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Protestos no Brasil: por que a mobilização nas redes perde força?

Número de tuítes relacionados a manifestações cai 70% em uma semana. Envie resposta ao perfil de VEJA no Twitter; as melhores serão selecionadas

A publicação de tuítes, mensagens no Facebook e fotos no Instagram relativas às manifestações por todo o país sofreu uma queda nos últimos dias. Segundo dados da plataforma de monitoramento de mídia social Scup, a média diária de tuítes era de 416.000 entre 17 e 19 de junho – entre 24 e 26 caiu para 135.000 tuítes. O decréscimo é de quase 70% em uma semana.

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A adesão a eventos no Facebook, grande propagador de manifestações nas últimas semanas, também é menor: pouco mais de 8.000 pessoas confirmaram a participação no protesto a ser realizado na tarde desta quinta-feira no Rio de Janeiro a favor de melhorias no transporte público. Para a passeata que reuniu 300.000 pessoas na Avenida Presidente Vargas na última quinta-feira, houve 120.000 confirmações.

Na sua opinião, por que a mobilização nas redes sociais está perdendo força? Use o Twitter para enviar suas respostas indicando-a com a marcação @veja. Os melhores comentários serão publicados no espaço a seguir.

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