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‘Venom 2’ se torna a maior estreia no Brasil durante a pandemia

Sequência do longa de 2018, que também quebrou recordes nos Estados Unidos, arrecadou 15,19 milhões de reais tirando o posto de 'Velozes e Furiosos 9'

Por Marcelo Canquerino Atualizado em 11 out 2021, 17h16 - Publicado em 11 out 2021, 16h03

Provando a potência das histórias provenientes dos quadrinhos da Marvel, Venom – Tempo de Carnificina chegou aos cinemas brasileiros quebrando recordes. O longa se tornou a melhor bilheteria de estreia em tempos pandêmicos no Brasil, posto antes ocupado por Velozes e Furiosos 9 e seus 12,5 milhões de reais. Segundo dados da Comscore, a produção estrelada por Tom Hardy arrecadou 15,19 milhões de reais entre os dias 7 e 10 de outubro, levando às salas de cinema um público de 886.160 pessoas.

Em segundo lugar, compondo os cinco filmes mais assistidos no país durante o final de semana, está 007 – Sem Tempo Para Morrer, com 3,78 milhões de reais, seguido de Patrulha Canina – O Filme, com 739.430 reais, Shang Chi, com 735.080, e Ainbo – A Guerreira da Amazônia, com 448.260.

  • A sequência de Venom também se tornou a melhor estreia desde o começo da pandemia nos Estados Unidos. O marco antes pertencia a Viúva Negra, que fez 80 milhões de dólares. De acordo com a revista americana Variety, o filme dirigido por Andy Serkis arrebatou 90,1 milhões de dólares durante seu final de semana de estreia. Nem mesmo a despedida de Daniel Craig como James Bond se equiparou ao alienígena sanguinário: 007 – Sem Tempo Para Morrer teve arrecadação abaixo do esperado durante a estreia, com 56 milhões de dólares.

    Desenvolvido pela Sony e Marvel Studios em associação com a Tencent, Venom – Tempo de Carnificina foi um dos muitos filmes que sofreram com mudanças de calendário em decorrência das incertezas do momento atual. A estreia, antes prevista para 15 de outubro, foi adiada. Só após o sucesso de Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis que o estúdio teve coragem para adiantar o lançamento para 1º de outubro, nos Estados Unidos, e 7 de outubro, no Brasil. Ao que parece, heróis e vilões da fantasia podem ser os salvadores do cinema no mundo.

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