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Em enquete do site de VEJA, leitores culpam mordomo por morte de Saulo em ‘Passione’

Se depender dos leitores que participaram da enquete do site de VEJA, o mordomo é o culpado em Passione. Com 28% dos votos, o personagem Arturzinho, vivido por Júlio Andrade, é quem mais suspeitas levanta pela morte de Saulo (Werner Schünemann) na novela das nove, que vem alcançando ótimos índices de audiência.

Em segundo lugar na votação aparece a secretária Myrna (Kate Lyra), com 21%. Laura (Adriana Prado), a ex-amante de Saulo, é a terceira mais suspeita, com 11% dos votos.

Chama a atenção o fato de serem personagens secundários os mais bem votados. O vilão Fred (Reynaldo Gianechinni), por exemplo, tem apenas 8% dos votos. A esposa de Saulo, Stela (Maitê Proença), está na mira de apenas 3% dos votantes. Clara (Mariana Ximenes) e Agnello (Daniel Oliveira), o amante de Stela, não convencem como assassinos: têm 2% dos votos.

Eugênio Gouveia, o personagem de Mauro Mendonça, também ganhou sua enquete. O principal suspeito de sua morte? O filho, Saulo, lidera com folgas a pesquisa, com 64% dos votos. Fred é o segundo colocado, com 26%. Clara parece que vai se tornar mesmo a grande mocinha da trama: ficou na lanterna com apenas 10%.

A enquete foi ao ar na noite de sexta-feira (15) e os resultados são da manhã desta terça-feira (19). Ainda é possível participar.

Quem matou? – “Quem matou”, o chavão usado com maestria na literatura policial por nomes como Arthur Conan Doyle e Agatha Christie, foi parar nas novelas brasileiras pela primeira vez – e com grande sucesso – no final dos anos 1970. O Astro, de Janete Clair, foi ao ar na Rede Globo entre dezembro de 1977 e junho de 1978 e parou o Brasil para revelar quem havia matado Salomão Hayalla, interpretado por Dionísio Azevedo. Felipe Cerqueira, vivido por Edwin Luisi, era o culpado.

O personagem era um viciado em drogas. Se Silvio de Abreu decidir homenagear a autora, pode colocar entre os suspeitos da morte de Saulo o filho Danilo (Cauã Reymond), que enfrenta na trama problemas com o uso de crack. Na enquete, porém, ele aparece com apenas 4% dos votos dos leitores.

Com a mesma fórmula de sucesso, Vale Tudo repetiu a frase de efeito, desta vez com Odete Roitman antes do ponto de interrogação. Os escritores, Gilberto Braga e Aguinaldo Silva, não exploraram o fato por tanto tempo. Pouco mais de dez capítulos depois, no final do folhetim, revelaram que Leila, vivida por Cássia Kiss, havia assassinado a personagem de Beatriz Segall por engano – sua intenção era matar a amante de seu marido, Maria de Fátima, interpretada por Glória Pires.