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Luiza Brunet comenta decisão do STJ: ‘Vivemos uma cultura machista’

Modelo acusa o ex-companheiro, o empresário Lírio Parisotto, de agressões físicas

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 dez 2022, 11h00

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou, na terça-feira, 6, o processo movido pela modelo Luiza Brunet, 60 anos, contra o empresário Lírio Parisotto, 68. A corte acolheu um recurso de Luiza, que buscava invalidar o julgamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que não reconheceu os argumentos apresentados por ela para provar a união estável com Parisotto. Com isso, a ação deverá ser novamente analisada pelo TJ-SP. 

Luiza enviou o seguinte comunicado à coluna: “A decisão do STJ confirma a necessidade de mais atenção aos processos que envolvem vítimas de violência doméstica e mulheres em geral. No meu caso luto há seis anos contra um homem muito poderoso e senti na pele e na minha alma as consequências dessa batalha. Fui tachada de louca, desequilibrada, tive minha vida, minha família e minha trajetória atacadas das formas mais baixas que se pode imaginar. No processo da união estável enfrentei preconceitos e fui tratada pelo meu ex-companheiro como interesseira. Nessas horas os homens costumam esquecer tudo o que viveram com as companheiras, para proteger o patrimônio. Fui inclusive tratada com uma simples ficante dele. As provas que anexei, comprovando nossa união estável, tais como pedido de casamento, passagens de lua-de-mel, entre tantas outras, foram simplesmente ignoradas no julgamento que ocorreu em São Paulo. Sem falar nos outros absurdos que ocorreram, para se ter uma ideia, até os registros da minha entrada e saída do apartamento em São Paulo foram falsificados e anexados nos autos. Apontamos esses fatos gravíssimos, mas não fomos ouvidos. É preciso que se analise essas questões levando em consideração a inegável diferença que existe de um lado para o outro. Infelizmente ainda vivemos uma cultura machista, que protege os homens. Basta ver a pequena quantidade de mulheres que compõem as cortes de Justiça. Ainda somos minoria nesses locais, o que dificulta que o julgamento seja realizado levando em consideração o ponto de vista da mulher. O que passamos precisa ser levado em conta, a nossa voz tem que ter o mesmo peso e respeito que a voz dos homens. Não é possível que a nossa palavra e as provas que juntamos nos processos valham menos que a dos homens”.

A disputa judicial que a ex-modelo trava com o empresário Lírio Parisotto já dura anos. Os dois terminaram o relacionamento em 2016, depois de Luiza apresentar graves evidências de agressões praticadas pelo ex-parceiro. 

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