terça-feira, 26 de junho de 2012
Contra a lavagem de dinheiro
Em tempos tão movimentados de CPI mista do Cachoeira, o Ministério da Justiça decidiu abrir em São Paulo uma unidade do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro.
Idealizado em parceria com a Receita Federal, o laboratório conta com um conjunto de softwares que auxiliam o governo a reunir e analisar grandes volumes de informações (bancárias, fiscais e de outras naturezas) de eventuais crimes de lavagem de dinheiro.
O sistema já tem dezesseis unidades instaladas no país em sedes estaduais do Ministério Público e das polícias Civil e Federal. Até o final de 2013, o governo irá investir 1,4 milhão de reais na estrutura de combate ao crime e na recuperação de ativos.
Tags: Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro, Ministério da Justiça, Receita Federal, São Paulo



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4 Comentários
Ricardo
-27/06/2012 às 11:53
Lamentavelmente o governo utiliza toda sua “competência”, recursos e tecnologia somente para arrecadar impostos.
Nada semelhante é visto na saúde, educação e segurança.
Que bom seria se estas áreas fossem tão “competentes” como a Receita !
G. Carvalho
-26/06/2012 às 22:14
Lamentavelmente, mesmo iniciativas boas tendem a desvirtuar-se, quando as práticas de gestão pública se inspiram no modelo conhecido como Bazar-Cantina, símbolo marcante do subdesenvolvimento político. Cria-se um processo burocrático de fazer inveja a Kafka em seus mais intensos delírios, enquanto as quadrilhas de políticos e empresários roubam o Brasil escancaradamente. Tudo bem urdido, programado, orquestrado, coreografado, segundo prevê o manual da corrupção sistêmica e impune. Como declarou o porta-voz de uma das quatro grandes organizações criminosas da Itália, a diferença entre elas e as quadrilhas políticas no Brasil é que essas últimas assaltam o erário, exigindo elogios generalizados pela eficiência do assalto.
ALEFE
-26/06/2012 às 21:58
PARABENS, VAMOS INVESTIGAR TODAS AS LICITAÇÕES QUE TEM MILHOES EM FRAUDES.
Paithomaz
-26/06/2012 às 20:02
Curioso é que não chega nos políticos, esse arsenal de investigação. Como pode?