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Nova operação da PF mira governador da Bahia e dois ex-ministros

Ação derivada de delações da Acrônimo apura esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia

Por Da redação Atualizado em 4 out 2016, 11h43 - Publicado em 4 out 2016, 08h31

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira a Operação Hidra de Lerna, que investiga um esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia e de fraudes em licitações e contratos do Ministério das Cidades. O governador da Bahia, Rui Costa (PT), é um dos investigados. A PF chegou a pedir autorização para fazer buscas em seu gabinete, mas o Ministério Público Federal não concordou com a ação. Além dele, os ex-ministros Márcio Fortes (Cidades) e Mário Negromonte (ex-ministro das Cidades e hoje conselheiro do Tribunal de Contas da Bahia), são alvos de busca e apreensão. 

A operação cumpre ao todo dezesseis mandados de busca e apreensão na Bahia, Distrito Federal e Rio de Janeiro. A empreiteira OAS, uma agência de publicidade e o diretório do PT na Bahia estão entre os alvos principais da ação de hoje.

Em razão do foro privilegiado dos investigados, os mandados foram deferidos pela ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A PF cumpre mandados na Bahia, no Distrito Federal e Rio de Janeiro.

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A operação é fruto de três delações da Operação Acrônimo, já homologadas pela Justiça, e tem como base dois novos inquéritos em tramitação no STJ. O nome da operação se refere à figura da mitologia grega que ao ter a cabeça cortada surgem duas no lugar.

Segundo a PF, a OAS teria contratado de maneira fictícia empresas do ramo de comunicação especializadas em campanhas políticas, entre elas a agência de publicidade Propeg, remunerando serviços prestados a partidos políticos e não à empreiteira.

Operação Hidra de Lerna cumpre mandados de busca e apreensão na Bahia, Distrito Federal e Rio de Janeiro
PF faz buscas na empresa de publicidade Propeg reprodução/Reprodução

(Com Estadão Conteúdo) 

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