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Covid-19: abertura de bares e restaurantes não reduziu o isolamento em SP

Média de pessoas que ficaram em casa na segunda-feira, 6, manteve-se próxima aos patamares já vistos em junho

Por Da Redação Atualizado em 7 jul 2020, 14h10 - Publicado em 7 jul 2020, 14h06

O governo do estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira, 7, que a liberação para a reabertura de bares e restaurantes a partir da segunda-feira, 6, não alterou o isolamento social na capital paulista.

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Mesmo com a liberação — que prevê uso de até 40% da capacidade de ocupação desses estabelecimentos e funcionamento até as 17h — o índice de isolamento na capital manteve-se em 46% na segunda, média atingida diversas vezes em junho. Em comparação, antes de Doria anunciar quarentena em todo o estado, em 24 de março, o índice da população que ficava em suas residências diariamente era de aproximadamente 25%.

Os maiores patamares de isolamento foram atingidos entre o fim de março e o início de abril, quando as médias chegavam a 59%. Desde o início do plano de reabertura de serviços econômicos, as taxas de isolamento mantém-se entre 45% e 50%, com maiores valores aos finais de semana.

  • Avanço da doença

    Nesta terça-feira, 7, o estado totalizou 332.708 diagnósticos positivos da doença e 16.475 mortes. Os novos registros das últimas 24 horas apontam para 9.638 novos casos e mais 341 óbitos em decorrência da doença. Em comparação ao avanço diário registrado na última terça-feira, 30, houve um acréscimo de 35,3% no número de casos e redução de 6,6% número de mortes. Na data, esses indicadores totais eram de 6.235 casos e 365 mortes.

    Abertura dos parques

    O estado deve, assim como a prefeitura, anunciar o protocolo de reabertura dos parques na próxima sexta-feira, 10. Ontem, o prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, antecipou que essas áreas verdes devem ficar abertas apenas durante dias úteis. No estado, as medidas serão tomadas de acordo com a característica principal dessas áreas verdes. As categorias são inicialmente três: parques urbanos, temáticos (como zoológicos) e de conservação.

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