filiais que as grandes marcas têm nos países do Mercosul ou no México, de onde vêm com taxa zero.

Quanto ao Mercosul, tudo bem. Há muito tempo há um intercâmbio real entre Argentina e Brasil, envolvendo produtos complementares de diversas marcas. Um processo que otimiza a utilização das fábricas, reduz custos e viabiliza a diversificação das gamas oferecidas aos consumidores dos dois países.

Parece, entretanto, que ninguém está reparando no México, um país cuja indústria automobilística é voltada, majoritariamente, para atender ao mercado americano mas que, cada vez mais, começa a se tornar um importante fornecedor de carros prontos para o Brasil.

Já este ano, a importação de automóveis feitos no México irá crescer de forma considerável com o lançamento de novos modelos lá fabricados, muitos deles especificamente adaptados para o Brasil. A Fiat já está trazendo de lá o crossover Freemont e o icônico Cinquecento. A Volkswagen importa o Jetta. A GM, o Captiva. A Ford, o Fusion. A Honda, o CR-V. A Nissan, o Sentra e o Tiida.

Do México para baixo

Trazer do México modelos feitos para os americanos, cujas vendas no Brasil não justificam que sejam produzidos localmente, não é uma ameaça à indústria nacional. Mas as coisas tendem a mudar, com a entrada de modelos em quantidades consideráveis. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

21/08/2011

às 18:11 \ Disseram

“Aos 19 eu já tinha minha primeira Mercedes.”

“Sempre soube fabricar dinheiro. Aos 19 anos, quando meus colegas andavam de Monza e Del Rey, eu já tinha minha primeira Mercedes.”

Marcelo de Carvalho, sócio-proprietário da RedeTV!, marido da apresentadora Luciana Gimenez, sobre seu empreendedorismo

03/02/2011

às 15:19 \ Números

As dependências da Vice-Presidência e os automóveis comprados em 2010

Números irrelevantes:

As dependências da Vice-Presidência da República, no edifício anexo ao Palácio do Planalto, ocupam 1.200 metros quadrados.

Números relevantes:

Os consumidores brasileiros compraram até setembro de 2010 94,9% mais automóveis BMW e 34,1% Mercedes-Benz que no mesmo período do ano passado.

 

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