Clique e Assine VEJA por R$ 9,90/mês
Imagem Blog

Radar

Por Gustavo Maia (interino) Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Nicholas Shores e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

A semana decisiva para o sonho presidencial de Doria e Simone Tebet

Pré-candidatos tentarão vencer a resistência de seus partidos para, enfim, consolidar o projeto ao Planalto

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 16 Maio 2022, 16h37 - Publicado em 16 Maio 2022, 06h01

Depois de sofrerem boicotes e traições dentro de seus partidos, o presidenciável do PSDB, João Doria, e a pré-candidata do MDB, Simone Tebet, esperam definir nesta semana quem irá liderar uma possível aliança política ao Planalto. A situação é bizarra. Os pré-candidatos falam uma coisa, os caciques dos partidos, outra.

No fim de semana, Doria divulgou uma carta em que rejeitou ser vice de Simone, cobrou publicamente Bruno Araújo a assumir a candidatura tucana ao Planalto e avisou que irá até o fim no seu desejo de disputar contra Lula e Bolsonaro. Doria acredita ter argumentos jurídicos para defender sua candidatura, já que ganhou as prévias do partido. Nome mais importante do tucanato, Fernando Henrique Cardoso defendeu o ex-governador nas redes.

Para tentar impedir que tanto Simone quanto Doria lancem candidaturas independentes à Presidência, os chefes das siglas anunciaram na semana passada que a decisão sobre a chapa seria tomada a partir de uma pesquisa que será realizada nestes dias para medir o potencial da dupla.

Contratado para a missão, o Instituto Paulo Guimarães deve estabelecer um roteiro para medir o humor do eleitorado sobre Simone e Doria. Além do potencial de votos e do nível de conhecimento de cada um dos dois no eleitorado, o instituto deve fazer a pergunta-chave: quem, entre Doria e Simone, tem mais chances de romper a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro?

Há, tanto no PSDB quanto no MDB, movimentos para que nada seja decidido nesta semana. A ideia de atrasar a definição das chapas ajuda os adversários de Simone e Doria, que tentam matar as candidaturas por inanição. Afinal, nas últimas semanas, enquanto os dois estiveram lutando para conquistar o apoio de seus partidos, Bolsonaro e Lula investiram o mesmo tempo na montagem de palanques regionais e na definição de alianças.

Continua após a publicidade

Se Doria sofre com o boicote da cúpula nacional do PSDB, Simone Tebet luta contra alas do MDB que desejam apoiar Bolsonaro e Lula. Essa turma vê na candidatura presidencial apenas um gasto e pretende brigar para que Simone não concorra e que o dinheiro da eventual campanha seja dividido entre os candidatos ao Congresso.

 

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 9,90/mês*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 49,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a 9,90/mês.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.