Blogs e Colunistas

16/04/2014

às 15:00 \ Política & Cia

A CHARGE DE SPONHOLZ: Dilma, gato e lebre

a charge 01

16/04/2014

às 14:00 \ Tema Livre

VÍDEO PARA DIVERTIR: Quem diria! Os Rolling Stones mandando ver em sucesso brega de Beto Barbosa. Vale conferir a brincadeira

São muito divertidas as montagens/mixagens feitas no YouTube com imagens de um cantor, cantora ou banda e sons de outros. Os que se dedicam a isso conseguem encaixar cada compasso de uma canção nos gestos, pausas e até na mímica com que outras são executadas.

É esse o caso em que colocaram os Rolling Stones para executar “Adocica”, um dos sucessos do cantor e compositor paraense Beto Barbosa.

15/04/2014

às 20:15 \ Política & Cia

Processo de revalorização dos anos FHC leva ex-presidente a ser festejado publicamente, inclusive com pedidos de “volta, volta, volta!”

FHC ovacionado em convenção do PSDB: tem ocorrido em suas palestras, como a dos donos de postos de gasolina mencionados neste post (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

Em foto de arquivo, FHC é ovacionado em convenção do PSDB: tem ocorrido em suas palestras, como a dos donos de postos de gasolina mencionados neste post (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

O blog publicou pesquisa de opinião realizada por empresa do Paraná mostrando que, nos Estados do Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul –, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso agrega mais votos ao presidenciável tucano Aécio Neves do que faz Lula com a presidente Dilma Rousseff.

O processo de revalorização dos oito anos de governo do ex-presidente e da recuperação pública de sua imagem — que levará FHC a participar intensamente da campanha de Aécio, inclusive no horário eleitoral — não é novidade para quem vem testemunhando, em lugares públicos, manifestações espontâneas de simpatia para com o presidente de honra do PSDB.

FHC tem sido aplaudido em teatros, restaurante e shoppings que frequenta, não apenas em São Paulo, sua terra adotiva e sua base política, mas em vários outros Estados. Suas palestras em eventos a que comparece como conferencista vêm se revestindo de tom político por parte das plateias, que o aplaudem calorosamente.

Um dos casos mais recentes aconteceu no hotel Iberostar, em Salvador, durante convenção patrocinada pela Shell do Brasil para mais de 2.000 donos de posto de gasolina de todos os Estados — pequenos e médios empresários, portanto.

Convidado a proferir uma palestra no evento, FHC falou pouco mais de uma hora, expondo seus pontos de vista sobre como promover mudanças necessárias para o país crescer e melhorar seus padrões éticos, e ocupou apenas parte do tempo em fazer críticas pontuais ao desempenho do governo da presidente Dilma.

Ao terminar, foi ovacionado. Depois, os mais de 2.000 presentes começaram a aplaudir de pé. No final, o auditório pedia, em coro:

– Volta, volta, volta!

15/04/2014

às 19:21 \ Política & Cia

VÍDEO FORTE: Major da PM reclama que, “de 10 anos para cá”, leis penais foram mudadas para beneficiar os bandidos

Ouçam no vídeo a franqueza do major da PM de Goiás Karison Sobrinho exprimindo a frustração de policiais militares diante da frouxidão da legislação criminal.

– Todo ladrão que você prende hoje tem quatro ou cinco passagens anteriores pela polícia. Estamos fazendo nosso trabalho quatro ou cinco vezes — reclama o major PM.

– De 10 anos para cá houve uma transformação na legislação criminal no Brasil para beneficiar os bandidos!

Melhor do que ler é ouvir o que diz o policial:

15/04/2014

às 17:30 \ Tema Livre

F. C. BARCELONA: Contratação do técnico alemão Jürgen Klopp evidencia influência do nacionalismo catalão no clube — que prefere estrangeiros a espanhóis não catalães

Klopp comemora, em seu estilo guerreiro, um gol da vitória do Borussia Dortmund sobre o Bayenr de Munique (justamente) do técnico Pep Guardiola, ex-Barça): p 40º estrangeiro entre os 63 que o Barça já teve (Foto: bundesliga.com)

Klopp comemora, em seu estilo guerreiro, um gol do Borussia Dortmund sobre o Bayern de Munique (justamente) do técnico Pep Guardiola (de branco), ex-Barça): o 40º estrangeiro entre os 63 que o Barça já teve (Foto: bundesliga.com)

Ainda não está totalmente confirmada a contratação do carismático Jürgen Klop, treinador do Borussia Dortmund da Alemanha, para substituir o argentino Tata Martino como à frente do F. C. Barcelona.

Se de fato ocorrer, porém, em nada surpreenderá: o Barça manifestou, ao longo de seus 115 anos de história, uma forte preferência por treinadores estrangeiros. Das 63 contratações de técnicos feitas até hoje, nada menos de 40 foram de não espanhóis (alguns foram contratados em duas ocasiões diferentes, como o argentino Helenio Herrera ou o holandês Gus Van Gaal). Dos nascidos na Espanha, 14 eram catalães, e apenas 9 vieram de outras regiões da Espanha.

A tendência reflete o nacionalismo catalão que sempre predominou no Barça, espécie de símbolo nacional da Catalunha, região atualmente sob influência de um forte movimento independentista.

A direção do clube é claramente independentista pelo menos desde a gestão do presidente Joan Laporta (2003-2010), que deixou qualquer neutralidade política de lado ao encerrar um discurso, estando no cargo, com o brado independentista Visca Catalyuna lliure! (“Viva a Catalunha livre”).

Essa tendência virtualmente veda a contratação de um técnico espanhol não-catalão, mesmo de prestígio internacional, como Rafa Benítez, atual treinador do Napoli, da Itália, com invejável experiência anterior no Liverpool, na Inter de Milão e no Chelsea. Benítez tem o pecado original de haver nascido em Madrid.

Visivelmente o Barça nem mesmo considera um estrangeiro bem cotado no escasso mercado de grandes técnicos internacionais como o chileno Manuel Pellegrini, que já treinou com sucesso clubes como o River Plate da Argentina, os espanhóis Villareal e Málaga e dirige atualmente o Manchester City, um dos melhores clubes do mundo. Ele foi técnico do ultraadversário do Barça Real Madrid (2009-2010) e, portanto, nem pensar.

O último espanhol de quatro costados a dirigir o Barça, e por pouco mais de um ano, foi o falecido treinador da seleção campeã da Europa em 2008, Luís Aragonés, madrilenho que esteve à frente do clube entre 1987 e 1988.

Klopp, 47 anos, um gigante de 1,93 metro que faria curioso contraste com o time de baixinho do Barça, foi um jogador razoável que passou do ataque à defesa durante sua carreira, feita toda no Mainz, time intermediário da Bundesliga de que posteriormente seria treinados.

No Borussia há seis anos, ganhou cinco títulos diferentes e seu maior êxito terá sido levar o clube à final da Champions League 2013, perdendo em jogo duríssimo por 2 a 1 para o Bayern de Munique do técnico Pep Guardiola, consagrado, como se sabe, no Barça — que Klopp agora poderá vir a dirigir.

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Após derrota, Neymar é alvo de racismo por parte da torcida do Barcelona

15/04/2014

às 15:48 \ Política & Cia

CASO DA REFINARIA PASADENA: senadora Gleisi Hoffmann inventa investigação a favor

Gleisi Hoffmann: perguntas, só pra elogiar (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)

Gleisi Hoffmann: perguntas, só pra elogiar (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)

Aconteceu agora há pouquinho, no Congresso: durante o depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster, para esclarecer aos parlamentares sobre o escândalo da refinaria Pasadena, no Texas, EUA, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que estava ali teoricamente para fazer perguntas que levassem ao esclarecimento do caso, gastou vários minutos desfiando as maravilhas da empresa, seus números supostamente gloriosos, seu pioneirismo etc.

Perguntas incômodas? Nem pensar.

Gleisi, candidata do PT ao governo do Paraná e uma das interessadas em abafar investigações sérias sobre o escândalo, acabou inovando: inventou a investigação a favor.

LEIAM TAMBÉM:

Um ex-assessor é suspeito de pedofilia. Outra, de roubalheira. E a ex-ministra Gleisi tinha escolhido André Vargas — agora na mira da Polícia Federal — para chefiar sua campanha ao governo do Paraná. Ela não acerta uma?

Empacada nas pesquisas, Gleisi tenta sufocar economicamente jornalista que publica informações incômodas

15/04/2014

às 14:00 \ Política & Cia

A Infraero não gosta do ex-presidente Fernando Henrique. Vejam a mesquinharia

A Infraero autorizou um posto de cooperativa de táxis encobrindo placa comemorativa do batismo do aeroporto de São Paulo/Guarulhos com o nome do falecido governador Franco Montoro encimada pelo nome de FHC, que a descerrou (Foto: R. Setti)

A Infraero autorizou um posto de cooperativa de táxis encobrindo placa comemorativa do batismo do aeroporto de São Paulo/Guarulhos com o nome do falecido governador Franco Montoro encimada pelo nome de FHC, que a descerrou (Foto: R. Setti)

Se fosse o nome de Lula, estaria num pedestal, no meio do aeroporto.

Mas, como a placa comemorativa da lei que denominou oficialmente de “Governador André Franco Montoro” o aeroporto internacional de São Paulo/Guarulhos vem encimada pelo nome do presidente que a descerrou — Fernando Henrique Cardoso –, por “coincidência” a Infraero autorizou que um posto da cooperativa de táxis Guarucoop, que atende o aeroporto, se instalasse bem em frente dela.

Para quem olhe de frente, a placa não existe, está totalmente encoberta.

O batismo do aeroporto é produto de projeto apresentado pelo deputado Sílvio Torres (PSDB-SP) transformado em lei pelo Congresso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique no dia 28 de novembro de 2001.

Vejam abaixo o que diz a placa que, no dia-a-dia do aeroporto, ninguém nota que existe:

Os dizeres da placa comemorativa que ninguém vê no aeroporto de São Paulo/Guarulhos

Os dizeres da placa comemorativa que ninguém vê no aeroporto de São Paulo/Guarulhos

Ora, dirão alguns, este é apenas um detalhe insignificante no mar de maracutaias em que o país está mergulhado.

Sim, de fato, é um detalhe pequeno. Mas, a meu ver, é revelador de como dirigentes de estatais fazem o jogo político do lulopetismo nos seus mínimos detalhes. E uma estatal, vale lembrar, é uma empresa PÚBLICA, que pertence ao Estado e, portanto, à sociedade — não é do PT nem de partido algum.

Nenhum detalhe que mostre esse tipo de coisa, a meu ver, deve deixar de ser apontado.

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Vejam o descaso da estatal Infraero por dois brasileiros ilustres. Parece até de propósito

 

15/04/2014

às 12:33 \ Política & Cia

AÉCIO NEVES BATE DURO:”Está na hora de a presidente Dilma devolver limpo o macacão da Petrobras”

 

Aécio afirmou também que Dilma precisa pedir desculpas aos brasileiros pelos desmandos Petrobras (Foto: Evaristo Sá / AFP)

Aécio afirmou também que Dilma precisa pedir desculpas aos brasileiros pelos desmandos Petrobras (Foto: Evaristo Sá / AFP)

O presidenciável tucano disse que o PT sujou a imagem da empresa

Por Daniel Aidar, do Rio de Janeiro para o site de VEJA

O senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, cobrou nesta segunda-feira que a presidente Dilma Roussef “devolva limpo” o macacão da Petrobras.

O tucano responsabilizou o aparelhamento do governo petista pelos episódios de má gestão da estatal. “Vi uma declaração dada pela senhora presidente da República em Pernambuco, acusando a oposição de ferir a imagem da Petrobras. Quem está sujando a imagem da Petrobras é o aparelhamento que o PT estabeleceu na empresa”, disse, momentos antes de uma reunião com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

afirmou.

O senador respondeu à tentativa da presidente de menosprezar as suspeitas de irregularidades na estatal, e de tratar como “pontuais” os problemas das gestões durante os governos do PT.

“Se ela considera que um diretor da empresa reconhecido como muito poderoso esteja hoje preso e com relações com doleiros para arrecadar recursos com fornecedores, vamos continuar defendendo a Petrobras. Isso não é pouco. A Petrobras é um patrimônio dos brasileiros”, disse Aécio.

Ele é o segundo pré-candidato à Presidência recebido na Firjan por empresários. O primeiro foi o ex-governador Eduardo Campos (PSB).

O tucano disse que pretende receber contribuições e apresentar diagnósticos sobre a economia e questões sociais.

Ele defendeu iniciar uma guerra ao “custo Brasil”, que encarece o custo de vida no país e afasta investimentos.

Possível apoio do PPMDB

Aécio tem, ainda esta noite, um compromisso com líderes peemedebistas no Estado.

Um jantar organizado pelo presidente regional do partido, Jorge Picciani, deve anunciar o apoio do PMDB fluminense à candidatura tucana.

O movimento – uma reação à decisão do PT de manter a candidatura do senador petista Lindbergh Farias ao Guanabara – enfraqueceu a candidatura de Luiz Fernando Pezão, atual governador, depois da renúncia de Sérgio Cabral.

LEIAM TAMBÉM:

J. R. Guzzo e o caso Pasadena, da Petrobras: “A presidente Dilma cometeu um desatino que ficará registrado na história nacional da incompetência”.

Planalto não quer parlamentares do “volta, Lula” na CPI da Petrobras

15/04/2014

às 11:59 \ Política & Cia

A charge de SPONHOLZ: “Cenas que gostaríamos de ver”

a charge

14/04/2014

às 20:04 \ Política & Cia

AEROPORTOS PARA A COPA: Se até o presidente da Infraero fala em “tapeação”, imaginemos como será a coisa

(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá; baldes para “tapear” as goteiras (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

TAPEAÇÃO NOS AEROPORTOS

Editorial publicado no Estadão desta segunda-feira

Pode ter sido apenas um ato falho, mas a gafe do presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Gustavo do Vale, ao dizer que é possível “tapear” as atrasadíssimas obras nos aeroportos, para que não atrapalhem os turistas durante a Copa do Mundo, definiu com precisão vernacular a gestão petista na área aeroportuária.

“Tapear”, conforme o Aurélio, significa “enganar, iludir, lograr, burlar, embaçar”.

Vale referiu-se especificamente às obras do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, região metropolitana de Belo Horizonte. Pelo que se depreende de suas explicações, “tapear” significa isolar os setores ainda inacabados daquele terminal para que o aeroporto possa funcionar, mesmo de modo precário.

“Reconheço que as obras não ficarão com aquilo que prevíamos para a Copa”, disse Vale.

“Podemos ‘tapear’ (sic) as obras de modo que melhore a operacionalidade sem terminar ela como um todo. Em determinada área que está em obra, você isola aquela área, mas libera outras áreas onde as obras já terminaram.”

Isso significa que os turistas serão recebidos em Confins ─ e em outros terminais ─ conforme o famoso “jeitinho brasileiro”.

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