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petróleo

28/09/2014

às 19:30 \ Vasto Mundo

Terroristas decapitadores atacam fronteira da Turquia – que agora cogita entrar na coalização contra jihadistas. Mas precisa, antes, deter o contrabando do petróleo que os terroristas vendem no mercado negro

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Caças F-15E dos Estados Unidos sobrevoam o norte do Iraque após ataques aos terroristas, antes de retornar ao porta-aviões nuclear “USS George H.W. Bush” (Foto: USAF/Reuters)

De VEJA.com

Pelo menos sete membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram neste sábado em confronto com milicianos curdos perto da cidade de Kobani, no norte da Síria, junto à fronteira com a Turquia. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, os jihadistas haviam atacado as Unidades de Proteção do Povo Curdo na região. Também há vítimas entre os curdos e islamitas, mas os números ainda não foram divulgados.

O EI iniciou uma ofensiva para tomar o controle de Kobani no dia 16 de setembro e, desde então, tomou o controle de várias povoações nas imediações, o que gerou um êxodo de refugiados curdos sírios à Turquia.

Leia também:
Jihadistas do EI adotam novos estratagemas após ataques
Parlamento britânico aprova ataques contra o EI no Iraque​

Também neste sábado, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, mostrou disposição em unir-se à coalizão internacional contra o Estado Islâmico (EI). Em conversa com jornalista durante voo de Nova York, onde participou de uma reunião das Nações Unidas, a Istambul, o turco considerou que é necessário lançar uma operação terrestre para combater o grupo terrorista. “Não pode haver um resultado permanente em lugares em que não chegam forças terrestres”, afirmou.

Segundo ele, a Turquia participará de uma operação terrestre caso o parlamento do país aprove envio de tropas – a decisão deve acontecer em 2 de outubro. Erdogan ainda afirmou que a Turquia e outros países da coalizão já estudam como cada um atuará nos ataques.

Caças russos chegam a Bagdá para auxiliar o Iraque no combate aos assassinos decapitadores (Foto: Reuters)

Caças russos chegam a Bagdá para auxiliar o Iraque no combate aos assassinos decapitadores (Foto: Reuters)

A Turquia mudou sua postura com relação a envolver-se em uma operação militar internacional contra o EI desde a libertação, em 20 de setembro, dos reféns turcos que estiveram há quase três meses em mãos dos jihadistas. “A Turquia fará o necessário no que envolve sua parte de responsabilidade. Dizer que a Turquia nunca tomará uma posição militar é errôneo. Protegerão outros países nossas fronteiras? Não, nós mesmos protegeremos nossas fronteiras”, afirmou o presidente turco.

Comentários do blog

O eventual ingresso da Turquia na coalizão que vem atacando os terroristas responsáveis por uma espantosa onda de barbárie em territórios que controlam no Iraque na Síria será um reforço considerável — sobretudo se se dispuser a fazer o que o Ocidente até agora não quis, ou seja, colocar forças terrestres no combate aos assassinos.

Um reforço considerável, porque a Turquia é, simplesmente, a oitava maior potência militar do mundo, atrás apenas de gigantes como os EUA, a China, a Rússia, a Índia (que é potência nuclear), a França, o Reino Unido e a Alemanha. A classificação é do site especializado Global Firepower.

Com uma população superior a 80 milhões de habitantes e capacidade de mobilizar 700 mil homens, não dá para brincar com os turcos. Mas, antes disso, seria fundamental que o governo de Ankara cortasse a jugular financeira dos terroristas, que se apossaram de campos de petróleo e de refinarias nas áreas que controlam e, por meio de caminhões-tanque, fazem chegar o petróleo a preço de banana em territórios vizinhos, principalmente turco.

Refinaria em mãos dos terroristas no Iraque antes e depois de ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos (Foto: The Pentagon/USA)

Refinaria em mãos dos terroristas no Iraque antes e depois de ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos (Foto: The Pentagon/USA)

Os aviões de combate da coalizão já destruíram pelo menos uma grande refinaria, e vêm bombardeando outras instalações.

Mas os terroristas improvisam refinarias pequenas e rudimentares para processar o petróleo, principalmente em território síro ocupado, embora na maior parte do tempo vendem o próprio óleo cru a dinheiro ou trocam por gasolina ou diesel por meio de rotas de contrabando que, entre outros percursos, ingressam na Jordânia pela província de Anbar, no Irã por meio do Kurdistão iraniano, e na Turquia via Mossul, no norte do Iraque.

É daí que vem o combustível propriamente dito para acionar os veículos que utilizam e o combustível financeiro para bancar dezenas de milhares de homens em armas. Sem estancar essa sangria, o Ocidente e seus aliados vão enxugar gelo.

 

26/09/2014

às 0:00 \ Disseram

Nosso produto, mas não nossa empresa

“O petróleo pode até ser nosso, mas a Petrobras não é mais.”

Pastor Everaldo, candidato do PSC à Presidência da República

20/09/2014

às 18:00 \ Política & Cia

MARCOS FAVA NEVES: O conto da fazenda experimental bolivariana

(Foto: mmg.com.au)

Dentro da Fazenda Experimental Bolivariana, viveriam todos os adeptos do comunismo e os inimigos da agroindústria (Foto: mmg.com.au)

Por Marcos Fava Neves, professor titular de planejamento estratégico e cadeias alimentares da FEA-RP/USP

Este conto teve uma inspiração interessante. Passando pelos canais da TV num sábado à tarde para achar algo que captasse minha atenção, eis que encontrei para rever, o filme A Praia, que tem Leonardo Di Caprio como ator principal.

Para quem não viu, o filme relata as experiências de uma comunidade sonhadora de um novo mundo, que vai para uma praia deserta na Tailândia, e tenta se organizar coletivamente. O filme tem um cenário maravilhoso, e uma interpretação soberba deste ator. Vale, sem dúvida assistir. Mas o que teria a ver este filme com nosso conto, nossa ideia?

Ao perceber no Brasil um crescente movimento ideológico contra a empresa, contra o lucro, da demonização do empresário, pois hoje quem quer produzir é quase que um criminoso ambiental, trabalhista, social e assim por diante, depois de escutar tanta bobagem destes micropartidos na propaganda eleitoral gratuita e também estar cansado de gente alienada, pendurada e que só reclama, vendo “A Praia”, tive uma ideia que pode até ser interessante.

A ideia seria a de criarmos, nos mesmos moldes do filme A Praia, uma fazenda experimental, servindo a diversos propósitos secundários, elencados ao final deste texto, mas com o propósito principal de mostrar a importância da agricultura e do trabalho no dia a dia de todas as pessoas, pois até que algo futurista aconteça, nossos organismos são “movidos à alimentos”.

Uma área abençoada em termos de solos, incidência de sol, regime hídrico, seria escolhida em fronteiras do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, enfim, numa destas bênçãos divinas recebidas pelos moradores do Brasil. Cercaríamos e colocaríamos em marcha o projeto.

Mas quem iria para a Fazenda? Para lá seriam levados para um estágio as pessoas críticas à agricultura, ao produtor rural, ao agronegócio e as que têm visão deturpada ou parcial sobre o setor.

Iriam desde os que pregam a socialização dos meios de produção, os que são ideologicamente contra a empresa, contra o lucro, contra a ordem e o progresso, os radicais de diversos setores, os invasores (ou “ocupadores”), os anti-produção, os que desejam transformar o Brasil numa mega-aldeia, ativistas, representantes de algumas ONG’s confinados no sempre refrigerado ambiente Brasília/cidades internacionais, filósofos de gabinete, alguns artistas globais do eixo Ipanema, Leblon, Butantã, Pompéia, que pensam que seu baby beef nasceu na cozinha do restaurante da Vieira Souto e seu chopinho foi gerado dentro da chopeira dos maravilhosos bares da Ataulfo de Paiva ou dos arredores de Pompéia.

Levaríamos também gente que acredita nos modelos da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, entre outros. Selecionaríamos parte dos 61 milhões de brasileiros em idade de trabalho, mas que não trabalham, não procuram trabalho e não estudam, entre eles os dependentes de bolsas governamentais que tem habilidade, capacidade e ofertas de trabalho e os usuários do auxílio desemprego que forçaram suas demissões.

Ou seja, a geração “nem-nem” também iria, os jovenzinhos ativistas ainda pendurados nas bolsas paternas e os outros não tão jovens, em idade de trabalho, mas que esticam até os 30, 40 anos sua permanência na universidade pública, normalmente em cursos sem demanda.

Para poupar um esforço inicial dos habitantes desta fazenda, já entregaríamos a área com todo o cipoal de licenças e burocracia necessárias para se trabalhar e produzir. Teríamos uma infra-estrutura coletiva de hospedagem na fazenda, com bons banheiros, porém, todos coletivos. Haveria telefones coletivos e uma sala de informática coletiva, com os softwares de domínio social. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

07/09/2014

às 19:00 \ Vasto Mundo

Problemas de Primeiro Mundo: na Noruega, as ruas sofrem com o excesso de carros elétricos

(Foto: Pierre-Henry Deshayes/AFP)

Já que podem rodar nas faixas de ônibus, os carros elétricos atravancam o trânsito e prejudicam a eficiência do transporte público na Noruega (Foto: Pierre-Henry Deshayes/AFP)

Por Tamara Fisch

A questão pode parecer irônica, já que ocorre em um país cuja produção de petróleo é uma das maiores do mundo, mas é um fato: há tantos carros elétricos na Noruega que começa a existir um problema.

Para incentivar a compra de veículos não poluentes, a Noruega instituiu vários benefícios – entre eles, a isenção da maior parte dos impostos sobre a compra do carro, taxas baratas de licenciamento, zonas de estacionamento exclusivas e gratuitas, e permissão para trafegar em faixas reservadas para ônibus. Já estão espalhadas pelas cidades norueguesas milhares de estações onde se podem carregar os veículos sem custo algum.

O objetivo por trás da implantação dos benefícios era reduzir a liberação de gases estufa, já que o trânsito é responsável por 10% das emissões do país.

O governo, no entanto, aparentemente não contava que suas medidas pró-elétricos causasse a explosão nas vendas de que causou. E não se preparou para uma situação como a atual.

Os carros elétricos já são 85% dos veículos que trafegam em faixas de ônibus nos horários de pico, o que gera trânsito e torna o transporte público menos eficiente. Além disso, as isenções de impostos já custaram ao país 500 milhões de euros (quase 1,5 bilhão de reais).

Não é para menos. Este ano, os carros elétricos foram responsáveis por 13% das vendas de veículos no país. Hoje, rodam pelas estradas norueguesas mais de 30 mil exemplares dos veículos amigáveis ao meio ambiente, o que é um número surpreendente em um país de pouco mais de 5 milhões de habitantes. A Noruega já tem mais carros elétricos per capita do que qualquer outra nação.

O governo norueguês se comprometeu a manter os incentivos até 2017 ou até que haja 50 mil veículos elétricos nas ruas. No ritmo de crescimento das vendas, é possível que esse número seja atingido no início de 2015, e então as medidas terão de ser repensadas. Erna Solberg, primeira-ministra da Noruega, admitiu que existe a possibilidade de as vantagens serem reduzidas no futuro, mas garantiu que elas continuarão presentes.

06/08/2014

às 19:18 \ Política & Cia

NINGUÉM ENTENDEU NADA: Dilma se irrita (e se enrola) ao explicar relação do Planalto com farsa da CPI

Dilma Rousseff participa do encontro na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília  (Foto: Ichiro Guerra/Divulgação/VEJA)

Dilma Rousseff participa do encontro na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (Foto: Ichiro Guerra/Divulgação/VEJA)

Presidente se perde no dilmês ao tratar do tema: ‘Acho estarrecedor alguém de fora da Petrobras formular perguntas para ela’

Por Gabriel Castro e Laryssa Borges, de Brasília, para o site de VEJA

A presidente Dilma Rousseff ficou extremamente irritada nesta quarta-feira ao ser questionada sobre a participação do Planalto na farsa montada por governistas e pelo PT para impedir investigações na CPI da Petrobras no Senado – revelada por VEJA nesta semana.

Ao deixar a sabatina promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, a petista negou-se a esclarecer a ligação de servidores do Planalto com o caso: nesta quarta, o jornal Folha de S. Paulo informou que Luiz Azevedo, secretário-executivo das Relações Institucionais, ajudou a elaborar o plano de trabalho apresentado pela comissão em maio.

Já Paulo Argenta, outro assessor da pasta, foi um dos responsáveis pela preparação das questões antecipadas aos depoentes, como mostra vídeo obtido por VEJA.

Dilma também não explicou porque servidores do governo e da liderança governista no Senado participaram da formulação de um gabarito para depoentes. E foi além: ignorando o fato de que a elaboração das perguntas feitas em uma CPI seja tarefa exclusiva dos integrantes da comissão e do relator dos trabalhos, Dilma afirmou ser “estarrecedor o fato de que seja necessário alguém de fora da Petrobras formular perguntas para ela”.

Em um raciocínio confuso, a presidente-candidata disse que o setor de petróleo seria complexo demais para que pessoas de fora da área questionassem a Petrobras a respeito – e ainda ensaiou a tese de que apenas técnicos especializados em combustíveis teriam condições de elaborar perguntas à estatal.

– Vou te falar uma coisa. Acho extraordinário. Primeiro porque o Palácio do Planalto não é expert em petróleo e gás. O expert em petróleo e gás é a Petrobras. Eu queria saber se você pode me informar quem elabora perguntas sobre petróleo e gás para a oposição também. Muito obrigada.

Alguém entendeu? Pois ela continuou:

– Não é o Palácio do Planalto nem nenhuma sede de nenhum partido. Quem sabe das perguntas sobre petróleo e gás só tem um lugar. Pergunta só tem um lugar no Brasil. Eu diria vários lugares no Brasil: a Petrobras e todas as empresas de petróleo e gás”, disse, sem disfarçar o nervosismo – que tornou a fala da presidente ainda mais difícil de ser compreendida.

Leiam também: 

Gravações comprovam: CPI da Petrobras foi uma grande farsa
Farsa na CPI: oposição pede anulação de depoimentos e promete acionar PGR

“Você sabe que há uma simetria (sic) de informação entre nós, mortais, e o setor de petróleo. É um setor altamente oligopolizado, extremamente complexo tecnicamente. Acho estarrecedor que seja necessário alguém de fora da Petrobras formular perguntas para ela”, completou, sem esclarecer o episódio.

VEJA revelou nesta semana que governistas engendraram esquema para treinar os principais depoentes à comissão de inquérito, repassando a eles previamente as perguntas que seriam feita na CPI e indicando as respostas que deveriam ser dadas. Paulo Argenta; Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; e Carlos Hetzel, secretário parlamentar do PT na Casa, formularam perguntas aos depoentes e atuaram para que as respostas, tal qual um gabarito de prova, fossem entregue às pessoas que falariam à comissão.

O kit de perguntas e respostas foi distribuído ao ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli e ao ex-diretor Nestor Cerveró, apontado como o autor do “parecer falho” que levou a estatal do petróleo a aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, um negócio que causou prejuízo de quase 1 bilhão de dólares à empresa. A atual presidente da companhia Graça Foster também recebeu as perguntas da CPI por meio do chefe do escritório da empresa em Brasília, José Eduardo Barrocas.

Até o momento a oposição identificou que o teatro na CPI da Petrobras pode ter envolvido os crimes de obstrução da Justiça, fraude, improbidade por uso de servidores para fins privados, falso testemunho de depoentes, advocacia administrativa e possível violação do sigilo funcional se servidores tiverem repassado documentos sigilosos da CPI para o Poder Executivo.

Sem deixar que questionamentos sobre a Petrobras fossem apresentados a ela, a presidente ainda se recusou a responder sobre os possíveis impactos da inclusão de Graça Foster entre os responsáveis por Pasadena, em decisão a ser tomada pelo TCU nesta quarta-feira. Graça, que era diretora de gás e energia quando se desenvolviam as negociações de Pasadena, deve ter seus bens declarados indisponíveis, a exemplo dos demais.

“Você já julgou, querida? Se você julgou, eu te agradeço por não fazer isso”, afirmou Dilma, interrompendo a pergunta. “Acho que se não houve julgamento não se gera constrangimento nenhum. Peço para você não me fazer uma pergunta sobre um julgamento de uma corte, que não foi feito. Não é correto”, disse.

06/07/2014

às 15:00 \ Política & Cia

Os 15 políticos mais ricos do mundo. (Atenção: esta lista não inclui políticos ladravazes do Brasil)

Sonia Gandhi, presidente do partido do congresso na Índia, com o rei e a rainha da Bélgica (Foto: Mark Renders / Getty Images)

Sonia Gandhi (centro), presidente do Partido do Congresso na Índia, com o ex-rei Albert e a ex-rainha Paola, da Bélgica, está na lista dos políticos mais ricos (Foto: Mark Renders / Getty Images)

Campeões-de-audiênciaOriginalmente publicado a 10 de fevereiro de 2014

Publicado por Guilherme Dearo, no site da revista Exame

OS 15 POLÍTICOS MAIS RICOS DO MUNDO

Veja quem são os bilionários da política e como eles ganharam as suas fortunas

Os salários de presidentes, governantes e demais representantes do povo não costumam ser uma fortuna – pelo menos se comparado com os ganhos de grandes empresários.

Muitos dos políticos até doam os seus salários e outros vivem humildemente – o caso, por exemplo, do presidente uruguaio José Mujica.

Isso não impede que haja muitos bilionários ocupando cargos representativos mundo afora. Investidores, donos de negócios privados, verdadeiros homens de negócios: uma fortuna construída antes (ou durante) a ocupção na vida pública.

Veja a seguir os 15 políticos mais ricos do mundo e como eles fizeram fortuna. O ranking exclui políticos bilionários que não estão ocupando algum cargo no momento, como Silvio Berlusconi, ex-primeiro-ministro italiano, e Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova York.

1. Abdullah Bin Abdul Aziz

Abdullah Bin Abdul Aziz, rei da Arábia Saudita (Foto: Courtney Kealy / Getty Images)

Abdullah Bin Abdul Aziz, rei da Arábia Saudita (Foto: Courtney Kealy / Getty Images)

Fortuna: US$ 21 bilhões

País de origem: Arábia Saudita

Cargo: rei.

Ele se tornou rei da Arábia Saudita em 2005, substituindo seu irmão Fahd.

Abdullah dispõe de 20% das reservas de petróleo do país, já que controla a empresa estatal Saudi Aramco.

Aliado do ex-presidente americano George W. Bush, Abdullah tem algumas extravagâncias, como possuir uma fazenda com mil cavalos nos estábulos.

2. Hassanal Bolkiah

Hassanal Bolkiah, sultão de Brunei (Foto: Christopher Furlong / Getty Images)

Hassanal Bolkiah, sultão de Brunei (Foto: Christopher Furlong / Getty Images)

Fortuna: US$ 20 bilhões.

País de origem: Brunei.

Cargo: sultão.

Bolkiah está à frente de Brunei desde 1967.

Ele construiu sua fortuna a partir de empresas de gás e petróleo.

O sultão tem uma coleção de 7 mil carros esportivos e sua residência oficial é um dos maiores palácios do mundo: 200 mil metros quadrados.

3. Sonia Gandhi

Sonia Gandhi, presidente do Partido do Congresso na Índia (Foto: Mark Renders / Getty Images)

Sonia Gandhi, presidente do Partido do Congresso na Índia (Foto: Mark Renders / Getty Images)

Fortuna: entre US$ 2 bilhões e US$ 19 bilhões.

País de origem: Índia, onde está radicada desde 1968, após casar-se com Rajiv Gandhi, filho da falecida primeira-ministra Indira Gandhi e, no futuro, ele próprio primeiro-ministro. Nasceu na Itália.

Cargo: presidente do governante Partido do Congresso.

Não se sabe ao certo quanto realmente tem Sonia Gandhi, mas sua fortuna é herança da família Gandhi [sem relação com o Mahatma Gandhi, herói da independência da Índia], que governou o país durante a maior parte do tempo após a independência do Reino Unido, em 1947.

O site que monitora as contas declaradas dos políticos indianos, porém, informa que o patrimônio de Sonia é de apenas 200 mil dólares.

4. Khalifa Bin Zayed Al Nahyan

Khalifa Bin Zayed Al Nahyan, Presidente e emir de Abu Dhabi (Foto: David Cannon / Getty Images)

Khalifa Bin Zayed Al Nahyan, presidente e emir de Abu Dhabi (Foto: David Cannon / Getty Images)

Fortuna: US$ 18 bilhões.

País de origem: Emirados Árabes Unidos.

Cargo: Presidente dos Emirados  e emir de um dos sete emirados que formam a entidade, Abu Dhabi.

Khalifa controla o Abu Dhabi Investment Authority, o maior fundo soberano do mundo.

Segundo a revista Forbes, ele também controla 97,8 bilhões de dólares em reservas de petróleo.

5. Vladimir Putin

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Foto: Carsten Koall / Getty Images)

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Foto: Carsten Koall / Getty Images)

Fortuna: entre US$ 180 mil e US$ 40 bilhões.

País de origem: Rússia.

Cargo: presidente.

Outro político com uma fortuna controversa – e acusado de corrupção.

O governo russo garante que ele possui apenas 180 mil dólares.

Mas o mais provável é que ele tenha até 40 bilhões. E não faltam afirmações de setores da oposição, garantindo que Putin vale mais de 70 bilhões de dólares.

6. Savitri Jindal

Savitri Jindal, Membro da Assembleia Legislativa em Haryana (Foto: Reprodução / IndiaTV)

Savitri Jindal, deputada estadual na Índia (Foto: Reprodução / IndiaTV)

Fortuna: US$ 13,2 bilhões.

País de origem: Índia.

Cargo: Deputada à Assembleia Legislativa do Estado de Haryana. no norte do país.

Ela se tornou uma das mulheres mais ricas da Índia ao comandar a O.P. Jindal, conglomerado de aço da família. Hoje, seu filho está à frente da empresa.

7. Zong Qinghou

Zong Qinghou, Membro do PC e do Conselho nacional do Povo Chinês (Foto: China Photos / Getty Images)

Zong Qinghou, Membro do PC e do Conselho nacional do Povo Chinês (Foto: China Photos / Getty Images)

Fortuna: US$ 10,8 bilhões.

País de origem: China.

Cargo: Membro do Partido Comunista Chinês e do Conselho Nacional do Povo.

Zong é presidente do império de bebidas Wahaha Group.

A CNN já o considerou um dos 15 empresários mais influentes da China.

8. Serge Dassault

Serge Dassault, senador na França (Foto: Franck Prevel / Getty Images)

Serge Dassault, senador e industrial francês, e a mulher, Nicole (Foto: Franck Prevel / Getty Images)

Fortuna: US$ 8 bilhões.

País de origem: França.

Cargo: senador.

É presidente do Groupe Dassault [aeronáutica, setor aeroespacial, armamentos] e dono do Le Figaro, um [prestigioso] jornal diário francês.

Seu pai, Marcel Dassault, é fundador da empresa de aviação que leva o nome da família.

9. Hans-Adam II

Hans-Adam II, príncipe de Liechtenstein (Foto: Sean Gallup / Getty Images)

Hans-Adam II, príncipe de Liechtenstein (Foto: Sean Gallup / Getty Images)

Fortuna: entre US$ 4 bilhões e US$ e US$ 7,6 bilhões.

País de origem: Liechtenstein.

Cargo: príncipe e chefe de Estado.

Ele é dono do grupo bancário LGT e um grande colecionar de arte, que expõe no Museu Liechtenstein.

Hans é considerado o monarca mais rico da Europa e comanda uma família que já tem 900 anos de história.

10. Wu Yajun

Wu Yajun, Membro do PC Chinês e do Conselho Nacional do Povo (Foto: Reprodução)

Wu Yajun, Membro do PC Chinês e do Conselho Nacional do Povo (Foto: Reprodução)

Fortuna: US$ 6,7 bilhões.

País de origem: China.

Cargo: Membro do PC Chinês e do Conselho Nacional do Povo.

Ex-jornalista, Wu é presidente do Longfor Properties, holding de um poderoso grupo de empresas, inclusive do setor financeiro, onde sua família tem 70% de participação.

Em 2011, ela foi considerada a mulher mais rica da China.

11. Suleiman Kerimov

Suleiman Kerimov, membro do Parlamento na Rússia (Foto: Reprodução)

Suleiman Kerimov, membro do Parlamento na Rússia (Foto: Reprodução)

Fortuna: US$ 5,5 bilhões

País de origem: Rússia

Cargo: membro do Parlamento

Kerimov é um grande investidor em bancos, mineradoras e imobiliárias. Recentemente, comprou participação na maior empresa de fertilizante da Rússia.

Ele possui três aviões e dois iates.

12. Mohammed Bin Rashid Al Maktoum

Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro, vice-presidente e monarca de Dubai (Foto: David Cannon / Getty Images)

Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, primeiro-ministro, vice-presidente e monarca de Dubai (Foto: David Cannon / Getty Images)

Fortuna: US$ 4,5 bilhões.

País de origem: Emirados Árabes Unidos.

Cargo: primeiro-ministro e vice-presidente dos Emirados, e emir de um deles, Dubai.

Mohammed começou sua carreira pública nos anos 1970. Ao mesmo tempo, começou a se envolver com empresas de aviação, turismo e petróleo.

Seu site pessoal o descreve como poeta e admirador de cavalos.

É dono da Darley Stud, uma das maiores empresas de criação de cavalos do mundo.

13. Sebastián Piñera

Sebastián Piñera, presidente do Chile (Foto: Sean Gallup / Getty Images)

Sebastián Piñera, presidente do Chile (Foto: Sean Gallup / Getty Images)

Fortuna: US$ 21 bilhões.

País de origem: Chile.

Cargo: presidente [seu mandato expira a 11 de março].

Ele fez fortuna criando companhias como a Las Américas Real State Company [setor imobiliário] e tem participações na [empresa aérea] Lan Chile e na rede de TV Chilevisión.

14. Lu Guanqiu

Lu Guanqiu, membro do PC chinês (Foto: Aly Song / Reuters)

Lu Guanqiu, membro do PC chinês (Foto: Aly Song / Reuters)

Fortuna: US$ 2,4 bilhões.

País de origem: China.

Cargo: Membro do PC chinês.

Ele é presidente do conglomerado Wanxiang Group, multinacional de componentes automotivos.

15. Andrei Molchanov

Andrei Molchanov, membro do Parlamento na Rússia (Foto: Reprodução)

Andrei Molchanov, membro do Parlamento na Rússia (Foto: Reprodução)

Fortuna: US$ 1,8 bilhão.

País de origem: Rússia.

Cargo: membro do Parlamento.

Ele é um dos maiores acionistas da LSR Group, uma das maiores empresas de construção do país.

29/06/2014

às 6:00 \ Disseram

O mercado não vota em ninguém

“Pelo que eu sei, esse tal de mercado nunca votou em você e nunca votou em mim.”

Lula, ex-presidento, em discurso para militantes do PT; durante o evento, ele criticou a cobertura que a imprensa fez da decisão do governo de contratar a Petrobras para produzir petróleo em quatro campos do pré-sal sem licitação

10/06/2014

às 18:45 \ Política & Cia

Brasil perdoa dívida de ditador africano que tem fortuna de bilhões de dólares, mansões na Europa, iates e coleção de carros de luxo

Mansão em Nice, na Côte d'Azur francesa: um dos 66 imóveis do ditador do Congo Brazzaville na Europa (Foto

Mansão em Nice, na Côte d’Azur francesa: um dos 66 imóveis do ditador do Congo Brazzaville na Europa (Foto: skirocket.net)

LUCROS NA ÁFRICA

Por José Casado, texto publicado no jornal O Globo

Numa tarde de quarta-feira de um ano atrás, 22 de maio, Dilma Rousseff pediu e o Senado concedeu, sem debate, perdão sobre 79% da dívida que o Congo-Brazzaville mantinha pendente com o Brasil há quatro décadas.

O débito somava US$ 353 milhões. O governo brasileiro renunciou a US$ 278 milhões. Aceitou receber US$ 68,8 milhões — em até 20 parcelas trimestrais até 2019 —, do país que é o quarto maior produtor de petróleo da África.

O perdão de Dilma foi o desfecho de uma operação iniciada em 2005 no Ministério da Fazenda, sob o comando de Antonio Palocci. O objetivo era abrir caminho para empreitadas privadas brasileiras no Congo-Brazzaville.

Cravado no coração africano, tem o tamanho de Goiás. É referência no mapa de produção de petróleo e se destaca na rota dos diamantes “de sangue” — sem origem —, moeda corrente no submundo de armas e do narcotráfico.

O ditador Denis Sassou-Nguesso e a esposa, sentados como que num trono: no poder, direta ou indiretamente, há 35 anos (Foto: AFP)

O ditador Denis Sassou-Nguesso e a esposa, sentados como que num trono: no poder, direta ou indiretamente, há 35 anos (Foto: AFP)

Seus quatro milhões de habitantes sobrevivem com renda per capita (US$ 2.700) semelhante à do Paraguai. O poder local está concentrado no clã de Denis Sassou Nguesso, de 71 anos, que se tornou um dos mais longevos cleptocratas africanos.

Ex-pobres, os Nguesso detêm bilionário patrimônio no qual constam 66 imóveis de luxo na França, em áreas nobres do eixo Paris-Provence-Riviera — segundo documentos de tribunais de Londres e Paris.

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

26/05/2014

às 19:00 \ Vasto Mundo

VER PARA CRER: Angola imita a China e também cria cidade fantasma novinha em folha — cabem lá meio milhão de pessoas, mas não tem ninguém

 

Angola novinha em folha, e vazia, vazia (Foto: m.publico.pt)

A cidade de Kilamba, projetada para 500 mil habitantes: 3,5 bilhões de dólares de gastos, e praticamente sem moradores (Foto: m.publico.pt)

Publicado originalmente em 23 de agosto de 2012

Com a crise financeira, as atenções do mundo neste aspecto estão invariavelmente voltadas para as enormes dificuldades da Europa, o papel central jogado pela China ou se é firme e vai continuar a recuperação do gigante norte-americano.

Pouca, pouquíssima gente presta atenção em Angola, a ex-colônia que Portugal sugou durante cinco séculos, até 1975, e que desde sua independência até 2002 esteve envolta numa guerra civil que reduziu o país a escombros.

Pois bem, Angola, país de 1,2 milhão de quiômetros quadrados e 18 milhões de habitantes, está literalmente explodindo de crescimento. E a dinheirama proveniente do petróleo — é um dos 20 maiores produtores mundiais, com quase 2 milhões de barris diários — nem sempre está sendo bem gasta. Vejam o caso da cidade de Kilamba, a 30 quilômetros da capital, Luanda, construída para abrigar meio milhão de pessoas mas na qual só vivem… algumas centenas de habitantes!

Angola novinha em folha, e vazia, vazia (Foto: m.publico.pt)

Kilamba vista de outro ângulo: o preço dos apartamentos os torna inacessíveis à maioria esmagadora da população (Foto: m.publico.pt)

Posta em pé em menos de três anos com dinheiro público pelo governo corrupto do ditador José Eduardo dos Santos, foi programada para abrigar mais de 20 mil apartamentos, numa primeira fase, e cinco mil casas populares. Seus imóveis, porém, que custam entre 150 mil e 200 mil dólares, são inacessíveis para a esmagadora maioria da população, que vive com entre 2 e 3 dólares por dia.

Erguida pela estatal chinesa China International Trust and Investment Corporation a um custo de 3,5 bilhões de dólares, Kilamba é uma cidade fantasma — tais como tantas que existem na própria China, já mostradas pelo blog.

Em Angola, as ruas vazias

Ruas e avenidas, meio-fios, iluminação pública, sinais de trânsito — mas nada de movimento (Foto: bbc.com)

Com 750 edifícios já prontinhos, a maioria de oito andares, dotados de acesso à internet e ar condicionado, Kilamba possui 24 creches, nove escolas primárias, oito secundárias e cinquenta quilómetros de vias de acesso, ruas e avenidas — mas não tem gente. Nas ruas, praticamente não há carros, nem caminhões, nem ônibus.

Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos (Foto: Já Imagens)

O presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, lança a pedra fundamental das 5 mil casas “sociais” que pretende entregar em Kilanga (Foto: jaimagens.com)

A abundância de petróleo permite que o governo de José Eduardo dos Santos, ex-dirigente comunista transformado em entusiasta do capitalismo de Estado, possa apresentar números de crescimento rigorosamente espantosos: do ano 2000 – ainda com a guerra civil em curso – até o ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu a uma inacreditável média de 11,52% anuais.

A partir de 2005, já sobre uma economia mais sólida e com o país parcialmente reconstruído, o PIB bateu por duas vezes o índice de 20%!!! O prognóstico para este ano, com boa parte do mundo desenvolvido em recessão ou estagnado, é de que cresça 8%.

A economia vai bem, o povo nem tanto, e a verdade dos fatos muito menos. O vídeo abaixo mostra uma Kilanga que não existe, repleta de gente feliz, com as escolas cheias de alunos etc etc. Segundo a BBC de Londres, os supostos moradores mostrados são atores contratados.

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04/05/2014

às 17:30 \ Política & Cia

NEIL FERREIRA: eu não sou macaco não

De um eleitorado total de 135 milhões de pessoas, 80 milhões não votaram em Dilma -- e isso não é algo que se possa ignorar (Foto: Celso Junior / Reuters)

A presidenta abusou do populismo… (Foto: Celso Junior / Reuters)

Por Neil Ferreira

neil-ferreiraAntes Poste Escriptum:

1º de Maio:

apenas um dia

(só um dia !)

depois do dia 30 de abril, em que todo mundo produtivo

(todo mundo !)

Foi forçado a pagar o dízimo ao Lula

(o dinheiro do imposto que o otariado nacional pagou foi pro Lula, sim senhor, e seu quadrilheiros; se não foi, foi pro Delúbio; se não foi, fica sendo).

Miss Piggy anunciou em cadeia nacional de rádio e TV, um minúsculo desconto na tabela do IR, em descarada campanha eleitoral contra a lei, fora do prazo legal; todos nós ouvimos o silêncio cúmplice do TSE e o parvo silêncio da oposicinha.

Veja que sapiência da homa sapienta (se temos “presidenta” , temos “homa sapienta”): a cuja marcou o desconto só para daqui um ano, na próxima declaração; se ela não for reeleita, a conta fica para quem for eleito.

E, ishperrta, deu aumento pra Bolsa Família, este pra vigorar agora e começar a pagar os votos a serem comprados no feirão do “país dos mais de 80%”.

Até o Financial Times, sério, responsável e respeitado (dizem que frequenta todas as mesas de todos os presidentes de todos os países deste mundo e do Paraguai) disse que a Miss Piggy abusou do populismo.

Eu não sou macaco não

Neil yes nós temos banana Ferreira

O macaco tá certo; faz questão de não ter mais nada a ver com seus alegados descendentes, se é que algum dia teve. Não adianta uma campanha de propaganda enganosa dizer que “Somos todos macacos”; não somos. Eu não sou macaco não.

Os amigos da minha geração, ou até alguns mais novos, talvez se lembrem de uma marchinha que fez enorme sucesso em um dos nossos carnavais do passado: “Yes nós temos banana, Banana pra dar e vendeeeer…”

A dita cuja banana foi beneficiada por uma marqueteragem que atingiu nível mundial e recolocou Darwin e sua Teoria da Evolução na mídia: “Somos todos macacos”. Eu não sou macaco não.

Vamos e venhamos, o jogador Dani Alves, que fez um gesto dramático e bem humorado contra o racismo, ao comer a banana que atiraram nele num jogo de futebol, detonou reações favoráveis nos clubes de futebol, imprensa e redes sociais politicamente corretas, em todas as línguas e sotaques, só não lembro da China nem da Coréia do Norte, reino daquele gordinho gozado mas perigoso, ambas repúblicas populares do povo chinês e coreano, respectivamente.

Até Neymar Jr, que não dá ponto sem nó na costura da sua imagem, apareceu no mesmo dia com uma foto dele e do seu filho com um cacho de bananas. Não perdoa nem seu filho nas marqueteragens.

Haveria de plantão, como dizem que há todos os dias, prontos pra registrar seus mergulhos e expressões de dor de fratura exposta, na beira de serem inscritas candidatas ao “Oscar”, produtores(as), fotógrafos(as), iluminadores(as), figurinistas, maquiadores(as) e cacho de bananas disponível em Barcelona, onde é mergulhador titular da equipe olímpica de mergulhos ornamentais do Barcelona FC.

Pode me xingar de zelite (sou), direitista (não sei se isso ainda existe) e conservador (sou), caindo aos pedaços de tanto preconceito e merecendo apanhar até na cova do dente, como se diz na pequena e simpática cidade em que nasci.

Meu avô Alexandre e seu irmão, Tio Gué (de Miguel), deram seus nomes à Praça da Igreja, a principal da cidade. Isso não é vantagem porque doaram para a cidade e para a Igreja o terreno bem no centro e o largo foi construído em volta Igreja, ficou uma beleza.

Chamo em meu socorro outra musiquinha pra explicar o que preciso dizer e as palavras me faltam: “Pode me bater, Pode me prender” — aqui dou uma contribuiçãozinha pra melhorar a musiquinha — “ Pode me bater, Pode me prender, Mas macaco eu não sou não”.

Não somos todos macacos, não (Foto: Reprodução Instagram)

Não somos todos macacos, não (Foto: Reprodução Instagram)

De tanto repetir, você vai acabar acreditando que eu não sou macaco não. Disse Goebbels, guru do Duda Mendonça: “– Repita a mentira mil vezes e ela vira verdade”.

Mendonça repetiu zilhões de vezes a mentira “Lulinha paz e amor”, o maior estelionato político de todos os tempos,que virou verdade.

O “país dos mais de 80%” acreditou e votou. Você não queria Democracia? Pois Democracia é isso aí; foi com o voto que o puseram e aos Postes lá; será com o voto que os tiraremos de lá.

Meus ancestrais de milhões de anos atrás podem ter sido macacos, sou evolucionista e acredito no Darwin, mas hoje não sou mais, já fui promovido a um espécime piorado e destruidor do que há de mais rico e belo na natureza, o homo sapiens. A Amazônia está ficando careca, vítima da nossa sapiência.

Apelidado de “câncer da Terra” por alguma inteligência superior, quem sabe um alien, que Darwin não era mas dele recebeu o dom do saber e de ser um sábio da humanidade, que a Ciência e a História transformaram em imortal.

Vamos devagar com essa história de “homo”, que quando um sai do armário é tratado como “sapiens” e herói da raça pela mídia e pelos “entendidos” de grande parte da sociedade bem pensante e politicamente correta, que se juntam em multidões na Parada Gay de São Pulo, sejam eles praticantes, e/ou simpatizantes, e/ou “entendidos”.

Depois de tanto tempo, os macacos nada têm a ver com nosotros; e nem querem. Tanto quanto sei, são incapazes de produzir um macaco-Hitler e o holocausto; um macaco-Stálin e os milhões de mortos da grande fome da estatização das propriedades e da produção agrícolas; o macaco-Truman e as bombas atômicas despejadas sobre Hiroshima e Nagasaki; o macaco-Pol Pot, que destruiu o Camboja também com milhões de mortos; o macaco-Mao Tsé-tung, que já foi o farol da humanidade para os então jovens enxutos e cabeludos, hoje barrigudos e carecas esquerdopatas, que desfilavam gritando Maô Maô Maô, imitando o “sutaque” da turminha da Sorbona — é nóis us mano; nóis fala “Sorbone” mas é “Sorbona”, tá lá no Aurélio, pode conferir, sou mais o Aurélio do que uns e outros.

E nem um macaco-Tião Viana, que despachou 500 haitianos sem nada pra sobreviverem até mesmo com indignidade, serem despejados em São Paulo, como se fossem seu lixo humano.

Quando o macaco-Alckmin, esse sim um macaco de responsa que orgulharia seus ancestrais macacais, quis conversar sobre o assunto, certamente com o livrinho do macaco- Lenin dentro da algibeira, “Que fazer” — pra mim o macaco-Lenin não respondia e sim perguntava — o macaco Tião veio com as quatro patas em riste (macaco tem patas ou mãos ?, acho que tem mãos), ofendendo e xingando toda a macacada pólista de zelite preconceituosa, o absurdo dos absurdos: Sumpólo é a maior cidade nordestina do universo e todos os brasileiros nordestinos que aqui vivem e trabalham, nunca sofreram preconceito. Preconceituosa é a macaca- M(S)inistra dus Dereitos dus Mano, qui num levantô nem uma patinha em defesa da pobre macacada-haitiana.

Meu avô era árabe e nem por isso ainda sou quibe cru; chamava-se Scandara Haddad, lindo e forte nome sírio, nada a ver com Haddad, o mais recente poste do Lula, que o elegeu brefeito de Sum Baulo pelo “país dos mais de 80%”, que elegeu a Primeira Poste de todos, Miss Piggy, e que agora quer eleger governador de São Paulo mais um poste, Padilha. Todo cuidado é pouco.

Padilha só é flor que se cheire pra cumpanherada; foi aprovado Summa Cum Laude no vestiba da corrupa , cotista que é na Universidade Doleira do PhD Youssef.

Ministro Alexandre Padilha, com um golpe novinho para desvendar (Foto: Givaldo Barbosa / Ag. O Globo)

O “poste” Padilha: cotista na Universidade Doleira (Foto: Givaldo Barbosa / Ag. O Globo)

É dos que têm tudo pra ser aprovado logo na primeira chamada. É um daqueles postes que Lula quer enfiar na goela do Estado de São Paulo, pra ser mais um dos que ele falou com toda cara de pau: “De poste em poste vou iluminar o Brasil”; é bebé, mamá na gata ocê num qué né” (ouvido passagem na minha cidadezinha do interior e que se ajusta perfeitamente ao que quero expressar).

O poste Padilha não vai ser fincado em São Paulo se depender de mim e dos meus amigos, ativistas voluntários na internet; não são militantes pagos, da blogosfera chapa-branca suja e malcheirosa, sustentada pelo governo, descaradamente, com uma massa inaudita de anúncios do governo e das estatais.

Miss Piggy bateu recordes de dinheiro jogado fora, anunciando obras que não existem. Não sujo as mãos com petróleo das verdades veiculadas nesses anúncios impressos e comerciais de tv

Os federais já apontaram as ligações do Padilha com Youssef, em número suficiente e comprovado pela “Operação Lava-Jato”, pra tacar-lhe uma bela acusação pela pelo PGR, Procurador Geral da República, que também me parece ser cego, surdo e mudo.

Os macacos-macacos se recusariam a aceitar que o DNA da sua raça estivesse contaminado por semelhante indivíduo, como o macaco-Padilha.

Quanto mais passo os olhos pelas manchetes dos jornais, mais acho que os macacos-macacos se recusam a aceitar que parentes deles são é nóis; o macaco-macaco num é nóis não. Nisso empatamos, eu não sou macaco não e o macaco num é nóis não.

O macaco-Lula, guinchou (macaco guincha ? também não sei) com o mais macacal de todos os seus guinchos: — “O julgamento do mensalão foi 80% político e só 20% jurídico”.

Concordo: se fosse 100% jurídico ele também já estaria na Papuda, cujos pensionistas, do macaco-Dirceu pra baixo, o macaco-Lula disse que não são macacos da sua confiança; mas quem os pariu que os embale (hoje to bão de Vox populi Vox Dei, sorry periferia).

A Petrobras d’O Petróleo é Nosso (nosso nada, é deles), o Bando do Brasil (é bando mesmo), a Nossa Caixa Deles, o BNDESDeles, os Fundões de Pensões Deles afundados nos fundos das fossas que o digam.

Se você achou muito confuso o que o macaco aqui escreveu, o macaco aí está certo. Cito o macaco-Picasso:

“– Se o mundo é incompreensível, a minha pintura também pode ser”.

Mesma coisa com os meus escritos.

 

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