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Raúl Castro busca na China apoio para abertura econômica

Ditador, que também vai ao Vietnã, assinou diversos acordos com Pequim

Por Da Redação
5 jul 2012, 11h30

O ditador cubano Raúl Castro assinou oito acordos e memorandos de entendimento com o presidente da China, Hu Jintao, nesta quinta-feira. Em viagem ao país asiático, Castro busca apoio para o processo de abertura econômica da ilha e conseguiu um empréstimo, de valor não revelado, do Banco de Desenvolvimento da China para a melhoria de hospitais e outro de cooperação agrícola.

Além disso, foram firmados dois convênios de cooperação econômica e técnica, cujos valores também são sigilosos. Também foi assinado um memorando de cooperação aduaneira que entrará em vigor em 2013 e que terminará em 2015.

Ele se reuniu hoje com o presidente da China, Hu Jintao, e com o presidente da Assembleia Nacional Popular (Parlamento), Wu Bangguo. “Para nós constitui um orgulho manter relações com todas as instituições da República Popular China e com seu povo”, disse o líder cubano, que também vai visitar o Vietnã em seu tour pela Ásia.

O presidente chinês ressaltou que as relações entre os países se aprofundaram desde que Raúl Castro assumiu o poder no lugar do irmão, Fidel. “Temos certeza que esta visita aumentará a cooperação para níveis mais elevados”, reforçou o presidente da China, que lembrou suas três visitas a Cuba (1997, 2004 e 2008), as duas últimas já como chefe de Estado do país asiático.

A China é o segundo principal parceiro comercial de Cuba, atrás da Venezuela, com um comércio bilateral que em 2010 chegou a US$ 1,8 bilhão, segundo dados oficiais.

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Abertura – Esta é a terceira visita do ditador cubano ao gigante asiático, porém é a primeira viagem desde que assumiu o poder, em 2008. Nas viagens anteriores, em 1997 e 2005, Castro teve como objetivo estudar a reforma econômica sem abertura política. A China, assim como o Vietnã, realizou as reformas econômicas que Cuba está fazendo agora há anos.

Sob o governo de Raúl Castro foi iniciada uma lenta abertura econômica que remete aos primeiros anos da reforma chinesa, incluindo a redução do grande número de funcionários públicos e um leve e incipiente abertura para a iniciativa privada.

(Com Agência EFE)

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