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Apesar de casos na Casa Branca, governo dos EUA defende retomada econômica

Nos últimos dias, dois funcionários da "ala oeste", onde fica o Salão Oval, testaram positivo para o novo coronavírus

Por Da Redação 10 Maio 2020, 16h02

Os conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defenderam neste domingo, 10, a possibilidade de reativar a economia do país com segurança, apesar da propagação da pandemia, com vários casos de coronavírus na Casa Branca.

Nos últimos dias, dois funcionários da “ala oeste”, onde fica o Salão Oval – um militar a serviço do presidente e a porta-voz do vice-presidente Mike Pence – apresentaram resultado positivo ao novo coronavírus, apesar das precauções adotadas.

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Além disso, três membros da linha de frente da unidade de crise da presidência americana, responsável por coordenar a luta contra a Covid-19, decidiram entrar em quarentena preventiva por sua possível exposição ao vírus.

Entre eles está o epidemiologista Anthony Fauci, que aconselha diariamente Trump, assim como o diretor dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Robert Redfield, e Stephen Hahn, diretor da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA).

As pessoas que se aproximam do presidente e do vice-presidente são submetidas continuamente a exames.

“A Casa Branca é um contexto enorme, de pelo menos 500 pessoas, provavelmente mais”, disse Larry Kudlow, assessor econômico da presidência, ao canal ABC. “Os que apresentaram resultado positivo representam uma pequena parte”, insistiu, sem revelar um número exato.

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Ele defendeu a vontade do presidente de “reabrir a economia” para enfrentar os “horríveis” números do desemprego.

“Por quê não confiar nas empresas?”, questionou Kudlow. “Elas sabem, de um lado, que as pessoas devem ser protegidas e, do outro, que é necessário recomeçar o mais rápido possível para enfrentar o problema econômico, a recessão pela pandemia”, disse.

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, declarou à Fox que “há um risco considerável se a atividade econômica não for retomada”.

“Estamos falando do que seria um dano econômico permanente para o povo americano. E vamos reabrir de uma forma muito refletida, que leve as pessoas de volta a seus trabalhos de forma segura”, disse.

(com AFP)

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