O surpreendente ano de Anitta
A coluna elegeu a cantora como a personalidade ‘GENTE do ano’; saiba os motivos mês a mês
Anitta lançou hit, foi foco da mídia internacional, indicada a prêmios que nenhum outro artista brasileiro recebeu, ganhou alguns deles, se meteu com política, engajou os fãs a tirarem título de eleitor, virou estátua de museu, se apaixonou (de novo), se separou (de novo), e parece que já engatou novo romance no limiar da virada de ano. De janeiro a dezembro, Anitta foi a celebridade que mais apareceu na coluna por motivos tão variados. Aos 29 anos, as façanhas são celebradas pela legião de fãs, principalmente nas redes sociais, onde, só no Instagram, ela possui 63,4 milhões de seguidores. A seguir, a retrospectiva mês a mês, que explica o porquê da escolha de seu nome como personalidade ‘GENTE do ano’.
JANEIRO – Na virada de 2021 para 2022, começou o ano como uma das convidadas no Miley’s New Year’s Eve, show da emissora NBC, nos Estados Unidos, que teve Miley Cyrus e Pete Davidson como apresentadores.
FEVEREIRO – Anitta participou de uma entrevista solo e apresentação no programa de Jimmy Fallon, tradicional nos Estados Unidos e de repercussão internacional.
MARÇO – Um fato inédito: ela conseguiu a proeza de ter a música mais ouvida no mundo pelo Spotify. O hit Envolver a levou a ser a primeira brasileira a conquistar tal espaço. No clima das eleições brasileiras, fez campanha para pedir que os jovens com 16 e 17 anos tirassem o título de eleitor.
ABRIL – Tornou-se a top one da Bilboard e, em seguida, a primeira cantora brasileira a se apresentar no palco principal do Coachella, festival internacional de música na Califórnia.
MAIO – Participou, pela segunda vez, do Met Gala, evento internacional do Metropolitan Museum of Art de Nova York, que reúne as principais celebridades do mundo.
JUNHO – Virou estátua de cera da unidade nova-iorquina do museu Madame Tussauds. Também participou da edição do Rock in Rio, em Lisboa, com todos os ingressos esgotados. Nesta mesma época engatou romance com o americano Murda Beatz.
JULHO – Divulgou que foi diagnosticada com endometriose, após quase uma década sofrendo com dores. Mas o mês foi marcado pelo seu apoio público à candidatura de Lula (PT) à Presidência.
AGOSTO – Marcou presença pela primeira vez no VMA (MTV Video Music Awards), uma das maiores premiações da música americana), além de se primeira artista solo brasileira a vencer uma categoria (Melhor Clipe de Música Latina, com Envolver).
SETEMBRO – Realizou um pocket show em Nova York, em prol do reflorestamento da Mata Atlântica. Terminou o namoro com Murda Beatz sem dar detalhes. Sem dúvidas, foi a ausência mais sentida do Rock in Rio na versão brasileira.
OUTUBRO – Foi destaque no The Wall Street Journal ao falar da carreira internacional.
NOVEMBRO – Mais uma quebra de barreiras em sua trajetória, se tornando a primeira brasileira a ganhar o American Music Awards na categoria Melhor Cantora Latina. No mesmo mês, performou e foi uma das apresentadoras do Grammy Latino. Os fãs ainda foram surpreendidos com um EP intitulado À Procura da Anitta Perfeita, com músicas totalmente em português.
DEZEMBRO – Lançou o filme EU, como produtora associada, que aborda a esclerose múltipla. Também se manifestou sobre o quadro de saúde, que a levou por várias vezes para hospitais. Termina o ano no topo do ranking dos artistas brasileiros mais escutados no exterior no Spotify.
E PARA 2023…
Foi indicada ao Grammy Awards, na categoria Best New Artist – Artista Revelação. A premiação vai acontecer em fevereiro, em Las Vegas.