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Mãe e padrasto de menino desaparecido têm prisão negada

O casal foi apontado como suspeito no caso; polícia investiga a possibilidade do menino ter sido jogado no córrego próximo à casa da família

Por Da Redação 7 nov 2013, 21h13

A Justiça negou nesta quinta-feira o pedido de prisão da mãe e do padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, que está desaparecido desde a noite de segunda-feira, na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Na decisão, a juíza da 2.ª Vara Criminal, Isabel Cristina Alonso dos Santos, afirmou que o casal colabora com a polícia e não oferece risco de fuga.

Em depoimento à polícia nesta quarta-feira, o padrasto, Guilherme Raimo Longo, disse que colocou o menino para dormir na noite de segunda-feira, por volta da meia-noite, antes de sair de casa para comprar drogas. A porta da casa teria ficado aberta durante toda a madrugada. Na terça-feira pela manhã, a mãe, Natália Mingone Ponte, foi acordar o menino para lhe aplicar uma dose de insulina, mas ele já não estava mais na cama.

O Ministério Público se posicionou contrário à decisão da juíza e rebate a versão do padrasto Guilherme Raimo Longo de que Joaquim foi jogado no córrego localizado perto da casa da família. O promotor Marco Túlio Nicolino afirmou que vai entrar com um novo pedido de prisão. A Polícia Civil tem direcionado as buscas ao longo do Rio Pardo, onde desagua o córrego.

O delegado Paulo Henrique Martins de Castro confirmou que a investigação aponta para a possibilidade de o menino ter sido jogado no curso d’água. “A primeira expectativa é essa”, disse.

A mãe do garoto, a psicóloga Natália Mingone Ponte, e o padrasto foram novamente ouvidos na delegacia nesta quinta-feira. Visto como suspeito, o padrasto Longo disse acreditar que alguém entrou na casa durante a madrugada. Segundo ele, roupas do menino teriam sumido e a porta, que estava fechada, teria amanhecido aberta.

(Com Estadão Conteúdo)

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