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General afirma ter evitado guerra contra a China na era Trump

Comunicado publicado nesta quarta-feira, 15, afirma que Biden tem 'total confiança' em Milley

Por Da Redação Atualizado em 16 set 2021, 18h18 - Publicado em 15 set 2021, 19h19

A Casa Branca defendeu nesta quarta-feira, 15, o general Mark Milley, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, que está sob fogo de legisladores republicanos. 

Os ataques ocorrem porque o general supostamente prometeu alertar os chineses com antecedência sobre um ataque dos EUA e instruir subordinados a passar por ele para lançar um ataque nuclear durante os meses finais da administração Trump.

Ele é acusado de minar a constituição ao tentar colocar barreiras no comportamento de Trump durante seus últimos dias no cargo.

De acordo com novo livro de Bob Woodward e Robert Costa, Milley tomou medidas para evitar que Trump iniciasse uma guerra nuclear ou lançasse um ataque contra a China dias antes de Joe Biden ser empossado.

  • A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, foi questionada nesta quarta-feira, 15, sobre as revelações da reportagem. 

    Psaki disse que Biden tem total confiança na liderança, patriotismo e fidelidade de Milley à Constituição, argumentando que ele passou pelos canais legais e que suas ações evitaram uma guerra nuclear. 

    “O presidente tem total confiança em sua liderança, seu patriotismo e sua fidelidade à nossa constituição”, disse Psaki sobre Milley.

    Pelo menos uma dúzia de republicanos da Câmara e do Senado pressionaram pela renúncia ou demissão de Milley desde que os trechos do livro surgiram na última terça-feira, com Trump afirmando que “medidas devem ser tomadas imediatamente” contra ele.

    O porta-voz do Estado-Maior Conjunto, coronel Dave Butler, disse em um comunicado nesta quarta-feira que as ações de Milley estavam de acordo com seus deveres e responsabilidades.

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