Bastou voltar a descer a borduna na aliança PT-PMDB para Ciro recuperar os holofotes. Há poucos minutos, sentou-se em uma mesa no cafezinho da Câmara e, envolto por mais de uma dezena de jornalistas, bateu com força em vários alvos.
Apesar de destacar que Dilma Rousseff jamais teria menos de 25%, por causa da força do PT e de Lula, começou batendo duro na confiabilidade da pesquisa CNT/Sensus:- Já tive 8% e a maior rejeição; quarenta dias depois, apareci com 17% e a menor rejeição; agora apareço com 12%. Tudo isso sem que haja qualquer motivo para mudanças.
Indagado se poderia haver desvios na pesquisa, devolveu:
- Desvios estatísticos sempre; morais, também.
Ciro disse acreditar que tenha hoje cerca de 12% das intenções de voto (embora, não tenha como chegou a esse número…), mas que a distância dele para Dilma não o assusta:
- A minha dificuldade é a minha vantagem. Não tenho que prestar homenagens ao Quércia, como o Serra, nem ao Renan e ao Sarney, como a Dilma.
(No fundo, tal afirmação é um ataque indireto a Lula, que também “presta homenagens” a Renan e Sarney).
Mas, no fim, reconheceu que se o PSB quiser, ele não disputará a presidência:
- Se o PSB pedir, deixo docemente de ser candidato.