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20/09/2014

às 19:00 \ Política & Cia

NEIL FERREIRA: Mortal Combat — a Tigra contra a Dragoa. Qualquer bicho que dê, nós perdemos

(Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Marina Silva e Dilma Rousseff: A Tigra e a Dragoa é “a pior contra a pior”, diz Neil Ferreira (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Artigo de Neil  tô saindo de esgueia  Ferreira publicado no Jornal do Comércio, de São Paulo

Antes scriptum: Michael Moore no documentário sobre a posse de armas nos EUA: “ — Este é um trabalho de ficção; qualquer semelhança com pessoas reais não é mera coincidência”. Same here. (NF).

Lobisomens e Coisas-Ruins em dobro, escrevendo xingações mútuas. Chances em dobro de ver o combate mortal entre a Tigra e a Dragoa, nos 2 turnos; é a pior contra a pior e qualquer bicho que dê, tanto faz a Tigra quanto a Dragoa, nós perdemos. Mas tomem tento, uma empacou, outra caiu e Aécio acordou no último Ibope.

Eu tenho confiança, me lembro do Carlinhos Sensitivo prevendo que o Aécio ganha; eu acredito, como acredito em OVNIs e aliens, que me merecem mais fé do que o DataFalha e o Ibope.

O combate mortal entre as duas megeras é surdo, mas perceptível, é só ligar a tv e o rádio que se percebe a sujeira que rola, uma atirando esgoto não tratado na outra.

A Tigra bancando a coitadinha, respirando fundo como se estivesse segurando o choro pra dizer que “seus pais fingiam não estar com fome pra dividir um ovo entre 8 irmãos” (sic). A Tigra é atriz,  é uma “fingidora, que finge sentir a dor que deveras sente”. Pegou? Enganei um bobo na casca do ovo. A Tigra rosna um rosnado tão mentiroso quanto as mentiras da Dragoa. “Don’t  Cry For Lula oh Marina…”

Ambas aprenderam como o Imperador a se dizerem “Metamorfose Ambulante”, nelas uma mentira ululante. O Imperador sabe que a Dragoa vai perder e não vai guardar a cadeirona pra mais um ou dois mandatos. Mas sabe que Tigra vai. O Suserano, em desgraça, atiça as duas. Interessa a ele que se triturem, que cada uma devore a outra e que as duas se engasguem; quer continuar mandando da sua masmorra de luxo. Qualquer uma que vença está no bolso dele e pior pra nós.

Enfrentam-se em voos noturnos pelos telhados de Brasília, pondo medo e dando insônia nos 20 mil cumpanheros assentados em cargos de confiança. 20 mil só em Brasília.

Se a Dragoa vence, continua a mesma mixórdia. Se for a Tigra, em nenhum momento ela fala em reduzir os 39 Ministérios e nem o número de cumpanheros mamando na viúva. Uma pela outra, PT vs  PT do B, é trocar 6 por media dúzia e eles mais ó ni nóis. Hélas pour nous.

Telhados não. Niemeyer não assina telhados. Inspirado nos barracos das favelas, dá à luz lajes como as usadas pelos alegres excluídos, em festivos churrascos de gato, regados com cerveja geladinha e generosas talagadas de goró.

A Tigra e a Dragoa já foram vistas em vestes negras, peixeira na boca e porrete na mão, esgueirando-se por tortuosas e mal iluminadas vias secundárias. Uma procurando degolar a outra em traiçoeira emboscada. Feras ariscas, farejam presas à distância. Cascáveis, reconhecem uma os guizos da outra. Ovos da serpente.

Que se matem.

Na lua cheia dos Lobisomens e Coisas-Ruins, percebem-se seus vultos em velocidades incríveis. Tenta-se captar uma imagem, não é possível nem com os onipresentes celulares. São o pavor dos paparazzi.

Em apenas duas, são as Quatras Cavaleiras do Apocalipse: a Peste, Fome, a Guerra e a Morte. (Temos Quatras Cavaleiras neste país de Presidenta).

Quando em luta fingem doçura, não caia nessa. A Tigra já foi do Círculo Íntimo do Poder, a Dragoa é. O Imperador conhece-as de sobejo. Observe-o e descubra. Não observo mais, enjoei da cara e do sotaque dele.

A Tigra é magrelinha, moreninha, coitadinha, pobrinha. Imagem marquetera, mostra-se na tv qual Neymar, que se joga ao chão a qualquer ventinho do ventilador, berrando dor de falsa fratura exposta.

“Imagery is all, Reality is Nothing”. É felina, pisando em algodão e fazendo circunvoluções em volta da Dragoa; vai devorá-la, apostam Ibope, DataFalha e as casas de apostas de Londres, onde a Tigra é pule de 10.

(Foto: Alexandre Santana/VEJA)

A “Tigra” usa a imagem da jovem carente que foi antes da política (Foto: Alexandre Santana/VEJA)

Quando filhote, “descalça e analfabeta” (sic), rosnava como adulta e começou uma vitoriosa carreira de política profissional, montada no seu primeiro palanque, o caixão do Chico Mendes.

Mais tarde, foi arremessada às alturas quando o avião fantasma de Eduardo Campos se arremessou às baixuras e ela acrescentou mais um caixão ao seu palanque, o de Eduardo Campos.

Passou a fingir ser uma Tigra amansada, que chora quando fala do Imperador, ao mesmo tempo em que rosna para a Dragoa, cria do serpentário do Imperador.

No Retrato da Dragoa Quando Jovem, fica-se sabendo que ela assaltava cofres. “Expropriações”, ideologizava juvenil. Velhusca e roliça, subiu nas alturas quando o Imperador chutou os fundilhos do Suserano. Graças à prática com cofres, recebeu os cofres mais bem fornidos do Império, com os milhões do bolsa-esmola e os bilhões do PAC (Pranu di Aumentu da Cumpanherada).

A Dragoa fungou fogo pelas ventas. Branquela, mestra em disfarces com paletozinhos vermelhos, gasta fortunas para esconder os sinais notórios de que já passou do prazo de validade.

Há bilhõezinhos saindo para o ladrão, jorrados da Petrobras. As ações foram atiradas a profundezas semelhantes às do Pré-Sal, mas sobem a cada queda da Dragoa.

Façam suas apostas senhoras e senhores, a banca está aberta. Tombarão destroçadas ambas as megeras? Não custa sonhar.

A quem pertencerá o trono manchado de sangue (do Celso Daniel e Toninho de Campinas), malas locupletadas com o apoio que o Mensalão e a Petrobras compram neççepaíz?

O Imperador, cultor de churrascos, anda com a picanha friboi pendurada no pescoço. Nunca vai largar esse osso.

A Tigra e a Dragoa são imaginárias, as megeras são reais.

20/09/2014

às 18:00 \ Política & Cia

MARCOS FAVA NEVES: O conto da fazenda experimental bolivariana

(Foto: mmg.com.au)

Dentro da Fazenda Experimental Bolivariana, viveriam todos os adeptos do comunismo e os inimigos da agroindústria (Foto: mmg.com.au)

Por Marcos Fava Neves, professor titular de planejamento estratégico e cadeias alimentares da FEA-RP/USP

Este conto teve uma inspiração interessante. Passando pelos canais da TV num sábado à tarde para achar algo que captasse minha atenção, eis que encontrei para rever, o filme A Praia, que tem Leonardo Di Caprio como ator principal.

Para quem não viu, o filme relata as experiências de uma comunidade sonhadora de um novo mundo, que vai para uma praia deserta na Tailândia, e tenta se organizar coletivamente. O filme tem um cenário maravilhoso, e uma interpretação soberba deste ator. Vale, sem dúvida assistir. Mas o que teria a ver este filme com nosso conto, nossa ideia?

Ao perceber no Brasil um crescente movimento ideológico contra a empresa, contra o lucro, da demonização do empresário, pois hoje quem quer produzir é quase que um criminoso ambiental, trabalhista, social e assim por diante, depois de escutar tanta bobagem destes micropartidos na propaganda eleitoral gratuita e também estar cansado de gente alienada, pendurada e que só reclama, vendo “A Praia”, tive uma ideia que pode até ser interessante.

A ideia seria a de criarmos, nos mesmos moldes do filme A Praia, uma fazenda experimental, servindo a diversos propósitos secundários, elencados ao final deste texto, mas com o propósito principal de mostrar a importância da agricultura e do trabalho no dia a dia de todas as pessoas, pois até que algo futurista aconteça, nossos organismos são “movidos à alimentos”.

Uma área abençoada em termos de solos, incidência de sol, regime hídrico, seria escolhida em fronteiras do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, enfim, numa destas bênçãos divinas recebidas pelos moradores do Brasil. Cercaríamos e colocaríamos em marcha o projeto.

Mas quem iria para a Fazenda? Para lá seriam levados para um estágio as pessoas críticas à agricultura, ao produtor rural, ao agronegócio e as que têm visão deturpada ou parcial sobre o setor.

Iriam desde os que pregam a socialização dos meios de produção, os que são ideologicamente contra a empresa, contra o lucro, contra a ordem e o progresso, os radicais de diversos setores, os invasores (ou “ocupadores”), os anti-produção, os que desejam transformar o Brasil numa mega-aldeia, ativistas, representantes de algumas ONG’s confinados no sempre refrigerado ambiente Brasília/cidades internacionais, filósofos de gabinete, alguns artistas globais do eixo Ipanema, Leblon, Butantã, Pompéia, que pensam que seu baby beef nasceu na cozinha do restaurante da Vieira Souto e seu chopinho foi gerado dentro da chopeira dos maravilhosos bares da Ataulfo de Paiva ou dos arredores de Pompéia.

Levaríamos também gente que acredita nos modelos da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, entre outros. Selecionaríamos parte dos 61 milhões de brasileiros em idade de trabalho, mas que não trabalham, não procuram trabalho e não estudam, entre eles os dependentes de bolsas governamentais que tem habilidade, capacidade e ofertas de trabalho e os usuários do auxílio desemprego que forçaram suas demissões.

Ou seja, a geração “nem-nem” também iria, os jovenzinhos ativistas ainda pendurados nas bolsas paternas e os outros não tão jovens, em idade de trabalho, mas que esticam até os 30, 40 anos sua permanência na universidade pública, normalmente em cursos sem demanda.

Para poupar um esforço inicial dos habitantes desta fazenda, já entregaríamos a área com todo o cipoal de licenças e burocracia necessárias para se trabalhar e produzir. Teríamos uma infra-estrutura coletiva de hospedagem na fazenda, com bons banheiros, porém, todos coletivos. Haveria telefones coletivos e uma sala de informática coletiva, com os softwares de domínio social. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

20/09/2014

às 17:00 \ Política & Cia

Aécio fala em crescer 6 pontos em Minas Gerais para encostar em Marina

Aécio concede entrevista em intervalo de atos de campanha em Belo Horizonte, acompanhado de Pimenta da Veiga, candidato ao governo do Estado (Foto: Igo Estrela)

Aécio concede entrevista em intervalo entre atos de campanha em Belo Horizonte, acompanhado de Pimenta da Veiga, candidato ao governo de Minas (Foto: Igo Estrela)

Em nova fase da campanha, o candidato tucano quer alavancar o próprio desempenho e também o de seu aliado Pimenta da Veiga, que concorre ao governo do Estado

Por Laryssa Borges, de Belo Horizonte, para VEJA.com

Depois de subir nas pesquisas na última semana, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou que se crescer pelo menos seis pontos porcentuais nos próximos dez dias em Minas Gerais encostará na candidatura da ex-senadora Marina Silva (PSB) e, consequentemente, terá chances de chegar ao segundo turno.

Aécio reforçará os ataques à Marina Silva e Dilma Rousseff (PT), classificadas por ele como “colegas de ministério do PT”. Em outra frente, o candidato dará atenção a São Paulo, onde pesquisas internas dão sinais de que há espaço para conquistar mais terreno. E fará uma imersão em Minas Gerais, seu reduto político, onde ainda está atrás da presidente-candidata nas pesquisas de intenção de voto. Devem ocorrer atos políticos em sete municípios mineiros até a próxima semana.

“Minas tem a possibilidade hoje de nos dar a grande vitória no Brasil se a nossa candidatura avançar na próxima semana cinco ou seis pontos em Minas, o que acredito que é possível”, disse o tucano, nesta sexta-feira, após participar de caminhada no bairro de Venda Nova, em Belo Horizonte. “Temos em nossas mãos uma possibilidade que não temos o direito de perder. [Precisamos que] cada mineiro consiga mais quatro ou cinco votos nessa próxima semana”, afirmou ele, que voltou a se comparar ao ex-presidente Juscelino Kubitschek.

“O sentimento é de uma grande virada. Na semana que vem estaremos avançando mais nas pesquisas, mas a virada tem que se dar em Minas Gerais. É em Minas e de Minas que vamos mostrar ao Brasil que depois de 60 anos nós teremos um presidente da República eleito pelo voto direto”, declarou.

Internamente, Aécio tenta conter a onda de abatimento que paira sobre seus correligionários e aliados. Publicamente, trabalha para reverter a qualquer custo o fraco desempenho do tucano Pimenta da Veiga, nome do PSDB para o governo mineiro. Pimenta, que estava afastado da política, no mais recente levantamento do Instituto Datafolha, estava onze pontos percentuais atrás do petista Fernando Pimentel, ex-ministro do Desenvolvimento no governo Dilma Rousseff.

“Sou candidato para colocar as coisas em ordem, mas sou candidato para resolver as coisas de Minas também. Venho a Minas fazer uma grande convocação pela vitória da racionalidade, pela virada da razão. Vamos arregaçar as mangas e virar essa eleição”, disse ao discursar para correligionários na maior zona eleitoral de Belo Horizonte.

Mais uma vez, o candidato do PSDB criticou as duas principais adversárias e disse que “a população está chegando à uma conclusão muito simples: trocar a Dilma pela Marina é trocar seis por meia dúzia”. Para ele, a eleição de Marina seria “colocar o PT de novo no poder, o que não queremos”. “A Marina é, na essência, o PT”, resumiu.

Em relação a Dilma, o tucano ironizou a falta de credibilidade que a presidente-candidata tem junto ao mercado financeiro. “Ninguém confia na presidente da República e nesse governo intervencionista e aparelhado. É irresponsável do ponto de vista ético, ninguém aguenta mais quatro anos de PT. Não adianta ela se desvincular dessa queda da Bolsa”, criticou.

20/09/2014

às 16:00 \ Política & Cia

VÍDEO/ELEIÇÕES: O programa eleitoral do candidato do clã Sarney no Maranhão, Lobão Filho, dá uma boa ideia do que espera o Estado se ele vencer

Confiram este programa eleitoral de Lobão Filho, candidato do PMDB ao governo do Maranhão, e vejam se não é um espetáculo do absurdo.

Em quase nove minutos e meio, Lobão consegue não mencionar UMA proposta concreta — apesar de se vangloriar por uma única ação, a doação de equipamentos para uma UTI na Santa Casa de São Luís, feita neste mês, na condição de candidato.

Depois de uma encenação sobre os planos de governo do candidato, que um personagem apresentado como uma mulher simples claramente não leu, o programa parte para um apelo emocional que nada tem a ver com a eleição. Mais de quatro minutos são dedicados ao acidente de carro que o suplente do próprio pai sofreu em 2011, com direito a depoimento choroso da esposa, Paulinha Lobão, agradecendo aos maranhenses, pois teria sido sua fé a responsável por salvar a vida do marido. Aliás, essa é outra característica marcante do programa: incontáveis referências à bondade das divindades.

Para completar o pacote das lágrimas, entra na história menino que teria implorado aos seguranças de Lobão Filho para falar com o candidato durante um evento de rua. A criança chora, dizendo que quer que Lobão Filho seja abençoado, a que o candidato responde que mudará a vida de todas as crianças maranhenses — mas sem menção alguma de como fazer isso no Estado com os piores indicadores econômicos e sociais do país.

Lobão filho é o candidato do clã Sarney, que administra a miséria do Maranhão há meio século.

20/09/2014

às 15:00 \ Política & Cia

BOA NOTÍCIA PARA OS DEMOCRATAS: Governador Tarso Genro (PT), amigão do terrorista Battisti e candidato de Lula e Dilma no RS, está levando uma surra da senadora Ana Amélia (PP)

Ana Amélia (PP), crítica do lulopetismo e aliada de Ajécio Neves, e o governador Tarso Genro (PT) que, como ministro da Justiça, tudo fez para que o Brasil abrigasse o terrorista italiano Battisti (Fotos: Agência Senado::Governo do Ro Grande do Sul)

Ana Amélia (PP), crítica do lulopetismo e aliada de Ajécio Neves, e o governador Tarso Genro (PT) que, como ministro da Justiça, tudo fez para que o Brasil abrigasse o terrorista italiano Battisti (Fotos: Agência Senado::Governo do Ro Grande do Sul)

Alguns leitores desavisados que não sabem até hoje que esta é uma coluna de OPINIÃO, como tem sido desde seu início, há quatro anos, cobram “imparcialidade” ao titular. A imparcialidade e a objetividade jornalística foi algo que procurei com denodo e afinco durante décadas de carreira — como repórter, redator, editor-assistente, editor, redator-chefe e diretor de Redação.

A partir do momento em que assumi esta coluna, porém — uma coluna de OPINIÃO, de comentários sobre acontecimentos, e não de noticiário isento –, passei a expressar o que pensava sobre homens públicos, partidos políticos, instituições e governos.

E, sim, tenho claramente um lado: sou CONTRA o lulopetismo, sua conduta imoral, sua incompetência administrativa e sua tendência à hegemonia e ao totalitarismo.

O fato de ser um jornalista de OPINIÃO, porém, não me afasta um milímetro da ética, que faz, para começo de conversa, com que eu JAMAIS utilize para argumentar em meus textos opinativos fatos e dados que não sejam verdadeiros. 

Assim sendo, é com JÚBILO que registro o fato de ir muito mal nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Sul o atual governador e ex-ministro da Justiça Tarso Genro — o mesmo que concedeu “asilo político” a um terrorista condenado na Itália por quatro homicídios, como se a Itália fosse uma republiqueta de bananas que estivesse “perseguindo” politicamente a Cesare Battisti, e não um Estado de Direito onde vigoram plenamente as liberdades civis e os direitos individuais.

Tarso está, por enquanto, tomando uma lavada da senadora Ana Amélia (PP), que, embora integre um partido da base de sustentação ao governo Dilma, faz oposição ao lulopetismo e apoia o tucano Aécio Neves para a Presidência.

Leiam a matéria abaixo de VEJA.com:

Candidata do PP também lidera na simulação de segundo turno no embate contra o atual governador do Estado

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira aponta que a candidata Ana Amélia (PP) segue na liderança da disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, com 37% das intenções de voto, mesmo patamar do levantamento anterior. O atual governador, Tarso Genro (PT), oscilou de 28% para 27%, e José Ivo Sartori (PMDB) oscilou de 11% para 13%.

Vieira da Cunha (PDT) tem 3%, e Roberto Robaina (PSOL), Humberto Carvalho (PCB) e Estivalete (PRTB) não pontuaram. Brancos e nulos somaram 5% e 14% não sabem ou não responderam.

Segundo turno - Na simulação de segundo turno entre Ana Amélia e Tarso Genro, a candidata do PP tem 48% das intenções de voto ante 34% do petista. Brancos e nulos são 7% e 11% não sabem ou não responderam.

O Datafolha também aferiu a taxa de rejeição dos candidatos e mostrou Tarso Genro na frente, com 24% de rejeição, enquanto Ana Amélia tem 13% e Sartori, 6%.

O instituto entrevistou 1.300 eleitores em 50 municípios do Estado entre os dias 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo RS-00018/2014.

(Com Estadão Conteúdo)

20/09/2014

às 14:00 \ Política & Cia

Transparência Brasil lança um site com informações preciosas sobre TODOS os candidatos às eleições de outubro. Confiram

A ferramenta da Transparência Brasil ajuda o eleitor a escolher melhor, sobretudo nas eleições para os Legislativos (Foto: O Globo)

A ferramenta da Transparência Brasil ajuda o eleitor a escolher melhor, sobretudo nas eleições para os Legislativos (Foto: O Globo)

A ONG Transparência Brasil, “uma organização independente e autônoma, fundada em abril de 2000 por um grupo de indivíduos e organizações não-governamentais comprometidos com o combate à corrupção”, acaba de lançar um serviço excelente para os eleitores.

A Transparência diz ser “o mais completo serviço de informação ao eleitor sobre candiadtos que concorrem às eleições que se aproximam”.

Trata-se da ferramenta Quem Quer Virar Excelência nas Eleições de 2014, criada pela Transparência Brasil com apoio do Google e da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Os mecanismos de busca são simples e auto-explicativos.

“A ferramenta traz informações adicionais às que são fornecidas pela Justiça Eleitoral sobre todos os candidatos que concorrem”, informa a ONG, “como o histórico de suas participações em eleições passadas. Para todo candidato são listados seus doadores nesta campanha”.

“Para muitos deles (como todos os candidatos a presidente e governador, por exemplo) se apresentam informações sobre sua vida política e características relevantes de suas biografias, processos a que eventualmente respondem na Justiça e punições que sofreram de Tribunais de Contas.”

“Candidatos que buscam reeleição à Câmara dos Deputado e ao Senado são acompanhados de diversas informações sobre seu desempenho nessas Casas.”

Consulte o Quem Quer Virar Excelência clicando aqui.

20/09/2014

às 13:00 \ Uncategorized

SPONHOLZ e a volta de Eike Batista à classe média

a charge de volta à classe média

19/09/2014

às 19:30 \ Vasto Mundo

O OCIDENTE REAGINDO À BARBÁRIE DOS DECAPITADORES: A França também ataca os assassinos do “Estado Islâmico”

Jatos de combate Rafale franceses sobrevoando o norte do Iraque, após destruir instalações do grupo terrorista Daech, um dos muitos que integram o delirante "Estado Islâmico" de assassinos (Foto: Armée de l'Air/France)

Jatos de combate Rafale franceses sobrevoando o norte do Iraque, após destruir instalações do grupo terrorista Daech, um dos muitos que integram o delirante “Estado Islâmico” de assassinos (Foto: Armée de l’Air/France)

Depois dos ataques americanos ao território no Iraque dominado pelos fanáticos assassinos do chamado “Estado Islâmico” — foram 176 ataques aéreos nos últimos dias –, hoje foi a vez da França começar as incursões contra os terroristas. “Neste 19 de setembro, sob ordem do presidente da República, foi realizada uma operação militar aérea contra o grupo terrorista Daech”, informou comunicado do Exército do Ar da França.

“Esta operação tinha por objetivo destruir, por ataques aéreos, um depósito logístico de Daech localizado na região de Mossul por missões de inteligência e reconhecimento efetuadas esta semana”, diz a nota.

A operação francesa, vista pelo cockpit de um dos aviões de combate envolvidos (Foto: Ministère de la Defense/France)

A operação francesa, vista pelo cockpit de um dos aviões de combate envolvidos (Foto: Ministère de la Defense/France)

Participaram dois caças Rafale equipados de bombas ar-solo GBU 12, guiadas a laser (uma poderosíssima arma de destruição que pesa 230 quilos cada), um avião de abastecimento C-135, e um avião de patrulha marítima Atlantique 2 da Marinha, responsável pela parte de inteligência da missão e da avaliação dos resultados do ataque.

O Ministério da Defesa francês não informou de onde partiram as aeronaves, mas esclareceu que o ataque foi conduzido “em coordenação com as autoridades iraquianas e com nossos aliados presentes na região”.

19/09/2014

às 18:30 \ Política & Cia

ELEIÇÕES/VÍDEO: Confiram jingle de propaganda do senador Pedro Simon (PMDB-RS), grande referência moral no Senado, batalhando para se reeleger aos 84 anos

19/09/2014

às 17:30 \ Política & Cia

Vamos comparar a “banqueira de Marina” — que não é banqueira — com a banqueira (de verdade) do PT? Confiram a ficha de cada uma. A do PT está na cadeia

As duas banqueiras: Neca Setúbal, que na verdade nada tem de banqueira, é educadora de respeito e nunca exerceu qualquer cargo no Itaú, do qual é uma das acionistas, e Katia Rabello, ex-presidente e dona do Banco Rural, hoje na cadeia por ter alimentado os cofres do PT no escândalo do mensalão (Fotos: Sergio Lima/Folhapress :: Nelson Jr./STF)

As duas banqueiras: Neca Setúbal, que na verdade nada tem de banqueira, é educadora de respeito e nunca exerceu qualquer cargo no Itaú, do qual é uma das acionistas, e Katia Rabello, ex-presidente e dona do Banco Rural, hoje na cadeia por ter alimentado os cofres do PT no escândalo do mensalão (Fotos: Sergio Lima/Folhapress :: Nelson Jr./STF)

Absolutamente irretocável, beirando o genial pela constatação daquilo que em geral quase ninguém vê — o óbvio –, este início de artigo do colunista Leonardo Souza, da Folha de S. Paulo:

“A banqueira de Marina é socióloga e educadora, autora de mais de dez livros, um deles ganhador do prêmio Jabuti na categoria de melhor livro didático.

“A banqueira de Marina é fundadora do Cenpec (Centro de Pesquisa para Educação e Cultura), referência nacional na produção de material didático, na formação de professores e na avaliação de escolas.

“Maria Alice Setubal anda de cabeça erguida e é festejada nos principais salões do país e no meio acadêmico como alguém que se dedica a melhorar a qualidade do ensino brasileiro. Especificamente nesta eleição, o “azar” de Neca, como Maria Alice é conhecida, foi nascer filha do dono do Itaú, Olavo Setubal, morto em 2008.

“E a banqueira do PT? Onde está a banqueira do PT? As pessoas esqueceram quem é a banqueira do PT?

Pois a banqueira do PT dorme num banco de concreto em uma penitenciária de Minas Gerais.

Dona do Banco Rural, Kátia Rabello presidia a instituição à época do mensalão. Como presidente do Rural, segundo a Procuradoria-Geral da República, ela negociou os empréstimos que alimentaram os cofres do PT e o valerioduto para a compra de apoio da base aliada ao governo Lula no Congresso.”

Falou e disse!!!

Observação: Kátia Rabello foi condenada pelo Supremo Tribunal a 16 anos e oito meses de cadeia pelos crimes de formação de quadrilha, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

O texto completo está publicado no Blog do Tupan.

 

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