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Dilma Rousseff

27/03/2015

às 18:00 \ Disseram

Sem culpa

“Cinco suspiros dá para comer sem culpa.”

Dilma Rousseff, em jantar com parlamentares mulheres, ao recusar um brownie para comer suspiros de sobremesa

27/03/2015

às 16:10 \ Política & Cia

Rogerio Chequer, do Vem pra Rua, em entrevista a VEJA: “O governo vai ter que ouvir o povo”

(Foto: Antonio Milena)

Rogerio Chequer: “Antes as pessoas não sabiam o que fazer com a indignação e agora sabem” (Foto: Antonio Milena)

O GOVERNO VAI TER DE OUVIR

O líder do Vem pra Rua diz que protestar ajuda a formar uma geração mais exigente e promete que, ao contrário de 2013, “o gigante acordou e não vai dormir mais tão cedo”

Entrevista a Pedro Dias Leite publicada em edição impressa de VEJA

No dia 4 de outubro do ano passado, véspera do primeiro turno da eleição presidencial, o engenheiro e empresário Rogerio Chequer, de 46 anos, era uma das cinco pessoas presentes a um protesto convocado por ele contra o governo da presidente Dilma Rousseff em frente ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Menos de duas semanas depois, eram 300 os manifestantes que compareceram a um segundo ato.

No domingo 15, Chequer estava entre mais de 1 milhão de pessoas que tomaram a Avenida Paulista na maior manifestação política em trinta anos de democracia no Brasil. Líder de um dos grupos que organizaram o protesto, o Vem pra Rua, Chequer afirma que as manifestações de domingo, e as que estão por vir, não repetirão 2013. “Agora o gigante acordou e não vai dormir mais tão cedo.”

Na entrevista que concedeu a VEJA, ele diz por que acredita que desta vez os protestos não vão arrefecer.

Antes da marcha, os organizadores mais otimistas falavam em 100 000 manifestantes em São Paulo, mas, no fim, mais de 1 milhão de pessoas compareceram. No país todo, foram mais de 2 milhões. O que levou tanta gente a aderir aos protestos?

As pessoas que foram às ruas queriam mostrar a sua indignação diante da corrupção, da ineficiência dos serviços públicos e da falta de honestidade no discurso de quem está no poder. Mas ficou muito claro para mim que, se existe algo que une tudo isso, é a sensação que as pessoas têm de estar sendo desrespeitadas pelos que estão no poder.

Essa recusa do governo em assumir seus equívocos, a insistência em tomar decisões apenas para beneficiar a sua turma e não a população, isso tudo provoca nas pessoas uma tremenda sensação de que elas não estão sendo respeitadas.

O que acho que aconteceu foi que muita gente percebeu que, a partir do momento em que se junta a um grupo, a uma multidão, deixa de estar solitária na sua indignação. E começa a acreditar que pode brigar contra esse desrespeito.

Mas não é a primeira vez que os insatisfeitos se juntam em grupos. O Cansei, em 2007, foi uma iniciativa com proposta parecida. Por que agora a rea­ção tem sido diferente?

Primeiro, porque o número de insatisfeitos nunca foi tão grande. Em outubro passado, como demonstraram as urnas, nós já somávamos pelo menos 51 milhões de pessoas. Desde então, isso só aumentou – não apenas em quantidade, mas em intensidade também.

Mas acho que o fato novo é que antes as pessoas não sabiam o que fazer com a indignação e agora sabem.

Como assim?

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27/03/2015

às 15:00 \ Política & Cia

De como a Dilma do primeiro mandato armou uma bomba para a Dilma do segundo mandato

Ilustração: 123rf.com

O atropelo à Lei de Responsabilidade Fiscal foi uma falsa malandragem: a bomba dos custos da manobra vai refletir sobre o ajuste nas contas públicas (Ilustração: 123rf.com)

O CUSTO DO DESRESPEITO À RESPONSABILIDADE FISCAL

Ao rasgar a Lei de Responsabilidade Fiscal por permitir nova renegociação de dívidas de estados e municípios, no primeiro mandato, Dilma aumentou as dificuldades para seu segundo governo

Editorial publicado pelo jornal O Globo

No conjunto de erros cometidos no primeiro mandato da presidente Dilma, um dos destaques foi o atropelamento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), com a aprovação da retroatividade da mudança do indexador da dívida renegociada com estados e municípios na década de 90.

A troca da correção via IGP-DI mais juros, a depender do devedor, pelo IPCA ou Selic, o que estiver mais baixo, mais juros de 4%, é correta. Afinal, as taxas na época da renegociação estavam altas e passaram a criar saldos devedores em bola de neve. O próprio criador da lei, o economista José Roberto Afonso, a justifica.

Já retroagir a medida significou uma agressão direta ao espírito da LRF, pela qual jamais ocorreria outra renegociação de dívidas da Federação. O que terminou acontecendo, na prática.

Dilma sancionou a lei em novembro do ano passado, já reeleita. Foi imprevidente, poderia ter esperado para entender melhor a conjuntura econômica à frente, já enfarruscada. Era evidente a necessidade de um ajuste fiscal, mas Dilma parece ter acreditado no seu discurso de palanque.

E assim a lei se tornou grave ameaça ao próprio ajuste, pois a retroatividade joga mais uma sobrecarga sobre o Tesouro.

O Planalto ainda tentou o jeitinho de alegar a necessidade de regulamentações, manobra tornada inócua pela Câmara, com a aprovação a toque de caixa da determinação de que as novas regras entrem em vigor dentro de 30 dias. Foi negociado um prazo até terça-feira para o Senado dar aprovação final ao projeto da Câmara. Nesse dia, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, irá à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para explicar o ajuste.

O Planalto ganha tempo para propor alternativas. Missão difícil.

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26/03/2015

às 17:55 \ Política & Cia

TVEJA: A crise se agrava, a popularidade desaba — mas Dilma permanece catatônica, eu comento com Joice Hasselmann

Neste “Aqui entre Nós” da TVEJA, comento com Joice Hasselmann: nem Fernando Collor chegou a um ponto tão baixo de aprovação como a presidente Dilma, mesmo nos abismos mais profundos de impopularidade que alcançou às vésperas de sofrer o impeachment pelo Congresso e ser deletado do Palácio do Planalto.

Em todas as faixas de renda, de idade e de escolaridade, em todas as regiões do país, inclusive no Nordeste, onde o PT vem sendo o dono do voto há vários anos, a presidente vive uma situação péssima.

No entanto, nada muda no governo lulopetista– não vem, do Palácio, nenhum gesto grandioso, nenhuma mudança real ou mesmo simbólica de peso, só conversa fiada que não convence a ninguém.

Hostilizada pelo PMDB, a presidente sequer convoca o vice Michel Temer, figura de proa do partido, para seu círculo mais próximo de assessores. Seu negociador-chefe, o chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante, é antipatizado no Congresso desde seus tempos de senador.

A presidente está parada, imóvel, catatônica.

26/03/2015

às 17:08 \ Política & Cia

Cristovam Buarque: A porta para um entendimento que enfrente a crise passa pela pressão das manifestações pacíficas de rua

(Foto: Luiz Maximiano/VEJA)

Cristovam Buarque: a crise em que estamos só será superada se o povo permanecer em clima de manifestação constante (Foto: Luiz Maximiano/VEJA)

VIGÍLIA PERMANENTE

Artigo de Cristovam Buarque* publicado no jornal O Globo

Nas democracias, o povo vai às ruas quando o descontentamento com o governo se alia à descrença com a oposição; e quando governo e oposição não se entendem para promover a reorientação do país, superando as razões de descontentamento e descrédito.

Após as últimas manifestações, o governo afirmou que os que foram às ruas eram os eleitores do opositor da candidata Dilma.

Em vez de estimular esse terceiro turno eleitoral, a presidente Dilma deveria reconhecer que os brasileiros têm razões para estarem descontentes: a imensa diferença entre as promessas do marketing de campanha e as medidas tomadas nos primeiros dias de governo; a inflação e o aumento nas tarifas de luz e no preço dos combustíveis; o desemprego crescente; a corrupção e a devastação da Petrobras; o corte de verbas na Educação; os equívocos do Fies, o baixo desempenho no Enem; a sensação de desamparo, insegurança e incerteza da população; o sentimento de falta de rumo do país.

É assustador perceber que o Brasil está mergulhado em tamanha crise sem que o governo reconheça seus erros, e sem que a oposição perceba que, embora a culpa seja do governo, o problema é de todos, e devemos tomar as decisões necessárias para salvar o Brasil e reorientar o futuro.

O governo precisa, em primeiro lugar, fazer uma análise crítica das causas de nossa atual situação e dos erros cometidos, na administração das contas públicas, na gestão de economia e na montagem da infraestrutura.

Em segundo lugar, precisa fazer um mea culpa. E em terceiro, em vez de acenar com essa vaga ideia de que está aberto ao diálogo, fazer um convite a todas as forças políticas e sociais rumo a um entendimento para reorientar o país.

Não basta diálogo, é preciso entendimento. Que oposição e governo componham um programa de médio prazo com um ajuste fiscal imediato, que:

 Tenha eficiência para cobrir o rombo das contas públicas;

 Seja justo para proteger os mais pobres dos custos necessários;

 Defina uma estratégia que preserve os investimentos essenciais ao crescimento econômico;

 Tenha legitimidade decorrente desse entendimento entre os partidos da base governista e políticos de todos os matizes, além de trabalhadores, empresários e comunidade intelectual;

Para que seja possível combinar esses princípios, em parte contraditórios, o ajuste deve ser gradual, programado ao longo do tempo, sem o choque que sacrifique o presente, nem o populismo que sacrifique o futuro.

Dificilmente isso será proposto pelo governo, ou aceito pela oposição.

Por isso, a porta para o entendimento necessário à superação da crise só será aberta se a população estiver em clima de manifestação permanente, pacífica, dentro da rotina do dia a dia, carregando faixas e falas aos seus locais de trabalho, usando as redes sociais.

Fazendo do Brasil uma imensa praça, em vigília permanente, até que as lideranças nacionais se entendam no propósito de salvar o Brasil.

*Cristovam Buarque, ex-reitor e professor emérito da Universidade de Brasília, é senador da República (PDT-DF)

26/03/2015

às 14:00 \ Política & Cia

Marta e o PT: a relação já não ia bem desde a campanha de 2010. NÃO PERCAM O VÍDEO

(Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo)

Dissidente: em 2010, quando era candidata ao Senado, Marta não fez questão de se aproximar de figuras importantes do partido (Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo)

Por Tamara Fisch

Na última sexta-feira (20), a senadora Marta Suplicy (PT-SP) deu uma festa em comemoração a seus 70 anos. Durante o evento, repleto de políticos de todas as cores e magnitudes (mas extremamente escasso de petistas), a aniversariante oficializou aquilo que todos já sabiam: ela deixará o PT e se filiará ao PSB.

Distante da cúpula central do partido há meses, Marta não poupa críticas ao governo Dilma nem se preocupa em esconder as desavenças com os companheiros. É só ver o contingente presente na festa: o PT foi representado exclusivamente pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) — outro que anda pensando em pular fora do barco. Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, não foi nem convidado.

O curioso é que o afastamento de Marta do PT pode vir de outras primaveras. Se voltarmos à campanha ao Senado, em 2010, é possível ver sinais claros de distanciamento entre a candidata e sua legenda desde o início. No canal do YouTube do marqueteiro Duda Mendonça, cujo currículo é repleto de trabalhos com petistas, há um vídeo chamado “Apresentação de Campanha Marta 2010  PT-SP”. As imagens mostram o encontro da então candidata ao Senado com Mendonça, quando ele listou as características que teria a campanha nos próximos meses.

Vale ressaltar que, na ocasião, Marta demonstra não ter conhecimento de nada que lhe era apresentado, ou seja, o marqueteiro deve ter tido total liberdade criativa. No vídeo abaixo, Duda diz com todas as letras que “o povo está se lixando” para o partido do candidato. E, no jingle que toca para a candidata, há um trecho que diz, significativamente: “É Marta no Senado/ Seja qual for o seu lado”. Confiram:

Notaram como o PT é negligenciado tanto no discurso de Mendonça quanto no jingle de campanha? Lula e Dilma, que deveriam ser grandes figuras por trás de Marta, são mencionados uma única vez, escondidinho, no final do jingle. E, é claro, a clássica estrela vermelha aparece quase camuflada nos pôsteres apresentados.

O fato de ter sido Duda Mendonça o escolhido a chefiar a campanha também não fez membros centrais do PT muito felizes. Na época candidato ao governo de São Paulo, o hoje chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante não recebeu bem a notícia de que sua companheira de partido dividiria o marqueteiro com Paulo Skaf, seu concorrente ao Palácio dos Bandeirantes pelo PMDB. Durante a pré-campanha, o núcleo petista em São Paulo determinara que as mesmas pessoas lidariam com as campanhas de Mercadante e Marta (os publicitários Augusto Fonseca e Marcelo Simões).

O fator Duda Mendonça não ajudou também na relação de Marta com a presidente Dilma, cuja campanha era chefiada por João Santana, ex-sócio do marqueteiro, de quem ele mantinha distância.

Tudo indica, pois, que o estremecimento de Marta com o PT já é antigo.

26/03/2015

às 6:00 \ Disseram

O Rio é prioridade

“Se quiserem achar que defender a minha cidade é traição, então eu vou trair ela (Dilma) todo dia. Defender o Rio é a minha prioridade.”

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, em entrevista ao jornal O Globo

25/03/2015

às 18:38 \ Política & Cia

PROTESTOS DO DIA 12 DE ABRIL: Manifestantes enfrentarão o desafio de não fazer menos do que o milhão da Avenida Paulista — e de encher ruas e praças de várias cidades. O governo torce contra e vai tentar desmoralizar o movimento

Às 14h40, a Polícia Militar estimava em 240 mil pessoas protestando na Avenida Paulista -- e continuava chegando gente (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

A colossal multidão na Avenida Paulista: repetir é façanha hercúlea. O governo dirá que foi um fracasso se pelo menos não igualar a magnitude do dia 15 (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

Os diversos grupos e entidades suprapartidários que estão empenhados em que haja uma segunda e enorme manifestação de protesto contra o governo no próximo 12 de abril, domingo, têm um considerável desafio pela frente: colocar nas ruas multidão igual ou superior à que superlotou a Avenida Paulista, em São Paulo — 1 milhão de pessoas, no maior movimento de massas desde a redemocratização do país, em 1985 — e que levou mais outro milhão a se movimentar em todas as capitais de Estado, no Distrito Federal e em muitas cidades do interior.

O governo, disso vocês não tenham dúvidas, colocará toda a sua máquina de comunicação, especialmente os “militantes” assalariados na web, para apregoar um fracasso caso o dia 12 não faça sombra ao dia 15.

Pelo menos dois ministros do governo Dilma já comentaram com interlocutores que “duvidam” da possibilidade de o dia 12 ser maior que o dia 15.

O que poderá facilitar a tarefa dos organizadores é que, desta vez, existem três palavras de ordem específicas para atrair as pessoas, conforme informou o principal dirigente do movimento Vem pra Rua, Rogerio Chequer, na entrevista que concedeu na segunda-feira ao programa Roda Viva, da TV Cultura:

1. O governo não entendeu nada (do que ocorreu no dia 15, demonstrado pela reação da presidente Dilma e de ministros: nada de autocrítica, nada de grandes mudanças, anúncio de medidas chochas e vazias, muito palavrório e mudança real alguma).

2. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, deve se declarar impedido de participar do julgamento do processo do petrolão;

3. Pela fixação do número de ministério num máximo de 20. Atualmente, são 39.

Rogerio Chequer, líder do Vem pra Rua (Foto: Folhapress)

Rogerio Chequer, líder do Vem pra Rua; no dia 12 de abril, as palavras de ordem específicas são três  (Foto: Folhapress)

A torcida do lulopetismo pelo fracasso dos protestos do dia 12 não parece estar levando em conta um fator nada partidário, e fundamental: dezenas de milhares de manifestantes levaram suas famílias — filhos pequenos, pais e sogros mais velhos, outros parentes — para as ruas, e o clima de confraternização e de paz que se observou tornou a experiência muito agradável.

Some-se a isso o trabalho impecável das autoridades de segurança pública em todas as cidades em que houve protestos, que montaram um grande e eficiente esquema de proteção policial contra baderneiros como os black blocs. Na cidade de São Paulo, onde ocorreria o de mais vulto, em acordo com os manifestantes, foram designadas áreas específicas para cada tipo de protesto — de forma a não haver acirramento de ânimos e eventuais conflitos entre as pessoas.

Ou seja, diferentemente do que se passou em 2013, quando a baderna e a violência de minorias desestimularam os verdadeiros manifestantes a continuarem indo a ruas e praças, e elas se terminaram se esvaziando, o que sucedeu dia 15 é um estímulo ao comparecimento.

Mas o governo, é claro, está torcendo contra com todas as suas forças.

25/03/2015

às 16:23 \ Política & Cia

NOBLAT: Congresso aproveita a fraqueza do governo Dilma para impor sua agenda

Vista noturna da sede do Congresso Nacional, em Brasília: sob a cúpula à esquerda fica o plenário do Senado, e sob a cúpula invertida à direita, o plenário da Câmara dos Deputados (Foto: O Globo)

Vista noturna da sede do Congresso Nacional, em Brasília: sob a cúpula à esquerda fica o plenário do Senado, e sob a cúpula invertida à direita, o plenário da Câmara dos Deputados. Dilma enfraquece, o Congresso toma a inciativa  (Foto: O Globo)

Por Ricardo Noblat, publicado em seu blog em O Globo

Ricardo-NoblatO governo da presidente Dilma Rousseff enfraquece à medida em que o tempo passa – e aparentemente passa ligeiro, embora o governo sequer tenha completado três meses de vida.

Dilma defendeu outro dia a criação de 39 ministérios. Antes de Lula assumir seu primeiro mandato, eram 20.

Ontem, Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, voltou a defender a redução para 20 do número de ministérios. Em breve, um projeto nesse sentido será votado no Congresso.

Não passa pela cabeça de Dilma extinguir uma parcela dos cargos em comissão – aqueles ocupados sem a necessidade de concurso público. O Congresso planeja extinguir uma parcela deles.

Dilma repetiu que o ajuste fiscal, para pôr em dia as contas públicas desarranjadas para que ela se reelegesse, não será mudado.

Renan retrucou dizendo que do jeito que está, o ajuste não será aprovado pela Congresso. Se a sociedade não quer, o Congresso também não quer.

No meio da tarde de ontem, Dilma anunciou que não será possível renegociar o índice de correção das dívidas estaduais e municipais. À noite, por 389 contra duas abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou o que Dilma negou que fosse possível.

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, chamou o governo de “agiota”.

Ninguém defendeu o governo.

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25/03/2015

às 0:00 \ Disseram

Está na hora do “menos ministérios”

“Se nós aplaudimos o Mais Médicos, está na hora do ‘menos ministérios’.”

Renan Calheiros, presidente do Senado (PMDB-AL), ao criticar abertamente, mais uma vez, as medidas do governo Dilma

 

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