segunda-feira, 25 de março de 2013
Ficha limpa contra dirigentes partidários
Se o projeto de autoria de Jorginho Mello (PR-SC) tivesse alguma chance de ser aprovado no Congresso, corria o risco de não sobrar um partido no país com a cúpula intacta. A proposta em questão estende a exigência da ficha limpa aos dirigentes partidários.
O texto diz: detentores de mandato eletivo ficam proibidos de exercer funções e cargos públicos, bem como de atuar como dirigentes partidários se tiverem seus mandatos cassados, renunciado ao mandato para se livrarem de cassação ou que tenha contra si condenações transitadas em julgado em ações penais, civis públicas ou de improbidade administrativa.
Obviamente é quase impossível o projeto de lei, pronto para ser acolhido na CCJ da Câmara, passar pela Casa. A maioria dos deputados se ampara no suposto direito de não produzir leis contra si mesmo.









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