Blogs e Colunistas

17/04/2014

às 0:19 \ Política & Cia

Baderneiro petista que hostilizou Joaquim Barbosa perde emprego público. Ele acusa o site de VEJA de “mentir” — mas sua ação foi exibida em vídeo que ele mesmo distribuiu!

Amigas e amigos do blog, vejam só a notícia que acaba de sair no site do jornal Correio Braziliense:

“O assessor parlamentar da deputada federal Érika Kokay que hostilizou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na saída de um bar na Asa Sul, Rodrigo Grassi pediu exoneração do cargo.

Ao Correio, ele contou que tomou a decisão após o vídeo que ele postou na internet ter sido usado como forma eleitoreira nas redes sociais para prejudicar a deputada.

Pilha, como é conhecido, vai se dedicar à militância e pode ainda abandonar o Partido dos Trabalhadores, qual é filiado desde a adolescência, para militar com isenção.”

O baderneiro afirma, em nota que o jornal publica e que você poderá ler em seguida, que pede demissão do cargo de assessor da deputada Erika Kokay (PT-DF) em consequência de nota “mentirosa e covarde” publicada pelo site de VEJA — e reproduzida neste blog — no dia 10 passado.

Mentirosa e covarde como, cara-pálida? A nota mostra o que ocorreu — o baderneiro assediando aos gritos e xingamentos o presidente do Supremo Tribunal Federal, em vídeo que ele próprio distribuiu nas redes sociais.

Refresquemos a memória dele e dos leitores revendo o vídeo. Abaixo, virá o link para os amigos do blog lerem a continuação da matéria do Correio Braziliense.

AGORA CLIQUE AQUI PARA CONTINUAR LENDO A REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE

CONFIRAM TAMBÉM

VEJAM O NÍVEL DESSA GENTE: Baderneiro assessor de deputada do PT insulta Joaquim Barbosa, filma e publica em redes sociais

Senador Aloysio quer punição para baderneiro que hostilizou ministro Joaquim Barbosa

INSULTOS AO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA: Deputada do PT justifica ação de seu assessor baderneiro. Ele já fizera antes vídeo classificando o ministro de “covarde” e “coxinha”

 

16/04/2014

às 19:45 \ Política & Cia

Post do Leitor: FHC, no governo, foi estadista; Lula, chefe de facção

O que diferencia os dois ex-presidentes? (Fotos: Ana Araujo//Tasso Marcelo)

Fazia tempo que não acontecia, mas hoje tenho o prazer de publicar mais um Post do Leitor do amigo do blog Mauro Pereira, representante comercial em Itapeva (SP)

FHC É O FLAGELO DO LULOPETISMO

POST DO LEITORPor esses dias, tive o prazer de reler excelente artigo assinado por Carlos Alberto Sardenberg estabelecendo um comparativo entre os ex-presidentes do Brasil, General Ernesto Geisel e Luiz Inácio Lula da Silva. Com texto predominantemente didático e absoluto conhecimento do tema proposto, Sardenberg nos brindou com uma aula sobre as diferenças que tornaram Geisel e Lula iguais.

Ainda que louvando o fértil saber do articulista renomado, me permito a licenciosidade de percorrer a contramão do seu raciocínio e apontar algumas das diferenças que mantiveram Fernando Henrique Cardoso e Lula diferentes.

Talvez a única semelhança entre eles se expresse no fato de ambos terem desfrutado de dois períodos de quatro anos à frente do Executivo Federal, mas até essa igualdade, beneficiada pelo princípio da naturalidade, se esvai na decisão do então ministro da Educação, e atual prefeito de São Paulo inventado por Lula, proclamando que nem sempre o resultado de quatro mais quatro é oito.

Baseado nesse inovador conceito matemático, entendo ser perfeitamente honesto presumir que os próprios petistas se incumbiram de mantê-los diferentes, o que pode ser creditado como uma das maiores contribuições de Fernando Haddad para o enriquecimento da biografia de FHC.

As diferenças

Vou passar o mais distante possível de qualquer avaliação individualizando a produção intelectual ou a formação acadêmica, pois seria pura perda de tempo. Uma eternidade os separa. Acho menos acachapante iniciar este breve paralelo a que me propus invocando o respeito que devotaram à instituição Presidência da República.

Se FHC restituiu a esse símbolo nacional sua importância e sua dignidade depauperadas pelas passagens devastadoras de Geisel, Sarney e Collor com a postura de chefe de Estado, Lula, no entanto, o remeteu de volta àquele período sombrio vulgarizando-o com o comportamento de chefe de facção. As desigualdades poderiam muito bem ser sintetizadas apenas nesse episódio específico que por si só já seria cabal, mas o exemplo utilizado, como poderemos constatar, é só uma pequena amostragem.

Se FHC revolucionou as comunicações abrindo o caminho para a popularização do telefone, até então privilégio reservado aos ricos, e estruturou o país para ingressar na modernidade da internet que batia à porta, Lula, por sua vez, acenou com uma bolsa-banda larga que não saiu do papel e, em nome de uma estranha democratização da informação, buscou o tempo todo censurar a imprensa.

Se FHC deixou como legado os fundamentos de uma política econômica vitoriosa que derrotou a inflação estratosférica que prejudicava somente os mais pobres e cuja estabilidade propiciou a reintegração do Brasil ao convívio das nações desenvolvidas, além de garantir o retorno dos investimentos internacionais em praticamente todos os setores da produção, Lula, como contrapartida, legou à sua sucessora um buraco enorme nas contas federais que está inviabilizando a administração da presidente Dilma Rousseff e desacelerando as obras do PAC, festejadas, ressalte-se, somente nas propagandas oficiais e nos confins do Brasil Maravilha registrado em cartório, território este habitado apenas pelo lulopetismo delirante.

Se FHC, apesar de algumas derrapadas infelizes, destacando-se o advento da reeleição, que na minha opinião não deveria ter acontecido, registre-se, e a infeliz declaração de apoio à liberação do consumo da maconha, ainda assim é reconhecido até hoje por sua preocupação com os ditames constitucionais e pelo relacionamento respeitoso com os outros dois Poderes, Lula, por sua vez, ganhou notoriedade pelo pouco apego à Constituição, pelo descarado aparelhamento do Judiciário e pela determinação de suprimir o Legislativo. Se não conseguiu, andou bem próximo disso.

Se FHC se empenhou em criar uma malha de proteção social, Lula se incumbiu de instalar uma rede de servidão eleitoral.

Do comportamento humano à lisura no desempenho político

Concluindo, a diferença entre Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva se revela contundente em todos os aspectos passíveis de análise, desde o comportamento humano à lisura no desempenho político, passando pela celebração da ética até ao exercício da competência, culminando no estadista que FHC foi sem nunca ter reivindicado e que Lula, descartando-se a vassalagem, sempre quis ser sem jamais ser reconhecido.

Se FHC é criticado por seu muito ter sido pouco, Lula o contrapõe por seu pouco ter sido muito. Simplificando, é mais edificante saudar o pouco concreto e realizado do que recorrer à exuberância manipulada do muito, abstrato e malandro, que se materializa apenas no inferno improdutivo das boas intenções. Simples. Não para os petistas, é óbvio.

16/04/2014

às 17:10 \ Política & Cia

VÍDEOS IMPERDÍVEIS: Senador Requião, palmatória do mundo, diz maravilhas sobre André Vargas, alvo da Polícia Federal. O ministro Paulo Bernardo também

O deputado André Vargas (PT-PR), hoje na marca do pênalti por suspeitas gravíssimas, mereceu na campanha de 2010 os mais rasgados elogios de Requião e de Bernardo

Um dos Catões do Senado, sempre disposto a apontar bandalheiras e a fazer acusações, rigorosíssimo nos pronunciamentos em que faz cobranças morais, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) não hesitou, durante a campanha eleitoral de 2010, em apontar as melhores virtudes do mundo ao pedir votos para o deputado André Vargas (PT-PR) — hoje, descobriu-se, envolvido até o pescoço em negociatas, e na mira da Polícia Federal e na marca de pênalti no Congresso.

O mesmo fez o ministro Paulo Bernardo — que, entre as teses esdrúxulas que já defendeu, figura a exposta durante o segundo lulalato: a de que o presidente da República, quando almoça, pode fazer propaganda eleitoral porque não está no exercício do cargo.

Não perca esses dois vídeos, publicados no excelente Blog da Joice.

16/04/2014

às 14:00 \ Tema Livre

VÍDEO PARA DIVERTIR: Quem diria! Os Rolling Stones mandando ver em sucesso brega de Beto Barbosa. Vale conferir a brincadeira

São muito divertidas as montagens/mixagens feitas no YouTube com imagens de um cantor, cantora ou banda e sons de outros. Os que se dedicam a isso conseguem encaixar cada compasso de uma canção nos gestos, pausas e até na mímica com que outras são executadas.

É esse o caso em que colocaram os Rolling Stones para executar “Adocica”, um dos sucessos do cantor e compositor paraense Beto Barbosa.

15/04/2014

às 20:15 \ Política & Cia

Processo de revalorização dos anos FHC leva ex-presidente a ser festejado publicamente, inclusive com pedidos de “volta, volta, volta!”

FHC ovacionado em convenção do PSDB: tem ocorrido em suas palestras, como a dos donos de postos de gasolina mencionados neste post (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

Em foto de arquivo, FHC é ovacionado em convenção do PSDB: tem ocorrido em suas palestras, como a dos donos de postos de gasolina mencionados neste post (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

O blog publicou pesquisa de opinião realizada por empresa do Paraná mostrando que, nos Estados do Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul –, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso agrega mais votos ao presidenciável tucano Aécio Neves do que faz Lula com a presidente Dilma Rousseff.

O processo de revalorização dos oito anos de governo do ex-presidente e da recuperação pública de sua imagem — que levará FHC a participar intensamente da campanha de Aécio, inclusive no horário eleitoral — não é novidade para quem vem testemunhando, em lugares públicos, manifestações espontâneas de simpatia para com o presidente de honra do PSDB.

FHC tem sido aplaudido em teatros, restaurante e shoppings que frequenta, não apenas em São Paulo, sua terra adotiva e sua base política, mas em vários outros Estados. Suas palestras em eventos a que comparece como conferencista vêm se revestindo de tom político por parte das plateias, que o aplaudem calorosamente.

Um dos casos mais recentes aconteceu no hotel Iberostar, em Salvador, durante convenção patrocinada pela Shell do Brasil para mais de 2.000 donos de posto de gasolina de todos os Estados — pequenos e médios empresários, portanto.

Convidado a proferir uma palestra no evento, FHC falou pouco mais de uma hora, expondo seus pontos de vista sobre como promover mudanças necessárias para o país crescer e melhorar seus padrões éticos, e ocupou apenas parte do tempo em fazer críticas pontuais ao desempenho do governo da presidente Dilma.

Ao terminar, foi ovacionado. Depois, os mais de 2.000 presentes começaram a aplaudir de pé. No final, o auditório pedia, em coro:

– Volta, volta, volta!

15/04/2014

às 20:00 \ Política & Cia

A CHARGE DE SPONHOLZ: Dilma, gato e lebre

a charge 01

15/04/2014

às 19:21 \ Política & Cia

VÍDEO FORTE: Major da PM reclama que, “de 10 anos para cá”, leis penais foram mudadas para beneficiar os bandidos

Ouçam no vídeo a franqueza do major da PM de Goiás Karison Sobrinho exprimindo a frustração de policiais militares diante da frouxidão da legislação criminal.

– Todo ladrão que você prende hoje tem quatro ou cinco passagens anteriores pela polícia. Estamos fazendo nosso trabalho quatro ou cinco vezes — reclama o major PM.

– De 10 anos para cá houve uma transformação na legislação criminal no Brasil para beneficiar os bandidos!

Melhor do que ler é ouvir o que diz o policial:

15/04/2014

às 17:30 \ Tema Livre

F. C. BARCELONA: Contratação do técnico alemão Jürgen Klopp evidencia influência do nacionalismo catalão no clube — que prefere estrangeiros a espanhóis não catalães

Klopp comemora, em seu estilo guerreiro, um gol da vitória do Borussia Dortmund sobre o Bayenr de Munique (justamente) do técnico Pep Guardiola, ex-Barça): p 40º estrangeiro entre os 63 que o Barça já teve (Foto: bundesliga.com)

Klopp comemora, em seu estilo guerreiro, um gol do Borussia Dortmund sobre o Bayern de Munique (justamente) do técnico Pep Guardiola (de branco), ex-Barça): o 40º estrangeiro entre os 63 que o Barça já teve (Foto: bundesliga.com)

Ainda não está totalmente confirmada a contratação do carismático Jürgen Klop, treinador do Borussia Dortmund da Alemanha, para substituir o argentino Tata Martino como à frente do F. C. Barcelona.

Se de fato ocorrer, porém, em nada surpreenderá: o Barça manifestou, ao longo de seus 115 anos de história, uma forte preferência por treinadores estrangeiros. Das 63 contratações de técnicos feitas até hoje, nada menos de 40 foram de não espanhóis (alguns foram contratados em duas ocasiões diferentes, como o argentino Helenio Herrera ou o holandês Gus Van Gaal). Dos nascidos na Espanha, 14 eram catalães, e apenas 9 vieram de outras regiões da Espanha.

A tendência reflete o nacionalismo catalão que sempre predominou no Barça, espécie de símbolo nacional da Catalunha, região atualmente sob influência de um forte movimento independentista.

A direção do clube é claramente independentista pelo menos desde a gestão do presidente Joan Laporta (2003-2010), que deixou qualquer neutralidade política de lado ao encerrar um discurso, estando no cargo, com o brado independentista Visca Catalyuna lliure! (“Viva a Catalunha livre”).

Essa tendência virtualmente veda a contratação de um técnico espanhol não-catalão, mesmo de prestígio internacional, como Rafa Benítez, atual treinador do Napoli, da Itália, com invejável experiência anterior no Liverpool, na Inter de Milão e no Chelsea. Benítez tem o pecado original de haver nascido em Madrid.

Visivelmente o Barça nem mesmo considera um estrangeiro bem cotado no escasso mercado de grandes técnicos internacionais como o chileno Manuel Pellegrini, que já treinou com sucesso clubes como o River Plate da Argentina, os espanhóis Villareal e Málaga e dirige atualmente o Manchester City, um dos melhores clubes do mundo. Ele foi técnico do ultraadversário do Barça Real Madrid (2009-2010) e, portanto, nem pensar.

O último espanhol de quatro costados a dirigir o Barça, e por pouco mais de um ano, foi o falecido treinador da seleção campeã da Europa em 2008, Luís Aragonés, madrilenho que esteve à frente do clube entre 1987 e 1988.

Klopp, 47 anos, um gigante de 1,93 metro que faria curioso contraste com o time de baixinho do Barça, foi um jogador razoável que passou do ataque à defesa durante sua carreira, feita toda no Mainz, time intermediário da Bundesliga de que posteriormente seria treinados.

No Borussia há seis anos, ganhou cinco títulos diferentes e seu maior êxito terá sido levar o clube à final da Champions League 2013, perdendo em jogo duríssimo por 2 a 1 para o Bayern de Munique do técnico Pep Guardiola, consagrado, como se sabe, no Barça — que Klopp agora poderá vir a dirigir.

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15/04/2014

às 15:48 \ Política & Cia

CASO DA REFINARIA PASADENA: senadora Gleisi Hoffmann inventa investigação a favor

Gleisi Hoffmann: perguntas, só pra elogiar (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)

Gleisi Hoffmann: perguntas, só pra elogiar (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)

Aconteceu agora há pouquinho, no Congresso: durante o depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster, para esclarecer aos parlamentares sobre o escândalo da refinaria Pasadena, no Texas, EUA, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que estava ali teoricamente para fazer perguntas que levassem ao esclarecimento do caso, gastou vários minutos desfiando as maravilhas da empresa, seus números supostamente gloriosos, seu pioneirismo etc.

Perguntas incômodas? Nem pensar.

Gleisi, candidata do PT ao governo do Paraná e uma das interessadas em abafar investigações sérias sobre o escândalo, acabou inovando: inventou a investigação a favor.

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Um ex-assessor é suspeito de pedofilia. Outra, de roubalheira. E a ex-ministra Gleisi tinha escolhido André Vargas — agora na mira da Polícia Federal — para chefiar sua campanha ao governo do Paraná. Ela não acerta uma?

Empacada nas pesquisas, Gleisi tenta sufocar economicamente jornalista que publica informações incômodas

15/04/2014

às 14:00 \ Política & Cia

A Infraero não gosta do ex-presidente Fernando Henrique. Vejam a mesquinharia

A Infraero autorizou um posto de cooperativa de táxis encobrindo placa comemorativa do batismo do aeroporto de São Paulo/Guarulhos com o nome do falecido governador Franco Montoro encimada pelo nome de FHC, que a descerrou (Foto: R. Setti)

A Infraero autorizou um posto de cooperativa de táxis encobrindo placa comemorativa do batismo do aeroporto de São Paulo/Guarulhos com o nome do falecido governador Franco Montoro encimada pelo nome de FHC, que a descerrou (Foto: R. Setti)

Se fosse o nome de Lula, estaria num pedestal, no meio do aeroporto.

Mas, como a placa comemorativa da lei que denominou oficialmente de “Governador André Franco Montoro” o aeroporto internacional de São Paulo/Guarulhos vem encimada pelo nome do presidente que a descerrou — Fernando Henrique Cardoso –, por “coincidência” a Infraero autorizou que um posto da cooperativa de táxis Guarucoop, que atende o aeroporto, se instalasse bem em frente dela.

Para quem olhe de frente, a placa não existe, está totalmente encoberta.

O batismo do aeroporto é produto de projeto apresentado pelo deputado Sílvio Torres (PSDB-SP) transformado em lei pelo Congresso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique no dia 28 de novembro de 2001.

Vejam abaixo o que diz a placa que, no dia-a-dia do aeroporto, ninguém nota que existe:

Os dizeres da placa comemorativa que ninguém vê no aeroporto de São Paulo/Guarulhos

Os dizeres da placa comemorativa que ninguém vê no aeroporto de São Paulo/Guarulhos

Ora, dirão alguns, este é apenas um detalhe insignificante no mar de maracutaias em que o país está mergulhado.

Sim, de fato, é um detalhe pequeno. Mas, a meu ver, é revelador de como dirigentes de estatais fazem o jogo político do lulopetismo nos seus mínimos detalhes. E uma estatal, vale lembrar, é uma empresa PÚBLICA, que pertence ao Estado e, portanto, à sociedade — não é do PT nem de partido algum.

Nenhum detalhe que mostre esse tipo de coisa, a meu ver, deve deixar de ser apontado.

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