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Barack Obama

30/08/2014

às 17:00 \ Vasto Mundo

Mais boas novas para a economia americana: produção de carros, forte item das exportações dos EUA, explode e é a maior em doze anos

(Foto: Fast Company)

Tendo partido de menos de 4 milhões de carros produzidos em 2008, a indústria agora dá conta de mais de 13 milhões (Foto: Fast Company)

Os números acendem uma luz no fim do túnel para uma das indústrias que sempre foram base para a economia americana: a automobilística. A crise mundial de 2008 fez com que o setor cortasse milhares de empregos e diminuísse em grande escala a produção, que, em 2009, foi a menor desde os anos 60.

Agora, segundo divulgou a Casa Branca, o número de carros produzidos nos Estados Unidos é o maior nos últimos 12 anos. Entre 2008 e 2009, quando o país estava mais afundado pela crise, a taxa de produção anual ficou em 3,7 milhões de carros. As coisas mudaram para muito melhor: a projeção para este ano é de 13,2 milhões, de acordo com o governo americano.

A Casa Branca afirma que, desde 2010, quando acabou a fase mais crítica no setor automobilístico, já foram acrescentados 700 mil empregos na área.

O plano do presidente Barack Obama agora é investir no preparo dos trabalhadores para que a indústria continue crescendo. Isso envolve melhorias na área da educação e incentivos à criação de vagas de aprendiz no mercado.

24/08/2014

às 12:00 \ Disseram

A melhor medida é a distância de Obama

“O fracasso na hora de criar uma força de combate digna de crédito com as pessoas que iniciaram os protestos contra (Bashar) Assad deixou um grande vácuo, que os jihadistas agora preencheram.”

Hillary Clinton, secretária de Estado no primeiro mandato de Barack Obama, evidenciando, na revista americana The Atlantic, que pretende se afastar do ex-chefe em sua campanha pela indicação democrata para a disputa das eleições presidenciais

21/08/2014

às 18:46 \ Vasto Mundo

EUA: violência racial, morte — e os aproveitadores de sempre

(Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

Shahid, de uma “organização islâmica”, provoca policiais (Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

MUITO GRITO, POUCO SISO

De novo, os aproveitadores de crime que atiça tensões raciais nos Estados Unidos

Nota de Vilma Gryzinski publicada em edição impressa de VEJA

As cenas são praticamente idênticas cada vez que acontece um caso de alta voltagem de violência de brancos contra negros nos Estados Unidos.

Embora sejam uma raridade estatística (mais de 90% dos crimes que envolvem cidadãos negros são intrarraciais, quase um empate com 85% entre brancos), têm uma enorme repercussão por motivos evidentes.

O mais recente foi em Ferguson, um apêndice pouco animador da elegante St. Louis, capital do Estado de Missouri. O que aconteceu lá não é estranho à realidade brasileira: um jovem de 18 anos, Michael Brown, estava andando no meio da rua com um amigo, um policial de carro falou que deveriam ir pela calçada, houve bate-boca e, a partir daí, separam-se as versões.

Michael foi baleado friamente ou tentou agredir o policial. Em qualquer das duas, acabou morto. A maioria da população negra, apoiada pela opinião mais à esquerda, acredita na primeira hipótese; mais à direita, a convicção é oposta, centrada no histórico comprometido de algumas vítimas.

Saques e depredações desfiguraram o comércio local, na maioria de proprietários negros, e manifestações diárias atraíram os suspeitos de sempre: Al Sharpton, que se lançou no panorama nacional com o caso completamente inventado de uma adolescente estuprada por um policial de Nova York, e Anthony Shahid (na foto, vestido inteiramente de azul), que lidera uma “organização islâmica” e faz provocações encenadas (em Ferguson, usou corda no pescoço e dois cachorros de pelúcia como “símbolos” da situação dos negros).

O presidente Barack Obama interrompeu as férias e os jogos de golfe; disse que não existem pretextos para a violência contra a polícia, os saques e o uso excessivo da força contra manifestantes.

Aí, a única diferença do habitual: a direita libertária também execra a militarização de contingentes policiais que fazem empalidecer os robocops.

Agora, a polícia rodoviária do Missouri vai vigiar os protestos.

21/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Para que o câncer não se espalhe

“Por parte de governos e povos no Oriente Médio, tem de haver um esforço comum para extrair esse câncer para que ele não se espalhe.”

Barack Obama, presidente americano, referindo-se ao Estado Islâmico, grupo extremista responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley

18/08/2014

às 17:00 \ Vasto Mundo

EUA: Levando seguidas bordoadas dos críticos, Obama tem boas sobre a economia para esgrimir: o menor índice de pedidos de seguro-desemprego desde 2006

O gráfico, divulgado pela Casa Branca, mostra uma constante queda na quantidade de pedidos de benefícios de desemprego nos Estados Unidos (Imagem: Casa Branca)

O gráfico, divulgado pelo governo americano, mostra uma constante queda na quantidade de pedidos de benefícios de desemprego nos Estados Unidos. O título diz: “Sob opresidente Obama, o número de americanos buscando seguro-desemprego é o mais baixo desde 2006″  (Imagem: Casa Branca)

Levando bordoada por todo lado, especialmente críticas por supostamente ser “hesitante” ou “confuso” em matéria de política externa e defesa, o presidente Barack Obama teve boas notícias para divulgar sobre algo que fala muito alto para os americanos: a economia que, embora ainda lute para se recuperar da brutal crise financeira mundial de 2008, têm mostrado sinais de que a ação do presidente produziu resultados.

Nesse sentido, a Casa Branca divulgou uma compilação de números que mostra o menor número de pedidos de seguro-desemprego feito pelos trabalhadores desde 2006.

De acordo com os dados divulgados, a criação de empregos em julho ultrapassou os 200 mil pelo sexto mês seguido, algo que não acontece desde 1997. Os pedidos de seguro-desemprego são registrados a cada quatro semanas, o que pode significar uma volatilidade maior nas estatísticas, mas o governo americano se mostrou otimista quanto ao crescimento econômico a longo prazo.

No primeiro semestre de 2009, no auge da recessão, o número de pessoas pedindo benefícios de desemprego chegou a 659 mil. Agora, o total baixou para menos da metade, 293, 5 mil.

É uma propaganda bem-vinda para o governo de Barack Obama, cuja aprovação está em torno de 42%, de acordo com as pesquisas mais recentes. Apesar de a situação não parecer tão preocupante, a média para presidentes americanos é de 53%, ou seja, Obama tem muito trabalho pela frente.

O informe da Casa Branca destaca que, apesar das boas notícias, ainda há muito a ser feito para que a segurança financeira seja garantida à classe média, e que o presidente está comprometido com a causa.

15/08/2014

às 18:00 \ Disseram

O limite americano

“Cruzamos o limite.”

Barack Obama, presidente dos EUA, ao tratar, em coletiva à imprensa, dos interrogatórios pós-11 de Setembro feitos pela CIA — que incluíam a tortura

12/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Os EUA não possuem a solução

“Não há uma solução militar americana para a crise no Iraque. A única solução virá da união do povo iraquiano e da formação de um governo que reflita essa união.”

Barack Obama, presidente americano, ao elogiar a escolha do novo primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, e falar sobre o avanço do grupo jihadista Estado Islâmico

02/08/2014

às 12:00 \ Disseram

Obama admite: houve tortura

“Nós torturamos algumas pessoas.”

Barack Obama, presidente americano, em coletiva de imprensa na Casa Branca, sobre as técnicas de interrogação da CIA (agência de inteligência americana) no período pós-11 de setembro

28/07/2014

às 12:00 \ Disseram

Uma coisa é muito diferente da outra

“Cinismo é popular esses dias. É o que se passa por sabedoria.”

Barack Obama, presidente americano

19/07/2014

às 0:00 \ Disseram

A Rússia se recusa a cooperar

“Repetidamente a Rússia se recusou a dar passos concretos para acalmar a situação. Queremos que a Rússia siga por um caminho que resulte em paz na Ucrânia, mas até agora ela se recusou.”

Barack Obama, presidente americano, sobre a situação de conflito entre os países, ao afirmar que o míssil que derrubou o voo MH17, da Malaysia Airlines, que sobrevoava a Ucrânia, partiu de uma área controlada por separatistas apoiados pela Rússia

 

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