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23/08/2013

às 11:47 \ Política & Cia

O BANDO DOS CARAS TAPADAS — Quem são os manifestantes baderneiros do black bloc, que saem às ruas para quebrar tudo

BLACK TROPICAL -- Na Europa, onde o grupo surgiu, coturnos e preto total fazem parte do uniforme dos mascarados; na versão brasileira, entraram as sandálias Havaianas e as camisetas de time (Foto: Luan Corrêa)

BLACK TROPICAL -- Na Europa, onde o grupo surgiu, coturnos e preto total fazem parte do uniforme dos mascarados; na versão brasileira, entraram as sandálias Havaianas e as camisetas de time (Foto: Luan Corrêa)

Reportagem de Bela Megale e Alexandre Aragão, com colaboração de Pâmela Oliveira, publicada na edição de VEJA que está nas bancas

O BLOCO DO QUEBRA-QUEBRA

Com slogans anarquistas na cabeça e coquetéis molotov na mão, os black blocs se espalham pelo Brasil e transformam protestos em arruaça. Jovens da periferia, punks e até universitárias de tênis Farm compõem o bando

No começo, quase ninguém notou a chegada deles. Em 20 de abril de 2001, o mesmo dia em que grupos anarquistas no Canadá protestavam contra a criação da Alca, em Quebec, na Avenida Paulista, em São Paulo, um bando de arruaceiros com o rosto coberto destruía a marretadas agências bancárias e uma loja do McDonald’s. Era a primeira arruaça black bloc no Brasil.

Embora, àquela altura, pouca gente soubesse o que era isso, o bando de inspiração anarquista, defensor da “destruição consciente da propriedade privada” e autodeclarado inimigo do capitalismo, começava a se organizar no país. Hoje, os militantes, por assim dizer, não chegam a duas centenas por aqui. É um grupo pequeno, mas que, engrossado por vândalos de ocasião, em algumas capitais tem transformado a baderna e a violência em uma assustadora rotina.

VIROU ROTINA -- Mascarado destrói vitrine de loja de carros em São Paulo. A cena se repete há mais de dois meses também no Rio de Janeiro, sem que haja quase nenhum baderneiro preso (Foto: Fabio Braga / Folhapress)

VIROU ROTINA -- Mascarado destrói vitrine de loja de carros em São Paulo. A cena se repete há mais de dois meses também no Rio de Janeiro, sem que haja quase nenhum baderneiro preso (Foto: Fabio Braga / Folhapress)

Na semana passada, os black blocs estiveram por trás de todas as manifestações violentas que explodiram no Rio de Janeiro e em São Paulo, com exceção da tentativa de invasão do Hospital Sírio-Libânes, esta uma obra de sindicalistas. Na quinta, no Rio de Janeiro, cerca de 200 mascarados depredaram agências bancárias, pontos de ônibus e arremessaram um banheiro químico no meio da rua.

A Avenida Rio Branco, uma das principais vias da cidade, ficou parada por quase sete horas. No dia anterior, em São Paulo, black blocs haviam queimado uma catraca, que levaram durante toda a manifestação como troféu. Na sequência, invadiram o prédio da Câmara Municipal e destruíram suas vidraças.

Por princípio herdado dos seus precursores europeus, muitos dos black blocs desprezam qualquer movimento político organizado, à direita ou à esquerda, o que inclui até os, atualmente em voga, Fora do Eixo e Mídia Ninja. Mas, ao menos no Brasil, o fato de saberem do que não gostam não quer dizer que saibam o que querem.

Exemplo disso ocorreu durante a invasão da Câmara Municipal de São Paulo, quando um black bloc abordou aos berros o presidente da Casa, o petista José Américo: “O senhor é a favor da tarifa zero? Quem matou o Amarildo? Abriria mão do seu salário? É contra a Constituição?”.

MISTURA EXPLOSIVA -- Aos black blocs das periferias de grandes cidades se juntaram punks e universitários de classe média, que engrossaram as fileiras do bando nos confrontos com a polícia em São Paulo (Foto: Fernando Cavalcanti)

MISTURA EXPLOSIVA -- Aos black blocs das periferias de grandes cidades se juntaram punks e universitários de classe média, que engrossaram as fileiras do bando nos confrontos com a polícia em São Paulo (Foto: Fernando Cavalcanti)

Se os vândalos paulistanos não conseguiram ainda eleger seu alvo, os do Rio já o fizeram. Há mais de um mês, black blocs lideram um acampamento na porta da casa do governador Sérgio Cabral. Dentro de suas tendas, entre um baseado e um gole de vodca, exigem a renúncia do político.

Por trás dos lenços – pretos, na versão original; de qualquer cor que estiver à mão, na versão brasileira – estão principalmente moradores de periferia. Mas punks e egressos de movimentos sociais decadentes, como o MST, engrossam as fileiras do bando.

Nessa combinação, a adesão dos primeiros – com suas calças justas e coturnos de cadarços pretos, vermelhos ou amarelos (os brancos são abominados pela associação com os inimigos neonazistas) – contribuiu para aumentar o grau de violência do grupo e levar para dentro dele outros elementos deletérios, como vinho barato e cocaína.

Em São Paulo, completam a babel social estudantes de universidades como USP, PUC e Faap. Na semana passada, uma aluna de ciências sociais da USP engrossava o bloco do quebra-quebra calçando tênis da grife Farm, em média 250 reais o par. “É ótimo para manifestações”, justificava.

Manifestantes pela queda do governador do Rio, Sérgio Cabral (Foto: Marcos Arcoverde / Estadão Conteúdo)

Manifestantes pela queda do governador do Rio, Sérgio Cabral (Foto: Marcos Arcoverde / Estadão Conteúdo)

Na capital paulista, essa turma heterogênea se reúne em uma casa na Zona Oeste, em festas regadas a cerveja e ao som de cumbia – ritmo nascido na periferia de Buenos Aires. Ao final, assistem a filmes como Brad, Uma Noite Mais nas Barricadas, uma ode ao produtor de vídeo americano morto por um grupo paramilitar durante uma manifestação no México.

No Brasil, os primeiros integrantes dos black blocs viviam nos moldes das antigas comunidades hippies, em bairros como Perus, na Zona Norte de São Paulo. Politizados e interessados por história, liam livros como Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, e The Black Bloc Papers, que conta o histórico do bando.

Ele surgiu nos anos 80, na Alemanha da Guerra Fria sacudida por protestos antinucleares. Naquele tempo, os black blocs diziam ter um objetivo diferente do atual: o de servir de “escudo humano” para os manifestantes que desafiavam a polícia e apanhavam dela.

Mas o contexto mudou. No fim da década de 90, com o Muro de Berlim despedaçado, o marxismo em baixa e o anarquismo em alta, os black blocs aterrissaram nos Estados Unidos e no Canadá com bandeiras já enegrecidas e gritos bem mais radicais: pela destruição da propriedades, do governo e das empresas privadas.

McDonald’s e Starbucks viraram imediatamente os alvos preferenciais da turma – e até hoje não escapam ilesas de nenhum protesto em que haja um mascarado. Em 2011, os black blocs participaram do Occupy Wall Street, em Nova York.

A violência do grupo assustou os manifestantes comuns e serviu para abreviar o movimento – o mesmo processo que pode ter acontecido com as manifestações que começaram em junho no Brasil.

Em reunião do G* na Alemanha, em 2007, manifestantes bloquearam rodovias para dificultar o acesso aos chefes de estado (Foto: Patrick Lux / AP)

Em reunião do G* na Alemanha, em 2007, manifestantes bloquearam rodovias para dificultar o acesso aos chefes de estado (Foto: Patrick Lux / AP)

Por aqui, a tática usada pelo grupo nos últimos atos obedece ao padrão de ação dos precursores europeus e americanos. Em turmas de cerca de 100 pessoas, os black blocs assumem a linha de frente dos protestos, a pretexto de compor uma barreira entre os manifestantes e os policiais.

De braços cruzados, movem-se como uma massa uniforme em direção às barreiras de segurança. Quando a polícia se aproxima, emitem em coro e de forma ritmada grunhidos semelhantes a um grito tribal. Nesse momento, alguns membros lançam morteiros, coquetéis molotov e pedras com estilingues.

O objetivo é provocar a polícia. Quando ela reage, eles se dividem: uma turma parte para cima e a outra foge para pichar muros, atear fogo em latões de lixo e destruir estabelecimentos, preferencialmente bancos, concessionárias de carros, lanchonetes de cadeia e tudo o que considerarem “símbolos do capitalismo”.

Placas de sinalização viram armas e orelhões, escudos. Na cartilha apreendida pelo delegado Marco Duarte de Souza, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, um grupo de black blocs descreve seus alvos: “bancos, grandes empresas e a imprensa mentirosa”.

Devem ser evitadas, segundo o texto, depredações de “carros particulares e pequenos comércios”. Os black blocs acham isso muito bonito e nobre – orgulham-se de dizer que não praticam o que chamam de “vandalismo arbitrário”.

Para eles e seus admiradores confessos – entre os quais professores universitários pagos com dinheiro público -, destruir uma agência bancária a marretadas ou golpes de extintor de incêndio não é vandalismo, mas uma “ação simbólica”, que, inserida na “estética da violência”, simularia a “ruína do capitalismo”. Embora haja uma definição mais precisa para isso – e ela pode ser resumida na palavra crime -, quase nenhum black bloc está preso hoje no país.

Em dois meses de manifestações, mais de 200 agências bancárias foram depredadas, o que causou um prejuízo superior a 100 milhões de reais. No comércio, foi de 38 milhões de reais. Em São Paulo, o governo e a prefeitura gastaram até agora 350.000 reais para consertar vidraças das estações de metrô destruídas, placas de rua e pontos de ônibus. No Rio de Janeiro, o prejuízo superou 1,5 milhão de reais.

Com toda essa destruição, por que não há vândalos presos? Para que uma pessoa tenha a prisão cautelar ou preventiva decretada nos flagrantes de vandalismo, é necessário comprovar que, solta, representaria risco à ordem pública. Essa decisão tem de partir de um juiz, que, para tomá-la, precisaria estar amparado numa investigação policial – que até hoje não foi feita, ao menos de forma sistemática.

OCUPA E AFUGENTA -- A presença de black blocs no occupy Wall Street afugentou os manifestantes comuns e ajudou a abreviar o movimento, fenômeno que pode ter ocorrido com os protestos que começaram em junho no Brasil: o uso da violência isola o grupo (Foto: John Minchillo / AP)

OCUPA E AFUGENTA -- A presença de black blocs no occupy Wall Street afugentou os manifestantes comuns e ajudou a abreviar o movimento, fenômeno que pode ter ocorrido com os protestos que começaram em junho no Brasil: o uso da violência isola o grupo (Foto: John Minchillo / AP)

Outra opção seria enquadrar os arruaceiros pelo crime de formação de quadrilha, além de dano ao patrimônio. Ocorre que, também nesse caso, é necessário haver uma investigação prévia que comprove que as pessoas se juntaram de modo estável e contínuo para cometer os delitos.

O anarquismo, do qual derivam os black blocs, prega a organização da vida em sociedade fora da moldura do estado – segundo creem, a fonte de todos os males. Os black blocs, no entanto, assimilam apenas o subproduto desse ideário: a improvisação, a baderna e a tolerância para com certos crimes. Tudo aquilo de que o Brasil está louco para se livrar.

A contar pela intensidade da ação policial e da disposição do grupo, inversamente proporcionais, isso não ocorrerá tão cedo. Integrantes dos black blocs já anunciaram que o pior ainda está por vir – e deram até a data, 7 de setembro, quando estão previstas, em dezenas de cidades brasileiras, manifestações de nome preciso e autoexplicativo: Badernaço.

 

Black bloc em hora de recreio

MARX NO INTERVALO -- Emma: entre as assembleias, livros e beijos (Foto: Leo Corrêa)

MARX NO INTERVALO -- Emma: entre as assembleias, livros e beijos (Foto: Leo Corrêa)

No começo do século XX, nos Estados Unidos, o rosto de Emma Goldman, nascida no que hoje é a Lituânia, era uma das faces mais conhecidas do anarquismo. Neste começo de século XXI, no Brasil, os olhos claros de outra Emma (pelo menos esse é o nome que ela escolheu para se apresentar ao mundo) foram os mais compartilhados nas redes sociais quando o assunto era a ala feminina dos black blocs.

Sempre coberta por uma camiseta enrolada em torno da cabeça, a Emma brasileira ganhou ensaio fotográfico amigo e entrevista no Mídia Ninja e ainda teve imagens suas circulando na internet nas quais discute com um policial, com quem quase chegou às vias de fato. Junto com duas dezenas de estudantes e até mendigos, ela está acampada há duas semanas nas proximidades do prédio onde mora o governador do Rio, Sérgio Cabral.

Pelo depoimento que deu, ficou-se sabendo que Emma tem 25 anos e foi “educada para ser uma burguesinha otária”. Saiu de casa aos 16, para morar em uma favela. Trabalhou por algum tempo num banco – onde “via aquela gente soberba, milionária, muita coisa bizarra” – e parou de trabalhar lá por “desobediência civil”.

Na sua opinião, os black blocs “têm origem e intenção contra o capitalismo” e “não querem ser heróis de ninguém”. Mais Emma não diz. Entre os black blocs, o combinado é que não se fala com “a grande mídia” e, quando se fala alguma coisa, isso não inclui detalhes da vida pessoal de ninguém.

Da sua tenda, instalada ao lado de outras três em frente à Praia do Leblon, Emma dispara constantes convocações de “assembleias” para os acampados. Podem ser para discutir coisas como a distribuição de comida, na maior parte doada por moradores da vizinhança, ou a recepção a recém-chegados.

É ouvida com respeito e atenção – mas, às vezes, a turma se rebela e não se mexe, alegando que “é hora de lazer”. Nos intervalos entre as assembleias, lê o livro História da Riqueza do Homem, de Leo Huberman, uma provável concessão autonomista, já que a obra enfoca a história econômica sob a ótica marxista.

Mas Emma também preza os momentos de lazer: namoradeira, foi vista “ficando” com dois acampados num mesmo dia. Afinal, como já dizia a outra Emma, a lituana que se apresentava como defensora de todas as liberdades: “Se eu não posso dançar, essa revolução não me interessa”.

 

A ação dos mascarados, de Berlim ao Rio

Os black blocs surgiram na Alemanha e, nos últimos 26 anos, espalharam seus violentos protestos sem alvo definido

No início do grupo, em visita de Ronald Reagan a Berlim, na Alemanha, na Guerra Fria, em 1987

No início do grupo, em visita de Ronald Reagan a Berlim, na Alemanha, na Guerra Fria, em 1987

12/jun/1987 – Visita de Ronald Reagan, Berlim (Alemanha)

Nos anos 80, o movimento antinuclear na Alemanha juntou comunistas, anarquistas e punks em protestos de rua. Como tática para enfrentar a ação da polícia, esses grupos adotaram o uso de máscara, roupas pretas e passaram a marchar em bloco, sempre na dianteira dos confrontos. Surgiam assim os black blocs.

Eles compareceram em massa quando o presidente americano Ronald Reagan, em visita ao lado ocidental de Berlim, discursou em frente ao Portão de Brandenburgo. Nos arredores, 50.000 pessoas protestavam contra a Guerra Fria

 

17/out/1988 – Pentágono, Washington (Estados Unidos)

Os black blocs apareceram pela primeira vez nos Estados Unidos quando cerca de 1.000 pessoas foram à sede do Pentágono para protestar contra o apoio daquele país a paramilitares de El Salvador.

Ao longo dos anos 90, demonstrações parecidas – pequenas e pouco violentas – aconteceram em várias cidades americanas

 

30/nov/1999 – Conferência da OMC, Seattle (Estados Unidos)

No primeiro grande black bloc feito por americanos, 157 pessoas foram presas. Esse também foi o primeiro dos grandes protestos antiglobalização que ocorreriam nos anos seguintes.

Nele, black blocs destruíram a vitrine de uma loja da Starbucks. Desde então, a rede de cafeterias americana virou, junto com agências bancárias de qualquer nacionalidade, um dos alvos preferenciais desses manifestantes

Em protestos durante a conferência da OMC nos Estados Unidos, em 1999, 157 pessoas foram presas

Em protestos durante a conferência da OMC nos Estados Unidos, em 1999, 157 pessoas foram presas

20/abr/2001 – Encontro da Cúpula das Américas, Quebec (Canadá)

Carregando uma faixa em que se lia que “o capitalismo não pode ser reformado”, uma centena de black blocs chegou a derrubar a cerca de arame que separava os manifestantes dos participantes do encontro

 

20/jul/2001 –  Encontro do G8, Gênova (Itália)

Anarquistas vindos de diversas partes da Europa encontraram-se em Gênova, onde acontecia a reunião do G8, para protestar contra a globalização. Houve confronto com a polícia, e o anarquista italiano Carlo Giuliani, integrante dos black blocs, foi morto a tiros por um policial

 

6/jun/2007 – Protesto contra o G8, Hamburgo (Alemanha)

Milhares de pessoas, a maioria participante do black bloc, protestaram contra a reunião do G8 em um balneário na região norte do país. Os manifestantes bloquearam várias rodovias alemãs para dificultar o acesso aos chefes de estado

 

26/jun/2010 – Encontro do G20, Toronto (Canadá)

Os black blocs destruíram lojas de roupas, como a American Apparel e a Adidas, e cafeterias Starbucks. Além disso, atearam fogo em quatro carros de polícia – mais de 150 pessoas foram detidas

 

25/jan/2013 – Ato contra a Irmandade Muçulmana, Cairo (Egito)

Ao lado de milhares de pessoas que tomaram a Praça Tahir em protesto contra o primeiro governo eleito do Egito, os black blocs atuaram pela primeira vez em um país árabe. O governo os acusou de promover o terrorismo e mandou vários manifestantes para a prisão

 

11/jul/2013 – Rio de Janeiro (Brasil)

Na esteira dos protestos que dominaram o país em junho, cerca de 300 mascarados tomaram o centro da cidade, misturados a outros manifestantes, e promoveram um quebra-quebra sem alvo aparente. Pela primeira vez, chegaram às manchetes dos jornais. A partir daí, eventos parecidos ocorreram em São Paulo, Fortaleza, Distrito Federal e Porto Alegre

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62 Comentários

  1. Ramon

    -

    24/02/2014 às 18:52

    “Mídia manipuladora”? Suma daqui, vá para os blogues sujos. Não preciso de leitores como você.

  2. Vanessa Cardoso

    -

    17/02/2014 às 2:19

    Não publico incentivos à violência como “solução” para nada. Os black blocs são baderneiros e vândalos que precisam ser reprimidos com energia.

  3. Ricardo José

    -

    26/10/2013 às 9:15

    O movimento Black Block chega ao Brasil como um desafio impar para nossas autoridades. Como lidar com grupos “sociais” violentos que se escondem em máscaras? Creio que a nossa polícia e principalmente nossas autoridades tem poucos recursos disponíveis para realmente punir as pessoas que promovem quebra-quebra e confrontos, haja vista nosso sistema de leis encontrar-se defasado ou arquitetado de forma a proteger aqueles que também deveriam estar atrás das grades. É o Estado provando de seu próprio veneno. Antes utilizados para propiciar que poderosos fossem para a cadeia, o nosso emaranhado de leis agora é utilizado para proteger estes meninos mascarados.

    O grande equívoco deste grupo está em combater e destruir os símbolos do capitalismo, seguindo uma cartilha de marxismo e, digamos, sob os ideais genuínos de comunismo. Pois bem, o sistema comunista já provou ser uma das maiores enganações políticas de nossa história. Pregamos aos quatro ventos a condenação ao nazismo mas deixamos de lado outro lado obscuro da história, o comunismo genuíno. Aquele gerado atrás da cortina de ferro soviética, o qual foi responsável pela morte de mais de 15 milhões de pessoas. Muitas das quais ainda estão perdidas em valas esquecidas em algum lugar do mundo.

    Nos países em que ainda vive o comunismo, o mesmo ideal que estas crianças pregam e digamos, até mesmo professores universitários com mentalidade jurássica, não há movimentos Black Block. A história nos prova isto, como por exemplo, a Praça da Paz Celestial, na China. Um fato que ocorreu mesmo antes de muitos destes meninos terem nascido. Ou ainda, experimentem realizar uma ação semelhante na Coreia do Norte. Com certeza poucos restarão para contar esta história.

    Que o Brasil precisa de uma chacoalhada social isto é fato. Mas esta convulsão social através da violência apenas levará a mais extremismo e pode até mesmo colocar em risco os ideais de democracia. A única forma de combatermos estes grupos extremistas está na não aceitação de seus atos, pois no final quem paga o prejuízo é o próprio trabalhador, o cidadão comum. Precisamos deixar de sermos meras testemunhas da história para tornarmos protagonistas desta história. Mudanças sim. Violência não.

  4. THE OLD MAN

    -

    16/10/2013 às 12:43

    Sou professor, jornalista e tenho mais de 60 anos!… Quando fomos às ruas pelas Diretas Já, conseguimos algo importantíssimo para o país, sem quebra-quebras, vandalismo e roubos! Éramos trabalhadores e estudantes!… O que se vê hoje aí são bandos organizados, que não trabalham nem estudam para viver às próprias custas, dorme o dia todo e se infiltram em movimentos pacíficos, descaracterizando-osd!… Realmente não são pais de de família, trabalhadores e pessoas responsáveis, que não têm tempo para depredações!

  5. THE OLD MAN

    -

    15/10/2013 às 23:04

    Como venho lembrando incansavelmente aos amigos do blog, as regras para publicação de comentários, em nome da boa legibilidade e da atenção para com os demais leitores, vedam a publicação de textos escritos somente em maiúsculas.
    Consulte as regras, se quiser, no link http://goo.gl/u3JHm
    Conto com sua cooperação da próxima vez.
    Obrigado desde já

  6. Iara de Oliveira

    -

    15/10/2013 às 15:18

    Críticas à revista devem ser dirigidas a seu diretor de Redação, Eurípedes Alcântara. O email é veja@abril.com.br
    Só sou responsável por este modesto blog.

  7. Luiz C. Cardoso

    -

    08/10/2013 às 11:28

    Acho que toda a classe trabalhadora que reivindica melhorias salariais repudia o “apoio” desses bandidos/vândalos que se intitulam Black bloc; em primeiro lugar por serem covardes e não mostrarem a cara, em segundo lugar porque o povo não aprova a destruição de patrimônios públicos. Acho que as autoridades e a polícia devem adotar, com urgência, TOLERÂNCIA ZERO e agir rigorosamente contra esse marginais. Em outras palavras, baixar o pau neles.

  8. marciel

    -

    02/10/2013 às 18:57

    Ainda acho os banqueiros, os grandes grupos financeiros, a direita politica e a mídia a eles atrelados mais indecente e violentos que este grupo.

  9. Veja desinfetante

    -

    28/09/2013 às 17:43

    A minha opinião sobre Veja: Um ótimo desinfetante.

  10. AMARILDO

    -

    17/09/2013 às 21:55

    Estou apenas solicitando informação, pois a imprensa em geral ficou completamente calada.

  11. AMARILDO

    -

    17/09/2013 às 21:51

    O interessante que isto foi retirado rapidinho das informações da imprensa. (abaixo)
    Porque?
    Onde encontrava-se a VEJA, para passar melhor estas informações aos brasileiros?

    23/07/2013 23h18 – Atualizado em 24/07/2013 02h33
    PM é acusada de infiltrar policial sem farda em protesto no Rio
    Relações públicas da polícia se diz ‘enojado’ com a acusação.
    Manifestação foi perto da sede do governo na segunda à noite.
    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/07/pm-e-acusada-de-infiltrar-policial-sem-farda-em-protesto-no-rio.html

  12. Tangran

    -

    02/09/2013 às 2:59

    Uma sugestão à Secretaria de Segurança do Rio: coloquem agentes identificados acampados JUNTO ao ‘ocupa Cabral’ no Leblon, filmando tudo 24 horas. Quando os ‘BB’ forem a uma manifestação , os agentes acompanham de perto, inibindo ações destrutivas. Em poucos dias o movimento se dissipa.

  13. guto

    -

    01/09/2013 às 2:05

    Eles podem até tirar as mascaras, porém os políticos ladrões deste país tem que tirar a deles antes.

  14. Marcelo Fidelis

    -

    30/08/2013 às 9:18

    Que seja Havaianas e camisa de time, mas que seja de coração e por uma boa causa!

  15. William

    -

    30/08/2013 às 6:21

    Revista VEJA,vocês já viram este video? http://youtu.be/jsg_VkE9Zmo

    Até quando vocês vão manipular essas outras pessoas que comentaram aqui e a maioria dos seus leitores…?

    Comentário difícil de ser aprovado, né?

  16. Dayane

    -

    28/08/2013 às 18:50

    A violência que este grupo comete não tem valor moral pois está associado a algo que todos são obrigado a ser,capitalistas, o mundo está monopolizado e não tem como lutar contra um sistema se você usa desse tal sistema.
    Esse grupo tem um idéal utópico. A única coisa que realmente querem fazer é baderna e vandalismo,querem exigir seus direitos sem ter um pingo de moral e ética.

  17. Leandro

    -

    28/08/2013 às 11:34

    Gostei muito do parágrafo que começa com “O anarquismo, do qual derivam os black blocs…”. O anarquismo é uma filosofia que prega a liberdade e a solidariedade, tem uma longa história de lutas legítimas e, para mim, sua expressão deve ser pacífica, através do diálogo de ideias. Peço que não confundam anarquismo com baderna ou violência.

  18. joao ribeiro

    -

    28/08/2013 às 0:50

    ou eles querem só badernar ou eles estão completamente equivocados.quebrando patrimônios privados, eles ñ estão prejudicando os grandes empresários pois existem seguros e o prejuízo é micharia p/ eles,quem sai prejudicado são os funcionários ,povo assalariado q perde o seu emprego porque ele simplesmente deixa de existir.
    eles defendem o socialismo como liberdade . será q eles já ouviram falar do muro de berlim ou da praça celestial? e até quando eles acham que a polícia vai tolerar essas manifestações sem reagir . eles jogam paus e pedras e depois reclamam da resposta?
    os manifestantes justos deveriam isolar estes grupos q só querem saber de baderna e deixar a polícia agir . afinal de contas será q vc conhece o mascarado q está ao seu lado ? pode ser qualquer um

  19. Jamile Tavares

    -

    27/08/2013 às 20:43

    Fantástico esse texto.
    Reconheço os black bloc como eles mesmos se denominam, anarquistas. Esse espirito “livre” não traz mudanças à sociedade porque é desprovida de pensamento e de discussão -coisa que nunca se mostram dispostos- sociológica e filosófica,necessários a luta social, seja do capitalismo ou de qualquer causa.

  20. Daniel

    -

    27/08/2013 às 3:34

    “Para eles e seus admiradores confessos – entre os quais professores universitários pagos com dinheiro público”… Qual a diferença entre um particular e um funcionário público simpatizar com o grupo?

  21. Corinthians

    -

    26/08/2013 às 22:04

    Setti,
    Para vagabundo, só tem um jeito. Borracha e polícia.
    Infelizmente esse país é uma piada e não temos ninguém preso.
    Bando de irresponsáveis e ignorantes que só conseguem se fazer valer através de manipulação e de atos terroristas – por que promover o quebra quebra nada mais é que querer obrigar os outros a aceitarem suas propostas na base do medo – comprovando que no fim são só pessoas mimadas, atrás de um novo líder para receber afagos.
    Polícia neles.

  22. Guilherme

    -

    26/08/2013 às 17:58

    Até parece que esse black block está lutando por algo justo. São apenas playboyzinhos que não tem nada e quebram o que é dos outros por inveja. O capitalismo nos deu a tecnologia que temos hoje, e que é responsável por diminuir muito a pobreza de hoje em dia. O socialismo faliu Cuba, destruiu a União Soviética, e ainda tem idiotas pra ficarem colocando a foto do Che Guevara no perfil do face, só pra dar uma de rebelde. Uma mensagem pra esse pessoal do black bloc: Saiu com máscara pra manifestação, tem que e vai levar tiro de borracha na cara, porque é isso que vagabundo merece #prontofalei

  23. johnny o BRAVO

    -

    26/08/2013 às 11:43

    saiu mascarado na rua; prisão!!!
    se omite a face , ta na cara que quer fazer cagada!!!

  24. Elias C

    -

    26/08/2013 às 11:24

    Olha só o’que o “black block” já publicou como resposta a um comentário no Facebook:

    “Somos uma organização de
    jovens que luta pelo fim do
    sistema capitalista, sistema
    baseado na propriedade privada
    dos grandes meios de produção
    e na exploração e opressão dos
    trabalhadores. O capitalismo traz
    a miséria, o sofrimento, a guerra
    e só pode levar a humanidade à
    sua destruição, por isso lutamos
    por uma sociedade socialista.”

    Ricardo Setti, essa é a ideologia dessa massa revolucionaria, o Marxismo.
    Fico entristecido com os comentários de apoio a esse “grupo-anarquista” que visa destruir um dos pilares mais importantes de uma democracia. Se apropiaram de um prostesto digno no começo, colocando agora suas ideologias socialistas e de esquerda em voga, conseguindo assim um maior numero de apoiadores.

    Não sei como podem chamar seu texto de mentiroso e manipulador, ele só retratou a verdade dos fatos e nada mais.

    Ricardo Setti, muito obrigado por esse texto, seu trabalho é digno de muitos elogios.

    Obrigado, caro Elias. Mas, como está claríssimo no post, o texto não é meu. Eu apenas publiquei a reportagem de capa de VEJA da semana.

  25. Junin

    -

    26/08/2013 às 10:43

    BlackBloc RJ
    - 24/08/2013 às 8:27

    VCs nao sabem de nada, como pode alguem que nao conhece dos ideais sair falando mMAL desse jeito, vcs perderam muito com isso, lutamos por um pais melhor e nao para o mal dos outros mas SEMPRE a MÍDIA tem que se intrometer e manipular as informações para os outros pensarem quesomos os bandidos, mas no final os bandidões sao a MÍDIA!!!

    Pelo menos a MÍDIA não sai quebrando e saqueando lojas e bancos. Esse tipo de comportamento já está ultrapassado já faz muito tempo. Não é com viol~encia que seremos ouvidos. Pense melhor e VOTE melhor.

  26. Marilene L'Abbate - São Paulo

    -

    25/08/2013 às 19:24

    Bando-de-Caras-Camufladas = Covardia = PURA-INVEJA! Estragam o patrimônio particular e público, porque nada possuem. A minoria-bem-de-vida age para demonstrar poder. E assim caminha a Humanidade, CONSTRUINDO a Verdadeira-Democracia. Os governantes devem proibir manifestações desse tipo, pois as pessoas precisam identificar-se para que a luta materialize-se, totalmente, no Universo.

  27. Paulo

    -

    25/08/2013 às 11:51

    É simples, cortem a mesada da galerinha. Estão chateados, vão até um orfanato e ajudem a quem precisa. O resto, cadeia. As polícias do Rio e de São Paulo estão sendo indeficientes.

  28. Jorge Medeiros

    -

    25/08/2013 às 7:55

    Teve um comentário aqui que diz muito: péssimos governos, corruptos ineficientes, que não sabem, nem conseguem resolver os problemas do país, acabam dando origem à manifestações como essa, que podem descambar para a violência.
    Mas, esses mesmo governantes alcançam altos índices de aprovação popular e vão se reelegendo, se espalhando e infiltrando no tecido publico.
    Os grupos que teriam as ideias que poderiam trazer soluções, são rejeitados e rotulados de besteiras tipo “neoliberal”, etc.
    Não enxergo qualquer solução para o Brasil.
    Temos a doença latino americana do esquerdismo infantil, do populismo e da irresponsabilidade política.
    Tudo aliado à burrices crônicas e ums moral e ética canalhas.
    Esses vândalos são uma cambada de irresponsáveis, que tudo criticam e nenhuma solução oferecem, pois nem a enxergam. Serão eternos desajustados.
    Exemplos de nações bem melhor resolvidas não os impressiona.
    Frequentemente se miram nas mais mal sucedidas, as que rejeitaram o eficiente capitalismo privado para ter o monopólio do ineficiente capitalismo de estado.
    Há até aquela que soube transformar médicos num produto altamente rentável, com a edulcorado rótulo de “solidariedade”.

  29. natalia

    -

    25/08/2013 às 5:39

    Natalia, você não sabe nada de minha vida profissional para fazer as previsões que faz. Estou no momento fora do Brasil. Se, daqui a algumas semanas, quiser conhecer a redação do site de VEJA, está convidada. Você vai ver como as pessoas são decentes e bem intencionadas.
    Não julgue sem se informar.

  30. gilberto anaya

    -

    24/08/2013 às 22:49

    A gente somos inútil. São contra a mídia tradicional, mas adoram dar entrevistas onde repetem muitas vezes “a gente somos” em videos espalhados pela rede. Me parecem a versão tupiniquim dos homens-bomba muçulmanos, ou seja, quebram tudo, correndo o risco de serem presos, enquanto seus professores, no sentido literal e pagos com dinheiro público, assistem a tudo – com distancia, claro.

  31. Paula

    -

    24/08/2013 às 22:43

    Setii, vejo com grande preocupação o rumo que as coisas estão tomando no nosso país.Essa falta de leis que coloquem esses arruaceiros na cadeia tem seduzido cada vez mais jovens para esse grupo. A impunidade faz com que mais e mais jovens achem normal quebrar, depredar… E quando eles acharem que isso não está mais chamando atenção o que virá? Poderemos num futuro não tão distantes estarmos vendo cenas que antes nos horrorizava em outros lugares acontecendo aqui no nosso quintal. Ou o país acorda ou viveremos um pesadelo.

  32. Dacem

    -

    24/08/2013 às 21:20

    BlackBloc RJ – É muito louvável lutarmos por nossos ideais e se estivermos errados pagarmos por nosso erros (sem direito a indenização governamental, até porque esse dinheiro é do povo e, ainda, lembre-se que o Executivo Federal não produz dinheiro). Mas falando em ideais sugiro ao Black Block que vá a Cuba tentar propagandear suas teorias e tão logo convençam Castro e Raul do acerto delas, voltem para o Brasil que os estaremos esperando com as covas prontas para recebe-los.

  33. Dacem

    -

    24/08/2013 às 20:55

    Sou totalmente contra a violência. Para o caso dos arruaceiros bandidos black blocks sugiro que eles procurem saber o que aconteceu em Gênova, na Escola Diaz, se não me engano. Foi um massacre hediondo contra aquela juventude. Agora, diante da atitude desses bandidos o que a polícia brasileira deveria fazer ? Na minha opinião a violência policial contra eles deveria ser, no mínimo, igual em força ou, melhor, duas vezes mais forte que a deles. Passar a mão na cabeça de bandido é o mesmo que lhe dar passe livre (êpa !!??).

  34. natalia

    -

    24/08/2013 às 20:05

    O moderador deste blog sou eu mesmo, Ricardo Setti, o titular e responsável. Não há um “moderador da revista VEJA”. Deixe a revista fora disso. Se fizer crítica em termos razoáveis e educados, eu publico, sim.
    Caso contrário, esqueça.

  35. Rodrigo

    -

    24/08/2013 às 18:28

    Comentários calhordas, mentirosos, ofensivos e grosseiríssimos só revelam uma coisa: o caráter de quem os escreve.

  36. Marilene L'Abbate - São Paulo

    -

    24/08/2013 às 16:51

    Os “vândalos-paulistanos” escolheram visitar a Cobertura-de-Lulão, em apoio à implantação do mofado-comunismo, na América Latina. Com certeza acamparão na Prestes Maia, em São Bernardo do Campo, EXIGINDO que o político-profissional faça um discurso por dia… Pergunta: Suportará o “senhor-vermelhinho” fama tão intensa? Garanto que distribuirá água mineral e uísque importados! Rabada com polenta e agrião enriquecerá as ceias.

  37. natalia

    -

    24/08/2013 às 16:50

    Sinto informa-la de que você vai morrer de velha antes de ver atendido esse seu desejo, cara Natália.

  38. bereta

    -

    24/08/2013 às 12:16

    Caro Setti….. seria coincidência o surgimento de vários comerciais e até propaganda de partidos políticos, a apresentação de pessoas vestidas de negro? O pano de fundo também é negro.

    Não sei responder, caro Bereta. Tendo a achar que é coincidência, mas não tenho certeza.
    Abração

  39. Reidson

    -

    24/08/2013 às 12:14

    Não publicarei sua ofensa, esqueça.

  40. Márcia Maria

    -

    24/08/2013 às 11:49

    Por curiosidade li a resposta da moça no Anonymus, coisinhas somente pontuais, nada q fere em absoluto o teor da reportagem. Mas agora, os traficantes ideológicos das Universidades Federais com entitulações de Doutorado e Mestrados. A nova moda, é o software livre, eles querem dar garantias para hacker e pirataria em geral, com a Copyleft, mais isso agora virou uma febre por aqui. Em q o Hacker é bom, e q Cracks é o novo intitulamento para roubadores de senha. Já estão ensinando até programas para isso. Como tb rádios Piratas, Web mídias e etc… Esse atual Estado realmente é uma mãe brasileira… Q falta q faz mães de verdade na criação de filhos.

  41. israel gazzola

    -

    24/08/2013 às 11:41

    Suas bobagens sem sentido não serão publicadas.

  42. Márcia Maria

    -

    24/08/2013 às 11:17

    Pois é, Seu Setti, quando o Estado tem q assumir a responsabilidade de ser pai dessa gurizada, termina nisso, em rebeldia e desecato. Para mim não tem maior destruidor de família q essa atual política pública do PT de Rock , sexo, drogas e LGS. Fora o plano Educaciuonal Federal socialista ilusório. Tudo isso é consequência da política Universitária petista revolucionária incitada pelos Doutores e Mestres Marxistas dessas Universidades, Que em suas teses científicas mentirosas ensinam a provocar, afrontar e desrespeitar a propriedade privada. Para resolver isso, só fechando essas Universidades Federais.
    Abs.

  43. Fábio Almeida

    -

    24/08/2013 às 9:44

    Caro Setti, Belíssima postagem!! Além de esclarecedora, é um alento num período de “coletividades tortas” uma matéria onde o fenômeno em questão é tratada de forma clara e objetiva. Sou totalmente a favor do estado do estado democrático de direito, do direito de ir e vir, e, acho, embora não acredite no funcionamento digno das nossas instituições que toda mudança de poder deve ocorrer por meio do voto e, não por meio de palavras de ordem, arruaças desrespeito ao outro, a propriedade pública e privada. Geralmente, quem utiliza da violência ou de meios de cooptação nada republicanos (Vide governo do PT)não tem apreço pela democracia e as liberdades individuais. Parabéns Setti pela postagem. Ainda há jornalistas no Brasil!!!

  44. BlackBloc RJ

    -

    24/08/2013 às 8:27

    VCs nao sabem de nada, como pode alguem que nao conhece dos ideais sair falando mMAL desse jeito, vcs perderam muito com isso, lutamos por um pais melhor e nao para o mal dos outros mas SEMPRE a MÍDIA tem que se intrometer e manipular as informações para os outros pensarem quesomos os bandidos, mas no final os bandidões sao a MÍDIA!!!

  45. '.' Betão

    -

    24/08/2013 às 1:41

    A Emma namoradeira?! humm…tipo assim, coletivismo?

  46. Paula

    -

    24/08/2013 às 0:31

    Tem que proibir o uso de mascaras nessas manifestações, se estão convictos do que estão fazendo, se acham que estão certos, assumam seus atos e mostrem suas caras. Enquanto a citada na reportagem usa tênis de R$ 250,00 para ir quebrar tudo, chefes de família estão ficando desempregados devido aos prejuízos causados no comercio por gente como eles que criticam o capitalismo e não vive sem. Podemos ver nessas manifestações desfiles de roupas de grifes, tênis caros e equipamentos modernos. Enquanto isso o trabalhador brasileiro que precisa trabalhar para viver fica preso em engarrafamentos causado por eles.

  47. Rennan

    -

    24/08/2013 às 0:16

    Você pode me explicar a conta de como a destruição de 200 agências bancárias custou 100 milhões de reais ? Média de 500 mil para cada uma. Explique essa conta por favor, nobre jornalista.

  48. Rogério Moraes

    -

    23/08/2013 às 23:48

    A resposta da Emma para a Veja

    Não vou publicar o link, não. Num país sério ela já estaria sendo processada criminalmente.

  49. Rogerio Moraes

    -

    23/08/2013 às 23:45

    O curioso é que podemos achar que a mídia grande manipular o povo mas se falamos o mesmo da Mídia Ninja do PT somos taxados de ingênuos, mal informados, paga mico ou alienados. Eu sou da opinião que cada pessoa tem que analisar tudo ao seu redor e nunca seguir as massas porque nem sempre a verdade esta tão obvia assim até conhecermos os fatos por trás daquela história.

  50. luiz

    -

    23/08/2013 às 23:17

    Não publico em hipótese alguma elogio a ditaduras.

  51. seu nome

    -

    23/08/2013 às 19:20

    Eles fazem violência para serem ouvidos. Não sou muito de acordo com esse tipo de “protesto” mas como fazer o ESTADO ouvir sem destruir um patrimônio (publico ou privado)? Todos já estão cansados de saber que só com cartazes e gritos ninguém da moral… ou atenção. Eles querem ação do Estado.

    É incrível alguém acreditar que a baderna e a violência são a única forma de se fazer ouvir dentro de um país que, bem ou mal, é regido por uma democracia.
    Não vou nem argumentar diante do que você escreveu.

  52. -

    23/08/2013 às 18:23

    Cambada de vagabundos isso sim!
    Vão trabalhar, produzir…
    Defendem os pobres e a injustiça social?
    Que vendam seus carrinhos zero, seus ipods, ipads, ifhones, que deixem de comprar seus tênis nike, blusões da Gap , façam uma vaquinha e ajudem instituições de caridade ué!
    São contra o capitalismo?
    Que vão morar no meio do mato e plantar o que comer, fazer suas próprias roupas
    HIPÓCRITAS

  53. Alem

    -

    23/08/2013 às 18:20

    Vandalismo é o Estado e o Capital. VIVA O CLACK BLOCK.

  54. selminha

    -

    23/08/2013 às 17:21

    Setti,
    Está ocorrendo aqui no bairro do Leblon, no Rio, um dos maiores absurdos que eu já vi: é um grupelho de “black blocs”, acampado há pelo menos dois meses no canteiro central da Av. Delfim Moreira (rua da praia). A pretexto de reclamar contra o governador Sergio Cabral, os manifestantes transformaram o local em um verdadeiro ‘favelão”, com roupas penduradas nos cordões das faixas de protesto, lixo e caixotes espalhados por todo o “acampamento”, e agora, para completar o “belo” quadro, arranjaram um sofá, colocado estrategicamente junto ´`a passagem de pedestres. Mais um pouco, veremos por lá um fogão de botijão, uma geladeirinha e pronto, estarão instalados (como nos morros), e ninguém conseguirá tirá-los mais de lá. Minha questão é simples: e pode? E pode também ocupar com cones uma pista de cada lado da Delfim Moreira, entre as ruas Aristides Espínola (onde mora Cabral) e Rita Ludolf, (uma quadra) atrapalhando o trânsito naquela importante via de passagem, e causando enormes engarrafamentos na hora do rush?
    Considero isto uma transgressão da ordem pública, e espero ansiosamente que as autoridades, até agora leniente, dêem a devida solução. Morar no Rio não está sendo nada fácil ultimamente.

  55. Marco

    -

    23/08/2013 às 17:18

    Don Setti,voltei a estudar em instituto público e estou convivendo com alguns colegas e professores socialistas, e estou indo bem nos debates q pensei serem impossíveis. Defendo sempre a tese social livre,q o individuo seja livre para se associar a qq movimento q bem entender, mesmo q possa acarretar em perdas pessoais. Ou mesmo em algumas situações onde ocorre de ser difícil o abandono. Isso serve até tb para família. O problema é quando isso vira ganhar a vida como compulsão e prática social. Acho q é papel do Estado, sim isentar qq coerção ou descontrole impulsivos. E a História da Riqueza do Homem não é um livro marxista. Putz, estudei isso em 1984. E, é um bom livro de Economia.
    Abs.

  56. Oscar

    -

    23/08/2013 às 15:56

    Ela pode até não ser mais “burguesinha”, mas continua uma “otária”

  57. Bruno Sampaio

    -

    23/08/2013 às 15:10

    Para lidar com os black blocs é muito simples: Tá encapuzado, aos costumes, antes que atire a primeira pedra ou coquetel molotov. E nada de advogado na porta da cadeia para liberar em 15 minutos. Pelo menos o pernoite para averiguação e, se for o caso liberação com fiança de BOM valor.
    E se for pego quebrando o patrimônio público ou privado, aí é cadeia mesmo, e aguardando o processo EM CANA!
    mas qual vai ser o governante com cojones para tomar as medidas certas, morrendo de medo da patrulha petralha?

  58. Danilo Campos

    -

    23/08/2013 às 15:03

    Não tem o que investigar. O país precisa de uma lei antiterrorismo que enquadre esses baderneiros, arruaceiros, vândalos e criminosos.
    Lembrando que o simples fato de estarem escondendo o rosto já é motivo para serem combatidos.
    A CF é clara ao dizer que é livre a expressão e manifestção, sendo VEDADO o anonimato.

  59. FALTA GOVERNANTE MACHO: Lacerda, Adhemar, Magalh~es Pinto... hoje, todos são bananas podres, bundas mole

    -

    23/08/2013 às 13:26

    Como venho lembrando incansavelmente para os amigos do blog, as regras para publicação de comentários — que têm chamada permanente na home page para que possam ser consultadas — vedam a publicação de textos escritos somente em maiúsculas.
    Consulte as regras, se quiser, no link http://goo.gl/u3JHm
    Conto com sua cooperação da próxima vez.
    Obrigado desde já

  60. Cidadã Consciente

    -

    23/08/2013 às 13:18

    Caro Setti, o que me causa espanto e a leniencia, a quase complacência, dos Poderes Publicos, contra essa baderna generalizada!
    O que falta pra enquadrar esses vândalos nos crimes correspondentes que praticam?
    Isso nao pode ser chamado de liberdade de expressão e manifestacao! E puro e simples, atentado a ordem publica!

    Pois é… O que ocorre, a meu ver, é que os governadores temem a patrulha dos que acusam-nos de “repressores” quando colocam a Polícia Militar na rua para cumprir com seu dever.

  61. Carlos

    -

    23/08/2013 às 12:44

    Tem que prender todo mundo e expropriar seus bens apr pagar pelos prejuízos.

  62. sandoval sader

    -

    23/08/2013 às 12:04

    Bandidos. Simplesmente. Porque as Polícias não investigam seriamente e prendem estes bandidos?

 

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