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Queda de assinantes da Netflix traz uma nova dor de cabeça para a empresa

Grupo de acionistas entrou com um processo na Justiça alegando que a plataforma falhou na comunicação sobre o declínio de novos clientes

Por Amanda Capuano 4 Maio 2022, 17h15

A Netflix está sendo processada por um grupo de acionistas que acusa o streaming de enganar os investidores sobre sua capacidade de manter o crescimento de assinantes nos últimos meses. Segundo a Reuters, a ação foi registrada na terça-feira, 3, em um tribunal de São Francisco e tem o objetivo de buscar ressarcimento pelo prejuízo dos acionistas com a queda no valor das ações depois da perda inédita de assinantes registrada no primeiro trimestre.

Movido por um grupo de investimentos do Texas, o processo acusa a Netflix e seus executivos de terem falhado em informar os acionistas de que o crescimento previsto pela empresa estava caindo e que a plataforma perdia assinantes gradualmente. Em janeiro, as ações da Netflix despencaram 20% depois da divulgação de um relatório que apontava um número de novos clientes abaixo do esperado. Meses depois, em abril, as ações caíram em mais de 35% com a perda de 200.000 assinantes — dado que ia na contramão do aumento de 2,5 milhões projetado anteriormente.

De acordo com o processo, reproduzido pela revista americana Variety, a Netflix não informou aos investidores, em seu relatório do terceiro trimestre de 2021, que a plataforma “exibia um crescimento mais lento de clientes devido, entre outras razões, ao compartilhamento de senhas e aumento da concorrência de outros serviços de streaming”. O documento ainda alega que seus principais executivos “empregaram dispositivos, esquemas e artifícios para enganar investidores enquanto possuíam informações não públicas”. 

Durante o período coberto pelo processo, o preço das ações da Netflix caiu 67%, de uma alta de 691,69 dólares por ação em 17 de novembro de 2021 para 226,19 dólares por ação em 20 de abril de 2022. Diante disso, o processo busca um ressarcimento monetário a investidores que possuíam ações entre 19 de outubro de 2021 e 19 de abril de 2022. O documento nomeia como réus a Netflix, os CEOs Reed Hastings e Ted Sarandos, e o diretor financeiro Spencer Neumann.

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