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Com fase vermelha, museus terão funcionamento restrito em São Paulo

Instituições culturais seguirão restrições do decreto estadual, que começa a valer a partir de segunda-feira, 25

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 22 jan 2021, 19h05 - Publicado em 22 jan 2021, 16h50

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) e demais instituições culturais da capital paulista vão funcionar de forma restrita, em resposta às medidas previstas pelo governo estadual, que colocou São Paulo na fase vermelha da quarentena. O decreto começa a funcionar a partir de segunda-feira, 25, e vai até 7 de fevereiro.

Aos fins de semana e feriados, o Masp permanecerá fechado. Às terças-feiras, o museu funcionará das 10h às 18h. Nos demais dias de semana, ficará aberto entre 13h e 19h. Atualmente, o Masp abriga uma exposição em homenagem ao artista francês Edgar Degas e outra com telas da brasileira Beatriz Milhazes. Os ingressos devem ser adquiridos pelo site do museu.

O Japan House, instituição cultural vizinha do Masp, na Avenida Paulista, também só abrirá durante a semana, das 11h às 17h. O Itaú Cultural vai funcionar das 12h às 18h, mesmo horário do IMS Paulista, ambos também fechados aos fins de semana. Segundo O Itaú Cultural, a programação on-line será intensificada, especialmente aos sábados e domingos. Já o IMS garante que as sedes no Rio de Janeiro e em Poços de Caldas continuam funcionando aos finais de semana. Em todos, a capacidade se mantém reduzida, o uso de máscaras é obrigatório e os ingressos devem ser adquiridos previamente on-line.

Já a Pinacoteca fechará nos fins de semana 30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro. Durante os dias da semanas, funcionará das 10h às 18h, com exceção da terça-feira, quando o museu não abre para visitação. A exposição Fayga Ostrower-Imaginação Tangível, marcada para 30 de janeiro, vai abrir no dia 1º de fevereiro. O  Centro Cultural Fiesp ficará aberto neste fim de semana, 23 e 24, e depois funcionará apenas às quintas e sextas-feiras.

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Uma das atividades mais afetadas pela pandemia, o setor cultural viu uma retomada das atividades em outubro, quando cinemas, museus e centros culturais reabriram, após sete meses fechados. A mesma instabilidade tem sido vista em outros Estados. Em Minas Gerais, o renomado Instituto Inhotim interrompeu as atividades no começo de janeiro – e se mantém sem previsão para reabertura.

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