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Barack Obama

21/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Para que o câncer não se espalhe

“Por parte de governos e povos no Oriente Médio, tem de haver um esforço comum para extrair esse câncer para que ele não se espalhe.”

Barack Obama, presidente americano, referindo-se ao Estado Islâmico, grupo extremista responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley

18/08/2014

às 17:00 \ Vasto Mundo

EUA: Levando seguidas bordoadas dos críticos, Obama tem boas sobre a economia para esgrimir: o menor índice de pedidos de seguro-desemprego desde 2006

O gráfico, divulgado pela Casa Branca, mostra uma constante queda na quantidade de pedidos de benefícios de desemprego nos Estados Unidos (Imagem: Casa Branca)

O gráfico, divulgado pelo governo americano, mostra uma constante queda na quantidade de pedidos de benefícios de desemprego nos Estados Unidos. O título diz: “Sob opresidente Obama, o número de americanos buscando seguro-desemprego é o mais baixo desde 2006″  (Imagem: Casa Branca)

Levando bordoada por todo lado, especialmente críticas por supostamente ser “hesitante” ou “confuso” em matéria de política externa e defesa, o presidente Barack Obama teve boas notícias para divulgar sobre algo que fala muito alto para os americanos: a economia que, embora ainda lute para se recuperar da brutal crise financeira mundial de 2008, têm mostrado sinais de que a ação do presidente produziu resultados.

Nesse sentido, a Casa Branca divulgou uma compilação de números que mostra o menor número de pedidos de seguro-desemprego feito pelos trabalhadores desde 2006.

De acordo com os dados divulgados, a criação de empregos em julho ultrapassou os 200 mil pelo sexto mês seguido, algo que não acontece desde 1997. Os pedidos de seguro-desemprego são registrados a cada quatro semanas, o que pode significar uma volatilidade maior nas estatísticas, mas o governo americano se mostrou otimista quanto ao crescimento econômico a longo prazo.

No primeiro semestre de 2009, no auge da recessão, o número de pessoas pedindo benefícios de desemprego chegou a 659 mil. Agora, o total baixou para menos da metade, 293, 5 mil.

É uma propaganda bem-vinda para o governo de Barack Obama, cuja aprovação está em torno de 42%, de acordo com as pesquisas mais recentes. Apesar de a situação não parecer tão preocupante, a média para presidentes americanos é de 53%, ou seja, Obama tem muito trabalho pela frente.

O informe da Casa Branca destaca que, apesar das boas notícias, ainda há muito a ser feito para que a segurança financeira seja garantida à classe média, e que o presidente está comprometido com a causa.

15/08/2014

às 18:00 \ Disseram

O limite americano

“Cruzamos o limite.”

Barack Obama, presidente dos EUA, ao tratar, em coletiva à imprensa, dos interrogatórios pós-11 de Setembro feitos pela CIA — que incluíam a tortura

12/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Os EUA não possuem a solução

“Não há uma solução militar americana para a crise no Iraque. A única solução virá da união do povo iraquiano e da formação de um governo que reflita essa união.”

Barack Obama, presidente americano, ao elogiar a escolha do novo primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, e falar sobre o avanço do grupo jihadista Estado Islâmico

02/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Obama admite: houve tortura

“Nós torturamos algumas pessoas.”

Barack Obama, presidente americano, em coletiva de imprensa na Casa Branca, sobre as técnicas de interrogação da CIA (agência de inteligência americana) no período pós-11 de setembro

28/07/2014

às 12:00 \ Disseram

Uma coisa é muito diferente da outra

“Cinismo é popular esses dias. É o que se passa por sabedoria.”

Barack Obama, presidente americano

19/07/2014

às 0:00 \ Disseram

A Rússia se recusa a cooperar

“Repetidamente a Rússia se recusou a dar passos concretos para acalmar a situação. Queremos que a Rússia siga por um caminho que resulte em paz na Ucrânia, mas até agora ela se recusou.”

Barack Obama, presidente americano, sobre a situação de conflito entre os países, ao afirmar que o míssil que derrubou o voo MH17, da Malaysia Airlines, que sobrevoava a Ucrânia, partiu de uma área controlada por separatistas apoiados pela Rússia

16/07/2014

às 6:00 \ Disseram

Fazer ou não fazer? Eis a questão

“Creio saber o que temos de fazer em termos de economia e democracia. Cabe a mim decidir se o farei ou não.”

Hillary Clinton, ex-secretária americana de Estado e provável candidata democrata à sucessão de Barack Obama, falando à rádio Europe 1

08/07/2014

às 12:00 \ Disseram

Obama teve ajuda para conquistar Michelle

“Obrigado por me ajudar a impressionar Michelle.”

Barack Obama, presidente dos EUA, numa mensagem em vídeo ao cineasta Spike Lee pelos 25 anos de Faça a Coisa Certa; o filme foi o primeiro a que Obama assistiu ao lado de sua futura mulher

27/06/2014

às 17:45 \ Vasto Mundo

O dilema de Hillary Clinton: como se afastar de Obama sem parecer uma traidora?

(Foto: Joshua Roberts/Reuters)

A ex-secretária de Estado Hillary Clinton no lançamento de seu livro: imagem manchada após reclamar de estar “totalmente falida”, mas receber 14 milhões de dólares pela obra (Foto: Joshua Roberts/Reuters)

VAI UMA MÃOZINHA AÍ?

Problemas de Hillary: parecer mulher comum sendo milionária e trair Obama sem dar a impressão de que imita o marido

Nota de Vilma Gryzinski publicada na seção “Panorama” de edição impressa de VEJA

Reposicionar a imagem, afinar a narrativa, ocupar todos os espaços disponíveis. Seja lá como se chame, Hillary Clinton está fazendo de tudo, com o olho cravado na Casa Branca – até um netinho a caminho e uma reestruturação facial, dizem os mais pérfidos.

A eleição presidencial americana é em novembro de 2016 e, quanto mais perto fica, menor o favoritismo de Hillary. Tinha 70% das preferências em 2012, baixou para 56% em março e chegou a 52% agora. Hillary precisa se afastar do governo Obama, em processo de desmanche, sem parecer que está apunhalando pelas costas o homem que lhe confiou a chefia da política externa, até o começo do ano passado.

Apunhalar com um sorriso simpático, mentir como advogado de porta de cadeia e, ainda assim, cativar o eleitorado são características que ela não herdou do marido, Bill Clinton. Em compensação, tem uma imagem de seriedade e competência – e nem um único adversário oposicionista viável até agora. Só precisa vigiar a língua.

Divulgando um novo livro – pagamento de nada menos que 14 milhões de dólares -, queixou-se de que ela e o marido saíram “totalmente falidos” da Casa Branca. O casal tinha dívidas com advogados (rebarba do caso Monica Lewinsky), mas hoje é multimilionário; só em palestras como ex-presidente, ele faturou mais de 100 milhões de dólares.

A maior mancha no currículo de Hillary decorre do assassinato do embaixador e mais três cidadãos americanos, no ataque de 2012 em Bengasi, pela inação do governo e pela tentativa de encobrir as circunstâncias. A captura do líder do bando terrorista líbio, Ahmed Abu Khatalla, poderia ajudar, se não se soubesse que o sujeito vivia à vontade em Bengasi, dando entrevistas. Uma delas acompanhada por frapê de morango.

 

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