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Coronavírus: em plena reabertura, Brasil é o país com mais mortes em junho

De acordo com dados da OMS, o país teve mais óbitos no período que Estados Unidos e Reino Unido, as duas nações com maior número de registros totais

Por Mariana Rosário Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 11 jun 2020, 05h37 - Publicado em 10 jun 2020, 18h21

Em processo de abertura da quarentena em diversas regiões, o Brasil figura como país com maior registro de mortes por coronavírus neste mês de junho. De acordo com o levantamento diário realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) foram 8.300 novos registros de óbitos entre as análises publicadas de 1º de junho a 10 de junho, a mais recente.

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O Brasil está à frente, inclusive, dos Estados Unidos, que registrou 8.130 novas mortes durante o mesmo período e que segue como o país com mais mortes totais pela doença (mais de 110 mil, segundo o último levantamento da OMS). As secretarias de Saúde brasileiras também registraram no levantamento de junho mais mortes que o México (4.274), Reino Unido (2.394), Itália (628), França (488) e Alemanha (218), outras nações com altas taxas de mortes pela Covid-19.

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Desde o final de maio, o Brasil e os Estados Unidos revezam-se entre os maiores índices de mortes diárias pelo coronavírus em todo o mundo. Segundo o último levantamento da OMS, publicado nesta quarta-feira, 10, o Brasil tinha 679 vítimas fatais e os Estados Unidos, 550.  No dia anterior, as médias foram 904 mortes nas últimas 24 horas no Brasil e os EUA, 708.

O banco de dados da OMS coleta registros pandemia com intervalo de 24 horas em todos os países do mundo. Há no entanto, um atraso em relação aos dados diários publicados por todos os países e o que é divulgado nos boletins da entidade. Esse fato, no entanto, não é impeditivo para determinar que o Brasil segue na dianteira da letalidade do coronavírus em todo o mundo neste mês de junho.

Se considerados apenas os dados mais recentes (entre 3 e 10 de junho), o país ainda é o que registra mais mortes no período. São 7.197 mortes registrados durante a janela de oito boletins. Em segundo lugar está os EUA, com 5.762 e em terceiro o México, com 3.886.

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