Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Novo guia de nutrição americano deve liberar o ovo e limitar o açúcar

Documento elaborado por especialistas, que serve de base para o guia nutricional do governo, retirou a recomendação de evitar alimentos ricos em colesterol

Por Da Redação
22 fev 2015, 17h59

Um documento escrito por mais de 100 especialistas em saúde e nutrição para o governo americano liberou o consumo de alimentos ricos em colesterol, como o ovo, e, pela primeira vez, limitou a ingestão de açúcar. O texto serve como base científica para o guia nutricional do país, que será divulgado neste ano, ainda sem data definida.

Publicado na quinta-feira, o Dietary Guidelines Advisory Committee afirma que os americanos estão comendo muito sal, açúcar e gordura saturada, e quantidades insuficientes de alimentos saudáveis como frutas, vegetais, grãos integrais, nozes e peixe.

Para prevenir obesidade e doenças crônicas, o levantamento estabeleceu um teto para o consumo diário de açúcar: no máximo, 10% do total de calorias ingeridas, ou cerca de 12 colheres de chá. Atualmente, os americanos consomem de 22 a 30 colheres de chá de açúcar por dia, oriundas principalmente de sucos industrializados e refrigerantes. Por esse motivo, o documento recomenda que essas bebidas sejam banidas nas escolas do país.

Leia também:

Comer abacate todo dia diminui colesterol ruim

Alerta sobre consumo de gordura não tem base científica, diz estudo

A publicação voltou atrás no que diz respeito ao consumo de alimentos ricos em colesterol, como ovos e camarão. A mudança veio depois de pesquisas mostrarem que essa gordura proveniente da alimentação tem efeito quase nulo sobre os níveis de colesterol para a maioria da população. A gordura, diz o levantamento, deve representar no máximo 35% das calorias diárias, de preferência de fontes como azeite, frutas oleaginosas e peixes, como preconiza a dieta do mediterrâneo.

Continua após a publicidade

Mudanças – As novas diretrizes podem afetar milhões de americanos, principalmente crianças. As escolas americanas utilizam a publicação para elaborar o cardápio das refeições diárias de quase 30 milhões de alunos no país.

(Da redação de VEJA.com)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.