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Um mês após briga, corintianos seguem presos no Rio

Advogados consideram que os 30 torcedores só serão liberados ao fim do Brasileirão

Por da redação - 23 nov 2016, 08h59

Trinta torcedores do Corinthians  seguem detidos no Complexo de Gericinó, em Bangu, na zona norte do Rio de Janeiro e sem previsão de soltura imediata, um mês após o tumulto ocorrido nas arquibancadas do Maracanã, na partida entre o clube paulista e o Flamengo.

Todos eles estão confinados na Cadeia Pública José Frederico Marques, conhecida como Bangu 10, que serve de triagem para quem é encaminhado ao complexo prisional. O grupo está detido em cela separada dos demais presos. Além deles, outros 10 corintianos foram detidos na semana passada por ameaças à juíza que decretou a prisão dos acusados.

Atualmente 15 defensores atuam no caso. Desde que a prisão preventiva foi decretada, 10 pedidos de habeas corpus solicitando a soltura dos torcedores foram feitos, mas todas as liminares foram negadas. Advogados consideram que o grupo só será liberado após o término do Campeonato Brasileiro, que acontece em 4 de dezembro. Essa seria uma forma de evitar que os corintianos voltassem aos estádios ainda este ano.

(com Estadão Conteúdo)

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