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Após comprar WhatsApp, Facebook tem novo alvo: drones

Rede estuda aquisição da Titan Aerospace, companhia de aeronaves não tripuladas, por 40 milhões de dólares. O objetivo: levar internet aos países sem conexão

Por Da Redação
4 mar 2014, 15h21

Depois de adquirir o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp por 19 bilhões de dólares, o Facebook negocia a compra da empresa americana especializada em drones Titan Aerospace por 40 milhões de dólares, informou nesta terça-feira o site especializado em tecnologia TechCrunch. A iniciativa tem um objetivo: usar as pequenas aeronaves não tripuladas para levar internet a países sem conexão com a rede.

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De acordo com a publicação, os primeiros modelos de drones da companhia, o Solara 50, são movidos a energia solar e permanecem em operação por até cinco anos. Eles conseguem trabalhar mesmo sob condições meteorológicas adversas, como fortes chuvas. O Facebook, no entanto, estaria de olho na versão Solara 60, que deve ser anunciada nos próximos meses.

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Os drones serviriam como uma espécie de satélite, retransmitindo os sinais da rede. “Já temos aeronaves que, ao receber equipamentos especiais, oferecem acesso à internet”, afirma a Titan Aerospace em seu site oficial.

Caso a negociação se concretize, Mark Zuckerberg dá novo impulso ao ambicioso projeto Internet.org, iniciativa lançada em agosto que pretende ampliar o acesso tornar à internet. Em agosto de 2013, a rede social se uniu a outras grandes companhias, como Ericsson, Nokia, Samsung e Qualcomm, Opera e Media Tek com o objetivo de baratear a conexão e os dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Com o projeto, Zuckerberg quer levar a internet a países carentes de infraestrutura, caso de nações na África e Ásia. Estima-se que o cofundador do Facebook pretenda usar até 11.000 drones sobrevoando essas áreas para fornecer internet a esses dois continentes.

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