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Visita de Maduro à Rússia está em ‘alto grau de preparação’, diz Kremlin

Os líderes das duas principais nações produtoras de petróleo, Rússia e Venezuela, compartilham uma relação de desavença com os Estados Unidos

Por Da Redação
Atualizado em 8 Maio 2024, 13h36 - Publicado em 2 abr 2024, 11h44

O Kremlin confirmou nesta terça-feira, 2, que está preparando uma visita do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, à Rússia, onde irá reunir-se com seu homólogo Vladimir Putin. As duas lideranças têm se aproximado nos últimos anos, compartilhando especialmente um ponto em comum: a desavença com os Estados Unidos.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o encontro está em “alto grau de preparação”. Segundo ele, falta apenas a confirmação da data.

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A visita estava sendo costurada desde o ano passado. A ideia inicial era que Maduro visitasse Moscou no início de dezembro – no auge da crise de Essequibo, logo após o líder venezuelano ter realizado um referendo para anexar o território da Guiana. Não foi revelado porque a data foi adiada, mas tudo indica que a confusão na Venezuela pode ter tido papel no reajuste.

Muy amigos

As duas nações, grandes produtoras de petróleo, mantiveram relação estreita durante os últimos anos. A Rússia demonstrou apoio ao governo Maduro durante um longo período de confronto entre Venezuela e Estados Unidos, enquanto Caracas estendeu respaldo diplomático à ofensiva militar russa na Ucrânia.

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Em fevereiro, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, visitou a capital venezuelana para firmar um acordo para expandir a cooperação petrolífera entre os países – ambos operando no mercado sob o cerco de sanções internacionais.

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Além disso, após a vitória de Putin nas eleições russas – cuja legitimidade foi questionada pela comunidade internacional – Maduro parabenizou o aliado, dizendo que ele “venceu a guerra contra todo o Ocidente” e “está traçando um longo caminho de reivindicação da nova Rússia para um mundo de equilíbrio”. “Nosso irmão mais velho triunfou, são bons presságios”, acrescentou o líder venezuelano, reiterando sua “vontade inabalável de continuar trabalhando de perto” com a Rússia.

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