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Malásia cogitou suicídio de piloto no caso do voo MH370

Revelação foi feita por um ex-premiê australiano; Boeing 777 da Malaysia Airlines desapareceu com 239 pessoas a bordo em março de 2014

Por Da Redação - Atualizado em 19 fev 2020, 07h52 - Publicado em 19 fev 2020, 06h31

O ex-primeiro-ministro australiano Tony Abbott afirmou que autoridades malaias suspeitaram em um primeiro momento que o piloto do voo MH370 da Malaysia Airlines teria provocado deliberadamente a catástrofe aérea há quase seis anos.

Em 8 de março de 2014, o avião modelo Boeing 777 da companhia aérea, que decolou de Kuala Lumpur com destino a Pequim com 239 passageiros a bordo, despareceu misteriosamente.

Nenhum rastro da aeronave foi encontrado na zona de busca de 120.000 quilômetros quadrados explorada no sul do Oceano Índico.

A busca marítima, a mais importante da história, foi interrompida em janeiro de 2017. As causas do desaparecimento foram objeto de especulações desde o início. Este é considerado o maior mistério da aviação civil moderna.

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Em um documentário exibido pelo canal Sky News, Abbott afirma que nos primeiros dias após o desaparecimento ele recebeu a informação de que a Malásia suspeitava que o comandante havia derrubado o avião de maneira deliberada.

“Entendi claramente que altos funcionários do governo malaio pensaram no início que havia sido um assassinato-suicídio do piloto”, disse. “Não vou dizer quem disse o que para quem”, completou.

A família e os amigos do piloto Zaharie Ahmad Shah sempre negaram a hipótese.

Muitos parentes de vítimas acusaram a companhia aérea de e o governo da Malásia de ocultar informações sobre a tragédia. As autoridades malaias negam.

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(com AFP)

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