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Dilma Rousseff

21/08/2014

às 21:33 \ Política & Cia

NO AR NOSSA NOVA ENQUETE: Quem vocês acham que irá para o segundo turno na eleição presidencial?

Dilma (PT, Aécio (PSDB) e Marina (PSB): quais os dois que estarão no segundo turno? (Fotos: Folhapress)

Dilma (PT, Aécio (PSDB) e Marina (PSB): quais os dois que estarão no segundo turno? (Fotos: Folhapress)

Amigas e amigos do blog, está no ar há algum tempo a nossa nova enquete — e não poderíamos fugir da eleição presidencial, ainda mais agora que a campanha esquentou, com o horário eleitoral obrigatório.

Então, peço que votem no nosso tradicional local para enquetes, à direita desta coluna: qual será a dupla que disputará o segundo turno da eleição presidencial? Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves? Dilma e Marina Silva (PSB)? Aécio e Marina?

Vamos lá. É só um clique e… pronto!

Obrigado!

21/08/2014

às 14:00 \ Política & Cia

MERVAL PEREIRA: Para onde irá o voto útil nesta eleição?

Foto: O Globo

Ilustração: O Globo

VOTO ÚTIL

Artigo de Merval Pereira publicado em O Globo

A pesquisa eleitoral com a presença de Marina Silva suscita discussão interessante sobre o voto útil. A perspectiva de que a presidente Dilma seja derrotada no segundo turno, possibilidade que já se observava em várias pesquisas anteriores, que chegaram a dar a Aécio Neves, do PSDB, um empate técnico com ela e registravam um crescimento potencializado de Eduardo Campos, abre caminho não apenas para o movimento “volta Lula”, que parece inócuo a essa altura da campanha, como mesmo para um realinhamento de apoios na base aliada.

A decisão do senador Romero Jucá, o líder de todos os governos, de anunciar seu apoio a Aécio Neves, abre mais uma brecha no PMDB e prenuncia alguma mudança de ventos. O receio de que Marina possa chegar ao 2º turno derrotando Aécio, com chances de vencer Dilma, pode desencadear uma espécie de “voto útil” daqueles que não estariam confortáveis com sua vitória.

O vídeo de campanha de Eduardo Campos que vazou na internet é de uma rispidez verbal contra líderes do PMDB raramente vista em programas políticos nos últimos tempos. Agora, com a assunção de Marina à posição de candidata, ganha mais eficácia e produzirá um movimento de defesa desse grupo político.

Com a perspectiva de derrota de Dilma por Marina, alguns poderão permanecer no barco governista tentando uma reação, mas muitos começarão a procurar pontos de apoio na candidatura do PSDB. O mesmo pode acontecer com candidatos ligados ao agronegócio que ainda estão coligados com o PSB graças aos esforços que Campos fez para montar acordos regionais que viabilizassem a candidatura.

Marina dificilmente manterá esses acordos, por mais que o PSB precise deles para fortalecer sua representação no Congresso. É bom lembrar que concorrendo pelo Partido Verde em 2010, Marina não agregou um só deputado à bancada do partido, mesmo tendo tido quase 20% dos votos válidos.

(PARA TERMINAR DE LER, CLIQUEM AQUI)

20/08/2014

às 19:50 \ Política & Cia

VÍDEO: Confiram o primeiro programa eleitoral de Aécio. Está OK, mas falta indignação

Bem feito do ponto de vista técnico, com o candidato fazendo um discurso inaugural suficientemente amplo para se situar como oposição, incluindo uma homenagem a Eduardo Campos e um lembrete de que ambos tinham pontos de convergência, nada de críticas a Marina Silva, obviamente, já que o alvo é Dilma.

O primeiro programa eleitoral de Aécio Neves (PSDB), que foi ao ar ontem à noite, deixou claro em quem vai “bater” durante a campanha, pelo menos até que as pesquisas de intenção de voto mudem radicalmente: no governo Dilma. “A verdade é que hoje o Brasil está pior do que estava há quatro anos”, disse, a certa altura. “O fato é que algumas das principais conquistas que nos trouxeram até aqui hoje estão em risco”.

Para levantar com vigor a bandeira da oposição, porém, faltou neste primeiro programa um indispensável tom de indignação diante de tantas barbaridades cometidas ao longo do tempo pelo lulopetismo e seus responsáveis, não apenas no terreno administrativo, mas sobretudo no campo moral e no campo criminal.

20/08/2014

às 17:38 \ Política & Cia

VÍDEO: O primeiro programa de Dilma no horário eleitoral. Programa bem feito, a presidente conseguiu até ser simpática etc… Só faltou dizer verdades

Muitos dos amigos do blog podem não ter visto o horário eleitoral obrigatório de ontem à noite, em que se apresentaram os candidatos a presidente. Então, confiram o programa de Dilma.

Graças ao fato de estar bem ensaiada e bem dirigida e às habilidades do marqueteiro João Santana, ela conseguiu parecer algo que nunca é, como presidente — uma pessoa à vontade, simpática, risonha e relaxada.

Como sabemos, a imagem, em TV, é mais importante do que o que a pessoa diz, a menos nos casos em que o discurso consegue atingir o grau de impacto da linguagem corporal, o que é raro.

Mesmo assim, gostaria de comentar dois pontos da fala da candidata.

PONTO UM:

Dilma, lá pelas tantas, em meio a vanglórias sobre o próprio governo, afirma que o crescimento econômico, em seu período, esteve “um pouco baixo” por culpa, claro, da situação internacional (não comparou o Brasil com Peru, Panamá, Colômbia e outros países latino-americanos que bombaram nos ultimos quatro anos…).

Faltou dizer, como já descobriram especialistas e vem comentando, entre outros, o economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que o crescimento econômico do país sob o dilmato foi pífio, ínfimo, ridículo, minúsculo — só inferior a DOIS GOVERNOS na história da República: o do marechal Floriano Peixoto (1891-1894) e a desastrada e desgraçada gestão do presidente Fernando Collor (1990-1992).

Dizer a verdade é difícil, não?

PONTO DOIS:

Uma voz em off a chama de presidente “de mãos limpas”. Não tenho porque duvidar de que, pessoalmente, a presidente tenha mãos limpas, embora a suposta “faxina ética” que realizou em seu governo, com demissões de ministros e outros figurões, não tivesse resultado em um só dia de cadeia.

Mas pergunto: como é que uma presidente “de mãos limpas” remancha tanto, tanto, tanto em condenar a corrupção praticada por seus companheiros de partido ora na cadeia, condenados que foram no processo do mensalão — entre eles dois ex-presidentes do PT (José Dirceu e José Genoino) e um ex-tesoureiro?

Dilma teve quatro ou cinco oportunidades de fazer uma crítica miserável que fosse aos corruptos de seu partido na famosa entrevista que concedeu a William Bonner e Patrícia Poeta, da TV Globo — mas sistematicamente fugiu das perguntas, refugiando-se no fato de que presidente da República não critica decisões do Supremo.

“Esqueceu-se”, em alguns momentos do programa, de que estava ali na condição de CANDIDATA.

E assim segue o filme da campanha. Até onde?

20/08/2014

às 6:00 \ Disseram

Não há dúvidas

“Quero falar a você que está em dúvida [se vota na Dilma]: vote sem nenhum receio, tenho certeza de que não vai se arrepender.”

Lula, ex-presidento, durante o primeiro programa eleitoral do PT, exibido nesta terça-feira (19)

20/08/2014

às 0:00 \ Disseram

“Não sei”

“Eu não sei, eu não sei da onde que estão seus dados.”

Dilma Rousseff, falando seu tradicional dilmês, em entrevista ao Jornal Nacional, ao “responder” à pergunta de William Bonner sobre “inflação alta, indústrias com estoques elevados, ameaça de desemprego ali na frente”

19/08/2014

às 23:37 \ Política & Cia

NA TVEJA: No horário eleitoral, Dilma se apresenta mais simpática que é na vida real e omite verdades sobre seu governo. Aécio faz um bom programa, mas ainda falta indignação

Na conversa com Joice Hasselmann, os primeiros programas do horário eleitoral obrigatório e as dúvidas sobre a candidatura Marina Silva

Na conversa com Joice Hasselmann, os primeiros programas do horário eleitoral obrigatório e as dúvidas sobre a candidatura Marina Silva

Pela TVEJA, comentei agora há pouco em conversa com Joice Hasselmann o início do horário eleitoral gratuito na TV — em especial os programas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB — e expressei interrogações a respeito da candidatura de Marina Silva pelo PSB, após a morte do cabeça de chapa, Eduardo Campos.

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

19/08/2014

às 20:00 \ Política & Cia

Após 42 anos, Míriam Leitão revela que, nua e grávida, foi barbaramente torturada durante a ditadura e questiona o ministro da Defesa sobre as ações do Exército

(Fotos: Reprodução/GloboNews)

Em entrevista pela GloboNews, Míriam Leitão confronta Celso Amorim, o homem agora responsável pelas Forças Armadas (Fotos: Reprodução/GloboNews)

A REPÓRTER PERGUNTA, O MINISTRO GAGUEJA

Por Luiz Cláudio Cunha

A mulher serena na frente do homem inquieto. A repórter experiente perante a autoridade calejada. A entrevistadora firme ante o ministro gelatinoso. A profissional de imprensa olho no olho com sua fonte.

Uma brasileira, presa e torturada na ditadura, frente a frente com o ministro da Defesa que hoje comanda o Exército que ontem, na ditadura, prendeu e torturou a mulher, a repórter, a jornalista, a brasileira que o questionava (leia abaixo o depoimento inédito de Míriam Leitão sobre as torturas que sofreu).

Esse dramático confronto de 22 minutos brilhou na tela da TV numa noite de quinta-feira, no final de junho passado, quando a jornalista Míriam Leitão, 61 anos, fez para a GloboNews uma notável entrevista com o ministro da Defesa, Celso Amorim, 72 anos.

Viu-se então uma aula prática do melhor jornalismo, confrontando a convicção com a dúvida, a energia com a tibieza, o categórico com o evasivo, a verdade com a mentira. A repórter se agigantando num diálogo em que o ministro se apequenava, acuado, hesitante, gaguejante.

Míriam fez o que o resto da grande imprensa, acomodada e preguiçosa, não fez. Foi a Brasília ouvir o chefe civil dos militares, apenas nove dias após a entrega à Comissão Nacional da Verdade (CNV) de uma insossa, imprestável sindicância de quatro meses realizada pelos três comandantes das Forças Armadas (FFAA).

Diante de questões objetivas com nomes, datas e locais de mortes e torturas apontadas pela CNV, os chefes da tropa responderam, num catatau de 455 páginas, que não registravam nenhum “desvio de finalidade” em sete centros militares do Exército, Marinha e Aeronáutica onde foram meticulosamente documentados casos de graves violações aos direitos humanos pelo regime militar de 1964-1985.

Os oficiais-generais das três Armas simplesmente negaram a ocorrência de abusos até mesmo nos sangrentos DOI-CODI da Rua Tutoia, em São Paulo, e da Rua Barão de Mesquita, no Rio de Janeiro, onde a CNV já constatou pelo menos 81 mortes por tortura.

Os comandantes esqueceram até dos 22 dias de suplício no DOI-CODI paulistano a que sobreviveu em 1970 uma guerrilheira chamada Dilma Rousseff, hoje casualmente presidente da República e, como tal, comandante-suprema dos generais que omitem a crua verdade sobre a ditadura das FFAA.

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

LEIAM TAMBÉM:

COMISSÃO DA VERDADE: Afinal, quem mente? Dilma ou os generais?

19/08/2014

às 19:15 \ Política & Cia

Em jingle, Aécio diz que “não depende de padrinho e não precisa de patrão”. Ouçam aqui os 2 primeiros jingles da campanha do tucano

(Foto: George Gianni/PSDB)

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves (Foto: George Gianni/PSDB)

Por Bruna Fasano, de São Paulo, para o site de VEJA

Os primeiros jingles de Aécio Neves foram distribuídos aos 27 coordenadores estaduais da campanha tucana à Presidência da República nesta segunda-feira.

Aécio divulgou um guia prático de como sua coligação, composta por nove partidos, deve produzir material publicitário. Junto com o guia, os coordenadores receberam um CD com fotos e santinhos.

Um dos jingles foi elaborado em ritmo de forró, e o outro, com levada pop (ouça abaixo).

No forró, a letra diz que Aécio é “sujeito de raiz” e lembra que ele é neto do ex-presidente Tancredo Neves.

Na versão pop, o tucano alfineta a presidente-candidata Dilma Rousseff, que tem em Lula seu principal fiador. A letra diz que “Aécio não depende de padrinho, não precisa de patrão”.

19/08/2014

às 15:15 \ Política & Cia

Debate na TVEJA analisa entrevista de Dilma e candidatura de Marina Silva

Joice Hasselmann, Reinaldo Azevedo, Marco Antonio Villa e eu comentamos o desempenho da presidente e candidata Dilma Rousseff no Jornal Nacional de ontem. O enterro de Eduardo Campos e a postura de Marina Silva também foram assuntos na estreia do “Aqui entre nós”.

 

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