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Policial morre em tiroteio durante eleições egípcias

Para observadores egípcios, contudo, início de votação foi 'promissor'

Por Da Redação
23 Maio 2012, 08h01

Um policial egípcio morreu nesta quarta-feira em um tiroteio em frente a um local de votação no Cairo, no primeiro turno das eleições presidenciais do Egito. As informações sobre a morte do policial, contudo, ainda são contraditórias. Enquanto a agência France-Presse diz que ele morreu em um confronto entre apoiadores de dois candidatos à Presidência, a rede Al Jazeera afirma que foi em uma briga entre o motorista de um ‘tuk tuk’ (triciclo) e um cliente sobre o preço da corrida. O policial foi baleado no peito e um civil ficou ferido na perna.

Entenda o caso

  1. • Na onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, egípcios iniciaram, em janeiro, sua série de protestos exigindo a saída do então presidente Hosni Mubarak.
  2. • Durante as manifestações, mais de 800 rebeldes morreram em choques com as forças de segurança de Mubarak que, junto a seus filhos, é acusado de abuso de poder e de premeditar essas mortes.
  3. • Após 18 dias de levante popular, em 11 de fevereiro, o ditador cede à pressão e renuncia ao cargo, deixando Cairo; em seu lugar assumiu a Junta Militar.

Leia mais no Tema ‘Revolta no Egito’

Porém, para a organização egípcia ‘Observadores para a Proteção da Revolução’, composta por várias organizações de direitos humanos, o começo das eleições presidenciais no país foi ‘promissor’. O grupo emitiu um comunicado dizendo que, até o momento, não foram registradas as irregularidades cometidas nas eleições legislativas de novembro de 2011 e de fevereiro.

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Pleito – A organização destacou que os eleitores chegaram em grande número às zonas eleitorais, que abriram sem atrasos. Além disso, notou-se uma presença intensa de membros das Forças Armadas ao redor dos locais de votação, acrescentou o grupo, que tem cerca de 3.000 observadores espalhados em vários pontos do país.

Mais de 50 milhões de egípcios estão convocados para escolher o primeiro presidente eleito democraticamente no Egito. Ao todo, 14.500 juízes irão supervisionar a votação e 65.000 funcionários trabalharão nas 13.099 zonas eleitorais. Além disto, centenas de ONGs egípcias e internacionais acompanharão o pleito.

(Com agência EFE)

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