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Dilma Rousseff

17/09/2014

às 17:00 \ Política & Cia

ELEIÇÃO NO RS: PT acusa candidata favorita de ter feito o que Dilma também fez — assessorar o próprio marido político

dilma e araujo previdi.blogspot.com.br

Dilma e o ex-marido: ela também foi assessora da bancada em que ele era deputado, tal como o PT acusa candidata ao governo gaúcho Ana Amélia (PP) de ter feito quando o marido era senador. A diferença é que Dilma recebia dois salários, ambos provenientes dos cofres públicos  (Foto:previdi.blogspot.com.br)

Como ocorre em nível nacional, também nos Estados o PT está apelando para tudo a fim de manter-se no poder. No Rio Grande do Sul, os petistas estão fazendo um carnaval com a revelação, publicada pelo site Sul21, de que a candidata até o momento favorita ao Palácio Piratini, senadora Ana Amélia (PP), exerceu um cargo em comissão no gabinete do marido no Senado, em Brasília, entre os anos de 1986 e 1987. Ao mesmo tempo, acumulava, como jornalista, a função de diretora da sucursal do Grupo RBS.

A informação foi e confirmada pela senadora. Na época, Ana Amélia atuava como secretária parlamentar no gabinete do marido, o senador biônico Otavio Omar Cardoso, falecido há três anos.

Tudo bem: assessorar o próprio marido recebendo dos cofres públicos, ainda que por um período curto (entre junho de 1986 e março de 1987) e mesmo que o fato se tenha passado há três décadas, não é a melhor recomendação do mundo para quem aspira a um governo do Estado.

Mas e se coisa muito parecida tiver sido feita por alguém que pleiteia a Presidência da República? E se esse alguém É a atual presidente da República, Dilma Rousseff?

Pois é exatamente isso que revelou o jornalista gaúcho José Luiz Prévidi, em seu blog: a presidente Dilma fez exatamente a mesma coisa, assessorando, no começo dos anos 90, a bancada do PDT na Assembleia Legislativa gaúcha, da qual fazia parte seu então marido, Carlos Franklin Araújo.

Com um detalhe: ela recebia dos cofres públicos, na Assembleia, e também dos cofres públicos como integrante dos quadros da Fundação de Economia e Estatística, entidade ligada à Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul.

17/09/2014

às 16:00 \ Política & Cia

“Justiça Eleitoral é lenta em barrar mentiras da campanha de Dilma”. É o que defendo no “Aqui entre nós”, com Joice Hasselmann

aqui entre nos1Assistam ao programa:

17/09/2014

às 12:00 \ Disseram

Otimismo

“Nem se a gente quisesse, a gente não tem condições de perder a eleição.”

Michel Temer, vice-presidente da República e integrante da chapa à reeleição da presidente Dilma Rousseff

16/09/2014

às 16:15 \ Política & Cia

NOSSA NOVA ENQUETE ESTÁ BOMBANDO: Quem vocês acham que irá para o segundo turno na eleição presidencial?

Dilma (PT, Aécio (PSDB) e Marina (PSB): quais os dois que estarão no segundo turno? (Fotos: Folhapress)

Dilma Rousseff (PT, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB): quais os dois que estarão no segundo turno? (Fotos: Folhapress)

Nossa atual enquete entrou no ar no dia 21 passado e está bombando — diferentemente de outros blogs e sites, que só mostram o percentual de votos dos internautas, nós aqui exibimos números reais de participantes. No caso, mais de 16 mil amigas e amigos do blog já votaram.

Então, aos amigos que ainda não o fizeram, peço que votem no nosso tradicional local para enquetes, à direita desta coluna. A pergunta é qual será a dupla que disputará o segundo turno da eleição presidencial? Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves? Dilma e Marina Silva (PSB)? Aécio e Marina?

A aposta num segundo turno entre Dilma e Marina está vencendo, mas tem muita gente que acredita em outras possibilidades, tanto que há um relativo equilíbrio entre as três opções.

Vamos lá. É só um clique e… pronto!

Obrigado!

16/09/2014

às 15:08 \ Política & Cia

Procurador-geral pede suspensão de propaganda de Dilma que ataca Marina

(Fotos: ANPR :: Stan Honda/AFP :: Agência Estado)

Campanha eleitoral: Rodrigo Janot pediu ao TSE a retirada das peças de propaganda da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) em que propostas de Marina Silva (PSB) são criticadas. Advogados do PSB falam que Dilma e o PT fazem ”terrorismo” (Fotos: ANPR :: Stan Honda/AFP :: Agência Estado)

Manifestação pode ser acatada pelo TSE no julgamento do mérito das três ações da campanha de Marina que questionaram a propaganda petista

De VEJA.com

O procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, defendeu nesta segunda-feira, em parecer enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a suspensão das propagandas veiculadas pela campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) que criticam a proposta da adversária Marina Silva de conceder autonomia ao Banco Central (BC).

Janot considerou que as peças pretendem criar “artificialmente na opinião pública estados mentais, emocionais ou passionais”, o que é vedado pelo Código Eleitoral. A manifestação de Janot pode ser acatada pelo TSE no julgamento do mérito das três ações da campanha de Marina que questionaram a propaganda. O caso deve ser analisado nos próximos dias.

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Os advogados da candidata do PSB recorreram na semana passada ao tribunal contra a campanha sob a alegação de que a chapa de Dilma pratica “verdadeiro estelionato eleitoral” ao distorcer a proposta da adversária, uma vez que induz à percepção de que os bancos seriam os responsáveis pela condução da política de controle de juros e de inflação.

Os advogados da candidata do PSB sustentam que a propaganda cria uma “cenário de horror” com a implantação da autonomia do BC ao chegar ao “absurdo terrorismo” de que a medida esvaziaria os poderes do presidente da República e do Congresso.

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A propaganda, que foi ao ar nos dias 9, 11 e 12 de setembro e também em inserções durante o dia, mostra uma família sentada ao redor de uma mesa de refeição e mostra a comida sumindo aos poucos à medida que um narrador fala das supostas consequências da autonomia do BC. Na semana passada, o TSE negou três pedidos de liminares apresentados pela defesa de Marina para suspender a propaganda. Contudo, Rodrigo Janot é a favor de que o tribunal impeça a veiculação da campanha no julgamento do mérito.

“A cena criada na propaganda impugnada é forte e controvertida, ao promover, de forma dramática, elo entre a proposta de autonomia ao Banco Central e quadro aparente de grande recessão, com graves perdas econômicas para as famílias”, afirmam os pareceres de Janot. Para ele, é inquestionável que a crítica meramente política é inerente à campanha eleitoral e constitui típico discurso de embate.

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

16/09/2014

às 12:00 \ Disseram

Bobagens

“Eu, se fosse a candidata que faz oposição a Dilma, proibiria seus economistas de falar, porque cada um fala mais bobagem que o outro.”

Lula, ex-presidento, referindo-se a Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República

16/09/2014

às 12:00 \ Política & Cia

Dilma ataca bancos, mas — vejam bem!! — ela, sozinha, recebeu mais doações do que Aécio e Marina SOMADOS

(Fotos: Reuters :: EFE :: Estadão Conteúdo)

Entre os três principais candidatos à Presidência, Dilma lidera em doações recebidas de bancos — os quais ela critica (Fotos: Reuters :: EFE :: Estadão Conteúdo)

Presidente-candidata arrecada do setor quase a soma dos dois principais adversários na disputa, Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB)

Post publicado originalmente a 12 de setembro de 2014

Por Felipe Frazão, para VEJA.com

Na semana em que a pancadaria entre os candidatos à Presidência chegou ao auge até aqui, a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-senadora Marina Silva (PSB) esquentaram a campanha com acusações sobre o papel dos bancos em suas candidaturas – Marina afirmou que a petista criou o ‘bolsa-banqueiro’ e a adversária retrucou, insinuando que a ex-senadora é ‘sustentada’ por banqueiros, além de atacar Maria Alice Setubal, a Neca, uma das coordenadoras de campanha de Marina, herdeira do Banco Itaú.

Levantamento do site de VEJA com base nas prestações parciais de contas das companhas disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que Dilma foi quem mais se beneficiou do setor bancário até o momento. O montante recebido pela petista é praticamente a soma do que receberam Marina e Aécio Neves (PSDB).

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Dilma e o PT receberam de bancos doações que ultrapassam 15,8 milhões de reais – mais do que o dobro da contribuição destinada ao PSB de Marina, que arrecadou 6 milhões de reais. À margem da celeuma entre as adversárias, Aécio Neves e o PSDB angariaram o segundo maior montante: 10,1 milhões de reais.

As somas representam os valores declarados como receita por candidatos, direções nacionais dos partidos e respectivos comitês financeiros para presidente da República. Doações que transitaram de um desses caixas para outro foram eliminadas, de forma a evitar dupla contagem.

Nas contas petistas, empresas do grupo BTG Pactual contribuíram com 8,2 milhões de reais. É mais da metade de tudo o que Dilma e o Direção Nacional do partido ganharam do setor bancário. Outros 5,9 milhões saíram dos cofres de subsidiárias do Bradesco – o equivalente a 37% do total. Empresas da família Safra doaram 1,65 milhão de reais, e a holding que controla o Banco Fator, 50.000 reais.

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As empresas do Bradesco doaram a maior fatia do caixa de Aécio Neves e da Direção Nacional do PSDB: 3,7 milhões de reais. O BTG Pactual destinou 2,15 milhões de reais, e o Itaú, 2 milhões de reais. Empresas do grupo Safra transferiram 1,15 milhão de reais aos tucanos, enquanto os bancos BMG e Boa Vista Interatlântico depositaram, respectivamente, 700.000 e 400.000 reais ao terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto e a seu partido.

O banco Itaú foi até agora o maior doador da campanha do PSB, com 2 milhões de reais – o partido só prestou contas até aqui da verba arrecadada no período em que o cabeça de chapa era Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em 13 de agosto. A quantia é a mesma doada a Aécio. As empresas da família Safra depositaram 1,4 milhão de reais nos cofres pessebistas. O banco espanhol Santander repassou 1,1 milhão de reais, quase a mesma quantia do Bradesco: 1 milhão de reais. A Agiplan Financeira foi responsável por meio milhão de reais.

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Em todos os levantamentos, a reportagem considerou apenas as doações em nome das empresas e suas subsidiárias ou controladoras. Não estão na conta contribuições de pessoas físicas – como as recebidas pelo PSB: de Neca Setubal (200.000 reais) e João Moreira Salles (10.000 reais), ambos das famílias controladoras do Itaú Unibanco, tampouco de executivos que trabalharam ou ainda trabalham diretamente com o setor financeiro, como Ricardo Augusto Gallo (20.000 reais), ex-BankBoston.

Rusgas – Segundo o Radar-online, o Itaú distribuiu 2 milhões de reais para cada uma das três principais candidaturas à Presidência – Dilma, Aécio e Marina. Nas prestações de contas parciais disponíveis no TSE, as campanhas de Marina e Aécio já declararam ter recebido os valores – a de Dilma, não. O tesoureiro da campanha petista, Edinho Silva, confirmou que o banco prometeu a doação, mas segundo ele, o dinheiro ainda não foi entregue.

O PT adotou como estratégia de campanha fazer críticas diretas à relação de Marina com Neca Setúbal. O presidente executivo do banco, Roberto Setubal, já declarou publicamente que a eleição da ex-senadora seria uma “evolução natural”. Herdeira do banco, Neca também virou alvo da militância petista e de dirigentes do partido. Ela é uma das coordenadoras da campanha e colaboradora de Marina para propostas sobre Educação.

Em reunião pública do PT na semana passada, o presidente nacional do partido, Rui Falcão,atacou a influência de Neca no programa de governo de Marina: “Não dou cheque em branco para o Itaú”. A campanha de Dilma passou a criticar o que classifica como riscos do projeto de Marina, que pretende dar mais autonomia ao Banco Central. O discurso de “terror” pregado pelo PT afirma que a proposta vai provocar “desemprego” e é “hostil à classe trabalhadora”.

15/09/2014

às 19:30 \ Política & Cia

COMO É POSSÍVEL ISSO, DE PARTE DE UMA PRESIDENTE??? As seis principais MENTIRAS que a campanha de Dilma tenta colar em Marina

(Fotos: Agência Brasil)

Os programas eleitorais de Dilma têm focado em espalhar falsas acusações sobre o que Marina faria como presidente  (Fotos: Agência Brasil)

Na tentativa de tirar votos de Marina Silva, a campanha do PT usa o programa eleitoral na TV para divulgar falsas ameaças que a candidata do PSB representaria. As principais mentiras são estas:

Amigas e amigos do blog, a reportagem de capa de VEJA desta semana versa sobre a artilharia pesada que a campanha em prol da reeleição da presidente Dilma vem despejando, sem o menor pudor de mentir, sobre a provável adversária no segundo turno, Marina Silva (PSB).

Para este comentário, estou me valendo como ponto de partida das seis principais mentiras que VEJA pinçou da campanha de Dilma.

Vamos às mentiras mais grossas:

Vai abandonar o pré-sal

Em entrevista, Dilma disse que Marina “ameaça essa grande riqueza nacional” e que essa postura teria “consequências terríveis”. Seu programa anunciou em letras garrafais: “Ser contra o pré-sal é ser contra o futuro do Brasil”.

(Foto: Felipe Dana)

Dilma afirma que um eventual governo Marina se oporia ao pré-sal. Nunca se falou nada do tipo na campanha do PSB (Foto: Felipe Dana)

Marina não apenas jamais disse ser “contra” o pré-sal — uma imbecilidade que nenhum candidato cometeria –, como já explicou detalhadamente que seu eventual governo pretende explorar adequadamente essa grande fonte de riqueza. A única ressalva não tem nada a ver com ser “contra” o pré-sal (como alguém poderia ser “contra” uma enorme riqueza que o país detém?).

A ressalva é que Marina tem insistido em que a exploração regular do petróleo se dará sem prejuízos de algo que ela considera essencial para o país (e é): a busca de fontes alternativas de energia, com recursos de que o Brasil é farto e que está longe de aproveitar como poderia, como a proveniente do calor do sol e a eólica (ventos).

Será um novo Collor

Um programa do PT na TV chegou a comparar Marina com os ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor, sugerindo que ela teria uma base parlamentar pequena e que isso leva a “crises institucionais”.

A comparação acabou irritando o próprio Lula — inclusive porque seu ex-inimigo figadal Collor hoje é um dos firmes aliados do lulopetismo, tal como outros representantes da velhíssima política como José Sarney, Paulo Maluf, Renan Calheiros e Jader Barbalho.

A comparação absurda foi abandonada depois de ter sido rejeitada por outros petistas.

É sustentada por banqueiros

Em entrevista, a presidente disse não ser “sustentada por banqueiros”, uma referência a Neca Setúbal.

Neca Setúbal, porém, uma dos sete filhos do falecido banqueiro Olavo Setúbal, é apenas acionista do Itaú-Unibanco (0,5% das ações controladoras), nunca exerceu qualquer cargo no banco, tem dois filhos no mercado financeiro que NÃO trabalham no Itaú e uma filha que é psicanalista e trabalha há muitos anos como educadora. Além disso, outras duas famílias compartilham o controle do banco — a dos descendentes do banqueiro Eudoro Vilela e os quatro irmãos Moreira Salles.

Quanto a Marina, ela se mantém — e muito bem, segundo sua declaração de renda — com o dinheiro que recebe dando palestras, no Brasil e no exterior, embora também faça palestras não remuneradas. Segundo ela, proferiu gratuitamente duzentas nos últimos anos.

BC independente significará miséria para os brasileiros

Um dos programas do PT mostrou uma reunião de banqueiros que ocorria ao mesmo tempo em que uma família jantava. À medida que os primeiros falavam, os pratos da família iam se esvaziando: “A autonomia do BC significaria entregar aos banqueiros um grande poder de decisão sobre a sua vida e a da sua família”.

Por meio de um ator, em outro programa, a campanha de Dilma cometeu a barbaridade espantosa de dizer que um Banco Central independente concederia “aos bancos” até o controle da política externa brasileira!!!

(Foto: Reprodução/YouTube)

Um programa eleitoral do PT relaciona a independência do Banco Central à falta de comida para as famílias brasileiras; a causa já foi defendida por Lula e Dilma (Foto: Reprodução/YouTube)

Dilma está cansada de saber que BC independente é sinal de segurança técnica no combate à inflação e na defesa da moeda, e que os países mais desenvolvidos do MUNDO adotam essa instituição: os Estados Unidos, o Canadá, o Reino Unido, o Japão e os 19 países europeus que adotam o euro como moeda, a começar pela rica e poderosa Alemanha, cuja política monetária é ditada pelo Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, na Alemanha, e presidida por um economista da Itália.

Além do mais, a autonomia operacional do BC já foi bandeira de Lula e Dilma. Lula a praticou durante seus 8 anos no poder e, mais que isso, antes de ser eleito, pediu estudos sobre a total independência do BC, no período em que, como “Lulinha paz e amor”, queria aplacar os temores do mercado com sua possível eleição, em 2002.

Vai acabar com o Bolsa Família

Embora essa informação não tenha aparecido na propaganda oficial do PT, no Nordeste carros de som alardeiam que Marina vai acabar com o Bolsa Família. Candidatos do PT e aliados em toda a região continuam apregoando a mentira.

Marina, naturalmente, defende a manutenção do programa, e já mencionou a possibilidade de torna-la uma “política de Estado”, que não dependa de governos, ideia defendida em projeto apresentado pelo tucano Aécio Neves no Senado e que está engavetado. A candidata do PSB também diz se preocupar com fórmulas que permitam aos beneficiários se aperfeiçoarem durante o período em que recebem o auxílio do governo para, mais tarde, terem condições de ingressar no mercado de trabalho.

Vai tirar 1,3 trilhão de reais da educação e da saúde

O programa eleitoral de Dilma que foi ao ar na quinta-feira anunciou que a redução na exploração do petróleo poderia tirar 1,3 trilhão de reais da educação. No vídeo, crianças apareceram lendo livros. Enquanto as alegadas propostas de Marina contra a exploração do petróleo eram enumeradas, as letras dos livros desapareciam e as crianças ficavam cabisbaixas.

Não há qualquer comprovação de que Marina pretenda nada parecido com isso. E a destinação dos recursos do pré-sal ESTÁ DETERMINADA POR LEI!!!

Dilma omite esse “detalhe” fundamental: há uma LEI que OBRIGA a destinar os recursos do pré-sal para diferentes áreas. Basta consultar a lei para consultar a péssima intenção da campanha da presidente. É a lei nº 12.858, de 9 de setembro de 2013. Cliquem aqui e vejam vocês mesmos.

15/09/2014

às 14:00 \ Política & Cia

Às vésperas da eleição, mercado de trabalho começa a sentir o baque

Mercado de trabalho: desaceleração acompanha o arrefecimento econômico (Foto: Cristiano Mariz/VEJA)

Mercado de trabalho: desaceleração acompanha o arrefecimento econômico (Foto: Cristiano Mariz/VEJA)

Apesar do discurso eleitoral de pleno emprego, há sinais de esgotamento e corte de vagas em alguns segmentos; o momento é de rever o modelo

Por Luís Lima e Naiara Infante Bertão, para VEJA.com

O economista austríaco Friedrich Hayek escreveu certa vez que quando se usa o estado como ferramenta para estimular a criação de vagas, uma série de desequilíbrios é desencadeada. O Brasil vive essa realidade. A cantilena repetida à exaustão em época eleitoral é a de que o pleno emprego que se vê hoje leva a assinatura dos governos petistas.

O outro lado da moeda é que os desequilíbrios criados pela política econômica da gestão de Dilma Rousseff se tornam cada vez mais patentes e afetam não só a renda dos brasileiros, mas também o mercado de trabalho. Com a inflação no teto da meta, os juros começaram a subir e o emprego, consequentemente, deu sinais de esgotamento. A criação de vagas com carteira assinada em 2014 (até agosto) é a mais baixa desde 2002, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho.

Apesar da desaceleração, a taxa de desemprego mais recente, que remonta a abril, está em 4,9% — um dos resultados mais baixos da história. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA explicam que a menor geração de postos só não impactou a taxa de desemprego porque a oferta de mão de obra diminuiu: passou de 24,32 milhões em abril do ano passado para 24,11 milhões no mesmo mês deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que leva em conta as seis maiores regiões metropolitanas do país.

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Levantamento feito a pedido do site de VEJA pelo economista Hélio Zylberstajn, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), com base na PME, mostra outro fator estatístico que impede o aumento da taxa de desocupação. O estudo constata que, entre abril do ano passado e deste ano, 528 mil brasileiros em idade ativa preferiram não trabalhar. Esse número é equivalente à população de uma cidade como Ribeirão Preto (SP).

No jargão econômico, esses brasileiros são conhecidos como ‘nem-nem’: aqueles que não estudam, nem trabalham. De acordo com o cálculo de Zylberstajn, se estivessem trabalhando, a taxa de desemprego saltaria dos 4,9% atuais para 7%.

“Ao retornarem para um mercado de trabalho desaquecido, procurando emprego, esses indivíduos devem engordar as estatísticas de desemprego. A tendência é que não preencham novas vagas, que agora estão mais escassas”, alerta o economista e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Paulo Chahad.

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(CLIQUEM NO QUADRO PARA AMPLIÁ-LO)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, em 2014, alguns segmentos já registram mais demissões do que contratações. É o caso do Comércio, que fechou mais de 6 mil vagas nos oito primeiros meses deste ano.

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

15/09/2014

às 6:00 \ Disseram

O verdadeiro objetivo do ativismo gay, por Silas Malafaia

“O ativismo gay quer acabar com a comemoração do dia dos pais e das mães nas escolas. O governo Dilma é o maior financiador deles. Vergonha!”

Pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, em “tuitaço” crítico ao governo da presidente Dilma Rousseff

 

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