Blogs e Colunistas

22/10/2014

às 20:38 \ Política & Cia

Vocês acham que os parlamentares custam muito ao governo? Pois saibam que APENAS O AUXÍLIO-MORADIA do Judiciário equivale ao salário de todos os deputados e senadores JUNTOS

(Foto: Tribunal de Justiça do Paraná)

Os benefícios do Judiciário: apenas o auxílio moradia dos juízes tem o mesmo valor de salário de todos os parlamentares juntos (Foto: Tribunal de Justiça do Paraná)

AUXÍLIO-MORADIA DE JÚIZES CUSTARÁ O EQUIVALENTE AO SALÁRIO DE TODO O CONGRESSO

Só o auxílio-moradia dos magistrados pelo país afora custará algo em torno de R$ 1 bilhão por ano

Por Rogério Galindo, para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba

Você acha que os salários dos deputados federais e dos senadores são altos, que eles custam demais para o país? Ok. Pode ser mesmo. Todas as estatísticas mostram que o parlamentar brasileiro (contando custos com assessoria, gabinete, custeio etc.) é um dos mais caros do mundo.

Segundo o site Congresso em Foco, contando apenas o salário e os penduricalhos dos parlamentares, o gasto anual do Brasil com os seus congressistas é de R$ 1,1 bilhão. Muita coisa, claro. Mas é o preço.

Agora, veja só. O Judiciário, que costuma passar muito mais abaixo do radar, até por não ter eleições diretas para se decidir quem ocupará os cargos, custa muito, muito mais caro. A conta que faz perceber isso é a seguinte: os cálculos do governo são de que só o auxílio-moradia dos magistrados pelo país afora custará algo parecido: R$ 1 bilhão por ano.

Ou seja: nossos juízes estão prestes a consumir os salários de 594 parlamentares (caros) em apenas um benefício extra, que agora está sendo estendido até mesmo para os aposentados.

22/10/2014

às 19:20 \ Política & Cia

EM VÍDEO: Vereador do PT em Minas apoia Aécio “por sua experiência administrativa, por sua ética e por tudo aquilo que o PT pregou a vida inteira e agora joga no lixo”

O depoimento abaixo é do vereador Vitorio Junior (PT), de Ribeirão das Neves, importante cidade da região metropolitana de Belo Horizonte governada pelo PT.

Neste vídeo ele protesta contra as “mentiras” que o PT dissemina a respeito do presidenciável Aécio Neves, diz com todas as letras que o partido queria que militantes como ele difamassem o candidato tucano e afirma:

– Quen é mineiro vota Aécio. Mesmo estando no PT, sempre tive a convicção de que Aécio foi um grande governador. Quem conhece o PT, como eu, que militei no partido por 17 anos, diz hoje que não vota no PT de maneira alguma.

Ele diz que votará em Aécio por sua experiência administrativa, “pela ética e por tudo aquilo que o PT pregou a vida inteira e agora joga no lixo”.

http://www.cmrn.mg.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=34&Itemid=61

22/10/2014

às 17:50 \ Política & Cia

TVEJA, URGENTE: Há dinheiro para o Petrolão e a roubalheira, mas não para pagar quem trabalha. Petrobras dá calote e trabalhadores da refinaria Abreu e Lima estão sem receber

Pelo menos seis mil operários que trabalham nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, não recebem os salários há três semanas.

A Petrobras deixou de fazer o repasse para as empresas prestadoras de serviço.

A acusação é do presidente da Força Sindical, Miguel Torres.

O calote começou depois das denúncias do Petrolão.

Quer dizer, dinheiro de roubalheira, sobrou. Para pagar quem trabalha, está faltando.

22/10/2014

às 16:56 \ Política & Cia

ROBERTO POMPEU DE TOLEDO: “Filhotismo”, “mulherismo” e a figura do eterno candidato são alguns dos problemas das nossas eleições

(Fotos: Ricardo Stuckert/Instituto Lula :: Ricardo Brandt/Estadão)

Lula e Renan Filho: o eterno candidato e o novato eleito pela fama do pai (Fotos: Ricardo Stuckert/Instituto Lula :: Ricardo Brandt/Estadão)

SOBRE REELEIÇÃO, FILHOTISMO ETC.

Artigo publicado em edição impressa de VEJA

Roberto-Pompeu-de-ToledoO projeto de fim da reeleição e coincidência de mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos, defendido por Aécio Neves, antes piora do que melhora o modelo atual. Bem ou mal, a ocorrência de uma eleição sempre convida o eleitor a pensar no processo político e a participar dele. É o que ocorre hoje a cada dois anos. Uma distância de cinco anos entre uma eleição e outra gera uma longa desmobilização e tem tudo para multiplicar o já alto grau de desinformação e desinteresse do eleitorado brasileiro.

Problemática é também a fixação dos cinco anos de duração para todos os mandatos, inclusive os legislativos. Isso significa que o senador teria mandato igual ao do deputado, ao contrário do que sempre ocorreu no Brasil e ocorre nos melhores modelos mundo afora. Senado é lugar dos seniores, da prudência e da moderação, portanto do vagar e da ponderação, e para o bom exercício de tais características entende-se como boa regra a duração mais longa dos mandatos.

O próprio propósito de acabar com a reeleição é questionável. A experiência da reeleição é muito nova no Brasil para já ser descartada. Mais interessante, uma vez que seguimos o modelo do presidencialismo americano, seria copiá-lo direito e proibir a candidatura a mais de dois mandatos. Atualmente, mesmo que não se possa concorrer a uma segunda reeleição, pode-se voltar a concorrer, cumprido o intervalo do mandato subsequente.

O resultado é a figura do eterno candidato, desde que não seja a três mandatos seguidos. Lula poderia ter sido candidato desta vez e não foi, mas desde já é candidato à próxima. O mesmo quadro se repete nos estados, onde pululam os eternos potenciais candidatos a governador, com a nociva consequência de perpetuar o coronelismo.

A limitação a duas vezes do direito de candidatar-se ao mesmo cargo executivo seria poderoso estímulo a fazer a fila andar. E fazer a fila andar é condição para a alternância no poder e a renovação de quadros inerentes aos bons modelos de democracia.

Filhotismo e, digamos, mulherismo são outros fatores que emperram a fila. O “filhotismo”, expressão usada desde o Império, e devidamente dicionarizada, elegeu o governador de Alagoas, Renan Filho, rebento do presidente do Senado, Renan Calheiros, encarnou-se em Lobão Filho, candidato derrotado no Maranhão, e multipli­cou-se com abundância nas candidaturas aos legisla­tivos. Contra ele não há remédio institucional à vista.

Mas contra o mulherismo, a prática dos candidatos fichas-sujas de substituir a própria candidatura pela da mulher, há – seria banido por uma lei que proibisse a substituição do ficha-suja por um parente. As eleições para os governos de Mato Grosso e Roraima tiveram madames fichas-sujas concorrendo neste ano. Em Brasília, a mulher de José Roberto Arruda é candidata a vice na chapa de Jofran Frejat, classificada para o segundo turno. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

22/10/2014

às 15:00 \ Política & Cia

Em meio a denúncias e acusações, os candidatos ao governo do DF escondem que quase foram companheiros de chapa

(Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

Rollemberg: agora ataca Jofran Frejat, mas, há um ano, ainda o considerava para companheiro de chapa (Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

O VICE ADVERSÁRIO

O segundo turno no Distrito Federal é disputado por Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR). Os dois têm protagonizado debates acalorados.

Rollemberg denunciou que o adversário responde a processo por improbidade administrativa devido a irregularidades na Secretaria de Saúde. Já Frejat lembrou que Rollemberg foi aliado do atual governo do PT, que registra índices enormes de rejeição.

Há um ano, no entanto, quando os dois ainda definiam a candidatura, Rollemberg sondou Frejat para ser companheiro de chapa. Ele sabia do potencial do seu atual adversário, que iniciou a eleição como candidato a vice de José Roberto Arruda (PR) e assumiu o seu lugar depois que ele foi impedido de concorrer pela Justiça.

As pesquisas dão vantagem a Rollemberg.

22/10/2014

às 14:00 \ Política & Cia

VÍDEO IMPERDÍVEL: Mais elogios de petistas ao governador Aécio: o ex-vice-presidente José Alencar, Lula, o ex-prefeito de BH Patrus Ananias e o governador do RS, Tarso Genro. Quer dizer que, na época, Aécio deixava um “legado exemplar” — mas agora, candidato, foi um péssimo governador?

Este post dispensa comentários. Basta os amigos do blog assistirem ao vídeo:

21/10/2014

às 20:05 \ Política & Cia

Dilma “coração valente”? Como assim? A presidente usa imagens de seus tempos de luta armada para falar em “democracia”– algo que sua organização, e as demais, NUNCA defenderam. É, portanto, um apelo MENTIROSO ao passado. Além disso, o lema foi roubado da campanha de Heloísa Helena, em 2006

(Foto: Ichiro Guerra)

Em recente reunião de Dilma com governadores e senadores eleitos a 5 de outubro, o “Coração Valente” ao fundo (Foto: Ichiro Guerra)

Não faltava mais nada, mais nada, nadinha mesmo na campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff.

Agora, volta e meia ela aparece diante de cartazes dos tempos em que integrava a luta armada, o que lhe valeu o qualificativo marqueteiro de “Coração Valente”.

A ideia foi escandalosamente roubada por marqueteiros de uma outra campanha, como mostrarei abaixo. Mas isso não é nada.

Os cartazes da “Coração Valente”, como o que vocês verão logo abaixo parágrafo, querem insinuar que Dilma, quando integrava a luta armada contra a ditadura militar, “plantava a liberdade” para, hoje, “colher democracia”.

Com todo o respeito à figura da presidente, a candidata Dilma está MENTINDO. Repito: MEN-TIN-DO.

A organização armada a que ela pertencia, a VAR-Palmares — antes ela pertenceu à minúscula Polop, depois à Colina, que acabou se fundindo na Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares –, de fato enfrentava a ditadura militar, mas apelando para a violência e a luta armada. Não há notícia, em lugar algum, que os “guerrilheiros” da VAR-Palmares, ou terroristas, como os chamava o regime militar, tenham, em qualquer tempo, pregado as liberdades democráticas tais como as conhecemos.

A organização chefiada pelo ex-capitão do Exército Carlos Lamarca pregava a luta armada como forma de chegar ao poder, que seria exercido, em nome dos “trabalhadores”, por um partido único.

Não há um parágrafo, uma frase, uma linha que seja no “programa de luta” da VAR-Palmares de Dilma defendendo eleições diretas, o pluripartidarismo, o direito à livre expressão do pensamento, a liberdade de imprensa, a liberdade partidária, a livre organização sindical, a garantia dos direitos individuais, a supremacia da lei e o primado da Justiça, a independência dos Poderes — nada, nada, nada, absolutamente nada de tudo aquilo que a Humanidade aperfeiçou e que se chama democracia, “o pior regime que existe, excetuado todos os demais”, na frase imortal do grande estadista britânico Sir Winston Churchill.

dilma 'liberdade'

A VAR-Palmares, organização de luta armada a que Dilma pertence, enfrentou de fato a ditadura, recorrendo a métodos violentos, mas jamais plantou a “liberdade”. E muito menos defendeu a democracia

Se vocês não acreditam e quiserem conferir se há qualquer inverdade no que escrevo, encham os pulmões, munam-se de coragem e paciência e cliquem no link que vou oferecer a seguir onde está o documento-base da VAR-Palmares, um tijolaço de 35 páginas datilografadas em espaço um que vocês encontram aqui.

Cartaz da campanha de 2006

Cartaz da campanha de Heloísa Helena (PSOL), candidata à Presidência em 2006

Não bastava, porém, passar a falsa informação de que uma organização cujos fundamentos de chegar ao poder fundavam-se na na violência armada pregava a “liberdade” e queria que o país desembocasse em uma “democracia”.

O “Coração Valente” que os marqueteiros tentam pespegar em Dilma foi escandalosamente furtado da campanha da então senador Heloísa Helena (PSOL-AL), candidata à Presidência da República em 2006, conforme está no cartaz à esquerda.

Os registros a respeito são in-des-men-tíveis.

Vejam, por exemplo, um vídeo de campanha de Heloísa Helena postado a 28 de setembro de 2006, sob o título “Heloísa Helena Coração Valente”:

Já este vídeo de 2009 — repito, de 2o09, ou seja, de cinco anos atrás — mostra a canção “Coração Valente”, composta pelo músico Vital Farias e apresentada no 2º Congresso do PSOL em 21 de agosto daquele ano:

21/10/2014

às 19:11 \ Política & Cia

TSE rejeita pedido de Dilma para censurar reportagem do site de VEJA

(Foto: VEJA)

O ministro Admar Gonzaga, do TSE, rejeitou o pedido de censura ao site de VEJA feito pela presidente-candidata Dilma Rousseff (Foto: VEJA)

Ministro Admar Gonzaga arquivou representação que contestava divulgação, no Google, de reportagem sobre a piora nos indicadores econômicos do país
Por Laryssa Borges, de Brasília, para VEJA.com

O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta terça-feira ação da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) que tentava impedir que o Google listasse nos resultados de busca a reportagem “Dez fatos econômicos que você precisa saber antes de votar”, publicada no site de VEJA em 3 de outubro.

Embora a decisão tenha sido tomada com argumentos técnicos, sem análise do mérito da tentativa de censura do PT, o magistrado confirmou a defesa da liberdade de expressão e o direito de o eleitor ter acesso a informações como a piora dos indicadores econômicos e as possíveis consequências disso para o país a partir do ano que vem.

Para o Google, qualquer monitoramento prévio de conteúdo, como exige a presidente-candidata, representa uma afronta à Constituição, que assegura “a livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação”. Também viola o artigo 220 do texto constitucional, segundo o qual “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição”, e o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que combate a censura prévia.

Na tentativa de impedir que o Google reproduzisse a reportagem em suas opções de busca, o PT alegou à Justiça que a reportagem, que retrata fatos incontestes – como a alta do dólar, a crise no setor elétrico e o desastre das contas públicas – ”se voltou à critica exclusiva à candidata (…) à beira do dia do pleito”. O PT foi além: disse ainda que o texto jornalístico teria o “propósito de interferir na vontade do eleitor antes do voto”.

Nem o site de VEJA nem a Editora Abril, responsável pela publicação do conteúdo eletrônico de VEJA, são partes do processo.

Além da retirada da reportagem das opções de busca do Google, a campanha da petista pediu a aplicação de multa de até 30.000 reais ao Google caso o texto não fosse retirado do ar. Na argumentação utilizada para tentar censurar o Google, a coligação de Dilma Rousseff alegava que teria havido violação da Lei 9.504/97, que estabelece normas para as eleições, por considerar que a reportagem deveria ser enquadrada na categoria de “propaganda eleitoral”.

Em sua defesa, o Google Brasil afirmou ao TSE não possuir “qualquer ingerência sobre o conteúdo publicado, não sendo capaz, portanto, de removê-lo, editá-lo, nem mesmo fornecer quaisquer dados sobre o usuário responsável pela criação e posterior postagem de conteúdo”. Para a empresa, não é possível que ela determine a remoção do conteúdo da reportagem por não ter qualquer ingerência sobre o site de VEJA.

21/10/2014

às 18:00 \ Política & Cia

J. R. GUZZO: Após as denúncias de “Beto” e “Paulinho”, o governo fez tudo, menos se explicar

(Fotos: Geraldo Magela/Agência Senado :: Jonathan Campos/Gazeta do Povo)

O doleiro e o ex-diretor: após os acordos de delação premiada de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, vieram à tona fatos inegáveis sobre o esquema de corrupção na Petrobras (Fotos: Geraldo Magela/Agência Senado :: Jonathan Campos/Gazeta do Povo)

BETO & PAULINHO

Artigo publicado em edição impressa de VEJA

Diante das versões francamente incompreensíveis que o governo vem apresentando a respeito dos atos de corrupção praticados na Petrobras ao longo dos últimos anos, talvez seja útil para o leitor ter na ponta da língua os fatos registrados a seguir. Versões são mercadoria barata. Fatos, porém, são o corpo e a alma da realidade. Podem ser ignorados por quem não gosta deles, mas não mudam, e não vão embora. No caso da Petrobras, aqui estão:

Paulo Roberto Costa, chamado de “Paulinho” pelo ex-presidente Lula e um dos convidados ao casamento da filha da presidente Dilma Rousseff, Paula, em abril de 2008, foi um dos mais altos diretores da Petrobras entre 2004 e 2012.

Em março deste ano “Paulinho” foi preso pela Polícia Federal, acusado de praticar atos de corrupção nas operações da estatal, e algum tempo atrás resolveu confessar seus crimes, por livre e espontânea vontade, dentro das condições legais que permitem redução de pena para réus que colaboram com a Justiça. Seu companheiro de delitos, o doleiro Alberto Youssef, ou “Beto”, fez o mesmo.

A partir daí ficou provado, acima de qualquer dúvida, que houve corrupção na maior empresa estatal do Brasil; é um fato que não pode mais ser apagado. Feita dentro das exigências da lei, a confissão é a “rainha das provas” — não pode ser suplantada por nenhuma outra, e é a única que garante consciência tranquila ao juiz que assina uma sentença de condenação.

O principal problema trazido pelas confissões de “Beto” e “Paulinho” não está nos atos de corrupção que eles cometeram individualmente nem nos benefícios pessoais que obtiveram. Está na sua associação direta com as empreiteiras de obras públicas, que, historicamente, figuram entre as empresas privadas mais influentes do Brasil.

Até agora não se falou muito disso, mas é certo que se vai falar — e aí os empreiteiros podem ficar na situação rara, provavelmente inédita, de ser acusados criminalmente com base em provas materiais inegáveis.

As construtoras contratadas para realizar obras na Petrobras fizeram pagamentos que chegaram indiscutivelmente a “Beto” e a “Paulinho”; ambos confessaram que esse dinheiro, após o desconto de suas comissões, era distribuído a diretores da estatal e a agentes do PT, do PMDB e do PP, partidos que controlam cargos-chave na diretoria, em pagamento pelos contratos que a empresa concedeu a diversas das maiores empreiteiras do país.

Apenas em uma operação, já comprovada, cerca de 35 milhões de reais foram pagos a empresas-fantasma de “Beto”, e “Paulinho”, por sua vez, provou ter recebido um mínimo de 70 milhões, que aceitou devolver ao poder público.

O PT, segundo afirmam os dois, é quem recebia mais dinheiro do esquema — 3% sobre o valor de cada contrato que ajudava a fechar, entregues ao seu tesoureiro nacional, João Vaccari Neto, através das empresas-laranja de “Beto”. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

21/10/2014

às 16:57 \ Política & Cia

NADA COMO UM VÍDEO: Dilma se derramando em elogios ao então governador Aécio Neves. Dilma já tentou se dissociar do que disse, mas vale a pergunta: ela mentiu na ocasião, ou mente agora, quando fala mal do governo Aécio?

A presidente  Dilma já tirou o corpo fora, diante da repercussão que tiveram suas palavras de elogio ao então governador Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais, dizendo que foi “generosa” com o hoje adversário na disputa do Planalto.

Mas, diante dos elogios que ela fez a Aécio quando governador, como mostra o vídeo abaixo, fica a velha pergunta: ela mentiu na ocasião, ou está mentindo agora?

Confiram:

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados