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Obama: ‘Não somos inimigos do Islã’

Por Da Redação
27 jan 2009, 08h37

(Com agência France-Presse)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concedeu na noite desta segunda-feira sua primeira entrevista à TV Al-Arabiya e declarou que os americanos não são inimigos do mundo muçulmano. Durante a entrevista, o democrata destacou que viveu vários anos na Indonésia quando era criança e garantiu que suas viagens a países muçulmanos o convenceram de que, independente da fé, as pessoas têm sonhos e esperanças similares.

“Meu trabalho em relação ao mundo muçulmano é comunicar que os americanos não são seus inimigos; às vezes cometemos erros, não temos sido perfeitos”, admitiu Obama. “Mas se olharmos para o passado… Os Estados Unidos não nasceram como uma potência colonial e não há razão alguma para que não possamos renovar o mesmo respeito e vínculo que tem tido com o mundo muçulmano há 20 ou 30 anos”, enfatizou.

Assista a trecho da entrevista no vídeo a seguir: Video

Ao longo de sua campanha presidencial, Obama prometeu que melhorará os laços dos Estados Unidos com o mundo muçulmano e disse que viajará a uma capital islâmica para enviar uma mensagem. “Vamos manter muitos de meus compromissos para fazer um trabalho mais efetivo para chegar ao mundo muçulmano, assim como falar a ele e ouvi-lo”.

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Ao ser questionado sobre o tom das recentes ameaças feitas pela rede islamita Al Qaeda difundidas desde que foi eleito presidente em novembro, Obama afirmou que isso sugere que “suas idéias estão falidas”. Ele também disse que israelenses e palestinos devem voltar às negociações.

“Acho que o momento é adequado para que ambas as partes se deem conta de que o caminho no qual se encontram não resultará em prosperidade e segurança para seus povos”, afirmou, momentos depois de enviar para a região seu representante especial George Mitchell.

O presidente americano reiterou, no entanto, que não quer criar falsas expectativas de que tudo será resolvido em alguns meses. Mas ele garantiu que Mitchell se envolverá de forma “vigorosa para conseguir um “progresso genuíno para a paz na região”.

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