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Afeganistão vai às urnas para escolher novo presidente

A população vota neste sábado sob forte esquema de segurança para o segundo turno da eleição que definirá o sucessor do presidente Hamid Karzai

Por Da Redação
14 jun 2014, 11h25

Os afegãos voltam às urnas neste sábado para o segundo turno da eleição que definirá o sucessor do presidente Hamid Karzai. O pleito é considerado como um teste decisivo das ambições do país para transferir o poder democraticamente pela primeira vez em sua história.

Doze milhões de eleitores estavam aptos a votar no país. A segurança foi reforçada e as urnas foram fechadas às 8h30 (de Brasília, 16h no horário local). O resultado preliminar será conhecido em 2 de julho e o final, em 22 de julho. O próximo presidente assumirá o cargo em 2 de agosto.

Em Cabul, um importante dispositivo de segurança ocupava as ruas da capital, como parte de um esquema que envolve 400 mil soldados e policiais em todo o país. O incidente mais grave teria ocorrido em Logar, uma província ao sul de Cabul, onde duas pessoas foram mortas pelo talibã, de acordo com chefe da polícia local, Abdul Wali Tufan.

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A votação colocou o ex-ministro de Relações Exteriores Abdullah Abdullah contra o ex-economista do Banco Mundial e ex-ministro das Finanças Ashraf Ghani, depois que nenhum deles garantiu os 50% necessários para vencer no primeiro turno, realizado em 5 de abril. Abdullah Abdullah conquistou 45% dos votos e Ashraf Gani, 31,6%.

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Os dois se comprometeram a firmar um pacto de segurança com os EUA, há muito tempo esperado. Isso permitiria que cerca de 10 mil soldados norte-americanos permaneçam no país por dois anos a mais a fim de realizar operações antiterroristas e seguir treinando e assessorando o exército e a polícia afegã.

Por esse motivo, os candidatos se distanciam do atual presidente, Hamid Karzai, cujas relações com os EUA estão abaladas desde que ele negou em firmar o pacto de segurança com Washington.

Como a maioria das tropas estrangeiras deixam o país até o fim de 2014, quem assume o lugar de Karzai herdará um país conturbado com a insurgência cada vez mais violenta do talibã e uma economia prejudicada pela corrupção e um Estado fraco.

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(Com agências Reuters, France Presse e Estadão Conteúdo)

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